Hoje é 12 de junho de 2008, agora é 22:08.
Tô aqui deitada de bunda para cima na cama no quarto, de frente para o meu notebook, de shortinho e blusinha, olhando pra tela, começando a escrever sobre o dia de hoje.
Hoje é dia dos namorados, véi, e eu nem sei se isso é romântico pra caralho, ou só mais um dia que passa..., mas enfim.
De manhã, fui pra faculdade e recebi um rosa do meu amigo Gustavinho. Nossa, que fofo. Ele é um rapaz bonzinho, meio bobinho até, daqueles homens, que nem desconfiam que sou garota de programa. A gente trocou umas palavras na sala de psicologia.
O engraçado, ele é calmo, educado, daquelas pessoas que coram quando olho pra ele. Eu amei a flor, guardei ela no vaso da sala.
Diário, desconfio que o Gustavinho ainda seja virgem. Se ele me chamar pra sair algum dia... eu aceitaria na hora, e resolveria o problema dele com uma bela sentada naquele pau.
Diário, confesso: Sinto falta de um namorado. Um homem sério que me trate bem, me leve pra jantar, me abrace depois do trabalho..., mas com a vida que eu levo, ninguém aceita ficar com uma garota de programa que atende homem casado, solteiro, velho, jovem... todo tipo. É o preço, né? Ouço os caras falando “eu te amo”, depois de gozar no meu rosto, na minha boca. Porém, o amor acaba quando eles vão pra suas casas, pra suas mulheres, ou pra suas famílias.
Ah, foda-se. Agora vamos ao que rendeu grana hoje. Transei com dois clientes. Não no mesmo tempo. Vou contar os dois, um por um.
O primeiro foi às 14h, precisei comer rapidinho, tomar banho ainda mais rápido, e me arrumar rapidinho. Peguei um táxi aqui em baixo, na Perto da Rua Augusta, e mandei pro hotel na Barra Funda.
Peguei um pouco de congestionamento no trajeto. Cheguei a tempo, faltando 5 minutos para às 14:00.
O cliente da vez, era um cliente novo, Murilo, uns 50 anos, bonito pra porra, magro, uns 1,75 de altura, empresário.
Ele mandou mensagem ontem de noite; perguntando se eu atendia às 14h de hoje. Respondi a mensagem na hora, com todas as dúvidas dele (horário, pagamento, local, etc.). Ele foi rápido, mandou confirmar.
Quando cheguei no hotel, parei no balcão do lobby, pra falar com a recepcionista. Disse que o tal hóspede estava me esperando. Ela imediatamente me autorizou a subir. Mas antes, pedi pra deixar uns cartões de contato meus ali, que ela receberia uma quantia com cada cliente que ela conseguisse. A moça disse “não, que era proibido”.
Eu respondi “caralho, você é burra mesmo? - Ela ficou muda, eu só dei as costas e fui pro elevador. Nem perdi tempo com aquela burra.
Assim que cheguei de frente para a porta da suíte, respirei fundo, ajeitei a roupa e apertei a companhia. Murilo abriu em poucos segundos. O homem me recebeu com sorriso simpático. Ele tinha um cheiro bom. A gente se cumprimentou com um abraço e beijo no rosto. Gentilmente me convidou para entrar; falando que eu estava linda e cheirosa.
Sentei no sofá. Ele me ofereceu uma taça de vinho, aceitei, porque estava frio pra caralho e, precisava me soltar e aquecer. Sentamos um tempinho conversando, ele era legal, papava leve, me fez rir.
Quando a gente começou a ficar de saco cheio de papo, o cliente me puxou pelas pernas, e a gente começou a se beijar pra valer.
Muitos beijos, mão dele subindo por baixo da minha minissaia plissada, apertando minha bunda, dedilhando a minha florzinha, que logo ficou molhada. Tirei a blusa dele, e ele tirou a minha, ficou chupando e babando nos meus peitos. Tirou a minha minissaia, a calcinha e caiu de boca na minha pepeca. O cliente ficou um bocado de tempo me provando. Ele fazia fazer gostoso! Gozei com as suas chupadas.
Aí, foi a minha vez. Tirei suas calças, o pau dele não era grandão, mas o suficiente para eu brincar e ser feliz. Chupei gostoso, bati punhetinha, bati o pau dele no meu rosto, alisei nos seios, depois mais chupadinhas, sem frescura.
Aí ele quis trepar. O cliente me pegou no colo, e me levou pra cama, pedi para ele pôr o preservativo. Ele riu, mas colocou rapidinho.
Fiquei deitada de pernas abertas pronta para recebe-lo. O cliente veio com tudo, e me penetrou com tudo na buceta.
Diário, foram minutos, com o cliente me comendo pra valer, devagar no começo, depois forte pra caralho. “Você é uma delícia, gatinha”, ele repetia essa frase a todo momento. Eu respondia gemendo “fode sua puta, gato... mete mais fundo”.
Murilo me encheu de beijos, de chupões enquanto me fodia. Eu até afundava no colchão com suas investidas. A gente parecia um casal em ‘Lua de Mel’. Deixei marcas das minhas unhas nas costas dele.
Depois ele quis foder meu cu. Estava dentro do pacote, do combinado. Lá fui eu pegar meu gelsinho na bolsa e aplicar no cu.
Assim que fiquei de quatro, ele ainda cuspiu na minha bundinha, me chamando de ‘cachorra, de putinha, de safada’. Fiquei aguardando a rola entrar, e quando entrou, ele meteu no meu cu com aquela pegada de macho no cio, me fodendo gostoso.
Aí, eu entrei na brincadeira, empinava e pedia: “isso, fode meu cu, caralho!”. Ele ficou todo suado, gemendo, puxando meus cabelos, mas aguentei calada, deixando o cliente usar meu corpo.
Só que o cliente não aguentou muito. Nem deu 5 minutos de anal, e já gozou dentro do preservativo. O bom, é que não teve outra transa, porque ele teria que sair, e ir a uma reunião no último andar do hotel. Ele me contratou por uma hora, mas devo ter ficado uns 40 minutos. Assim que a transa acabou, ele tomou um banho, e quando voltou, pagou meu cachê, acrescentou R$50 reais do táxi.
Tomei um banho rápido, e quando saí do banheiro, o cliente já havia saído para a tal reunião. Então me vesti, me arrumei, tomei uma taça de vinho, e fui embora do hotel.
2° Cliente:
Voltei pro meu apê de taxi. Cheguei, comi um lanche rapidinho, que havia feito de manhã, escovei os dentes, me maquiou de novo, arrumei o cabelo, e me arrumei pra ir pro segundo programa.
O hotel ficava nas proximidades da Av. Paulista. Peguei minha bolsa, fechei a porta e desci. Peguei um outro táxi e segui.
Quando cheguei no hotel, da Alameda Campinas. Passei na recepção, o rapazinho telefonou para o cliente, logo fui autorizada a subir de elevador até o 8° andar.
Quando cheguei, a porta estava entreaberta. Entrei e me deparei com a escuridão, tinha apenas uma pequena lâmpada acesa que mal iluminava metade do quarto. Comentei “que porra é essa?”.
Diário, esqueci de falar do cliente. Era um senhor na faixa dos 60, 65 anos. Seu nome era: Almir. Ele era baixinho, uns 1,65 cm, barriga saliente, diz que mora em Alagoas, seu sotaque era bem arrastado.
Ele estava sentado na beira da cama e pediu desculpas, dizendo que estava descansando da viagem. Foi educado pra caralho, nem precisava se justificar, mas, enfim.
Assim que desceu da cama, o velho me atacou, com beijos, com abraços e agarros. O Bicho estava bem saliente, óbvio que correspondi na hora. Parti para o ataque, afinal, fui contratada para isso. O problema foi a diferença de tamanho, eu com 1,79 cm, ele com 1,65 cm. Precisei me abaixar para beijá-lo.
Diário: Foi muito gostoso ouvir dele: “que cheirosa, você é mais bonita pessoalmente”.
O cliente não parou um segundo, passava os lábios da minha boca pro meu pescoço. Rapidamente tirou a minha minissaia, a calcinha, me jogou na cama, me virou de costas, e ficou olhando pra minha bunda, abriu minhas nádegas e ficou olhando para minha buceta e meu cuzinho. Depois ficou cheirando os meus buraquinhos, depois os lambeu, beijou minha bunda, ficou me alisando, e me virou de frente de novo, dizendo que não conseguia parar de me olhar.
Ele ficou uns 10 minutos me chupando, como se eu fosse um picolé dos mais saborosos. Deixei o tiozinho a vontade, até o incentivava.
Quando ele ficou satisfeito. Mais beijos até ele se levantar, tirar a calça, e dessa vez foi a minha vez de retribuir. Sentei e já peguei ele na cueca, ele pensou o mesmo que eu e começou a tirar também.
Comecei primeiro as bolas, lambi bem devagar e fiquei prestando atenção no seu olhar. Até que enfiei o pau todo na minha boca.
O velho começou a gemer alto, como se a gente estivesse trepando, não parava de dizer; ‘que eu era demais, e que minhas chupadas, não tinha outro igual. – Agradeci o carinho, e os elogios.
Continuei mais um pouquinho, porém, o cliente quis me chupar de novo. Voltou a me beijar e foi descendo pra minha florzinha, chupou muito bem, muito gostoso, e depois de um tempinho começou a me dedar enquanto chupava. Claro que não resisti e acabei gozando, ninguém é de ferro, né?
Assim que gozei, o velho se deitou de barriga pra cima, e eu voltei a chupá-lo mais um pouquinho, e me empenhei ao máximo.
Certo momento, ele pediu para me foder. Peguei o preservativo, rapidamente vesti o cacete. O cliente ficou deitado, fui por cima, logo sentei a florzinha no pau dele. A gente gemeu ao mesmo tempo, percebi que os gemidos do cliente, estavam ficando mais intensos, cada vez que eu cavalgava, sabia que estava no caminho certo, e de fato estava. O velho falou algo que eu não entendi direito na hora, mas achei que tivesse ligação com gozar. Falei “hum? Quê?”. - E ele repetiu, de novo não entendi, rs, ia deixar pra lá, e continuei por cima, rebolando, cavalgando naquele pau velho gostoso. Ele ficou apertando meus seios, já não se aguentando de tanto tesão. Depois ele disse bem claro, que ia gozar, e que queria gozar na minha cara. Foi o tempo de eu tirar o pau dele de dentro de mim, me ajeitar na cama, pegar o pau dele, tirar o preservativo, a e continuar com a mão, punhetando, no mesmo segundo, começou a jorrar porra, gozando no meu rosto, gemendo, falando umas palavras; que não lembro agora.
Tive que pedir licença e ir ao lavabo me limpar. O esperma dele fedia, que nojo. Tive que tomar banho. Depois voltei para o quarto, perguntando: ‘se tinha sido gostoso para ele?’ – Ele me elogiou demais, dizendo: “que eu era muito linda”. A seguir, ele foi se banhar, e quando voltou caiu na cama de costas, pediu desculpas, acrescentando que estava cansado, e que demoraria um pouco pra se recuperar. Falei para o cliente, que não tinha problema nenhum.
E já que ele tinha deitado de costas, perguntei se queria uma massagem. Ele perguntou se eu fazia, falei que sim, mas que não era lá essas coisas. Daí eu o massageei por um tempo, enquanto a gente conversava sobre o dia dos namorados. Perguntou; se eu namorava, respondi que no momento, ele era o meu namorado. Ele riu.
Depois, ele disse que era a vez dele de retribuir (não esperava por essa não, diário). Eu me deitei também. Depois da massagem dele, ele se deitou entre as minhas pernas e me chupou toda, cu, buceta, seios, pernas, dedos dos pés.
Após um tempinho, ele voltou a me beijar, mostrando que já tinha se recuperado, hummm. O chupei outra vez, de novo muito empenhada. Continuei chupando por um tempinho, até o velho dizer, que queria me pagar de quatro. O obedeci e fique de 4.
Fiquei nessa posição. Ele voltou a chupar meu, dizendo que queria me foder. Eu pedi que viesse me comer, abrindo as nádegas para ele.
Diário, precisava ver a cara de tarado do cliente. Pedi que colasse o preservativo no cacete. Enquanto ele fazia isso, apliquei rapidinho o gel no meu cu, e fiquei esperando.
Em seguida, ele foi penetrando devagarzinho. Entrou gostoso, ele se segurou na minha cintura e foi fazendo os movimentos. Foi um anal gostoso pra caralho. 3, 4 minutos depois, ele gozou pela última vez.
Depois a gente se banhou, e se vestiu, e para a minha surpresa, o cliente pediu uma janta pro quarto e comemos juntinhos.
Quando acabou, ele pagou meu cachê, e acrescentou R$ 150,00.
Fiquei tão feliz, o melhor cliente da semana, com certeza. Ele desceu comigo até a recepção, de mãos dadas e ainda trocando papo. Todo mundo ficou olhando, o pessoal do hotel, sabendo de tudo.
Ele chamou um táxi do próprio hotel, pagou a minha corrida, me beijou, abriu a porta do carro, e entrei, ele fechou, e fui embora.
Agora tô aqui, escrevendo, relembrando tudo, com um sorrisinho no rosto. O dia rendeu bem, esse último cliente, estava foi bem atencioso, mas já passou.
Amanhã tem faculdade cedo, outros clientes de novo. Essa é a minha vida.
Beijos, diário.

Fernanda você é uma putinha deliciosa, minha rola pulsa de lembrar eu metendo a rola em você e enchendo você toda de porra, é a gata mais gostosa do site, gata você é perfeita.
TI ADMIRO FER, N É FÁCIL TRANSAR COM DESCONHECIDOS, POR ISSO POUCAS FICAM POUCO TEMPO NESSA VIDA, Ô CORAGEM
A puta dos meus sonhos, sóh q ela nunca me deu chances 😥😥😛
Q fotão, hein?