Thiago bebendo mijo de outro cara


Tem coisa que a gente não admite nem pra si mesmo até o momento em que a boca já está cheia.
Eu sempre achei que era só tesão. Só vontade de ajoelhar. Só gostar de sentir peso na língua. Mentira. Era mais fundo. Era precisar do cheiro. Do gosto. Daquela humilhação quente que escorre pela garganta e fica no estômago como prova de que eu existo só pra isso.
Meu nome é Thiago. E eu pedi pra ser o buraco dele.
A gente se conheceu no grupo. Eu postava fotos de joelhos, boca aberta, língua pra fora, sem rosto. Ele quase não postava. Só comandos curtos e, de vez em quando, uma foto do pau grosso, veias saltadas, pêlo preto e denso cobrindo tudo. Eu respondi uma vez: “quero ser útil de verdade”. Ele mandou o número.
Três dias depois eu estava na porta do apartamento. Ainda de camisa social, o cheiro de perfume barato do trabalho misturado com o suor debaixo dos braços. Ele abriu só de shorts. Olhou pra mim como se eu já fosse propriedade.
— Entra. Tira tudo. Ajoelha.
O chão frio nos joelhos. O ar-condicionado gelando a nuca. Eu ouvia o barulho da rua lá fora, mas dentro só a respiração dele. Ele passou a mão no meu cabelo e puxou minha cara pro pau. Já estava meio duro. O cheiro subiu forte: pele quente, suor velho, aquele odor ácido de virilha que não tomou banho depois de treinar. Eu abri a boca. Ele enfiou até eu engasgar. Lágrimas vieram sozinhas. O gosto salgado da pele, o peso quente na língua.
Foi aí que a coisa dentro de mim acordou de verdade.
Não era só o pau. Era o cheiro. Aquele cheiro de homem que trabalha, que sua, que segura o mijo o dia inteiro. Eu sentia o ar quente saindo das narinas dele misturado com o odor da virilha. Cada vez que ele empurrava mais fundo, o cheiro ficava mais concentrado, quase sólido. Eu queria aquilo. Queria sumir dentro daquele cheiro.
— Guarda meu pau na boca bem quietinho — ele falou, voz baixa. — Daqui a pouco eu mijarei na tua boca.
Eu respondi com um gemido abafado. “Uhp… au ay…” Era o máximo que saía. Ele riu.
— Não engasga, hein, seu merda.
O pau tremeu. O primeiro jato veio quente, amarelo, com cheiro forte de mijo concentrado. Bateu no fundo da garganta. Eu engoli. O segundo veio mais forte. O gosto era amargo, metálico, quente demais. Eu sentia o líquido escorrer pelos cantos da boca, molhar o queixo, pingar no peito. O cheiro invadiu o nariz inteiro. Era o odor de alguém que segura há horas: amônia, suor, algo quase podre e vivo ao mesmo tempo. Eu ouvia o barulho molhado dele mijando direto na minha garganta, o gorgolejo quando eu engolia.
Ele segurava minha cabeça com as duas mãos. Os dedos apertavam as orelhas. Eu não conseguia mexer. Só engolir. O mijo vinha sem parar. Eu sentia o estômago começar a encher, quente, pesado. O gosto não saía. Cada gole era mais forte. Eu tremia. As lágrimas escorriam. O som que saía da minha garganta era um engasgo molhado.
E dentro da cabeça eu pensava: é isso. É exatamente isso. A humilhação quente. O cheiro que fica grudado. O gosto que prova que eu sou só um buraco. Não precisava de mais nada. Só daquilo.
Quando o jato enfraqueceu, ele ainda empurrou mais fundo. Eu engoli o resto. O último gosto ficou na língua, azedo, quente. Ele puxou o pau pra fora. Eu ofegava. O queixo molhado. O peito molhado. O cheiro de mijo preenchia o quarto inteiro. Eu respirava pela boca e ainda assim sentia.
— Abre de novo.
Eu abri. Ele enfiou de novo. Agora era duro de verdade. Empurrou até eu sentir o pêlo grosso no nariz. O cheiro de mijo misturado com o cheiro dele. Ele fodeu minha boca sem pressa. Eu sentia cada veia, cada movimento. O gosto do mijo ainda estava lá, azedo, e por cima vinha o sabor da pele: salgado, um pouco doce de suor.
Aí veio a porra.
Ele gemeu baixo e gozou fundo. O jato veio grosso, quente, viscoso. Encheu a boca de uma vez. O cheiro subiu imediatamente: forte, característico, aquele odor de sêmen puro, um pouco adocicado e ao mesmo tempo metálico, como ferro quente misturado com algo vivo. Diferente do mijo. Mais denso. Mais pesado. O gosto bateu na língua: salgado, amargo, com um fundo cremoso que grudava no céu da boca. Eu engoli. Sentia o líquido escorrer pela garganta, misturando o sabor do mijo que ainda estava lá com o gosto novo do gozo. Cada gole trazia o cheiro de novo, agora de dentro, como se eu estivesse fedendo por dentro de porra.
Ele ainda empurrava, espremendo os últimos jatos. O gosto ficava mais concentrado. Mais viscoso. Eu sentia a textura na língua, o cheiro subindo pelo nariz, o calor descendo pro estômago. Quando ele tirou o pau, um fio ainda escorria da minha língua pro queixo. Eu abri a boca e o ar que entrava ainda trazia o odor: mijo e porra juntos, um cheiro pesado, sujo, que ficava grudado no fundo do nariz e na língua.
Eu fiquei ajoelhado. Respirando. O gosto dos dois ainda na boca. O cheiro no nariz. O peso no estômago. A saliva misturada escorrendo.
Ele passou a mão no meu cabelo, quase carinhoso.
— Bom escravo.
Eu não respondi. Só abri a boca de novo, esperando. Porque o que eu queria não era só o pau. Era o cheiro. O gosto. A prova quente de que eu era só aquilo.

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Ficha do conto

Foto Perfil thiagop
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Nome do conto:
Thiago bebendo mijo de outro cara

Codigo do conto:
274380

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/10/2026

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