Eu sou o deposito de porra do Marcelo e de todos os outros homens!!



Eu ainda morava em São Paulo quando o Marcelo se tornou uma rotina na minha vida.

Mesmo comprometida eu vivi algo totalmente diferente, era algo mais simples e muito mais viciante. Ele me fodia. E gostava de me deixar cheia depois. Eu era o depósito de porra dele, e os dois sabíamos disso.

Naquele dia eu tinha combinado de encontrá-lo no final da tarde. Mandei mensagem cedo:

“Hoje posso. Depois das 18h.”

A resposta veio rápida, direta como sempre:

“Então prepara essa buceta e esse cu. Vou encher os dois.”

Eu li a mensagem no banheiro do trabalho e senti o corpo reagir na hora. Passei o resto do dia molhada, apertando as pernas debaixo da mesa, imaginando as mãos grandes dele me abrindo.

Cheguei no apartamento dele por volta das sete. Ele abriu a porta já sem camisa, só de calça jeans, o cabelo bagunçado, o olhar pesado de quem já estava com tesão desde a mensagem. O pau eu já conhecia de cor — grosso, pesado, o tipo que me deixava andando diferente no dia seguinte.

— Entra — falou só.

Fechei a porta atrás de mim. Mal virei e ele já estava em cima. A mão grande segurou meu queixo e a boca dele desceu na minha com fome. O beijo era sempre assim: profundo, úmido, sem nenhuma delicadeza. A outra mão já estava embaixo da minha saia, apertando a bunda por cima da calcinha.

— Há quanto tempo está molhada? — perguntou contra minha boca.

— Desde a sua mensagem.

— Mostra.

Eu levantei a saia, puxei a calcinha para o lado e abri as pernas. Os dedos dele deslizaram entre os lábios, sentiram a umidade e entraram dois de uma vez. Eu soltei um gemido baixo. Marcelo meteu os dedos fundo, o polegar no clitóris, me olhando nos olhos enquanto fazia isso.

— Que puta. Já escorrendo só de imaginar.

— Imaginar você me fodendo — corrigi, ofegante.

Ele tirou os dedos, passou na minha boca e eu chupei sem ele precisar mandar. O gosto de mim mesma misturado com a pele dele me deixou ainda mais molhada.

— Tira tudo — ordenou.

Eu tirei a blusa, o sutiã, a saia e a calcinha. Fiquei nua na sala dele. Marcelo deu a volta em mim, passou a mão pela minha bunda e abriu as nádegas com os polegares.

— Hoje eu vou usar os dois. E você vai sair daqui cheia.

— Eu quero sair cheia — respondi.

Ele me empurrou até o sofá, me colocou de joelhos no chão e abriu a calça. O pau saltou duro, a cabeça já brilhando. Eu abri a boca na hora. Marcelo segurou meu cabelo e enfiou até a garganta.

— Isso… engole. Olha pra mim enquanto chupa.

Eu levantei os olhos, a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo. Ele metia fundo, controlando o ritmo, gemendo baixo cada vez que eu engasgava.

— Boca de depósito de porra… feita pra levar porra e engolir.

Eu gemia em volta do pau, a garganta se abrindo. Quando ele tirou, um fio grosso de saliva ligava minha língua à cabeça. Marcelo me puxou para cima, me virou de quatro no sofá e abriu minhas pernas com o joelho.

— Primeiro a buceta. Depois o cu. E no final eu encho os dois.

Ele encaixou e empurrou até o fundo de uma vez. Eu gritei. O pau grosso me abriu completamente, preenchendo tudo. Marcelo começou a meter com força logo de cara, as mãos apertando meus quadris, a barriga batendo na minha bunda a cada estocada.

— Porra, que buceta gostosa… aperta assim. Chupa meu pau com ela.

— Mais fundo — pedi, a voz já rouca.

— Eu decido o quanto fundo.

Ele deu um tapa seco na minha nádega e acelerou. O som molhado enchia a sala. Eu gozei rápido, o corpo se contraindo com violência em volta do pau dele, um gemido longo e quebrado saindo da minha garganta. Marcelo não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, mais bruto, até eu estar tremendo.
Quando tirou, o pau estava brilhando, coberto dos meus fluidos. Ele cuspiu na minha entrada traseira, espalhou com o polegar e empurrou a cabeça.

— Relaxa. Vai entrar tudo.

Eu forcei o corpo a aceitar. O volume era demais. A dor quente se misturou com o prazer quando ele foi fundo, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro do meu cu.

— Isso… toma no cuzinho. Seu cu também é meu depósito.

Ele começou a meter. Devagar no começo, depois com mais força. Uma das mãos desceu e esfregou meu clitóris enquanto fodia meu cu. Eu gemia alto, o rosto enterrado no sofá, o corpo inteiro entregue.

— Fala o que você é — mandou, a voz rouca.

— Seu depósito de porra… — gemi. — Pode encher. Pode usar.

— Eu vou encher. Os dois buracos. Até escorrer.

Ele alternou. Tirou do cu, enfiou na buceta, meteu forte algumas vezes, depois voltou para o cu. Me usava nos dois como se eu existisse só para isso. Eu gozei de novo, mais forte, o corpo se contraindo enquanto ele estava enterrado no meu cu.

Marcelo tirou, me virou de frente, me fez deitar no sofá e abriu minhas pernas. Enfiou na buceta de novo e começou a meter fundo, olhando nos meus olhos.

— Olha pra mim enquanto eu te encho.

Algumas estocadas depois ele enterrou até o talo e gozou com um gemido gutural. Eu senti os jatos quentes, espessos, pulsando dentro de mim. Ele ficou parado, respirando pesado, ainda enterrado, deixando tudo lá dentro.

Quando saiu, o sêmen escorreu imediatamente, quente, pela minha coxa. Marcelo olhou, satisfeito, e passou dois dedos, recolhendo um pouco e empurrando de volta para dentro.

— Fica. Não deixa sair.

Eu apertei as pernas, sentindo o volume quente dentro de mim. Ele ainda estava duro. Sem dizer nada, me virou de novo de quatro e enfiou no cu mais uma vez. Fodeu mais um pouco, fundo, até gozar de novo, dessa vez no meu cu, enchendo o segundo buraco.

Quando terminou, eu estava deitada de bruços no sofá, as pernas abertas, os dois buracos latejando e cheios. O sêmen escorria devagar dos dois lugares, quente, viscoso, descendo pelas minhas coxas.

Marcelo se sentou do lado, a mão grande passando pela minha bunda marcada, o polegar acariciando a entrada ainda aberta do meu cu.

— Assim que eu gosto de te ver — falou baixo. — Cheia. Usada. Meu depósito.

Eu virei o rosto, ofegante, o cabelo grudado na testa, e sorri de um jeito cansado e sujo.

— Então continua me enchendo. Eu ainda aguento mais.

Ele olhou para mim, o pau ainda semi-duro, e deu um sorriso curto.

— Eu sei que aguenta. E hoje eu pretendo te deixar tão cheia que você vai voltar para casa escorrendo.

Eu fechei as pernas de leve, sentindo a porra se mover dentro de mim, e respondi baixinho:

— Eu quero voltar escorrendo.

Eu ainda estava deitada de bruços no sofá, as pernas abertas, sentindo a porra quente escorrer dos dois buracos, quando Marcelo se levantou.
Ele foi até a cozinha, bebeu água, voltou e parou na minha frente. O pau já estava duro de novo. Sem falar nada, me puxou pelo braço, me colocou de joelhos no chão e enfiou na minha boca.

— Limpa — mandou. — E prepara, porque eu ainda não terminei de te encher.

Eu chupei. O gosto era de mim, dele, de porra e de sexo. Ele segurou meu cabelo e meteu fundo algumas vezes, até a garganta, depois tirou e me jogou de quatro no chão mesmo.

Dessa vez não teve preparo. Ele cuspiu na minha entrada, abriu minhas nádegas e enfiou o pau no cu de uma vez. Eu gritei, o corpo inteiro tremendo. Marcelo agarrou minha cintura com as duas mãos e começou a meter com força, fundo, sem piedade.

— Isso… toma. Seu cu é meu depósito também.

— É seu… — gemi, a voz já quebrada. — Enche. Me enche de novo.

Ele fodeu meu cu até eu estar babando no chão, depois tirou e enfiou na buceta com a mesma força. Alternava. Cu, buceta, cu de novo. Cada vez que entrava eu sentia o volume me abrir e a porra anterior ser empurrada mais para dentro ou escorrer pelas coxas. Eu gozei mais uma vez, o corpo se contraindo com violência, um gemido longo e rouco saindo de mim.

Marcelo acelerou. As estocadas ficaram curtas e profundas. Ele enterrou até o talo na minha buceta e gozou com um gemido gutural, enchendo de novo. Os jatos quentes pulsavam dentro de mim. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ele tirou, enfiou no cu e gozou mais uma vez lá também, o corpo grande tremendo sobre o meu.

Quando finalmente saiu, eu desabei no chão. Os dois buracos latejavam, abertos, cheios. A porra escorria sem parar: da buceta, do cu, descendo pelas minhas coxas internas, pingando no piso. Eu estava encharcada, o cheiro forte de sexo e sêmen grudado na pele.

Marcelo se agachou ao meu lado, passou dois dedos entre minhas pernas, recolheu um pouco da porra que escorria e empurrou de volta para dentro da buceta. Depois fez o mesmo com o cu.

— Fica. Não deixa sair até chegar em casa.

Eu só consegui balançar a cabeça, ofegante.

Ele me ajudou a levantar. Minhas pernas tremiam. Me entregou a roupa. Eu me vesti devagar: calcinha (já molhada na hora que vesti), saia, blusa. A porra continuava escorrendo, manchando o tecido da calcinha, descendo devagar pela coxa. Eu sentia o volume quente se mover dentro de mim a cada passo.

Na porta, Marcelo segurou meu queixo e me beijou fundo, sujo, com gosto de sexo.

— Vai embora assim — falou baixo. — Cheia. Usada. Meu depósito de porra. Quero que você sente no seu carro sentindo tudo escorrer.

— Vou — respondi, a voz rouca.

Ele abriu a porta.

Eu saí no corredor do prédio com as pernas juntas, tentando segurar o máximo que podia. A cada degrau da escada (ou a cada passo até o elevador) eu sentia mais porra escorrer, quente, viscosa, molhando a calcinha e a parte de dentro das coxas. O cheiro estava forte. Eu apertava as pernas no elevador, o rosto quente, o corpo ainda latejando.

Na rua, o ar da noite bateu em mim. Sentei no banco do meu carro com cuidado, as pernas fechadas com força. Mesmo assim eu sentia. Sentia o volume se mover, escorrer mais um pouco, a calcinha encharcada grudada na pele. Fechei os olhos e apertei as coxas, o corpo inteiro lembrando de cada estocada, de cada jato, de como ele tinha me usado e me deixado cheia de propósito.
Cheguei em casa ainda escorrendo.

Fechei a porta, encostei as costas nela e só então abri as pernas. A porra desceu mais, quente, escorrendo até quase o joelho. Eu passei a mão, senti a quantidade, e sorri sozinha, cansada e satisfeita.

Naquele dia eu voltei para casa exatamente como ele gostava de me mandar:

Cheia.

Usada.

O depósito de porra do Marcelo.

Mas como todos aqui sabem, eu sou o deposito de porra do Marcelo, mas sou o deposito de porra de todos os homens que quiserem me foder assim como ele.

Foto 1 do Conto erotico: Eu sou o deposito de porra do Marcelo e de todos os outros homens!!


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario marcelomarceloalves

marcelomarceloalves Comentou em 20/10/2026

Minha putinha safada, meu depósito de porra, meti a rola em todos os seus buracos, meti na sua bunda e soquei até as bolas dentro, dei varias esporradas dentro e você carregou minha porra como uma puta, você é meu depósito de porra, vai carregar minha porra dentro de você sempre que eu quiser, minha putinha, meu depósito de porra




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


272450 - A viagem para a cidade no litoral V Final - Categoria: Traição/Corno - Votos: 17
272446 - A viagem para a cidade no litoral IV - Categoria: Traição/Corno - Votos: 12
272012 - A viagem para a cidade no litoral III - Categoria: Traição/Corno - Votos: 36
271935 - A viagem para a cidade no litoral II - Categoria: Traição/Corno - Votos: 15
271809 - A viagem para a cidade no litoral I - Categoria: Traição/Corno - Votos: 24
271732 - O inicio da atração pelo meu chefe VII - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
271302 - O inicio da atração pelo meu chefe VI - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
271286 - O inicio da atração pelo meu chefe V - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
271211 - O inicio da atração pelo meu chefe IV - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
271135 - O inicio da atração pelo meu chefe III - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
271124 - O inicio da atração pelo meu chefe II - Categoria: Traição/Corno - Votos: 13
270936 - O inicio da atração pelo meu chefe I - Categoria: Traição/Corno - Votos: 15
270629 - Sozinha na festa do trabalho Final - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
270541 - Sozinha na festa do trabalho V! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
270342 - Sozinha na festa do trabalho IV! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 16
270256 - Sozinha na festa do trabalho III! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 20
270242 - Sozinha na festa do trabalho II! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 17
270146 - Sozinha na festa do trabalho! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 27
270083 - A Viagem e o Dominador Final - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
270082 - A Viagem e o Dominador III - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
270081 - A Viagem e o Dominador II - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
268791 - A Viagem e o Dominador - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
266748 - Os prazeres que uma estrada pode oferecer. Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 13
266443 - Os prazeres que uma estrada pode oferecer. Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 28
266361 - Conhecendo a Domme Dominique - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 11
265968 - Dominada por uma Domme Negra - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 45

Ficha do conto

Foto Perfil amandasou
amandasou

Nome do conto:
Eu sou o deposito de porra do Marcelo e de todos os outros homens!!

Codigo do conto:
275141

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
20/10/2026

Quant.de Votos:
16

Quant.de Fotos:
1