Marcio e Joel, os irmãos




A casa ficava vazia quase o dia inteiro. Os pais saíam cedo — ele pras obras, ela pro hospital — e só voltavam depois das sete. Eu e meu irmão Joel tínhamos o lugar só pra gente. Eu com dezenove, ele com vinte e quatro. Muita provocação entre a gente, Joel adorava me xingar de viado deste quando eramos pivetes.
Tudo começou três semanas antes.
Joel chegou do trabalho num fim de tarde, camiseta azul colada no peito suado, boné vermelho torto na cabeça. Eu estava no sofá, de short, perna aberta, mexendo no celular. Ele parou na frente de mim, olhou pra baixo e falou baixo:
— Tá de short assim de propósito, né? Quer que eu veja essa bundinha rodonda, porra?
Eu levantei o olhar. Ele já tinha a mão na frente da bermuda, apertando o volume.
— Vai tomar no cu, Joel—Eu disse, mudando de posição para ele não ver mais minha bunda.
Ele riu, se abaixou, segurou meu queixo e passou o polegar no meu lábio inferior.
— Um dia você vai engolir essa jeba até o fundo. Vai babar igual puta e vai pedir mais. Quer apostar?
Soltou e foi pro banheiro. Eu fiquei no sofá com o pau duro e o coração batendo no pescoço.
No dia seguinte ele me pegou no corredor. Empurrou contra a parede, o corpo quente colado no meu, a boca no meu ouvido.
— Ontem você ficou de pau duro só de eu falar. Eu vi, Marcinho. Ficou molhado só de eu chegar perto.
A mão dele desceu e apertou minha bunda por cima do short, os dedos cravando na carne.
— Fala que quer chupar. Fala baixo. Quero ouvir.
Eu balancei a cabeça. Ele riu, a voz rouca no meu ouvido.
— Não fala? Então amanhã eu te faço engolir sem pedir. Vai ser pior.
Soltou e foi embora, deixando eu ali com a boca seca e o short molhado por dentro.
Foi assim por dias. Toda vez que a casa esvaziava ele me cutucava. No banheiro, enquanto eu escovava os dentes, ele aparecia atrás, a mão grande na minha bunda, os dedos apertando a fenda por cima da cueca.
— Um dia eu vou abrir esse cu. Vai doer pra caralho. Você vai gritar meu nome até a voz sumir. Tá com medo?
Eu tremia. Ele nunca ia além. Só provocava. Me deixava duro, molhado, e sumia.
Numa terça ele me chamou pro quarto. Estava deitado na cama, só de bermuda, o pau marcado. Eu parei na porta. Ele bateu no colchão.
— Vem aqui. Agora.
Eu fui. Ele me puxou pra cima dele, me fez ajoelhar entre as pernas e tirou o pau da bermuda. Grosso, quente, cheiro forte. Empurrou minha cabeça pra baixo.
— Abre a boca. Mais. Isso. Engole.
Eu abri. Ele enfiou. Eu engasguei na hora. Ele segurou meu cabelo e meteu devagar, só a cabeça no começo, depois mais fundo.
— Usa a língua. Roda nela. Isso… porra, engole fundo. Olha pra mim enquanto chupa.
Eu chupava, saliva escorrendo, os olhos marejados. Joel gemeu baixo.
— Mais fundo. Quero bater no fundo da sua garganta. Aguenta.
Foi a primeira vez que eu engoli o pau dele, e foi até o fundo. Ele gozou na minha garganta, segurando minha cabeça e me fazendo beber tudo.
— Engole tudo, porra. Não deixa cair. Bom menino.
Depois me puxou pra cima, beijou minha boca suja e falou:
— Amanhã eu quero o cu. Vai doer. Você vai gritar. Tá preparado?
Eu fiquei com o gosto dele na língua o resto do dia.
Na quarta ele só me provocou. Me empurrou no sofá, abriu minhas pernas, passou o dedo no meu cu por cima da cueca e falou:
— Amanhã. Você vai gritar. Vai falar meu nome enquanto eu te arrombo. Quer que eu fale de novo?
— Joel…
— Isso. Fala meu nome. Amanhã você grita mais alto.
Na quinta nossos pais saíram cedo. Eu recebi uma mensagem falando para ir pro quarto dele, eu fui, de camisa preta e branca e short preto, quando a porta abriu. Joel entrou suado, camiseta azul, boné vermelho, o olhar pesado. Fechou a porta, trancou, e veio direto.
— Hoje eu vou te foder. Sem conversa. Tira a roupa.
Não perguntou. Me empurrou de costas na cama. Subiu em cima, beijou bruto, dente batendo, saliva escorrendo. A mão desceu, abriu minhas nádegas e passou o dedo no cu.
— Nunca meteu nada aqui. Fala.
Eu balancei a cabeça. A voz saiu rouca.
— Nunca… Joel…
— Vou ser o primeiro. Vai doer. Você vai gritar. Abre a boca.
Eu abri e ele deu uma cuspida que parou na minha garganta.
Ele me fez   ajoelhar entre as suas pernas, tirou o pau da bermuda e enfiou na minha boca de uma vez. Eu engasguei. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu. Fundo. O pau batendo na garganta, o saco no meu queixo, a saliva escorrendo pelo pescoço.
— Olha pra mim enquanto engole. Isso. Chupa forte. Usa a língua na cabeça. Porra…
Eu chupava, babava, os olhos cheios d’água. Joel gemia baixo, olhando pra baixo.
— Mais fundo. Quero ver você engasgando. Aguenta, putinha.
Depois de uns minutos ele tirou, cordões de saliva ligando a glande aos meus lábios, e falou:
— Agora vira. De quatro. Rápido.
Eu virei. Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e enfiou dois dedos de uma vez. Eu gritei. O grito saiu alto, cortado.
— AAAAH, PORRA! Joel… tira…
— Não. Aguenta. Abre pra mim.
Ele abriu e fechou os dedos, me alargando, o barulho molhado misturado com os meus gemidos.
— Tá apertado pra caralho. Vai doer mais ainda. Fala que quer.
— Joel… porra…
— Fala direito. Fala que quer meu pau no cu.
— Quero… enfia…
Ele tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa e empurrou.
A dor veio seca. Eu berrei.
— AI, CARALHO! JOEL… PARA… PARA…
— Não vou parar. Aguenta. É só a cabeça.
Empurrou mais. A glande entrou. Eu gritei de novo, o corpo inteiro tremendo, as unhas arranhando o lençol.
— TÁ GRANDE DEMAIS… MEU CU… JOEL…
— Mais um pouco. Respira. Isso…
Mais um empurrão. Metade do pau. Eu berrei alto, a voz falhando.
— AAAAH… FILHO DA PUTA… TÁ ME ARROMBANDO…
Joel segurou meus quadris com força e meteu o resto de uma vez. O pau grosso sumiu inteiro. Eu gritei tão alto que a voz quebrou no meio.
— PORRA… JOEL… SAI… SAI…
— Fica quieto. Deixa eu ficar. Porra… apertado pra caralho…
Ele ficou parado, respirando pesado, o pau latejando lá dentro.
— Agora eu vou mexer. Grita se quiser.
Começou a se mexer. Estocadas curtas no começo. Cada vez que ele puxava e enfiava eu gritava.
— AI… AI… TÁ ME ARROMBANDO… JOEL… PORRA…
— Isso. Grita. Quero ouvir.
Ele acelerou. As batidas ficaram longas, fundas. O pau saía quase inteiro e entrava de novo até o saco bater na minha bunda.
— porra, tá fundo… Joel… tá fundo demais…
— Aguenta. Você pediu. Agora toma.
Joel puxou minhas pernas pra cima, colocou uma em cada ombro e se deitou meio de lado. Uma mão segurando meu tornozelo, a outra apertando minha coxa. Eu dobrado sobre ele, as pernas no ar, o short preto ainda preso num tornozelo, o cu engolindo o pau grosso, o boné vermelho ainda na cabeça dele.
— Olha pra mim. Olha enquanto eu te fodo.
Cada estocada batia fundo. Eu berrei de novo.
— MEU CU… MEU CU TÁ PEGANDO FOGO… Não, PARA… JOEL…
— Não vou parar. Grita mais. Fala meu nome.
— JOEL… PORRA… TÁ ME ARROMBANDO …
O suor escorria do peito dele pra cima de mim. O cheiro de sexo, de saliva, de cu aberto, enchia o quarto. Eu sentia cada veia, cada centímetro. O meu pau batia contra a barriga dele, duro, molhado, sem ninguém tocar. Ele metia mais rápido, mais bruto.
— Mais forte… Joel… mais forte…
— Assim? Toma. Toma essa porra.
A cama batia na parede. Eu gritava a cada estocada, a voz falhada, os olhos marejados.
— VAI, ME ARROMBA… JOEL… CARALHO…
Ele se inclinou, mordeu meu ombro e falou no meu ouvido:
— Grita mais. Quero a casa inteira ouvindo se precisar.
Metendo ainda mais fundo. Eu sentia o cu latejando, aberto, molhado. A dor misturava com uma pressão gostosa que subia pela espinha.
— Tô gozando… Joel… tô gozando…
O orgasmo veio forte. Eu berrei, o corpo se arqueando, o pau jorrando entre a gente sem ninguém tocar. Jatos quentes no peito dele, na camiseta azul. O cu apertou em volta do pau dele com tanta força que ele gemeu alto.
— Porra… aperta assim… continua…
Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda gozava, cada estocada me arrancando outro gemido fraco.
— Ainda não. Eu ainda não gozei. Aguenta mais.
Depois acelerou, as batidas ficando irregulares. Segurou meus tornozelos com as duas mãos e fodeu até o limite.
— Vou gozar… dentro… quer?
— Goza… goza no meu cu… Joel… porra…
Ele enterrou o pau até o talo e gozou. Eu senti os jatos quentes batendo lá dentro, um atrás do outro, enchendo.
— Toma… toma tudo…
O pau latejava, bombeando. Joel ficou parado, respirando pesado, o suor escorrendo do queixo. Depois puxou o pau devagar. Eu senti o cu se fechando devagar, o porra escorrendo quente pela fenda, molhando o lençol.
Ele se deitou ao meu lado, a mão na minha coxa aberta. Passou o dedo no meu cu, coletou o porra que escorria e enfiou na minha boca.
— Limpa. Chupa.
Eu chupei, o gosto salgado e amargo.
Joel olhou pra mim, o boné vermelho torto, e falou baixo:
— Amanhã de novo. E amanhã você grita mais alto. Entendeu?
Eu balancei a cabeça, ainda tremendo, o cu queimando, a garganta rouca dos berros.
— Entendi… Joel…
— Bom. Agora descansa. Eu ainda não terminei com você.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Marcio e Joel, os irmãos

Codigo do conto:
274902

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/10/2026

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