Sou uma pecadora

O café ainda estava quente na xícara quando percebi que o silêncio do escritório não era um vazio, mas uma promessa.

Vera sempre soube que a elegância era sua armadura, mas por baixo da seda e do corte impecável de suas roupas, existia uma fêmea faminta. Aos trinta e dois anos, o divórcio não tinha sido apenas o fim de um contrato, mas a libertação de um corpo que seu ex-marido, em sua mediocridade, não sabia como manejar. Ela não queria um "companheiro" para dividir as contas; ela queria um homem que a fizesse sentir o peso da própria carne.
Rui, o estagiário de vinte e três anos, tinha aquele olhar de quem acabara de descobrir um tesouro. Quando ela cruzou as pernas diante dele, expondo a curva generosa das coxas e a firmeza das panturrilhas, viu que o rapaz não estava apenas interessado nos papéis do divórcio. Ele estava hipnotizado.

A visita à casa de Sara, sob o pretexto de um documento esquecido, foi apenas a formalidade necessária para que o desejo pudesse se manifestar. O uísque serviu como lubrificante para a conversa, mas a tensão elétrica entre eles já havia saturado o ambiente. Quando Rui finalmente tocou a pele de suas pernas, Sara sentiu um choque percorrer sua coluna. Não houve sutileza. O desejo era bruto, visceral, urgente.
No quarto, a roupa tornou-se um estorvo. Sara arrancou as peças com a pressa de quem tenta apagar um incêndio com gasolina. Quando Rui se despiu, ela soltou um suspiro audível. O membro dele era imponente, uma promessa de preenchimento total.

— Meu Deus, Rui... — ela sussurrou, as mãos explorando a rigidez do pau dele, sentindo a pulsação do sangue contra a pele. — Você é um animal.

Eles se perderam em um intercâmbio de línguas, bocas e fluidos. A fúria do desejo os levou ao chão, depois à cama, onde Rui mergulhou o rosto entre as coxas dela com uma voracidade animal. Sara arqueava as costas, os dedos cravados nos ombros do rapaz, enquanto ele bebia cada gota de sua excitação.
— Isso, chupa tudo, seu safado! — Sara gemia, a voz rouca. — Eu quero sentir você me rasgando...
Ela se sentou sobre ele, cavalgando com um ritmo frenético, os seios atrevidos balançando a cada impacto. Rui a segurava pela cintura, os dedos apertando a carne macia de seus quadris largos.

— Chupa meu pau com a sua bucetinha, minha putinha querida! — ele rugiu no ouvido dela, a voz carregada de luxúria. — Vai, engole esse caralho! Ele é seu, todo seu! Mama, Sara! Quero esporrar tudo dentro de você!

Sara sentia cada centímetro daquele pau avantajado preenchendo-a, esticando-a, levando-a ao limite. Ela não queria delicadeza; queria a força, o impacto, a possessão.
— Mais fundo, Rui! Mete com força! — ela gritava, perdendo a compostura, a elegância dando lugar ao puro instinto.

Ele a virou de costas, prendendo-a contra o colchão. A penetração foi profunda, quase violenta. Vera sentia o fim do membro dele batendo no fundo de seu útero, um impacto que a fazia ver estrelas. Ela era um campo aberto, e ele era o arauto de uma tempestade.

— Me esporra! — Sara berrava, a voz ecoando pelo quarto. — Vai, me enche de porra! Goza na sua mulher, me dá todo o seu leite! Esporra, Rui! Mete fundo, caralho!

O clímax veio como uma explosão. Rui a possuía como um fauno, num ritmo frenético e animalesco, até que ambos desabaram em um espasmo compartilhado. Sara sentiu o jato quente do gozo dele, inundando suas entranhas, preenchendo-a completamente, deixando-a mole, exausta e plenamente satisfeita.
Enquanto ele a cobria de beijos carinhosos, contrastando com a fúria de minutos atrás, Sara sorriu para o teto. O destino, ela percebeu, não era encontrar a estabilidade de um bom apartamento ou de um emprego administrativo. Seu verdadeiro destino, naquele momento, era a delícia de ser subjugada por alguém que não tinha medo de sua autoridade.
Sara permaneceu imóvel por alguns minutos, sentindo o peso do corpo de Rui sobre o dela e a sensação viscosa e quente do sêmen escorrendo lentamente por suas coxas. O contraste era fascinante: o silêncio agora era absoluto, mas não era mais vazio; era o silêncio da exaustão, da carne que havia sido exaurida até a última gota.

Rui afastou-se devagar, a respiração ainda pesada. Ele a olhou não mais como o estagiário intimidado, mas como um homem que havia conquistado um território. Havia uma nova dinâmica entre eles, um segredo compartilhado que transformava qualquer interação profissional em uma farsa excitante.

— Você é perigosa, Sara— ele murmurou, a voz ainda rouca, enquanto passava a mão pelos cabelos dela.
Ela soltou uma risada baixa, um som gutural que vibrou em seu peito.

— Perigosa para quem, querido? Para o seu currículo ou para a sua sanidade?

Ela se espreguiçou, sentindo os músculos relaxados e a pele ainda formigando. A imagem de si mesma — a advogada impecável, a mulher do divórcio caro, a figura de autoridade — parecia agora uma casca distante. Naquelas horas, ela não era a chefe, nem a ex-mulher de ninguém. Era apenas um corpo que desejava ser preenchido, e ele era o instrumento perfeito para isso.

— Amanhã, no escritório... — Rui começou, mas Sara o interrompeu com um beijo lento, profundo, que tinha gosto de suor e luxúria.
— Amanhã, você vai sentar na sua mesa e vai olhar para mim enquanto eu dou ordens para todo o departamento — ela sussurrou contra os lábios dele, um sorriso malicioso brincando nos cantos da boca. — E você vai lembrar exatamente de como é a sensação de ter o meu clitóris apertando o seu pau enquanto você implora para que eu não pare.

Ela se levantou, a nudez expondo a plenitude de suas curvas sob a luz suave do quarto. Caminhou até a porta, mas parou e olhou para trás, vendo o jovem rapaz ainda recuperando o fôlego na cama.

— Mas, Rodolfo... — ela fez uma pausa deliberada, deslizando a mão pelos próprios seios. — Se você for um menino bem comportado com a papelada, talvez eu deixe você me esporrar na mesa de carvalho da minha sala antes do almoço.
Ela saiu do quarto deixando-o em um estado de expectativa torturante. Vera sabia que o poder não estava apenas em quem dava as ordens, mas em quem sabia exatamente como provocar o desejo do outro e mantê-lo em suspensão. Enquanto caminhava pelo corredor, sentindo a umidade do gozo dele ainda pulsar dentro de si, ela percebeu que a elegância era, de fato, sua armadura. Mas a verdadeira diversão era saber exatamente quando e como tirá-la.

Foto 1 do Conto erotico: Sou uma pecadora

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Sou uma pecadora

Codigo do conto:
269426

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
08/08/2026

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