Eu tinha vinte e três anos. Ombros estreitos, peito magro , barriga chapada, coxas firmes de andar de bicicleta . A pele morena clara, lisa, só aquela cicatriz velha no ombro esquerdo. O cabelo escuro preso num coque samurai frouxo que já estava se desmanchando, mechas caindo na nuca e na testa. Naquela noite o corpo estava limpo, depilado, ainda com cheiro de sabonete quando Sérgio me puxou pra cama. A luz amarela do abajur cortava o quarto em faixas quentes. Sérgio deitado de costas, pernas abertas, o pau duro e brilhando de saliva. Eu ajoelhei no meio, o coque samurai balançando, e fui descendo a boca devagar. A língua encontrou o gosto salgado e amargo da pele dele, a textura lisa da glande contrastando com as veias latejando. A mão apertava a base quente. O quarto cheirava a sexo — aquele odor ácido e úmido — misturado com o cheiro quente e animal que vinha do canto perto da porta, pelagem e respiração de cachorro. Thor tava lá. Sentado, orelha em pé, olhando. O rabo batendo leve no chão, o som seco e irregular. Eu sentia o peso daquele olhar nas minhas costas enquanto engolia o pau do Sérgio até o fundo, a garganta se abrindo, o ar sumindo por um segundo. A lambida veio de surpresa. Língua grossa, áspera, quente e úmida, subindo da entrada do cu até o cóccix. A textura rugosa arrastou devagar, apertando o meio, deixando um rastro de saliva fria que esfriava no ar. Meu corpo inteiro tremeu. Um soluço saiu na garganta ainda cheia, o som abafado. Sérgio abriu o olho e riu baixo, a voz rouca. — Deixa. Quero ver até onde ele vai. A língua voltou mais forte. O focinho quente e úmido empurrou as nádegas, a respiração pesada do cão batendo na pele sensível. Abriu tudo e enfiou o que deu. O calor úmido espalhou por dentro, a saliva escorrendo pelo meio das coxas. O rabo de Thor batia rápido agora, o som seco e nervoso no colchão. Eu continuei chupando, olhos fechados, o cheiro de cão — forte, animal, quase doce — se misturando com o de homem. Cada lambida fazia o cu se fechar e abrir sozinho, o músculo latejando. O coque samurai frouxo balançava, mecha grudando na testa suada. Thor parou. Ouvi o peso dele subindo na cama, as unhas arranhando o lençol. As patas dianteiras pousaram nas minhas costas, a pressão fria das unhas contrastando com o calor do peito peludo que se encaixou em cima. O pau duro, pontudo, escorregadio de líquido quente, deslizou no meio da bunda, a textura lisa e úmida procurando, achando a entrada e empurrando. Entrou seco. O músculo segurou um segundo, a resistência queimando, e cedeu com um estalo interno que eu senti até a barriga. A dor subiu grossa, quente, abrindo tudo de uma vez. Eu berrei. O grito saiu rouco, quebrado, ecoando no quarto. Thor empurrou mais. O nó já tava inchando, centímetro por centímetro, a pressão aumentando, a carne esticando até doer. Minha unha cravou no lençol, o tecido rasgando de leve. Lágrima quente escorreu pelo nariz, o gosto salgado chegando na boca. Cada estocada era um soco seco, o peso dele esmagando minhas costas, o focinho quente e úmido no meu pescoço, a respiração pesada cheirando a cão. O coque samurai se desfazia mais, cabelo caindo nos olhos, grudando na pele suada. Sérgio riu, mão no próprio pau, o som molhado da mão deslizando. — Olha o tamanho te abrindo… berra, porra. Thor gemeu fundo, o som grave e gutural vibrando no peito dele contra minhas costas. O nó inchou de uma vez e travou. A pressão virou uma bola quente e dura presa lá dentro, latejando junto com o coração do animal. Eu berrei de novo, corpo inteiro tremendo, a pele arrepiada. O cão parou, respirando pesado, peito colado, o calor úmido da pelagem grudando no meu suor. Eu sentia o coração dele batendo dentro do cu, cada batida uma pressão extra. A dor latejava, forçando, abrindo mais, o ar frio do ventilador tocando a pele suada e fazendo arrepio. Eu soluçava. Lágrima caindo no lençol, o tecido esquentando sob o rosto. O rabo batendo de um lado pro outro, o som seco e rápido. As patas de trás se mexiam, tentando enfiar mais mesmo com o nó preso, a pressão puxando a carne de dentro pra fora. Sérgio se ajoelhou na minha frente. Segurou meu queixo com força, os dedos quentes e firmes, e enfiou o pau na boca de novo. Eu engasguei. O gosto salgado e amargo misturou com o gosto metálico do choro. Ele fodeu minha garganta fundo, a cabeça batendo no fundo toda vez, o ar sumindo, a saliva escorrendo quente pelo queixo. Eu tentava puxar ar pelo nariz, mas só saía soluço molhado. Thor voltou a se mexer. Estocada curta, violenta. O nó puxava a carne de dentro pra fora, a sensação de ser aberto e selado, aberto e selado. O cu ardia pra caralho, quente por dentro, frio por fora onde a saliva escorria. O cheiro de cão e de porra enchia o quarto, denso, quase gostoso. O abajur tremia com a cama, a luz amarela balançando. Eu berrei com a boca cheia, o som abafado virando um gemido longo de dor, a garganta vibrando em volta do pau. O nó ficou travado. Os minutos se arrastaram. Eu de quatro, braço tremendo, peito quase no colchão, o tecido do lençol grudando no peito suado. Toda vez que Thor se mexia um pouco, um berro novo saía, mais agudo, a dor latejando em ondas. Sérgio tirava o pau da minha boca só pra abrir minhas nádegas com as duas mãos, os dedos quentes e firmes, e olhar o nó preso, o dedão apertando a pele inchada e quente. Depois enfiava de novo até o fundo da garganta enquanto o cão puxava. Eu engasgava, saliva espumando, o gosto salgado enchendo a boca, lágrima caindo sem parar, o sal queimando nos olhos. O coque samurai tinha desandado de vez, cabelo molhado cobrindo metade do rosto, grudando na pele. A dor não passava. Pressão constante, quente, latejando. Eu soluçava e berrava, a voz já sumindo, a garganta arranhando. O corpo todo tremia, a pele arrepiada, o suor escorrendo frio pelas costas. Sérgio segurava meu cabelo solto e fodia minha boca sem dó, o pau quente e duro batendo no fundo. Thor puxava e empurrava o pouco que dava, cada movimento esticando o que já tava destruído, a carne quente e sensível. Eu chorava sem conseguir parar, rosto feito merda, peito subindo e descendo em soluço, o ar entrando em golpes irregulares. Thor gozou. Um tremor longo passou pelo corpo dele, o peito vibrando contra minhas costas. O jato quente veio forte e ficou preso atrás do nó. A pressão dentro aumentou de repente, o líquido quente acumulando sem ter pra onde sair, a sensação de estar sendo preenchido até o limite. Eu berrei alto, o grito saiu limpo e quebrado, corpo inteiro em espasmo, a pele formigando. A dor ficou pior com o volume preso, latejando em ondas quentes. Sérgio gozou logo depois, mão apertando meu cabelo, porra quente e amarga escorrendo pela garganta e pelo canto da boca. Eu engolia o que dava, o resto pingando no queixo misturado com lágrima, o gosto salgado e amargo se misturando. O cão ficou em cima. O nó ainda grosso, sem sair. Eu continuei de quatro, braço mole, peito no colchão, rosto de lado no lençol encharcado, o tecido frio e molhado grudando na bochecha. Cada vez que Thor se mexia um milímetro, o nó puxava e eu berrava de novo, a dor aguda e quente. O líquido lá dentro ia acumulando, apertando mais, a pressão constante. Sérgio deitou do lado, mão no meu cabelo solto, polegar limpando o canto da boca enquanto eu chorava, o toque quente e suave contrastando com tudo. — Aguenta. Ele ainda tá dentro. Chora mais. O tempo não passava. Quinze minutos. Vinte. Eu soluçava, corpo mole, o cu latejando em volta do nó, a carne quente e sensível. Thor tentava se mexer de novo e outro berro saía, a voz já rouca, a garganta doendo. O cheiro de cão, suor e porra tava em tudo, denso, grudando no nariz. O cabelo solto e molhado grudava na testa e na nuca, o suor escorrendo frio. Quando o nó finalmente baixou, Thor saiu. Um fio grosso e quente escorreu pela coxa até o joelho, a temperatura contrastando com a pele arrepiada, sujando o lençol. O buraco ficou aberto, latejando, a beira vermelha e doendo só de sentir o ar frio do ventilador. Eu desabei de bruços, corpo todo tremendo, soluço ainda saindo, o peito subindo e descendo. Thor chegou perto. A língua tocou a carne inchada, a textura áspera e quente arrastando na pele sensível. Eu berrei a cada lambida, corpo se contorcendo, o arrepio subindo pela espinha, mas sem força pra me afastar. Sérgio me puxou pro peito dele. A mão passou no cabelo molhado, no pescoço, nas costas arranhadas, o toque quente e firme. Beijou minha testa, os lábios secos e quentes. A voz saiu baixa, satisfeita: — Falta agora hidratar a puta. Ele se levantou, segurou meu cabelo solto com uma mão e enfiou o pau ainda meio mole na minha boca. Eu abri os lábios sem força, o gosto de porra ainda na língua. Sérgio segurou minha cabeça firme e começou a mijar. O jato veio quente, forte, o gosto amargo e salgado batendo direto na língua e escorrendo pela garganta. Eu engasguei na hora, o líquido quente subindo pelo nariz, o cheiro forte e ácido enchendo tudo. Tentei puxar a cabeça pra trás, mas a mão dele no cabelo não deixou. O mijo continuava saindo, quente demais, o gosto pesado, quase metálico, enchendo a boca mais rápido do que eu conseguia engolir. Eu engolia em golpes desesperados, a garganta se fechando, o líquido quente descendo queimando. Cada engolida era difícil, o volume grande demais, o gosto amargo se espalhando, o cheiro subindo pro nariz. Parte escorria pelo canto da boca, quente, escorrendo pelo queixo e pingando no peito. Eu soluçava, o corpo ainda tremendo do nó, o cu latejando, e agora a boca cheia de mijo quente. Sérgio apertou mais o cabelo e empurrou o pau fundo, forçando eu engolir sem parar. O jato não diminuía. Eu engasgava, o líquido entrando pelo nariz, o ar sumindo, o gosto forte demais. Engolia de novo, a garganta doendo, o estômago revirando com o volume quente descendo. Outra engolida. Mais uma. O mijo continuava, quente, amargo, salgado, enchendo tudo. Eu chorava de novo, as lágrimas misturando com o líquido que escorria pelo rosto. O corpo mole, sem força, só engolindo o que dava, o resto vazando pela boca e pelo nariz. O gosto ficava mais forte a cada segundo, o cheiro impregnando. Sérgio não tirava o pau, a mão firme no cabelo, obrigando. Mais engolidas. O jato finalmente começou a fraquejar, o fluxo diminuindo. Eu continuei engolindo o que restava, a garganta já dolorida, o gosto amargo grudado na língua. Até a última gota. Sérgio segurou mais um pouco, o pau ainda dentro, e só então tirou. Eu caí de lado, tossindo, o mijo ainda escorrendo pelo queixo, o gosto forte na boca, o cheiro em tudo. O cu ainda aberto e doendo, o corpo inteiro mole, o soluço voltando. Sérgio passou a mão no meu cabelo molhado e riu baixo. — Agora sim.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.