Há dois meses que eu e Luana estamos juntos. Dois meses de suor, saliva e lençóis que nunca secam direito. Ela tem um irmão gêmeo, Luan. A mesma boca carnuda, o mesmo queixo marcado, o mesmo cabelo preto ondulado que cai na testa do mesmo jeito. Só muda o peso do olhar e o jeito que a voz sai da garganta. Quando os três saímos juntos, as pessoas trocam os nomes. Eu também troco às vezes, de propósito. A casa deles é pequena, paredes finas, porta do quarto que não tranca de verdade. Vivemos saindo juntos. Depois voltamos. Eu e Luana vamos pro quarto. Luan fica do outro lado do corredor. A porta quase sempre fica entreaberta. Eu sei que ele ouve. Às vezes ele vê. Hoje a tarde está quente demais. O ventilador gira lento, espalhando o cheiro de suor e do sabonete barato que Luana usa. Ela está deitada de bruços, só de calcinha preta. As costas lisas, a curva da cintura descendo até a bunda redonda e firme, com duas covinhas bem no começo das nádegas. O cabelo preto grudado de suor na nuca. Eu passo a mão devagar da nuca até a base da coluna. A pele quente, levemente úmida. O cheiro dela sobe: salgado, doce, misturado com o cheiro de buceta já molhada. Puxo a calcinha pro lado. Os lábios estão inchados, brilhando. Pelos pretos e curtos, aparados, formam um triângulo escuro. O cheiro fica mais forte, ácido e doce. Eu me baixo e lambo o comprimento inteiro, de baixo pra cima. O gosto salgado e o calor. A língua entra entre os lábios, procura o clitóris inchado. Ela geme baixo e abre mais as pernas. Empurro dois dedos enquanto continuo lambendo. Está quente, apertada, escorrendo. O barulho molhado dos dedos. Ela goza de boca fechada, o corpo tremendo, os músculos da buceta apertando meus dedos em espasmos. O cheiro fica ainda mais forte. Continuo lambendo devagar enquanto ela treme. Ela vira de costas. Os seios médios, firmes, mamilos escuros e duros. O cabelo preto espalhado no travesseiro. Eu tiro a calça. O pau já duro, a cabeça vermelha, uma gota de pré-porra brilhando. Esfrego a cabeça nos lábios molhados e empurro. A entrada apertada, quente, escorregadia. Entro devagar até o fundo e paro. O pau lateja dentro dela. Começo a meter. Lento no começo, sentindo o atrito e o barulho molhado. O cheiro de sexo enche o quarto. O suor escorre pelas minhas costas. Agarro um seio, aperto o mamilo. Ela geme mais alto. Acelero. As coxas dela tremem. O som das bolas batendo na bunda mistura com o gemido e o barulho da cama. A porta do corredor range de leve. Eu não olho. Continuo metendo fundo. Ela goza de novo, apertando ao redor do meu pau. Não paro. Ela empurra meu peito e vira de quatro. A bunda sobe, redonda, firme. Agarrei a cintura e enfio de uma vez. Cada estocada faz a bunda tremer. Esbofeteio uma nádega. O som ecoa. A marca vermelha aparece. Ela empurra pra trás. Meto mais fundo, mais rápido. O suor pinga nas costas dela. Mordo o ombro, sinto o gosto salgado da pele. A mão direita esfrega o clitóris enquanto meto. Ela goza outra vez, o corpo inteiro tremendo. Quando ela enfraquece, saio. O pau brilhando de porra e de buceta. Me deito de costas. Ela sobe, segura o pau e desce devagar. Quando está sentada até o fundo, começa a rebolar. Os seios balançam na minha cara. Pego um mamilo na boca, chupo, mordo de leve. A outra mão aperta a bunda dela. Ela acelera. O barulho molhado volta. Aperto a cintura e meto de baixo pra cima, fundo, rápido. Gozo dentro, o pau latejando, jorrando quente. Ela continua rebolando enquanto eu termino. Ficamos quietos. O ventilador gira. O suor esfria na pele. O cheiro de sexo é denso. Luana desce e deita ao lado. O sêmen escorre pela coxa interna dela, branco contra a pele morena. Passo o dedo, pego um pouco e levo à boca. O gosto amargo e salgado. Ela ri baixo. A porta range. Luan aparece no vão, sem camisa, só de short preto. O cabelo bagunçado igual ao dela, o peito suado. O short marca o pau semi-duro. Ele não fala nada no começo. Só olha. O sêmen ainda escorre da buceta da irmã. Luana vira o rosto e sorri de canto, cansada. — Entra, porra. Para de ficar espiando. Ele entra e fecha a porta. Fica em pé perto da cama. Luana estende a mão e puxa o short dele pra baixo. O pau salta, grosso, veias marcadas, a cabeça já molhada. O cheiro é o mesmo que o dela, só um pouco mais forte. — Senta aqui — eu falo, batendo na beira da cama. Ele senta. Me levanto de joelhos e aproximo o pau da boca dele. Luan olha pra cima, os mesmos olhos da irmã, e abre a boca. A língua quente passa pela cabeça, lambendo o gosto da porra misturada com a buceta da Luana. Ele chupa devagar, puxando o prepúcio com os lábios. Coloco a mão no cabelo preto dele e empurro um pouco mais fundo. A garganta aperta, mas ele não recua. O barulho molhado da chupada enche o quarto. Luana se ajoelha ao lado do irmão e puxa o pau da boca dele. — Divide. Os dois se aproximam. As bocas se encontram na cabeça do meu pau. As línguas se misturam, lambendo juntas. O gosto da porra e da buceta passa de uma boca pra outra. Sinto o calor das duas bocas, o cheiro dos dois cabelos pretos iguais. Luan chupa a lateral enquanto Luana engole a cabeça. Depois trocam. Às vezes os dois chupam juntos, as bocas se tocando, a saliva escorrendo pelo pau. Luana se deita de costas e abre as pernas. A buceta ainda inchada, vermelha, o sêmen escorrendo. Olha pro irmão. — Chupa aqui também. Luan se abaixa entre as pernas dela. A língua passa pelos lábios molhados, lambendo o sêmen. Abre os lábios dela com os dedos e chupa o clitóris. Luana arqueia as costas e geme, a mão no cabelo do irmão. O cheiro da buceta sobe forte de novo. Fico de joelhos ao lado e enfio o pau na boca da Luana enquanto o irmão chupa ela. Ela geme com a boca cheia. Luan levanta o rosto, a boca brilhando de porra e de buceta. — Quero dar. Ele se ajoelha de quatro. A pele igual à da irmã, lisa, morena, as nádegas firmes. O cu rosado, apertado, com uns pelos pretos finos ao redor. Cuspo na mão, passo o dedo, empurro devagar. Ele respira fundo, o corpo tensando e depois relaxando. Coloco mais saliva, enfio o dedo até a junta. Luan geme baixo. Tiro o dedo, alinho o pau e empurro. A cabeça abre o cu, apertado pra caralho, quente. Ele solta um gemido mais alto. Entro centímetro por centímetro até o fundo. Começo a meter devagar. O calor é diferente, mais apertado. Luan empurra a bunda pra trás a cada estocada. Luana se ajoelha na frente do irmão, pega o pau dele e enfia na boca enquanto eu meto no cu. O barulho da chupada dela mistura com o gemido dele. Depois ela se deita debaixo do irmão e abre as pernas. Luan abaixa a cabeça e volta a chupar a buceta dela enquanto eu meto. O cheiro de tudo misturado — buceta, porra, cu, suor — enche o quarto. Seguro a cintura dele e meto mais forte. A bunda bate na minha barriga. O pau dele balança, pingando pré-porra na boca da irmã. Luana geme alto quando o irmão chupa o clitóris com mais força. Luan goza primeiro. O corpo treme, o cu aperta o meu pau em espasmos, e a porra jorra na boca e no rosto da Luana. Ela engole o que pode, a língua lambendo o resto. Continuo metendo, sentindo cada contração. Pouco depois gozo também, fundo no cu dele, o pau latejando, enchendo. O sêmen escorre quando eu saio, branco e grosso, descendo pelas bolas dele. A gente cai na cama, ofegante. O ventilador não dá conta do cheiro. Luana limpa o rosto com a mão e ri baixo. — Porra… Luan fica deitado de bruços, a bunda ainda aberta, o sêmen escorrendo. Passo a mão pelas costas dele, sentindo o suor. O cabelo preto grudado na nuca, igual ao dela. Ninguém fala mais nada por um tempo. Só a respiração pesada e o barulho do ventilador. Depois Luan se vira, o pau ainda semi-duro, e olha pra mim. — De novo depois? Luana ri e puxa o irmão pra beijar. O beijo é molhado, com gosto de porra e de buceta. Fico olhando os dois, o pau já começando a endurecer de novo.
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