Rafael e os policiais



O cheiro de suor azedo e desinfetante barato invadiu as narinas de Rafael antes mesmo de ele abrir os olhos. O ar da delegacia era pesado, úmido, carregado com o odor metálico de sangue seco e o aroma amargo de café queimado vindo de alguma sala distante. Sua cabeça latejava. Cada batida do coração ecoava como um tambor dentro do crânio raspado.
Ele estava de joelhos no chão frio de azulejo. O ladrilho gelado queimava a pele dos joelhos através da calça fina. As mãos, presas atrás das costas por algemas que roçavam os ossos dos pulsos, formigavam. O metal estava tão apertado que a circulação já começava a falhar. Ele sentia o formigamento subir pelos antebraços, misturado com o ardor das escoriações recentes.
Dois oficiais o seguravam.
O mais alto, o de cabelos escuros e maxilar quadrado, tinha os dedos enfiados na nuca de Rafael, pressionando a base do crânio com força suficiente para forçar a cabeça para baixo. O polegar do policial deslizava lentamente sobre a pele ainda quente do pescoço raspado, sentindo o suor que escorria. O outro oficial, um pouco mais baixo, mas com ombros largos que esticavam o uniforme azul-escuro, segurava o queixo de Rafael com uma mão e a nuca com a outra, controlando cada movimento da cabeça.
Rafael sentia o calor dos corpos deles. O suor dos oficiais misturava-se ao dele. O cheiro de colônia barata e couro do cinto de equipamento invadia suas narinas cada vez que um deles se inclinava. O tecido áspero do uniforme roçava sua bochecha sempre que o oficial da esquerda se movia. Ele podia ouvir a respiração pesada dos dois homens — ofegante, controlada, mas carregada de algo que não era apenas esforço físico.
A boca de Rafael estava seca. O gosto metálico do próprio sangue ainda permanecia na língua, lembrança do soco que levara horas antes. Ele engoliu em seco. A saliva amarga desceu pela garganta irritada.
— Continua se mexendo e eu aperto mais — murmurou o oficial da direita, a voz rouca, quase colada à orelha de Rafael. O hálito quente e com cheiro de menta batia contra a pele do pescoço.
Rafael não respondeu. Não conseguia. A pressão nos dedos do policial aumentou, forçando-o a inclinar ainda mais a cabeça. O azulejo frio agora tocava a ponta do nariz. Ele sentia cada irregularidade do piso contra a pele.
Como chegara ali?
A memória voltou aos poucos, como um filme tremido projetado atrás dos olhos fechados.
Horas antes. A noite ainda estava quente. O ar da rua carregava o cheiro de asfalto quente e fritura de algum bar próximo. Rafael saíra do apartamento depois de uma discussão. A camiseta branca regata grudava no peito suado. O cabelo raspado ainda formigava do corte que fizera mais cedo. Ele caminhava sem destino, as botas batendo no calçamento irregular.
O bar era pequeno, escondido numa viela. Luzes baixas, cheiro de cerveja derramada e cigarro. Música alta demais. Rafael pediu um shot. O líquido queimou a garganta. Depois outro. E outro. O gosto amargo do álcool misturava-se ao suor que escorria pela têmpora.
Foi então que os viu.
Dois homens de uniforme, sentados no canto. Não estavam de serviço — ou pelo menos tentavam parecer que não. Mas o distintivo ainda brilhava no peito de um deles. O outro tinha o cabelo escuro penteado para trás, o maxilar tenso enquanto conversava baixinho. Rafael os observou por tempo demais. O olhar do mais alto encontrou o dele. Algo passou entre os dois. Uma faísca seca, perigosa.
Rafael virou o rosto. Continuou bebendo. Mas o calor na nuca não sumiu.
Quando saiu do bar, a madrugada já avançava. A rua estava quase deserta. O som distante de um carro. O cheiro de chuva que ainda não caíra. Ele andava rápido, as mãos nos bolsos. Foi quando sentiu a presença atrás de si.
— Ei.
A voz era a mesma do bar. Rafael parou. Virou-se devagar.
Os dois oficiais estavam ali. Sem as jaquetas oficiais agora, só as camisas escuras com o distintivo ainda preso. O mais alto tinha os braços cruzados. O outro mantinha uma mão no cinto, perto do coldre.
— Você tava olhando demais lá dentro — disse o de cabelo escuro. A voz era baixa, controlada. — Achei melhor a gente conversar.
Rafael sentiu o coração acelerar. O ar da rua parecia mais frio de repente. Ele engoliu.
— Só tava bebendo.
O oficial deu um passo à frente. O cheiro de colônia e suor chegou até Rafael. Aproximou-se o suficiente para que o peito quase tocasse o dele.
— Mentira. Eu vi o jeito que você olhou.
O outro oficial se aproximou pelo lado. Rafael ficou preso entre os dois corpos. O calor deles contrastava com o ar fresco da madrugada. Ele sentia a respiração do homem à sua direita no pescoço. O tecido da camisa roçava o braço nu.
— Vamos dar uma volta — murmurou o oficial. — Só pra conversar.
Não foi um pedido.
Eles o levaram até uma viatura estacionada na esquina. O interior cheirava a plástico quente e café velho. Rafael sentou no banco de trás. As algemas ainda não estavam nos pulsos, mas a presença dos dois homens deixava claro que não havia escolha.
A viatura andou por ruas desertas. O silêncio dentro do carro era pesado. Só o som do motor e a respiração controlada dos oficiais. Rafael olhava pela janela. As luzes da cidade passavam embaçadas. O gosto do álcool ainda queimava na garganta.
Quando pararam, não era uma delegacia comum. Era um prédio antigo, com paredes de concreto e luzes fluorescentes que piscavam. O corredor cheirava a mofo e desinfetante. Os passos ecoavam no chão.
Eles o empurraram para uma sala sem janelas. A porta fechou com um clique metálico. O som ecoou.
— Tira a camisa — ordenou o oficial mais alto.
Rafael hesitou. O olhar duro do homem não deixava espaço para discussão. Ele puxou a regata branca pela cabeça. O ar frio da sala tocou a pele suada do peito e das costas. Os mamilos endureceram com o contraste de temperatura.
O oficial se aproximou. Os dedos ásperos tocaram o peito de Rafael, deslizando sobre a pele. O toque era deliberado, lento. O outro homem circulou por trás. Rafael sentiu mãos fortes nos ombros, descendo pelas costas, explorando cada músculo.
— Você tava querendo isso desde o bar — murmurou o de cabelo escuro, a boca próxima demais da orelha de Rafael. O hálito quente provocou um arrepio. — Não precisa fingir.
As mãos do oficial desceram pela cintura de Rafael, apertando. O tecido da calça foi puxado. O som do zíper ecoou na sala silenciosa. Rafael engoliu em seco. O gosto metálico voltou à boca.
Eles o viraram de frente para a parede. As mãos de Rafael foram forçadas para cima, pressionadas contra o concreto frio. O peito colado à superfície áspera. Ele sentia cada irregularidade da parede contra a pele. O oficial atrás dele pressionava o corpo inteiro contra as costas de Rafael. O volume duro no uniforme roçava a nádega.
— Quieto — ordenou a voz rouca.
Os dedos do policial desceram pela coluna de Rafael, lentos, explorando. Quando chegaram à cintura, puxaram a calça e a cueca de uma só vez. O ar frio da sala tocou a pele exposta. Rafael estremeceu. O cheiro de suor e desejo agora era inconfundível.
O oficial cuspiu na própria mão. O som molhado ecoou. Depois, os dedos úmidos tocaram Rafael. A pressão foi firme, insistente. Rafael mordeu o lábio inferior até sentir o gosto de sangue. O outro oficial se aproximou pela frente, segurando o queixo de Rafael e forçando-o a olhar para cima. Os olhos escuros estavam dilatados.
— Abre a boca.
Rafael obedeceu. O gosto salgado dos dedos do policial invadiu a língua. Ele chupou, sentindo a textura áspera da pele, o leve sabor de sal e metal. Enquanto isso, atrás, a pressão aumentava. O volume duro agora pressionava diretamente contra ele.
Quando o oficial finalmente entrou, Rafael soltou um gemido abafado contra os dedos que ainda preenchiam sua boca. A dor misturou-se com o prazer de forma violenta. Cada investida empurrava seu peito contra a parede fria. O som molhado dos corpos se encontrando enchia a sala. O cheiro de sexo e suor se intensificava.
O oficial da frente soltou o queixo de Rafael e desceu a mão até o próprio cinto. O zíper abriu. Rafael mal teve tempo de respirar antes de a boca ser preenchida novamente. O gosto agora era mais intenso, quente, salgado. Ele engasgou, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos. As mãos ainda pressionadas contra a parede.
Eles o usaram sem pressa. Alternando posições. Virando-o. Forçando-o de joelhos no chão frio. O azulejo queimava os joelhos. O gosto na boca mudava conforme cada um se aproximava. O som das respirações pesadas, dos gemidos abafados, das palmadas ocasionais na pele suada — tudo ecoava nas paredes nuas.
Quando finalmente terminaram, Rafael estava no chão, o peito subindo e descendo com esforço. O sêmen escorria pela coxa interna, quente e pegajoso. O cheiro era forte, animal. Os oficiais se rearrumavam em silêncio. O som dos cintos sendo afivelados era o único ruído.
— Levanta — ordenou o de cabelo escuro.
Rafael tentou. As pernas tremiam. As mãos ainda formigavam. Um dos oficiais o agarrou pelo braço e o puxou para cima. A dor nos ombros era aguda.
Foi então que as algemas entraram.
O metal frio cercou os pulsos. O clique seco ecoou. Rafael sentiu o aperto imediato. O oficial da esquerda puxou as correntes, forçando os braços para trás. O outro agarrou a nuca de Rafael, os dedos enterrados na pele raspada, e o empurrou para baixo, de joelhos novamente.
A cabeça forçada para baixo. O queixo controlado pela mão do outro. O calor dos corpos dos oficiais cercando-o. O cheiro de suor, sexo e desinfetante misturados. O gosto residual na boca. O som da respiração pesada deles. O toque áspero dos dedos na nuca e no pescoço.
Rafael mantinha os olhos semicerrados. Sentia cada detalhe. O formigamento nos pulsos. A queimação nos joelhos. O arrepio que ainda percorria a espinha sempre que um dos oficiais ajustava a pegada.
O oficial da direita inclinou-se um pouco mais. Os lábios quase tocaram a orelha de Rafael.
— Agora você vai pro livro. Resistência à prisão. Desacato. E o que mais a gente decidir colocar.
A mão na nuca apertou um pouco mais. O polegar deslizou sobre a pele ainda quente, sentindo o pulso acelerado sob a superfície.
Rafael não respondeu. Não precisava. O corpo ainda tremia com os ecos do que acontecera na sala sem janelas. O cheiro deles ainda estava na pele. O gosto ainda na boca. E o metal frio das algemas era a única coisa que o mantinha presente.
A porta da sala se abriu no corredor. Passos se aproximavam. Vozes distantes. Mas ali, naquele canto iluminado pela luz fluorescente instável, os dois oficiais ainda o seguravam. Controlando. Pressionando. Como se ainda não tivessem terminado.
Rafael sentiu o dedo do policial deslizar mais uma vez pela nuca. Lento. Deliberado. O toque enviou um novo arrepio pela coluna.
O oficial de cabelo escuro puxou a nuca de Rafael com força, empurrando o rosto dele contra o azulejo gelado. O joelho do outro se enfiou entre as coxas e as abriu de uma vez. O tecido áspero da calça roçou a pele interna das pernas. O ar frio da sala tocou as nádegas expostas quando a calça foi arrancada até os tornozelos.
Os dedos grossos se enfiaram entre as nádegas e as abriram com violência. A pele esticou até doer. O cheiro forte de suor e sexo anterior subiu no ar quente entre os corpos. Rafael engoliu o gemido. O gosto metálico do sangue ainda queimava na língua.
O oficial se ajoelhou atrás dele. As mãos grandes apertaram as nádegas até os dedos afundarem na carne. O hálito quente bateu no rabo um segundo antes da boca se fechar.
A língua larga empurrou com força contra o cu ainda sensível, abrindo-o. O oficial chupou fundo, o barulho molhado ecoando na sala. Os dentes roçaram a pele ao redor. Uma fisgada aguda subiu pela coluna de Rafael. Ele arquejou.
A língua se enfiou mais fundo, torcendo, pressionando as paredes internas. O nariz do oficial se esfregava entre as nádegas. O ar quente saía pelas narinas a cada respiração. As mãos apertaram mais. Os dedos abriram ainda mais o cu. A dor latejou.
Dois dedos grossos entraram de uma vez, só com a saliva. O estalo molhado soou alto. Rafael soltou um gemido rouco contra o azulejo. O gosto de poeira e desinfetante invadiu a boca.
O oficial chupou os próprios dedos ainda dentro, depois tirou e voltou com a boca. A língua se enfiou o mais fundo possível. O queixo batia nas bolas de Rafael a cada movimento. Ele chupava, puxava a pele com os dentes e empurrava a língua de volta para dentro.
O outro policial se abaixou na frente. Abriu o zíper. O pau duro bateu no rosto de Rafael, quente, cheirando a suor. Forçou a boca aberta com o polegar e enfiou até a garganta. Rafael engasgou. Os olhos marejaram. O gosto salgado inundou a língua enquanto o oficial atrás continuava comendo o cu com força.
Cada vez que o pau avançava na garganta, a língua atrás empurrava mais fundo. O ritmo era bruto. Rafael sentia o cu sendo aberto e fechado, a saliva escorrendo pelas coxas, o ardor constante. O cheiro dos dois homens — suor, couro, porra — pesava no ar. O som dos engasgos misturava-se ao barulho úmido da boca no cu.
O de trás puxou a cabeça só o suficiente para cuspir direto no cu aberto. O cuspe quente escorreu para dentro. Depois voltou a chupar com mais força. O vácuo puxou as paredes internas. Os dentes roçaram de novo, mais duros.
Uma mordida firme na borda do cu.
Rafael gritou.
O som saiu alto, rouco, quebrado contra o pau que enchía a boca. A dor queimou. O oficial não parou. Continuou chupando, a língua se retorcendo dentro, o queixo encharcado. A saliva escorria pelo pescoço de Rafael e pingava no chão.
Ele se ergueu de repente. Um fio grosso de saliva ainda ligava os lábios ao buraco vermelho e brilhante. Abriu o zíper e tirou o pau grosso e pesado. A cabeça inchada estava molhada de pré-gozo.
Sem aviso, sem mais dedos, ele encaixou a cabeça no cu ainda aberto pela língua e empurrou.
Rafael gritou de novo.
O som saiu ainda mais alto, rachado. O pau entrou de uma vez, grosso demais, esticando tudo de dentro com uma queimação aguda. O oficial não parou. Segurou as nádegas abertas e enterrou até o fim, o púbis batendo forte contra a pele. Rafael gritou outra vez, a voz falhando, o corpo inteiro se contraindo.
— Aguenta — rosnou o oficial, puxando até quase sair e metendo de novo com força. O barulho molhado ecoou. Cada estocada fazia o ar sair dos pulmões de Rafael. O azulejo frio queimava os joelhos. As algemas roçavam os pulsos até doer.
O outro policial agarrou a nuca de Rafael, forçou a cabeça para cima e enfiou o próprio pau na boca aberta pelo grito. Rafael engasgou. O gosto salgado inundou a língua enquanto o pau de trás continuava entrando e saindo com violência. Cada vez que o oficial de trás metia fundo, o corpo de Rafael era empurrado para frente, engolindo mais o pau da frente.
Ele gritava entre engasgos. Sons roucos, molhados, desesperados. A dor latejava fundo. O cu ardia, esticado ao máximo, cada veia do pau sentida por dentro. O oficial de trás apertava as nádegas com força, os dedos afundando na carne, e metia mais rápido. O som das peles batendo enchia a sala — molhado, pesado, constante.
— Grita mais — ordenou o da frente, segurando a cabeça de Rafael com as duas mãos e fodendo a garganta com estocadas curtas. — Quero ouvir.
Rafael gritou de novo quando o oficial de trás mudou o ângulo e acertou fundo demais. A dor subiu pela coluna como fogo. As pernas tremeram. O pau dele escorria pré-gozo no chão sem ninguém tocar. O cheiro de suor, saliva e sexo pesava no ar. O gosto do pau na boca misturava-se com o metal do sangue do lábio que ele tinha mordido.
Eles trocaram.
O de cabelo escuro saiu de dentro de uma vez. Rafael soltou um gemido alto quando o cu ficou vazio e pulsando. O outro oficial já estava atrás. Encaixou e meteu até o fundo num único movimento bruto. Rafael gritou mais alto dessa vez. A voz saiu rachada. O pau era um pouco mais grosso, mais pesado. Cada estocada fazia o corpo inteiro balançar.
O primeiro oficial ajoelhou na frente, agarrou o cabelo raspado de Rafael e enfiou o pau de novo na boca. Agora os dois metiam ao mesmo tempo — um no cu, outro na garganta. O ritmo era violento, sem piedade. Rafael gritava sempre que conseguia respirar. Sons altos, desesperados, que ecoavam nas paredes.
O oficial de trás segurou os ombros dele e meteu ainda mais fundo, quase levantando o corpo do chão a cada estocada. O cu fazia barulho molhado a cada entrada. A saliva escorria pelo queixo de Rafael. As lágrimas escorriam. A dor e o prazer se misturavam até ele não conseguir distinguir.
Quando o oficial de trás gozou, enfiou até o fim e ficou lá, jorrando quente dentro dele. Rafael gritou com a sensação. O outro tirou o pau da boca, virou Rafael de lado com um puxão nas algemas e entrou no cu ainda cheio de porra. Meteu rápido, bruto, sem dar tempo de se recuperar. Rafael gritava a cada estocada, a voz já rouca, quase sem força.
Eles não pararam até os dois terem gozado dentro. Quando finalmente saíram, o cu de Rafael ficou aberto, vermelho, pulsando, a porra escorrendo pelas coxas e pingando no azulejo frio. Ele estava no chão, tremendo, a respiração engasgada, ainda soltando gemidos baixos e roucos entre um grito e outro que não conseguiam mais sair inteiros.
O oficial de cabelo escuro passou o polegar pelo cu destruído, empurrando a porra de volta para dentro.
—bom garoto. Disse, e eles riram.

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Ficha do conto

Foto Perfil thiagop
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Nome do conto:
Rafael e os policiais

Codigo do conto:
273319

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/09/2026

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