Carlos e os filhos

Eu sou o Carlos. Quarenta e três anos. Corpo ainda firme, peito peludo e grosso, pau de uns vinte centímetros quando duro, veias saltadas, glande larga. Minha casa ficou silenciosa demais depois que a Ana morreu. Só restamos eu, o Marcos — meu filho de sangue, vinte e quatro anos — e o Thiago, o anteado dela, que ficou. Vinte e três. Eu o criei desde os doze. Agora ele é homem. Eu os criei. Eu os vi crescer. E agora eu não consigo parar de pensar neles do jeito errado.
No começo foi só desconfiança. Uma madrugada de outubro quente. O ar pesado, cheiro de terra molhada entrando pela janela. Eu não conseguia dormir. Fui até a cozinha e, no caminho, parei no corredor. A porta do quarto deles estava entreaberta. Luz fraca do abajur. Eu não devia olhar. Eu sabia que não devia. Mas olhei.
Marcos estava de bruços na cama de baixo, calção de moletom puxado até as coxas. A bunda dele era redonda, firme, peluda nas fendas, a pele dourada. Thiago ajoelhado entre as pernas do irmão, a boca aberta, a língua larga e molhada passando devagar pela fenda, subindo até os ovos pesados e escuros de Marcos. O som era úmido. Chupada molhada, saliva escorrendo pelo saco, pingando no lençol. Marcos gemia baixo, a voz rouca, a mão grande puxando o cabelo castanho de Thiago.
— Mais fundo… isso…
Thiago engoliu o pau do irmão até o fundo. Eu vi o volume grosso desaparecer na garganta, as narinas dilatadas, as lágrimas nos cantos dos olhos. O pau de Marcos era grosso, veias grossas, a cabeça rosada e inchada, brilhando de saliva. Quando Thiago puxou para trás, um fio de baba conectava a boca ao pau. Ele cuspiu na mão e masturbou rápido. Marcos rebolou a bunda, abrindo mais as pernas. O cheiro chegou até mim: suor masculino, pré-gozo doce e salgado, o odor forte de dois corpos que não se lavavam há horas.
Eu fiquei duro instantaneamente. O pau latejou dentro da cueca. Minha mão desceu sozinha. E no mesmo segundo veio o peso. Eu estava olhando meus filhos. Meu filho de sangue e o menino que eu criei. Eu os ensinei a andar de bicicleta. Eu os levei pra escola. Eu os vi chorando depois de brigas. E agora eu estava com o pau duro vendo um engolir o pau do outro. A vergonha veio quente, subindo pelo pescoço, misturada com o tesão. Eu deveria ter virado as costas. Deveria ter fechado a porta. Deveria ter gritado com eles. Em vez disso, fiquei ali, a mão apertando o volume, o coração batendo no pescoço como se eu fosse morrer.
Thiago se levantou, tirou a própria calça. O pau dele era mais longo, um pouco mais fino, a cabeça inchada e rosada, as veias azuladas sob a pele clara. Os pelos pubianos escuros e densos. Ele se posicionou atrás de Marcos, abriu as nádegas. O cu rosado, apertado, com pelos finos e escuros ao redor. Cuspiu direto no buraco. O som molhado. Passou o polegar, empurrando a saliva. Marcos gemeu, a testa contra o travesseiro.
— Enfia… porra… enfia logo.
Thiago alinhou e empurrou. Eu vi o pau sumir centímetro por centímetro, a pele do cu esticando, engolindo. Quando estava até o fundo, os ovos de Thiago bateram contra os de Marcos. O som seco, carnudo. Eles começaram a foder. Estocadas longas e profundas. A cama rangia. O suor escorria pelas costas de Thiago, descia pela coluna, acumulava na dobra da bunda. O cheiro de sexo ficou mais forte: o odor ácido do cu, o salgado do suor, o doce do pré-gozo.
Eu masturbei ali mesmo, no corredor escuro. Cada estocada que Thiago dava, eu apertava mais forte. E enquanto o pau latejava na minha mão, a cabeça gritava: isso é errado, isso é doente, você é o pai deles. Eu via o pau de Thiago sair brilhando de saliva e de lubrificante natural, depois sumir de novo. Marcos empurrava a bunda para trás. O som de pele batendo em pele era constante, molhado, ritmado.
Quando Marcos gozou, o jato saiu forte, branco, espirrando no travesseiro e no peito. O corpo dele tremeu. Thiago continuou fodendo, mais rápido, o rosto contraído. Gozou dentro. Eu vi o pau latejar, as nádegas contrair. Quando tirou, o gozo escorreu do cu de Marcos, branco e grosso, desceu pelos ovos, pingou no lençol. Thiago passou o dedo, recolheu um pouco e levou à boca. Depois beijou Marcos na boca, compartilhando o gosto.
Eu gozei na mão. O jato quente, o corpo inteiro tremendo. O cheiro do meu próprio esperma se misturou ao deles. Fiquei ali, respirando pesado, a vergonha esmagando o peito. Voltei pro quarto sem fazer barulho. Me deitei e fiquei olhando pro teto. Eu tinha acabado de gozar vendo meus filhos se foderem. Eu os criei. Eu era o pai. E o pau ainda latejava, sujo, molhado.
No dia seguinte, o café da manhã foi um inferno. Marcos de camiseta sem manga, os braços musculosos, os pelos escuros nas axilas. Thiago de short curto, as coxas grossas, a marca do pau visível. Eu olhava demais e odiava a mim mesmo por olhar. Cada movimento deles me fazia lembrar. O jeito que Thiago passava a mão na nuca de Marcos. O cheiro residual de sabonete e de algo mais. Eu bebia o café e sentia o gosto amargo da culpa. Eu deveria conversar com eles. Deveria dizer que aquilo não podia continuar sob o meu teto. Em vez disso, fiquei em silêncio, a mão tremendo no copo.
À noite, eu deixei a porta do meu quarto entreaberta de propósito. Fiquei deitado, o pau já semi-duro só de imaginar, e a vergonha me corroendo por dentro. Ouvi o barulho da cama de cima. Depois o chuveiro. Depois silêncio. Levantei devagar e subi a escada. Cada degrau era uma decisão. Eu sabia o que ia encontrar. Eu sabia que ia ficar duro. Eu sabia que ia me odiar depois. Mesmo assim subi.
A porta estava só encostada. Eu empurrei um pouco. Eles estavam no chuveiro juntos. A porta de vidro embaciada. Eu vi as silhuetas. Marcos de costas, as mãos na parede. Thiago atrás, a boca no pescoço dele, uma mão no peito peludo, a outra no pau. Água escorrendo pelos corpos, brilhando. O pau de Marcos estava duro, apontando pra frente, a glande inchada. Thiago masturbava lento, o polegar esfregando a fenda. Depois se ajoelhou. A água batia nas costas dele enquanto engolia o pau do irmão. Marcos jogava a cabeça pra trás, a boca aberta, o vapor saindo. O som de chupada molhada misturado com a água.
Eu abri o short e tirei o pau. Masturbei olhando. A cabeça já molhada de pré-gozo. O cheiro do banheiro — shampoo, sabão, suor fresco — misturado com o cheiro de sexo. E enquanto a mão subia e descia, a voz na minha cabeça não parava: você é o pai, você os criou, você está se masturbando vendo seus filhos. Quando Thiago se levantou, Marcos virou e se ajoelhou. Chupou o pau longo do irmão com vontade, a mão apertando os ovos, o dedo médio entrando no cu. O som de engasgo, saliva escorrendo pelo queixo. Depois se levantaram. Thiago empurrou Marcos contra a parede do box, ergueu uma perna e enfiou. O gemido abafado de Marcos. Estocadas molhadas, a água escorrendo entre os corpos, o pau entrando e saindo brilhando.
Eu gozei de novo, o jato caindo no carpete do corredor. O corpo inteiro suado. Voltei pro quarto cambaleando. Me sentei na beira da cama e chorei. Não era choro alto. Era só o peito apertado, a vergonha subindo pela garganta, o gosto de metal na boca. Eu tinha gozado duas noites seguidas vendo meus filhos. Eu era um monstro. E mesmo assim o pau ainda latejava, sujo, lembrando do cheiro deles.
Isso virou rotina. Eu espiava todas as noites. Eles fodiam quase todo dia. Às vezes Marcos comia Thiago. O cu de Thiago era mais apertado, rosado, com pelos finos e escuros. Quando o pau grosso de Marcos entrava, a pele esticava, o anel se abrindo, engolindo. Eu via o volume sumir, os ovos baterem, o gozo escorrer depois. Às vezes eles se chupavam de quatro, um engolindo o pau do outro, os dedos nos cus, a saliva e o pré-gozo misturados. O cheiro impregnava o quarto. Suor, sexo, gozo seco nos lençóis.
Eu ficava cada vez mais encucado. No trabalho, pensava neles e me odiava. No carro, masturbava lembrando e depois sentia nojo de mim mesmo. Em casa, inventava desculpas para passar perto do quarto. Uma tarde, encontrei uma cueca de Marcos no banheiro. Estava manchada de gozo seco e de um cheiro forte de cu. Eu levei pro meu quarto. Cheirei. O odor ácido, masculino, me fez duro imediatamente. Chupei o tecido, o gosto salgado e amargo na língua. Masturbei com a cueca no rosto até gozar nela. Depois fiquei olhando a cueca suja na minha mão e vomitei no banheiro. O gosto de bile misturado com o gosto de gozo ainda na boca.
Eles perceberam que eu sabia. Não disseram nada. Mas começaram a deixar a porta mais aberta. Uma noite, Marcos me olhou direto enquanto Thiago o chupava. Os olhos escuros, a boca entreaberta, o gemido mais alto de propósito. Eu fiquei no corredor, o pau na mão, masturbando na frente deles. Thiago virou o rosto e sorriu com a boca cheia de pau. Depois engoliu mais fundo. Eu gozei olhando nos olhos do meu filho. E no segundo seguinte quis sumir da face da terra.
Na noite seguinte, eu entrei.
Eles estavam na cama de Marcos. Pelados. O corpo de Marcos suado, o peito peludo brilhando, o pau duro e grosso apontando pro teto. Thiago de quatro em cima dele, a bunda levantada, o cu já aberto e molhado de saliva. Eu fechei a porta atrás de mim. O cheiro era forte: suor, sexo, o odor doce do pré-gozo. Minha mão tremia na maçaneta. Eu sabia que se desse um passo a mais, não teria volta. Eu sabia que estava prestes a foder os meninos que eu criei. O peito doía. O pau estava duro demais pra pensar direito.
— Pai… — Marcos falou, a voz rouca.
Eu tirei a camisa. O peito peludo, o pau já duro, a cabeça vermelha e molhada. Aproximei. Cada passo era uma traição. Thiago olhou pra trás, os olhos escuros, a boca entreaberta. Eu passei a mão na bunda dele. A pele quente, firme, a fenda úmida. O dedo médio encontrou o cu e entrou fácil. Quente, apertado, escorregadio. Thiago gemeu e empurrou para trás. Eu pensava: eu estou com o dedo no cu do menino que eu criei. Eu o ensinei a amarrar o cadarço. E agora o dedo está dentro dele.
Marcos se levantou, ajoelhou na minha frente e engoliu meu pau. A boca quente, a língua larga, a garganta se abrindo. Ele chupava fundo, o nariz nos meus pelos, o som molhado. Eu senti os dentes de leve, a saliva escorrendo pelos ovos. Enquanto isso, enfiei dois dedos no cu de Thiago, abrindo, sentindo o calor interno. Depois alinhei o pau. A cabeça pressionou o anel. Empurrei. O cu se abriu, engoliu, apertou. Quente. Apertado. Molhado. Entre até o fundo. Os ovos bateram na bunda dele. Thiago gemeu alto, a testa no peito de Marcos.
Eu fodi. Estocadas longas e profundas. O pau saindo brilhando de saliva e do lubrificante natural dele, entrando de novo. O som molhado, carnudo. A bunda de Thiago tremia a cada estocada. O suor escorria pelas minhas costas, pingava no corpo dele. E enquanto eu enfiava, a voz na cabeça não calava: você está fodendo seu filho. Você está gozando dentro do menino que você criou. Marcos se levantou, se posicionou na frente do irmão e enfiou o pau na boca de Thiago. Agora eu comia o cu enquanto Thiago engolia o pau do irmão. O trio de sons: pele batendo em pele, chupada molhada, gemidos abafados.
Troquei. Marcos de quatro, a bunda aberta, o cu rosado e já um pouco folgado de tanto ser comido. Eu cuspi e enfiei. O aperto era diferente, mais quente ainda. Fodi fundo, segurando as nádegas, abrindo. Thiago se ajoelhou na frente e chupou os ovos de Marcos enquanto eu comia. Depois se posicionou e Marcos engoliu o pau dele. O ritmo ficou selvagem. Suor escorrendo, o cheiro de sexo impregnando o ar quente do quarto, o gosto de pele salgada quando eu beijava o pescoço de Marcos. Eu beijava o pescoço do meu filho de sangue enquanto o pau estava dentro do cu dele. A vergonha e o tesão se misturavam até ficar impossível separar.
Eu gozei primeiro. O corpo travou, o pau latejou, o jato quente encheu o cu de Marcos. Continuei fodendo enquanto gozava, empurrando o esperma para dentro. Quando tirei, o gozo escorreu branco e grosso, desceu pelos ovos, pingou no lençol. Thiago imediatamente passou a língua, chupou o cu de Marcos, engolindo meu gozo misturado com o sabor do irmão. Marcos gemeu e gozou na boca de Thiago, o jato forte, o corpo tremendo. Thiago engoliu tudo, depois se levantou e se masturbou rápido, o pau longo e duro, a cabeça roxa. Gozou no peito peludo de Marcos, os jatos brancos caindo nos pelos escuros, escorrendo.
Ficamos os três na cama, suados, ofegantes. O cheiro de gozo, suor e sexo era quase solidificado. Eu passei a mão no peito de Marcos, sentindo o esperma grudado nos pelos. Thiago se aproximou e beijou minha boca. O gosto de gozo e de saliva. A língua dele era quente, insistente. Depois Marcos beijou também. Três bocas se encontrando, o gosto salgado e amargo de todos nós. Eu beijava meus filhos com o gosto do meu próprio gozo na boca deles. E o peito doía tanto que eu quase não conseguia respirar.
Daquela noite em diante, não tinha mais porta fechada. Eu entrava quando queria. Às vezes acordava no meio da madrugada e ia para o quarto deles. Encontrava os dois enroscados, o pau de um na boca do outro, ou um dormindo com o pau ainda dentro do cu do outro. Eu entrava na cama, o corpo quente deles me recebendo. Chupava um enquanto o outro me comia. Ou os dois me chupavam juntos, as línguas se encontrando na minha glande, a saliva escorrendo pelos ovos. Eu fodía um e depois o outro, o gozo escorrendo de um cu para o outro. O som de pele, o cheiro de suor fresco, o gosto de gozo na boca, a visão dos corpos musculosos e peludos se movendo, o toque da pele quente e úmida.
Mas depois, quando o tesão baixava, a culpa vinha como uma onda. Eu ficava deitado entre eles, olhando pro teto, o coração apertado. Eu tinha acabado de gozar dentro do meu filho. Eu tinha acabado de beijar a boca do menino que eu criei. Eu os tinha visto nascer, crescer, tropeçar, chorar. E agora eu os tinha dentro de mim e eu dentro deles. Às vezes eu saía da cama no silêncio, ia pro banheiro e vomitava. O gosto de gozo ainda na língua misturado com a bile. Às vezes eu ficava no chuveiro até a água ficar fria, tentando lavar o cheiro deles da pele. Nunca saía.
Uma manhã, depois de uma noite inteira, eu estava deitado entre eles. Marcos com a cabeça no meu peito, Thiago com a mão no meu pau ainda semi-duro. O sol entrava pela janela. O cheiro de sexo ainda impregnava os lençóis. Eu olhei para os dois. Meu filho de sangue e o filho que eu criei. Os corpos adultos, suados, satisfeitos. O pau de Marcos ainda molhado de saliva, o de Thiago ainda brilhando de gozo. Eu passei a mão na bunda de cada um, os dedos encontrando os cus ainda abertos e escorregadios.
Não tinha mais volta. Eu sabia. Eu tinha cruzado uma linha que não se cruza. Eu era o pai. Eu os tinha criado. E agora eu os tinha fodido. O peso ficava no peito o tempo todo, pesado, constante. E mesmo assim, quando Thiago se mexeu e o pau dele roçou na minha coxa, eu já estava duro de novo. Porque o tesão não ligava pra culpa. E a culpa não conseguia matar o tesão. Eu estava preso entre os dois. E eu não queria sair.

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Comentários


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claudiofloripabi Comentou em 03/11/2026

Que história mais gostosa me deixou de pau duro.




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Ficha do conto

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thiagop

Nome do conto:
Carlos e os filhos

Codigo do conto:
276313

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/11/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
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