David, o virgem com seu tio cinquentão


O sol da tarde de domingo batia forte no quintal, e o calor fazia todo mundo procurar um lugar à sombra. A churrasqueira soltava uma fumaça espessa que o vento espalhava pela varanda, levando junto o cheiro de carvão, gordura e carne assando. Sobre a mesa da cozinha, acumulavam-se travessas, pacotes de pão de alho abertos e latas de cerveja que alguém tirava da geladeira e esquecia pelo caminho.
Meu nome é David. Tenho 19 anos e, como acontece em quase todo almoço de família, tinha acabado assumindo uma parte do trabalho sem que ninguém precisasse pedir duas vezes. Levava bebidas, recolhia copos vazios, buscava guardanapos e atendia aos chamados de quem estava sentado havia horas e não pretendia levantar tão cedo.
— David, vê se tem mais gelo!
— Já vou!
Eu estava na cozinha quando ouvi meu pai me chamar outra vez. Peguei duas latas na geladeira, completei o balde de gelo e voltei para o quintal.
A reunião seguia o roteiro de sempre. Meus primos ocupavam o espaço perto da caixa de som, alternando conversas, vídeos nos celulares e discussões sobre assuntos que mudavam a cada cinco minutos. Minha tia reclamava do calor, alguém perguntava se a carne estava pronta e meu tio, diante da churrasqueira, jurava que ainda precisava de mais dez minutos, embora já dissesse aquilo havia quase meia hora.
Na varanda, porém, ninguém parecia preocupado com o tempo.
Meu pai, dois dos meus tios e Carlos estavam reunidos em torno de uma mesa de madeira, jogando cartas. Havia um pano verde sobre a superfície, fichas espalhadas entre os copos e um cinzeiro que alguém insistia em manter perto da janela, apesar das reclamações da minha tia.
Carlos tinha 52 anos e era irmão mais velho da minha mãe. Não era o tipo de pessoa que precisava falar alto para ser ouvido. Enquanto meus outros tios gesticulavam, discutiam as regras e comemoravam cada rodada como se estivessem disputando um campeonato, ele permanecia sentado, acompanhando o jogo com uma calma que às vezes irritava os adversários.
Tinha os cabelos grisalhos, curtos nas laterais, a barba bem aparada e a pele marcada pelo sol. Usava uma camisa polo azul-escura e um relógio de pulseira metálica. De vez em quando, arregaçava discretamente a manga da camisa, incomodado com o calor. Quando ria, surgiam pequenas marcas nos cantos dos olhos.
Eu o conhecia desde criança. Sabia que gostava de café sem açúcar, que não tinha paciência para gente que interrompia os outros e que, quando estava perdendo no baralho, ficava ainda mais quieto. Também sabia que ele não gostava de ser chamado de velho, embora fosse o primeiro a fazer piadas sobre a idade dos meus tios.
Naquela tarde, comecei a prestar mais atenção nele do que seria necessário.
Não havia um motivo específico que eu pudesse apontar. Talvez fosse a maneira como ele se concentrava nas cartas, talvez a voz grave que se destacava mesmo no meio da conversa. Ou talvez eu já estivesse procurando motivos para prolongar minhas passagens pela varanda.
Quando me aproximei com as cervejas, meus olhos desceram por um segundo a mais do que deveriam. A calça jeans clara que Carlos usava estava um pouco apertada na altura da virilha, e o volume ali era impossível de ignorar. Não era só o tecido marcado pelo calor; dava para ver o contorno, grosso, pesado, descansando contra a coxa esquerda. Engoli em seco e desviei o olhar antes que alguém notasse.
— Olha o garçom! — meu pai anunciou quando me aproximei. — Traz uma cerveja para mim e outra para o Carlos.
— Você tem duas pernas, sabia? — respondi.
Meus tios riram.
— Esse menino está respondão hoje — disse meu pai.
— Deixa o rapaz trabalhar — Carlos comentou, estendendo a mão para receber a lata. — Pelo menos alguém está fazendo alguma coisa nesta casa.
— Ah, pronto. Agora você vai ficar do lado dele? — meu pai reclamou.
— Depende de quem estiver ganhando.
Carlos abriu a lata, tomou um gole e voltou a olhar as cartas. Eu fiquei ali por alguns segundos, esperando que alguém pedisse alguma coisa, mas ninguém pareceu precisar de mim. Meu olhar voltou a escorregar. Dessa vez ele estava sentado com as pernas um pouco mais abertas, e o volume se marcava ainda mais. Parecia que a calça mal continha aquilo. Senti o rosto esquentar.
— Vai ficar de fiscal? — ele perguntou, sem levantar a cabeça.
— Estou tentando entender as regras.
— Você joga?
— Um pouco.
— Então sabe que não se aprende olhando por cima do ombro dos outros.
— Talvez eu aprenda alguma coisa justamente olhando por cima do seu.
Ele ergueu os olhos para mim. Por um instante, pareceu surpreso com a resposta. Depois soltou uma risada curta.
— Está ficando abusado.
— Aprendi com vocês.
Voltei para a cozinha antes que meu pai inventasse mais alguma tarefa. Ainda ouvi Carlos dizer alguma coisa sobre eu precisar de umas aulas de baralho, mas a resposta se perdeu no barulho das cadeiras arrastando pelo piso.
Quando retornei com uma travessa de carne, a partida tinha terminado. Meu pai discutia com um dos meus tios sobre uma jogada que, segundo ele, havia sido interpretada de maneira errada. Carlos estava recolhendo as cartas, organizando-as em um único monte.
Coloquei a travessa no centro da mesa.
— Trouxe a salvação de vocês — anunciei.
— Finalmente! — disse meu tio. — Já estava pensando em comer as cartas.
— Isso explicaria por que você nunca ganha — Carlos respondeu.
Dessa vez, até meu pai riu.
Comecei a recolher os copos vazios. Quando estendi a mão para pegar o que estava ao lado de Carlos, ele o retirou antes que eu alcançasse, para evitar que eu esbarrasse na lata aberta. No movimento, meu corpo se aproximou demais. O espaço entre a cadeira e a mesa era apertado. Tentei passar por trás dele, mas o ombro dele se moveu no mesmo instante em que eu avançava.
Meu quadril bateu no dele.
Não foi só um toque leve. O volume grosso e quente da calça dele se pressionou contra a minha coxa por um segundo inteiro. Senti o peso, a forma definida, a dureza que o tecido não conseguia esconder. Carlos travou por um instante. Eu também. O copo quase escorregou da minha mão.
— Cuidado, que vai derrubar tudo — ele disse, a voz um pouco mais baixa do que o normal.
— Estou vendo.
— Não parece.
— O senhor está muito preocupado comigo hoje, tio.
A palavra saiu naturalmente. Eu a usava havia anos, como todos os meus primos. Ainda assim, enquanto pegava o último copo, fiquei pensando se ele havia percebido alguma coisa diferente no meu jeito de falar. E se ele tinha sentido o mesmo impacto que eu.
Carlos apenas sorriu, mas o olhar dele desceu rapidinho até a minha calça antes de voltar para o meu rosto.
— Estou preocupado com a mesa. Se derrubar cerveja nessas cartas, seu pai vai passar o resto do dia reclamando.
— Isso é verdade — confirmou meu pai, sem sequer participar da conversa. — Essas cartas são novas.
A normalidade da resposta quase me fez rir de mim mesmo. Eu estava ali, com a pele ainda formigando no lugar onde tinha esbarrado nele, procurando significados em cada frase, enquanto eles continuavam discutindo cartas, cerveja e carne.
Levei os copos para dentro e, ao voltar, encontrei Carlos sozinho por alguns instantes. Os outros tinham se levantado para buscar comida. Ele permanecia sentado, conferindo o celular. Dessa vez não me esforcei para disfarçar. Olhei direto para o volume na calça. A ereção não estava completa, mas já estava maior do que antes, pressionando o jeans de um jeito que deixava o contorno bem visível.
— Vai ter revanche? — perguntei.
— Se o seu pai parar de inventar regra.
— Então não vai ter.
Ele riu e guardou o celular no bolso. Quando se ajeitou na cadeira, a mão passou por cima da própria coxa, quase sem querer, e o polegar raspou de leve o volume. Não olhou para mim enquanto fazia isso.
— Você devia jogar com a gente na próxima vez.
— O senhor me deixaria ganhar?
— Nem pensar.
— Então vou continuar só olhando.
Carlos levantou o rosto e me encarou por um momento. Não houve nada de extraordinário naquele silêncio. Do quintal, vinha a voz da minha prima reclamando da música, seguida pelo som de alguém abrindo outra lata. Carlos apenas inclinou a cabeça, como se estivesse considerando minha resposta. O olhar dele, porém, desceu outra vez, rápido, até a minha própria calça, onde eu sabia que também já estava marcado.
— Você gosta de provocar, não gosta?
— Só quando a pessoa facilita.
— Cuidado para não escolher o adversário errado.
Antes que eu respondesse, meu pai voltou à varanda com um prato cheio de carne e mandou Carlos se levantar para buscar mais cadeiras. A conversa acabou ali, engolida pela movimentação do almoço.
Peguei a bandeja e voltei para a cozinha.
O que me incomodava não era exatamente o que Carlos tinha dito. Eram as coisas que eu gostaria que ele tivesse dito e que, até aquele momento, só existiam na minha cabeça. E o calor residual daquele esbarrão, que ainda queimava na minha coxa.
A tarde continuou como qualquer outro domingo de família. Houve mais comida, mais cerveja, uma discussão sobre futebol e a promessa de que todos precisavam marcar outro encontro antes do fim do mês.
Por volta das seis, as pessoas começaram a se dispersar. Carlos se despediu da minha mãe, apertou a mão do meu pai e, quando passou por mim, parou.
— David, você tem alguma coisa pra fazer agora?
— Não… por quê?
— Comprei uma prateleira ontem e ela chegou desmontada. Preciso de alguém com braço pra me ajudar a descarregar o carro e montar. Se você puder ir comigo, a gente resolve rápido.
Meu pai, que estava por perto, ouviu e deu de ombros.
— Pode ir, filho. Melhor do que ficar aqui recolhendo lata. E o Carlos não pede ajuda fácil.
Carlos olhou para mim de novo, a expressão neutra, quase casual.
— Levo e trago. Não demora mais de uma hora e meia.
Aceitei. Nem pensei muito. Apenas disse que sim.
Cinco minutos depois estávamos os dois sozinhos no carro dele.
O interior cheirava a couro quente e a um leve perfume amadeirado. Carlos ligou o ar-condicionado, ajeitou o banco e saiu sem pressa. Eu fiquei olhando pela janela, fingindo interesse nas casas que passavam, mas a cada semáforo meu olhar descia de novo para a calça dele. O volume ainda estava lá, agora ainda mais evidente com a posição sentada. O jeans marcava o contorno grosso e pesado, e a cada mudança de marcha a coxa dele se movia, fazendo o tecido esticar um pouco mais.
Ele notou.
Não disse nada de imediato. Só deu uma risada baixa, quase inaudível, e ajeitou a perna, abrindo um pouco mais o espaço entre os joelhos.
— Você continua olhando, hein.
— Não estou.
— Está sim. Desde a varanda.
Fiquei em silêncio. O carro entrou numa rua mais quieta. Carlos dirigia com uma mão só, a outra apoiada no volante. O relógio metálico brilhava no pulso.
— A prateleira é real, viu — ele disse, sem tirar os olhos da estrada. — Mas não precisava de ajuda nenhuma. Eu montaria sozinho.
O peito apertou.
— Então por que me chamou?
— Porque você estava me olhando o tempo todo. E porque aquele esbarrão não foi por acaso.
Ele virou o rosto por um segundo, me encarando.
— E porque eu também senti.
O carro não parou na casa de Carlos.
Dez minutos depois de saírem do churrasco, ele desviou para uma avenida secundária, passou por dois semáforos e entrou no estacionamento de um motel discreto, de fachada baixa e letreiro apagado. David olhou para ele, o coração já batendo forte demais.
— E meu pai…
— Acha que você está me ajudando a montar uma merda qualquer. Relaxa.
Carlos desligou o motor, tirou a chave e se virou para ele. A mão pesada pousou na coxa de David, os dedos apertando a carne por cima da calça.
— Ainda dá tempo de eu te levar de volta.
— Não quero voltar.
— Então sai do carro.
Eles subiram a escada externa em silêncio. Carlos abriu a porta do quarto 14, empurrou David para dentro e trancou atrás de si. O ar-condicionado já estava ligado, o quarto cheirava a limpeza barata e colchão velho. Assim que a porta se fechou, Carlos o agarrou pela nuca e o beijou com força, a língua entrando fundo, o gosto de cerveja e carne ainda na boca.
David gemeu no beijo. As mãos dele subiram pela camisa polo do tio, sentindo o peito largo, o calor da pele. Carlos o empurrou contra a parede, a mão descendo até a calça de David e apertando o volume já duro.
— Já estava assim desde o esbarrão, né?
— Sim…
— Fala direito.
— Estava, tio. Fiquei duro pra caralho quando senti sua rola na minha perna.
Carlos riu baixo, o som rouco contra a boca de David. Desabotoou a calça do sobrinho com pressa, puxou o short e a cueca juntos até os joelhos. A pica de David saltou, já molhada na cabeça. Carlos a segurou firme, o polegar passando pela fenda.
— Novinha. Grossinha— a mão foi para trás, procurando o cuzinho—Vai doer pra caralho quando eu meter aqui.
Ele se ajoelhou ali mesmo, sem cerimônia. Abriu as nádegas de David com as duas mãos e passou a língua bem no meio, lambendo o cu fechado de cima a baixo. David soltou um gemido agudo, as mãos batendo na parede.
— Porra…
— Nunca ninguém chupou isso aqui?
— Nunca.
— Então presta atenção.
Carlos enfiou a língua com força, molhando, abrindo, chupando o buraco apertado como se quisesse engolir. David tremia, as pernas bambas. O tio cuspiu, enfiou o dedo médio até o segundo nó e girou por dentro, sentindo as paredes quentes e virgens se fecharem em volta. Depois enfiou o segundo dedo de uma vez. David gritou, o corpo se contraindo.
— Ai, porra, calma…
— Calma o caralho. Seu cu tem que abrir.
Levantou, tirou a própria calça e a cueca de uma vez. A rola dele caiu pesada, grossa, veias marcadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Era maior do que David tinha imaginado quando olhava o volume na jeans. Carlos segurou a base e bateu leve a pica no sobrinho.
— Ajoelha.
David obedeceu. Ajoelhou no carpete, a boca já aberta. Carlos empurrou a cabeça dele para frente e enfiou a pica inteira de uma vez. David engasgou no mesmo segundo, os olhos marejando, a garganta se fechando em volta da grossura. Carlos segurou o cabelo dele e meteu fundo, sentindo a garganta apertar e o nariz bater no púbis.
— Isso… engasga. Quero ver baba escorrendo.
David engasgava de verdade, saliva pingando pelo queixo, o nariz escorrendo. Carlos fodia a boca dele com força, o pau grosso esticando os lábios, batendo fundo a cada estocada. Quando puxou para fora, um fio grosso de saliva e pré-gozo conectava a boca de David à cabeça da pica. Lágrimas já escorriam pelo rosto dele.
— Respira. Agora de novo.
Empurrou de novo, mais fundo. David se engasgou mais forte, a garganta fazendo um som molhado e desesperado. Mais lágrimas. Carlos gemeu baixo, gostando do aperto.
— Boa putinha. Aprende a engolir essa porra.
Depois de mais alguns minutos fudendo a boca dele, Carlos o puxou de pé, virou de costas e jogou no colchão. David caiu de quatro, o cu ainda molhado da saliva do tio. Carlos cuspiu mais uma vez, espalhou o cuspe com o polegar e encaixou a cabeça grossa no buraco fechado.
— Avisa se quiser que eu pare.
— Só… só vai devagar, por favor…
Carlos empurrou. A cabeça abriu o anel apertado com dificuldade. David gritou, o som abafado pelo travesseiro, o corpo inteiro se contraindo. Carlos não parou. Continuou empurrando, centímetro por centímetro, sentindo o cu virgem se esticar e ceder em volta da grossura.
— Ai, porra… calma, tio… tá doendo pra caralho…
— É pra doer. Aguenta.
Quando a rola entrou inteira, Carlos parou um segundo, respirando fundo, o pau latejando dentro do sobrinho. David tremia, a respiração curta e ofegante, o rosto enterrado no travesseiro. Lágrimas escorriam sem parar.
— Tá muito grosso… eu não aguento…
— Vai aguentar.
Carlos puxou quase até sair e meteu de novo, agora com força. O cu de David fez um barulho molhado e sujo a cada estocada. Carlos segurou o quadril dele com as duas mãos e começou a foder de verdade, o pau grosso entrando e saindo com força, o som da pele batendo ecoando no quarto.
David berrava.
— Ai… ai, porra… calma… por favor, calma… tá rasgando…
— Você pediu, aguenta. Seu cu vai ficar destruído.
— Tio… dói… dói demais…
— E você tá duro pra caralho mesmo assim. Olha isso.
Carlos segurou o pau de David por baixo, apertando a base. Realmente estava duro, latejando, pingando no lençol mesmo com as lágrimas e os gritos. Ele acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais violentas. O pau grosso abria o buraco a cada investida, as paredes internas se contraindo e tentando expulsar, só para serem forçadas de novo. David gritava sem vergonha, a voz rouca, o cu já inchado e vermelho. Carlos cuspiu na mão, passou nos dedos e enfiou dois ao lado da própria pica, esticando ainda mais.
David berrou com lágrimas escorrendo dos olhos.
— Olha isso. Seu cu tá arrombado. Tá aberto pra porra.
— Para… para um pouco… eu não aguento…
— Aguenta sim. Chora mais. Eu gosto.
David chorava de verdade, soluços misturados com gemidos, o rosto molhado, o corpo trepidando a cada estocada. Carlos não diminuía o ritmo. Continuava metendo fundo, o saco batendo nas nádegas, a rola grossa abrindo e destruindo o interior virgem.
— Tio… por favor… mais devagar…
— Não.
—Porra, tio, continua, eu... Eu vou gozar…
— Então goza. Goza chorando com meu pau te arrombando.
David gozou sem tocar em si mesmo, o pau latejando e jorrando no lençol enquanto o cu se contraía em volta da rola do tio. As lágrimas não paravam. Carlos não parou. Continuou fodendo através do orgasmo, aproveitando o aperto, o calor, o choro abafado de David.
— Ainda não terminei com você.
Virou o sobrinho de costas, ergueu as pernas até os ombros e meteu de novo, agora de frente. David olhava para ele com os olhos vermelhos, o rosto sujo de lágrimas e baba, a boca aberta, gemendo e pedindo calma a cada estocada. Carlos se inclinou e beijou ele enquanto fodia, a língua entrando fundo, o pau batendo no fundo do cu a cada movimento.
— Fala o que você quer.
— Quero… quero que você goze… mas dói tanto…
— Peça direito.
— Me arromba, tio… goza fundo… mesmo doendo… eu quero sentir escorrendo…
Carlos gemeu rouco, as estocadas ficando irregulares. Enterrou a rola até o saco bater nas nádegas de David e gozou com força, jatos quentes enchendo o interior. David sentiu cada pulsação, o calor se espalhando, o cu se contraindo para segurar tudo, ainda chorando baixinho.
Carlos ficou dentro por mais alguns segundos, respirando pesado. Quando tirou, o cu de David ficou aberto, vermelho, inchado, o gozo branco escorrendo devagar pela fenda e pingando no lençol. O buraco latejava, destruído.
David tremia, as pernas ainda abertas, o peito subindo e descendo rápido, o rosto molhado de lágrimas.
Carlos passou o dedo pelo buraco destroçado, empurrando o gozo de volta para dentro.
— Próxima vez você vai aguentar melhor.
— Próxima vez… você vai me foder ainda mais forte…
— Combinado.
Ele se deitou ao lado, a mão pesada ainda descansando na coxa marcada de David, o quarto cheirando a sexo, suor e lágrimas.

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Comentários


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damiaogomes Comentou em 22/10/2026

Que conto gostoso quando meus tios descobriram que eu gostava eu passe por situação bem parecia 6 tios me comera 3 irmão de 3 irmão de mae




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Ficha do conto

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thiagop

Nome do conto:
David, o virgem com seu tio cinquentão

Codigo do conto:
275311

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/10/2026

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