Prólogo Eu não era do tipo que caía fácil. Ou pelo menos era o que eu me contava toda noite, deitado na cama com o celular na mão. Trabalhava numa agência de marketing, vivia de reunião de alinhamento e entrega de briefing, e no fim do dia voltava pro apartamento pequeno no centro. Rotina de sempre: jantar qualquer merda, abrir o Twitter e rolar até achar algo que me fizesse bater uma. Foi assim que eu conheci o Austen. Não foi em app de putaria. Foi num thread aleatório sobre filmes antigos de futebol americano. Ele comentou uma coisa seca, eu respondi, a conversa escorregou. Em duas semanas a gente já falava quase todo dia. Ele era de outra cidade, uns cinco anos mais velho, voz grossa nos áudios, aquele jeito de quem sabe exatamente o que quer e não precisa forçar. Um dia mandou o link de um perfil. Eu cliquei sem pensar. Era um cara postando coisas pesadas – fotos de joelhos, textos sobre boca aberta esperando, sobre gostar de ser usado até o fim. Eu li tudo. Li devagar. E algo dentro de mim mexeu de um jeito que eu não conseguia disfarçar. Austen percebeu. No dia seguinte me mandou mensagem: “Vi que você curtiu o perfil. Você é desse lado ou só curte ver de longe?” Eu demorei quase uma hora. Digitei e apaguei três vezes. No final escrevi só: “Não sei. Nunca fiz de verdade.” Ele mandou um áudio curto, rindo baixo: “Então a gente descobre. Tenho uns amigos. Gente de confiança. Se você quiser ser o sub de uma noite, a gente te usa direito. Sem pressa, sem frescura. Você decide se aceita.” Eu fiquei com o celular na mão, coração batendo no pescoço. Eu tinha fantasiado isso mil vezes sozinho, no escuro, com a mão na porra e o celular aberto em vídeos de grupo. Mas na vida real? Nunca tinha me colocado na posição de ser o cara no chão. O convite era claro: não era encontro, não era “vamos ver o que rola”. Era “a gente te usa”. E eu respondi: “Quero.” A conversa depois disso foi direta. Austen me perguntou limites, o que eu aguentava, o que eu queria sentir. Eu disse que queria ser manuseado, queria boca cheia, queria ser passado de mão em mão. Ele falou dos amigos: três caras, todos héteros que curtiam usar um sub de vez em quando, sem drama, sem namoro, só putaria limpa de intenção e suja de corpo. Combinamos um sábado. Eu peguei o ônibus na sexta à noite, dormi num hotel barato perto da rodoviária e no sábado de manhã ele me mandou o endereço. O prédio era simples, apartamento no terceiro andar. Quando a porta abriu, Austen estava de camiseta preta e short. Atrás dele eu vi os outros: um mais alto, ombros largos, outro mais magro com tatuagem no peito, e um terceiro que só olhava pra mim como se já estivesse calculando o que ia fazer. Ninguém perguntou meu nome de verdade. Austen só disse, num tom calmo: “Esse é o sub. Ele veio pra ser usado. Pode começar quando quiser.” Eu entrei. A porta fechou atrás de mim. E a partir dali eu parei de ser o cara do marketing e virei só o corpo que eles iam comer. O apartamento cheirava a madeira velha e suor seco, misturado com um fundo de cigarro e o cheiro quente de homens que tinham acabado de chegar. O chão de taco era quente sob os pés descalços, a madeira lisa e um pouco áspera nos calcanhares. Eu ainda estava de calça e camisa quando o primeiro me puxou pela nuca. A mão dele era grande, quente, os dedos cravando na pele do pescoço. O beijo veio grosso, a língua pesada, o gosto de café frio e cigarro batendo no fundo da minha garganta. Enquanto isso, outra mão já descia pelas costas, apertando a bunda por cima da calça, os dedos afundando na carne. Alguém riu baixo, a voz rouca: “Porra, ele já tá duro. Olha isso aqui.” Eu estava. O pau latejava dentro da cueca, apertado, a cabeça molhada de pré-gozo já manchando o tecido. A vergonha queimava nas orelhas, misturada com um calor que subia do estômago. Austen me olhou de canto e falou, calmo: “Tira a roupa. Tudo. E ajoelha.” Eu obedeeci. A camisa saiu primeiro, o tecido raspando nos mamilos já endurecidos. Depois a calça, o zíper barulhento, a cueca grudada na pele úmida. Fiquei nu no meio da sala, o ar do apartamento batendo na pele quente, o pau apontando pra frente, latejando no ritmo do coração. Quatro pares de olhos em cima de mim. O mais alto se aproximou. A mão dele no meu peito era áspera, o polegar apertando o mamilo até doer, um formigamento quente se espalhando. Depois desceu, segurou meu pau com força, o calor da palma dele contrastando com a pele fria do meu corpo. “Boca. Abre essa boca aí.” Eu ajoelhei. O chão de taco bateu nos joelhos, a madeira dura e quente, o impacto ecoando nas articulações. Ele abriu o short. O cheiro subiu forte: suor de virilha, pele quente, aquele aroma pesado de homem que não tinha se lavado só pra me receber. O pau saiu meio duro, a pele quente e lisa, a glande já brilhando. Eu abri a boca e ele enfiou. Não pediu licença. A cabeça bateu no fundo da garganta, o gosto salgado e amargo enchendo a boca, a saliva escorrendo pelo queixo em fios quentes. Eu engasguei, o reflexo subindo, o peito arfando. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, os dedos enfiados no cabelo, e começou a foder minha boca devagar, fundo, o saco batendo no queixo com um som molhado e baixo. “Isso… engole tudo. Não faz barulho de novinha, caralho.” Enquanto isso, outro se ajoelhou atrás de mim. Os dedos frios de lubrificante tocaram a pele quente da minha bunda, o contraste fazendo eu arfar. Ele espalhou o gel, o cheiro químico e doce misturando com o suor. Um dedo entrou, depois dois, abrindo, a pressão estranha e gostosa, o calor interno contrastando com o frio do gel. Eu gemei no pau que estava na minha boca, o som abafado, a vibração passando pela garganta do cara da frente. Ele puxou o cabelo. “Quieto. Só engole. Deixa o outro trabalhar.” O dedo saiu e o pau dele entrou. Grosso, quente, a pele lisa deslizando, a pressão abrindo tudo de uma vez. Eu senti o ar sair do peito num gemido longo. O corpo se abriu porque não tinha escolha. Ele me fodeu de quatro, o ritmo lento no começo, cada empurrão mandando uma onda de calor pela espinha. O chão de taco rangia baixo sob os joelhos. Os outros dois assistiam, um batendo punheta, o som úmido da mão na pele ecoando, o outro já se aproximando pro meu lado. “Porra, olha o cu desse puto engolindo. Tá tremendo já.” Austen falou, quase rindo: “Vira ele. Quero ver o rosto desse carinha.” Me puxaram. Eu caí de costas no chão de taco, as costas batendo na madeira quente, o impacto ecoando nas omoplatas. A madeira era lisa e quente, um pouco grudenta de suor antigo. Alguém segurou minhas pernas e as abriu, os dedos cravando na parte interna das coxas, a pele sensível formigando. Outro segurou meus braços acima da cabeça, o peso do corpo dele me prendendo. O pau que estava na minha bunda saiu com um som molhado e outro entrou no lugar. Mais grosso. Eu arquejei, a boca aberta, o ar saindo em gemido curto, o peito subindo e descendo rápido. “Abre mais essa perna, porra. Quero ver tudo.” Um deles se ajoelhou perto da minha cabeça. O pau rígido na mão, a pele quente e lisa, a glande já brilhando de pré-gozo. Ele empurrou contra meus lábios. O cheiro era forte, suado, o gosto salgado batendo na língua quando eu abri. “Abre. Agora.” Eu abri. Ele enfiou. Do outro lado, outro pau apareceu, mais perto do meu rosto, o calor irradiando. Uma mão me segurou pelo queixo, os dedos firmes, virando meu rosto pra eu chupar aquele também. “Passa pra mim também. Não deixa ele respirar direito.” Eu ficava passando de um pra outro, a saliva escorrendo em fios quentes pelo queixo, o rosto ficando grudento e sujo. Embaixo, alguém segurava minha coxa com força, os dedos afundando na carne, a pressão doendo gostoso. O pau dentro de mim ia e vinha sem ritmo de carinho, só de uso, o som molhado de pele batendo em pele enchendo a sala, misturado com a respiração pesada dos quatro. “Tá gostoso, né? Fala. Fala que tá gostoso.” Eu tentei responder, mas só saiu um gemido molhado, a voz abafada pelo pau na boca. O cara da minha cabeça puxou o cabelo e enfiou mais fundo, a glande batendo no fundo da garganta, o saco quente batendo no meu queixo com um som úmido. “Não precisa falar. Só engole. Você veio pra isso.” A mão no meu peito apertava, o polegar esfregando o mamilo até doer, um formigamento quente se espalhando. Outra mão descia e apertava meu pau, que estava duro pra caralho, latejando, a cabeça já molhada de pré-gozo escorrendo pela glande. Eu queria bater uma, mas eles não deixavam. Cada vez que minha mão tentava descer, alguém segurava o pulso e colocava de volta no chão, a madeira quente sob a palma. “Não. Você não goza ainda. Você é o buraco. Entendeu?” A frase bateu em mim como um soco gostoso. Eu gemí em volta do pau que estava na minha boca, a vibração passando pela garganta dele. O cara da minha cabeça puxou o cabelo e enfiou mais fundo. Do outro lado, o outro esperava a vez, a mão na base do próprio pau, a cabeça roxa, brilhando, uma gota de pré-gozo escorrendo. “Meu turno. Vem cá, putinho.” Abaixo, o pau dentro da minha bunda mudou. Saiu com um som molhado e outro entrou. Mais rápido. O corpo inteiro balançava no chão de taco, a madeira rangendo a cada empurrão. Eu sentia o suor escorrendo pelas costas, quente e grudento, o cheiro de sexo subindo forte, misturado com o cheiro de quatro homens em cima de mim: suor de axila, de virilha, de pele quente. Alguém cuspiu na minha boca aberta. A saliva dele era quente e grossa, o gosto amargo misturando com o meu. “Engole. Tudo.” Outro passou o pau pelo meu rosto, deixando um rastro de pré-gozo quente e pegajoso na bochecha. O cheiro subiu forte, salgado. “Olha essa cara de puto. Já tá todo babado.” Eu estava exatamente na posição daquela foto: deitado de costas, o tronco nu, o peito subindo e descendo rápido, as pernas abertas, uma mão firme na minha coxa, outra no meu ombro, um pau perto da minha boca e outro sendo guiado pra dentro. O rosto virado pro lado, a boca aberta, esperando. O corpo inteiro entregue, a pele quente, o suor escorrendo, o chão de taco grudento sob as costas. Austen se ajoelhou perto da minha cabeça e falou baixo, só pra mim: “Abre mais. Deixa eles usarem direito. Você tá pedindo com a cara toda.” Eu abri. A boca, a perna, o cu. Tudo. O pau que estava na minha garganta saiu e o próximo entrou. Eu engoli, o gosto salgado enchendo a boca. O de baixo saiu e outro enfiou. Eu sentia cada centímetro, cada veia, cada empurrão, o calor interno se espalhando. O chão de taco rangia. O suor escorria. Meu pau latejava esquecido, molhado, batendo contra a barriga cada vez que alguém me fodia mais fundo, a pele quente e sensível. Um deles se inclinou e mordeu meu peito. Os dentes cravaram, a dor aguda misturada com o prazer, o calor se espalhando. “Gosta disso, né? Fala que gosta.” Eu gemi alto. O som saiu molhado, cheio de saliva. Alguém riu. “Ele tá pedindo mais. Olha só.” Eles deram mais. O ritmo ficou mais bruto. O pau na minha boca foi fundo até eu engasgar de novo, a lágrima escorrendo do canto do olho, quente e salgada. O de baixo me fodeu com força, o som molhado de pele batendo em pele enchendo a sala, o cheiro de sexo ficando mais pesado. Eu sentia o saco dele bater na minha bunda, quente e úmido. Sentia os dedos cravados na minha coxa, a pressão doendo gostoso. Sentia a mão no meu peito apertando, o polegar esfregando o mamilo até doer. Foi quando o cara da minha cabeça tirou o pau da minha boca e se ajoelhou mais perto. Eu olhei pra cima. A cabeça dele estava vermelha, inchada, uma gota de pré-gozo escorrendo, brilhando. Ele passou a glande nos meus lábios, me obrigando a lamber. O gosto era salgado e amargo, a pele quente e lisa. “Abre. E não fecha. Agora é a parte boa.” Eu abri. Ele não enfiou de novo. Em vez disso, segurou o pau com a mão e apontou. O jato saiu quente. Urina. Forte, amarela, batendo na minha língua, o gosto amargo e metálico enchendo a boca, escorrendo pelo queixo quente, pelo pescoço, molhando o peito. O líquido era quente, quase escaldante na pele, o cheiro subindo forte, amoníaco e sexo misturados. Eu engoli o que deu. O resto escorreu, quente e grudento. Alguém atrás riu baixo. “Olha o subzinho tomando mijo. Ele adora isso, caralho.” Eu adora. O corpo inteiro tremeu. O pau dentro da minha bunda continuou fodendo enquanto o mijo caía na minha cara, o calor do líquido contrastando com o suor frio que já escorria. Eu abri a boca mais, a língua pra fora, pedindo. “Isso. Pede mais. Abre essa boca de puto.” O jato diminuiu e ele enfiou o pau de novo na minha boca, me fazendo limpar. O gosto era forte, quente, sujo, a pele ainda molhada de urina. Eu chupei. Outro se aproximou. O mesmo ritual. Pau na boca primeiro, o cheiro forte, depois o mijo quente batendo na língua. “Meu turno agora. Abre bem.” Eu tomei. O peito já estava molhado, o chão de taco embaixo de mim também, grudento e quente. O cheiro da sala mudou. Agora era sexo e urina misturados, pesado, impregnando a pele. Eu estava no meio, o corpo usado, a boca aberta, o cu aberto, tudo molhado, a pele formigando, o suor escorrendo. Austen se ajoelhou do meu lado e passou a mão no meu cabelo molhado. Os dedos dele eram quentes, o toque firme. “Você é o sub perfeito pra isso. Olha como você pede. Quer mais?” Eu só consegui gemer e acenar com a cabeça. A voz não saía direito, a garganta arranhada. “Então toma.” Eles me usaram assim por um tempo que eu não sei medir. O chão ficou molhado, grudento sob as costas. Meu rosto ficou sujo de saliva, mijo e pré-gozo, a pele pegajosa. Meu cu ardia gostoso, aberto, cada vez que um saía e outro entrava, o calor interno latejando. Eu estava exatamente como na foto: deitado, o corpo entregue, as mãos deles em mim, os paus em volta, a boca aberta esperando o próximo alívio. O cheiro, o gosto, o calor, o som molhado de pele batendo em pele, tudo misturado. Quando o primeiro gozou, foi na minha boca. O jato quente e salgado, o gosto amargo enchendo a garganta. “Engole. Tudo. Não perde nada.” Eu engoli. O segundo gozou no meu peito, o jato quente escorrendo até a barriga, o líquido grudento e quente. “Olha isso. Todo sujo de porra.” O terceiro me fodeu até o fim e gozou dentro, fundo, o porra quente enchendo, o calor se espalhando. “Toma tudo dentro. Guarda.” Eu senti. O corpo inteiro tremeu. Austen foi o último. Ele me virou de quatro de novo, me fodeu com força, a mão no meu cabelo, o pau quente e grosso. Gozou dentro também. Eu senti o porra escorrer quando ele saiu, quente e grudento escorrendo pela pele. Só então eles me deixaram gozar. Alguém segurou meu pau e bateu rápido, sujo, molhado de tudo, a mão quente e áspera. O prazer subiu forte, o corpo inteiro se contraindo. “Agora pode. Goza pra gente. Mostra como o puto goza.” Eu gozei no chão de taco, o corpo inteiro se contraindo, o gemido saindo alto, quebrado. O porra saiu em jatos quentes, misturando com o resto que já estava no chão, o cheiro forte subindo. Eles me deixaram ali um tempo. Respirando. O peito subindo e descendo. O cu latejando, quente e aberto. A boca com gosto de tudo: saliva, mijo, porra, suor. Austen se ajoelhou perto e passou a mão no meu rosto sujo. Os dedos dele eram quentes, o toque firme. “Foi bom, né?” Eu só consegui acenar com a cabeça. A voz saiu rouca, arranhada: “Foi… foi foda.” Ele sorriu de canto. “Então a gente marca de novo. Você já sabe o caminho. E da próxima vez a gente não segura tanto.” Eu fiquei no chão mais um pouco. O corpo doía de um jeito bom, cada músculo latejando. O cheiro da sala era de sexo sujo, de mijo, de porra, de quatro homens que me usaram até o fim. A pele estava grudenta, o chão de taco molhado sob as costas. Eu olhei pro teto e respirei fundo. Pela primeira vez em muito tempo, eu não estava fingindo que era só fantasia. Eu tinha sido o sub. Tinha sido o buraco. Tinha tomado tudo o que eles quiseram dar. E eu já queria de novo.
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