O ar do apartamento pairava denso, impregnado do aroma de suor masculino e do perfume amadeirado que João sempre deixava impregnado na pele. As persianas cortavam a luz da tarde em faixas douradas sobre o assoalho de madeira. Thiago ajoelhava no centro da sala, o coração martelando no peito, cada batida ecoando nos ouvidos como um tambor distante. Ele não ousava levantar o olhar. As mãos repousavam sobre as coxas, palmas viradas para cima, dedos ligeiramente abertos — a postura que o Mestre exigia. O silêncio se esticava. O único som era a respiração controlada do homem que caminhava ao redor dele. Passos lentos, descalços, o peso do corpo transferido de um pé para o outro com deliberação. Thiago sentia o calor da presença se aproximar, depois se afastar, como uma maré. Seu membro já estava rígido, latejando contra a barriga, mas ele não se movia. Qualquer movimento sem ordem era proibido. — Olhe para mim. A voz era baixa, grave, quase um ronronar. Thiago ergueu o queixo. Os olhos de João eram escuros, intensos, fixos nele como se pudessem atravessar a pele. O homem estava nu da cintura para baixo. O pau grosso e pesado balançava ligeiramente a cada passo, a cabeça rosada já brilhando com um fio de líquido viscoso. O cabelo escuro e denso da virilha contrastava com a pele bronzeada. Thiago engoliu em seco. A garganta estava ressecada. João parou bem na frente dele. Aproximou o corpo até que o cheiro quente de pele e desejo envolvesse o ajoelhado. A mão grande desceu e segurou o próprio membro pela base, levantando-o. A cabeça ficou a poucos centímetros dos lábios de Thiago. — Abra. Os lábios se abriram imediatamente. João não penetrou de uma vez. Passou a extremidade quente e úmida de um lado para o outro da boca aberta, pintando o lábio inferior com o líquido salgado. Thiago tremeu. A língua saiu sozinha, tentando alcançar, mas o Mestre puxou para trás. — Quietinho. Só a boca. Sem língua ainda. Thiago fechou os olhos por um segundo, respirando fundo pelo nariz. Quando os abriu de novo, João avançou. A cabeça grossa empurrou os lábios, deslizando para dentro com lentidão deliberada. A pele quente e macia preencheu a cavidade. Thiago sentiu o gosto salgado se espalhar, o peso repousando sobre a língua. João parou quando a extremidade atingiu o fundo, sem forçar ainda. Ficou ali, imóvel. — Guarda meu pau na boca bem quietinho — murmurou João, a voz quase um sussurro. — Daqui a pouco eu mijarei na tua boca. Thiago fez um som baixo, abafado. “Uhp… au ay…” Os olhos se ergueram, brilhantes, pedindo permissão sem palavras. João sorriu de lado, o polegar acariciando a bochecha do ajoelhado. — Sim, chefe — traduziu o Mestre, satisfeito. — Não engasga, hein, seu merda. Thiago manteve a boca aberta e relaxada, a respiração saindo pelo nariz em jatos curtos. O membro de João descansava pesado sobre a língua, latejando ocasionalmente. Cada pulsação enviava uma onda de calor pela garganta. Ele sentia a saliva se acumular, escorrendo pelos cantos da boca, mas não engolia. Não podia. João não tinha permitido. O tempo se alongou. O Mestre não se mexia. Apenas observava, a mão pesada no alto da cabeça de Thiago, dedos enfiados nos cabelos. Thiago sentia o próprio membro latejar sem alívio, a extremidade inchada e molhada de líquido que pingava no chão entre as coxas. O aroma amarelado e quente já começava a se formar — aquele cheiro característico que João soltava quando estava perto de se aliviar. O corpo do Mestre se preparava. — Olha pra mim enquanto eu faço isso — ordenou João. A voz tinha ficado mais rouca. Thiago obedeceu. Os olhos fixos nos do Mestre. Então sentiu. O primeiro jato não veio com força. Foi um fluxo lento, quente, quase tímido, que preencheu a boca de uma vez. O sabor amargo e salgado inundou a língua. Thiago tremeu, mas manteve a cavidade aberta, a garganta relaxada. João soltou um gemido baixo, profundo, de satisfação. — Isso… guarda tudo. O fluxo aumentou. O líquido quente escorreu pela garganta de Thiago em jatos constantes. Ele sentia o fluido descer, aquecendo o peito por dentro, enchendo o estômago. A boca estava cheia demais. Parte escapou pelos cantos, escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, pingando no peito nu. João observava cada gota, a mão apertando um pouco mais os cabelos. — Não engasga — repetiu, a voz agora mais baixa, quase um rosnado. — Engole. Ou deixa escorrer. Tanto faz. É meu. Thiago engoliu. O líquido quente desceu em ondas. João não parava. O jato era longo, constante, o som molhado e obsceno de fluido sendo forçado pela garganta ecoando na sala silenciosa. Thiago sentia as lágrimas escorrerem dos cantos dos olhos — não de dor, mas do reflexo natural da garganta sendo preenchida. João sorriu ao vê-las. — Bonito assim. Com a cara molhada e lágrima. O fluxo finalmente diminuiu. João ficou parado, o membro ainda na boca de Thiago, o último fio escorrendo pela língua. Thiago respirava com dificuldade, a boca cheia de gosto amargo, o queixo pingando. João puxou para fora lentamente. Um fio de saliva e líquido conectava a cabeça rosada aos lábios inchados. — Limpa. A língua de Thiago saiu imediatamente, lambendo a extremidade, a glande, a fenda, sugando o último gosto. João soltou um gemido aprovador. Então empurrou de novo, desta vez mais fundo. A cabeça forçou a garganta. Thiago engasgou, o som úmido e abafado, mas o Mestre não recuou. Ficou ali, o pau enterrado até a base dos pelos, o cheiro forte de suor e fluido invadindo o nariz de Thiago. — Agora você vai sentir o resto — murmurou João. — Eu ainda não mijei tudo. Thiago sentiu o corpo do Mestre se tensionar. Outro jato veio, mais forte desta vez. O líquido quente jorrou direto na garganta. Thiago engasgou de verdade, o fluido subindo pelo nariz, escorrendo pelas narinas. João segurou a cabeça firme, impedindo qualquer recuo. O som era obsceno — gorgolejos, engasgos, o fluxo constante sendo engolido à força. Thiago sentia o estômago se encher, o calor se espalhando. As lágrimas corriam livremente agora. O peito subia e descia em espasmos. Quando o fluxo finalmente parou, João manteve o membro enterrado por mais alguns segundos. Thiago tremia, a garganta latejando, o ar vindo em engasgos. Só então o Mestre recuou. O pau saiu brilhando, coberto de saliva e restos. Thiago tossiu, a boca aberta, o líquido ainda escorrendo pelo queixo. João se abaixou. A mão grande segurou o queixo de Thiago, forçando-o a olhar para cima. O polegar passou pelos lábios inchados, espalhando o fluido. — Abra de novo. Thiago obedeceu. João cuspiu na boca aberta — um jato grosso de saliva que se misturou ao gosto amargo que ainda restava. Depois empurrou o polegar para dentro, forçando a língua a se mover. — Engole tudo. Até a última gota. Thiago engoliu. O gosto era forte, sujo, perfeito. João sorriu, satisfeito. Levantou-se de novo. O membro ainda estava duro, latejando, a cabeça vermelha e sensível. Ele segurou pela base e bateu levemente contra a bochecha de Thiago, deixando marcas molhadas. — Você quer mais? Thiago não respondeu com palavras. Apenas abriu a boca mais, a língua para fora, os olhos suplicantes. João riu baixo. — Claro que quer. Seu merda. Sempre quer. Ele empurrou o pau de novo. Desta vez não foi líquido. Foi a boca de Thiago sendo usada com força. João segurou a cabeça com as duas mãos e começou a foder a garganta em estocadas profundas e ritmadas. O som molhado de engasgos preencheu a sala. Thiago sentia cada centímetro, a cabeça grossa batendo no fundo, a saliva escorrendo em fios longos pelo queixo e pelo pescoço. João gemia baixo, o ritmo aumentando. — Isso… toma… engole meu pau… As estocadas ficaram mais bruscas. Thiago sentia as lágrimas escorrerem sem parar, o nariz escorrendo, a garganta queimando de forma deliciosa. João puxou para fora de repente. Thiago engasgou, a saliva pingando no chão. O Mestre segurou o próprio membro e apontou a extremidade para a língua estendida. — Abre bem. Quero ver você engolir o que eu vou te dar agora. João voltou a empurrar, agora com um ritmo mais lento e profundo, cada estocada fazendo a garganta de Thiago se abrir ao máximo. O Mestre gemia mais alto, o corpo tensionando. Thiago sentia as veias latejando contra a língua, o gosto salgado se intensificando. João segurou a cabeça com firmeza, as coxas tremendo. — Engole… tudo… O primeiro jato de porra veio quente e espesso, batendo direto no fundo da garganta. Thiago engasgou, mas manteve a boca aberta, a língua pressionada para baixo. João não parou. Outro jato veio, depois outro, enchendo a cavidade de líquido cremoso e amargo. Parte escorreu pelos cantos da boca, misturando-se à saliva já presente. O Mestre manteve o pau enterrado enquanto as contrações continuavam, forçando Thiago a engolir em ondas. Quando o fluxo finalmente cessou, João recuou devagar. Um fio branco e viscoso conectava a cabeça rosada aos lábios inchados de Thiago. O ajoelhado respirava ofegante, a boca ainda cheia, o queixo brilhando. João observou por um segundo, satisfeito. — Engole. Até a última gota. Thiago fechou os lábios e engoliu. O gosto forte e salgado desceu pela garganta já irritada, misturando-se ao fluido anterior. João passou o polegar pelos lábios, recolhendo o que tinha escapado e empurrando de volta para dentro. — Bom menino. O Mestre se afastou alguns passos. Thiago permaneceu ajoelhado, a boca aberta, o queixo brilhando, o peito subindo e descendo. O próprio membro estava dolorosamente duro, a extremidade roxa, um fio contínuo de líquido escorrendo até o chão. João observou por um longo momento. Então se aproximou de novo. A mão grande desceu e segurou o pau de Thiago com firmeza. O ajoelhado soltou um gemido abafado, o corpo inteiro tensionando. — Você ficou duro enquanto eu mijava na sua garganta e te enchía de porra — observou João, a voz baixa e satisfeita. — Que putinha nojenta. O polegar passou pela fenda molhada, espalhando o líquido. Thiago tremeu. O Mestre apertou mais. — Você não vai gozar ainda. Vai ficar assim. Duro. Molhado. Com o gosto do meu mijo e da minha porra na boca. Até eu decidir. Thiago fechou os olhos, o corpo tremente. João soltou o membro e limpou a mão no rosto do ajoelhado, espalhando o líquido pelas bochechas e pelo queixo já sujo. — Olhe para mim. Os olhos se abriram. João estava sorrindo — aquele sorriso lento, possessivo, que fazia Thiago se sentir completamente possuído. — Daqui a pouco eu vou te usar de novo. Mas agora… fica aí. Com a boca aberta. E espera. Thiago obedeceu. A boca permaneceu aberta. O gosto amargo e cremoso ainda dominava a língua. O cheiro de suor, fluido e porra pairava no ar. João caminhou até a poltrona, sentou-se, as pernas abertas, o membro ainda semi-duro descansando sobre a coxa. Observava o ajoelhado no centro da sala, o corpo inteiro marcado pelo uso, a respiração irregular, o pau latejando sem alívio. O silêncio voltou. Mas agora era um silêncio carregado. Thiago sentia cada segundo se esticar. A garganta ainda latejava. O estômago estava quente e cheio. E a boca… a boca esperava. Aberta. Pronta. Porque o Mestre ainda não tinha terminado. E Thiago sabia — com uma certeza que fazia o corpo inteiro tremer de antecipação — que quando João se levantasse de novo, seria pior. Mais fundo. Mais sujo. Mais completo. E ele ia engolir. Até a última gota.
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