Mesmo comprometida eu vivi algo totalmente diferente, era algo mais simples e muito mais viciante. Ele me fodia. E gostava de me deixar cheia depois. Eu era o depósito de porra dele, e os dois sabíamos disso.
Naquele dia eu tinha combinado de encontrá-lo no final da tarde. Mandei mensagem cedo:
“Hoje posso. Depois das 18h.”
A resposta veio rápida, direta como sempre:
“Então prepara essa buceta e esse cu. Vou encher os dois.”
Eu li a mensagem no banheiro do trabalho e senti o corpo reagir na hora. Passei o resto do dia molhada, apertando as pernas debaixo da mesa, imaginando as mãos grandes dele me abrindo.
Cheguei no apartamento dele por volta das sete. Ele abriu a porta já sem camisa, só de calça jeans, o cabelo bagunçado, o olhar pesado de quem já estava com tesão desde a mensagem. O pau eu já conhecia de cor — grosso, pesado, o tipo que me deixava andando diferente no dia seguinte.
— Entra — falou só.
Fechei a porta atrás de mim. Mal virei e ele já estava em cima. A mão grande segurou meu queixo e a boca dele desceu na minha com fome. O beijo era sempre assim: profundo, úmido, sem nenhuma delicadeza. A outra mão já estava embaixo da minha saia, apertando a bunda por cima da calcinha.
— Há quanto tempo está molhada? — perguntou contra minha boca.
— Desde a sua mensagem.
— Mostra.
Eu levantei a saia, puxei a calcinha para o lado e abri as pernas. Os dedos dele deslizaram entre os lábios, sentiram a umidade e entraram dois de uma vez. Eu soltei um gemido baixo. Marcelo meteu os dedos fundo, o polegar no clitóris, me olhando nos olhos enquanto fazia isso.
— Que puta. Já escorrendo só de imaginar.
— Imaginar você me fodendo — corrigi, ofegante.
Ele tirou os dedos, passou na minha boca e eu chupei sem ele precisar mandar. O gosto de mim mesma misturado com a pele dele me deixou ainda mais molhada.
— Tira tudo — ordenou.
Eu tirei a blusa, o sutiã, a saia e a calcinha. Fiquei nua na sala dele. Marcelo deu a volta em mim, passou a mão pela minha bunda e abriu as nádegas com os polegares.
— Hoje eu vou usar os dois. E você vai sair daqui cheia.
— Eu quero sair cheia — respondi.
Ele me empurrou até o sofá, me colocou de joelhos no chão e abriu a calça. O pau saltou duro, a cabeça já brilhando. Eu abri a boca na hora. Marcelo segurou meu cabelo e enfiou até a garganta.
— Isso… engole. Olha pra mim enquanto chupa.
Eu levantei os olhos, a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo. Ele metia fundo, controlando o ritmo, gemendo baixo cada vez que eu engasgava.
— Boca de depósito de porra… feita pra levar porra e engolir.
Eu gemia em volta do pau, a garganta se abrindo. Quando ele tirou, um fio grosso de saliva ligava minha língua à cabeça. Marcelo me puxou para cima, me virou de quatro no sofá e abriu minhas pernas com o joelho.
— Primeiro a buceta. Depois o cu. E no final eu encho os dois.
Ele encaixou e empurrou até o fundo de uma vez. Eu gritei. O pau grosso me abriu completamente, preenchendo tudo. Marcelo começou a meter com força logo de cara, as mãos apertando meus quadris, a barriga batendo na minha bunda a cada estocada.
— Porra, que buceta gostosa… aperta assim. Chupa meu pau com ela.
— Mais fundo — pedi, a voz já rouca.
— Eu decido o quanto fundo.
Ele deu um tapa seco na minha nádega e acelerou. O som molhado enchia a sala. Eu gozei rápido, o corpo se contraindo com violência em volta do pau dele, um gemido longo e quebrado saindo da minha garganta. Marcelo não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, mais bruto, até eu estar tremendo.
Quando tirou, o pau estava brilhando, coberto dos meus fluidos. Ele cuspiu na minha entrada traseira, espalhou com o polegar e empurrou a cabeça.
— Relaxa. Vai entrar tudo.
Eu forcei o corpo a aceitar. O volume era demais. A dor quente se misturou com o prazer quando ele foi fundo, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro do meu cu.
— Isso… toma no cuzinho. Seu cu também é meu depósito.
Ele começou a meter. Devagar no começo, depois com mais força. Uma das mãos desceu e esfregou meu clitóris enquanto fodia meu cu. Eu gemia alto, o rosto enterrado no sofá, o corpo inteiro entregue.
— Fala o que você é — mandou, a voz rouca.
— Seu depósito de porra… — gemi. — Pode encher. Pode usar.
— Eu vou encher. Os dois buracos. Até escorrer.
Ele alternou. Tirou do cu, enfiou na buceta, meteu forte algumas vezes, depois voltou para o cu. Me usava nos dois como se eu existisse só para isso. Eu gozei de novo, mais forte, o corpo se contraindo enquanto ele estava enterrado no meu cu.
Marcelo tirou, me virou de frente, me fez deitar no sofá e abriu minhas pernas. Enfiou na buceta de novo e começou a meter fundo, olhando nos meus olhos.
— Olha pra mim enquanto eu te encho.
Algumas estocadas depois ele enterrou até o talo e gozou com um gemido gutural. Eu senti os jatos quentes, espessos, pulsando dentro de mim. Ele ficou parado, respirando pesado, ainda enterrado, deixando tudo lá dentro.
Quando saiu, o sêmen escorreu imediatamente, quente, pela minha coxa. Marcelo olhou, satisfeito, e passou dois dedos, recolhendo um pouco e empurrando de volta para dentro.
— Fica. Não deixa sair.
Eu apertei as pernas, sentindo o volume quente dentro de mim. Ele ainda estava duro. Sem dizer nada, me virou de novo de quatro e enfiou no cu mais uma vez. Fodeu mais um pouco, fundo, até gozar de novo, dessa vez no meu cu, enchendo o segundo buraco.
Quando terminou, eu estava deitada de bruços no sofá, as pernas abertas, os dois buracos latejando e cheios. O sêmen escorria devagar dos dois lugares, quente, viscoso, descendo pelas minhas coxas.
Marcelo se sentou do lado, a mão grande passando pela minha bunda marcada, o polegar acariciando a entrada ainda aberta do meu cu.
— Assim que eu gosto de te ver — falou baixo. — Cheia. Usada. Meu depósito.
Eu virei o rosto, ofegante, o cabelo grudado na testa, e sorri de um jeito cansado e sujo.
— Então continua me enchendo. Eu ainda aguento mais.
Ele olhou para mim, o pau ainda semi-duro, e deu um sorriso curto.
— Eu sei que aguenta. E hoje eu pretendo te deixar tão cheia que você vai voltar para casa escorrendo.
Eu fechei as pernas de leve, sentindo a porra se mover dentro de mim, e respondi baixinho:
— Eu quero voltar escorrendo.
Eu ainda estava deitada de bruços no sofá, as pernas abertas, sentindo a porra quente escorrer dos dois buracos, quando Marcelo se levantou.
Ele foi até a cozinha, bebeu água, voltou e parou na minha frente. O pau já estava duro de novo. Sem falar nada, me puxou pelo braço, me colocou de joelhos no chão e enfiou na minha boca.
— Limpa — mandou. — E prepara, porque eu ainda não terminei de te encher.
Eu chupei. O gosto era de mim, dele, de porra e de sexo. Ele segurou meu cabelo e meteu fundo algumas vezes, até a garganta, depois tirou e me jogou de quatro no chão mesmo.
Dessa vez não teve preparo. Ele cuspiu na minha entrada, abriu minhas nádegas e enfiou o pau no cu de uma vez. Eu gritei, o corpo inteiro tremendo. Marcelo agarrou minha cintura com as duas mãos e começou a meter com força, fundo, sem piedade.
— Isso… toma. Seu cu é meu depósito também.
— É seu… — gemi, a voz já quebrada. — Enche. Me enche de novo.
Ele fodeu meu cu até eu estar babando no chão, depois tirou e enfiou na buceta com a mesma força. Alternava. Cu, buceta, cu de novo. Cada vez que entrava eu sentia o volume me abrir e a porra anterior ser empurrada mais para dentro ou escorrer pelas coxas. Eu gozei mais uma vez, o corpo se contraindo com violência, um gemido longo e rouco saindo de mim.
Marcelo acelerou. As estocadas ficaram curtas e profundas. Ele enterrou até o talo na minha buceta e gozou com um gemido gutural, enchendo de novo. Os jatos quentes pulsavam dentro de mim. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ele tirou, enfiou no cu e gozou mais uma vez lá também, o corpo grande tremendo sobre o meu.
Quando finalmente saiu, eu desabei no chão. Os dois buracos latejavam, abertos, cheios. A porra escorria sem parar: da buceta, do cu, descendo pelas minhas coxas internas, pingando no piso. Eu estava encharcada, o cheiro forte de sexo e sêmen grudado na pele.
Marcelo se agachou ao meu lado, passou dois dedos entre minhas pernas, recolheu um pouco da porra que escorria e empurrou de volta para dentro da buceta. Depois fez o mesmo com o cu.
— Fica. Não deixa sair até chegar em casa.
Eu só consegui balançar a cabeça, ofegante.
Ele me ajudou a levantar. Minhas pernas tremiam. Me entregou a roupa. Eu me vesti devagar: calcinha (já molhada na hora que vesti), saia, blusa. A porra continuava escorrendo, manchando o tecido da calcinha, descendo devagar pela coxa. Eu sentia o volume quente se mover dentro de mim a cada passo.
Na porta, Marcelo segurou meu queixo e me beijou fundo, sujo, com gosto de sexo.
— Vai embora assim — falou baixo. — Cheia. Usada. Meu depósito de porra. Quero que você sente no seu carro sentindo tudo escorrer.
— Vou — respondi, a voz rouca.
Ele abriu a porta.
Eu saí no corredor do prédio com as pernas juntas, tentando segurar o máximo que podia. A cada degrau da escada (ou a cada passo até o elevador) eu sentia mais porra escorrer, quente, viscosa, molhando a calcinha e a parte de dentro das coxas. O cheiro estava forte. Eu apertava as pernas no elevador, o rosto quente, o corpo ainda latejando.
Na rua, o ar da noite bateu em mim. Sentei no banco do meu carro com cuidado, as pernas fechadas com força. Mesmo assim eu sentia. Sentia o volume se mover, escorrer mais um pouco, a calcinha encharcada grudada na pele. Fechei os olhos e apertei as coxas, o corpo inteiro lembrando de cada estocada, de cada jato, de como ele tinha me usado e me deixado cheia de propósito.
Cheguei em casa ainda escorrendo.
Fechei a porta, encostei as costas nela e só então abri as pernas. A porra desceu mais, quente, escorrendo até quase o joelho. Eu passei a mão, senti a quantidade, e sorri sozinha, cansada e satisfeita.
Naquele dia eu voltei para casa exatamente como ele gostava de me mandar:
Cheia.
Usada.
O depósito de porra do Marcelo.
Mas como todos aqui sabem, eu sou o deposito de porra do Marcelo, mas sou o deposito de porra de todos os homens que quiserem me foder assim como ele.

Minha putinha safada, meu depósito de porra, meti a rola em todos os seus buracos, meti na sua bunda e soquei até as bolas dentro, dei varias esporradas dentro e você carregou minha porra como uma puta, você é meu depósito de porra, vai carregar minha porra dentro de você sempre que eu quiser, minha putinha, meu depósito de porra