Nicolas Ferreira amando ser encoxado


Nikolas sentiu o calor do corpo atrás de si antes mesmo de virar o rosto. Em meio à multidão apertada de um evento em Belo Horizonte, o segurança particular — quase 1,90 m, ombros largos, colete tático preto — se posicionava exatamente onde precisava. A mão grande e calejada pousava na cintura dele “para guiá-lo”, mas o toque demorava um segundo a mais do que o necessário. O quadril do homem se encaixava no seu. Uma encoxada firme, deliberada, que fazia o tecido da calça social pressionar a bunda de Nikolas com uma insistência que não tinha nada de profissional.
Na primeira vez, ele pensou que fosse acidente. A multidão empurrava, o segurança puxava, e o corpo grande se colava por trás. Nikolas sentiu o volume duro, quente, esfregar devagar contra a curva da sua bunda. Um segundo. Dois. Três. A respiração quente no pescoço. Ele engoliu em seco, o rosto esquentando sob as luzes das câmeras. O segurança murmurou baixo, só para ele ouvir:
— Fica quieto, deputado. Eu te protejo.
A voz era grave, controlada. A mão apertou um pouco mais a cintura. A encoxada se repetiu, mais lenta, como se o homem estivesse se acomodando. Nikolas sentiu o pau do segurança crescer contra ele, e o próprio corpo reagiu traidoramente. O sangue desceu rápido. Ele apertou a mandíbula e continuou sorrindo para os apoiadores, enquanto o volume atrás se esfregava em círculos curtos, precisos, testando.
Aquela noite, no hotel, Nikolas tentou dormir e não conseguiu. O corpo ainda vibrava com a memória daquele atrito. Ele se tocou pensando no segurança — no cheiro de suor e cologne barata, na forma como o homem o segurava como se fosse dono. Gozo rápido, sujo, e a vergonha veio depois. Mas no dia seguinte, quando o segurança abriu a porta do carro e se posicionou atrás dele no elevador lotado, a mão voltou à cintura. O corpo se colou. Outra encoxada. Mais longa. Nikolas sentiu o pau duro do homem pressionar exatamente no meio da sua bunda, e dessa vez o segurança não disfarçou. Ele se moveu, um vaivém quase imperceptível, enquanto as portas do elevador fechavam.
— Senhor… — Nikolas começou, a voz baixa.
— Shhh. — O segurança falou no ouvido. — Multidão. Eu preciso ficar perto.
O elevador parou em outro andar. Mais gente entrou. O segurança se apertou ainda mais. O pau dele, agora completamente duro, se encaixou perfeitamente na fenda da bunda de Nikolas através das calças. Ele empurrou uma vez, firme. Nikolas mordeu o lábio por dentro. O corpo todo arrepiou. A encoxada se prolongou enquanto o elevador subia, o homem respirando pesado no seu pescoço, o quadril se movendo em movimentos curtos e controlados. Quando as portas abriram no andar do evento, o segurança deu um último empurrão, demorado, e depois se afastou como se nada tivesse acontecido.
Isso virou padrão.
Em cada aglomeração, em cada corredor apertado, em cada momento em que a “segurança” exigia proximidade, o homem se colava. Nikolas começou a reconhecer o ritual. A mão na cintura. O corpo se aproximando por trás. O volume duro encontrando a bunda. O esfregar lento, quase inocente no começo, depois cada vez mais explícito. Em um evento ao ar livre, com a multidão empurrando de todos os lados, o segurança o segurou pelas laterais do corpo e se encaixou por completo. O pau dele, agora sem disfarce, se esfregava de cima a baixo na curva da bunda de Nikolas, enquanto o homem falava no rádio como se estivesse apenas fazendo o trabalho.
Nikolas sentia o próprio pau endurecer dentro da calça social. A vergonha e o desejo se misturavam. Ele era o deputado, o homem público, o rosto da direita jovem. E ali estava, sendo encoxado repetidamente pelo próprio segurança em plena vista de dezenas de pessoas, ninguém notando o que realmente acontecia. O atrito era constante. O homem usava a desculpa da proteção para se esfregar com vontade. Às vezes a mão descia um pouco mais, apertando a lateral da coxa. Outras vezes os dedos escorregavam para a frente, “ajustando” o colete, mas roçando de leve a virilha de Nikolas.
Uma tarde, em Brasília, depois de uma sessão tensa, eles ficaram sozinhos no elevador de serviço. As portas fecharam. O segurança não esperou. Empurrou Nikolas contra a parede de metal, o corpo inteiro se colando por trás. A encoxada veio forte, sem disfarce. O pau duro se esfregou com força na bunda, uma, duas, três vezes, enquanto a mão grande subia pela camisa social e apertava o peito de Nikolas por cima do tecido.
— Você gosta disso — o segurança falou baixo, a voz rouca. — Toda vez que eu faço, você fica duro. Eu sinto.
Nikolas tentou falar, mas a boca só soltou um gemido abafado quando o homem empurrou com mais força. O elevador subia devagar. O segurança se moveu contra ele com ritmo deliberado, o volume grosso esfregando exatamente onde Nikolas mais sentia. A mão desceu, abriu o cinto da calça social com prática e enfiou os dedos por dentro da cueca. Apertou o pau já completamente ereto de Nikolas, enquanto continuava se esfregando por trás.
— Continua andando como se nada estivesse acontecendo — murmurou. — Quando a porta abrir, ninguém vai saber que eu acabei de te encoxar até quase gozar.
Nikolas tremia. O elevador parou. O segurança tirou a mão, ajustou a própria calça e se posicionou atrás dele de novo, como se fosse apenas o profissional de sempre. As portas abriram. Nikolas saiu com as pernas moles, o pau ainda duro, a bunda latejando com a memória do atrito.
A partir daí, as encoxadas ficaram mais ousadas. Em um corredor do Congresso, entre uma votação e outra, o segurança o puxou para um nicho escuro e se esfregou nele por longos minutos. A mão por dentro da calça, masturbando Nikolas enquanto o próprio quadril se movia em círculos lentos e sujos. Nikolas gozou na mão do homem, engasgado, o corpo todo tremendo. O segurança limpou os dedos na própria calça e sussurrou:
— Próxima vez eu quero sentir você gozar enquanto eu enfio.
Nikolas não conseguiu responder. Só assentiu, o rosto quente, o corpo ainda pulsando.
Em uma viagem de carro entre eventos, com o motorista na frente e o vidro fechado, o segurança sentou no banco de trás ao lado de Nikolas. A mão desceu imediatamente. Abriu o zíper, tirou o pau dele e começou a masturbar com a mesma mão que segurava a arma no colete. Ao mesmo tempo, se inclinava e encoxava o lado da coxa de Nikolas com o volume duro, o atrito constante e descarado. Nikolas gozou de novo, abafando o gemido no ombro do homem. O segurança lambeu os dedos limpos e sorriu de lado.
— Você é viciado nisso agora. Toda vez que a multidão aperta, você procura o meu corpo por trás.
Era verdade. Nikolas começou a notar que, em qualquer aglomeração, o corpo dele buscava automaticamente a proximidade do segurança. A encoxada se tornou o ritual secreto. Em um comício lotado, o homem se posicionou atrás e se esfregou por quase quinze minutos seguidos, o pau duro e quente se movendo contra a bunda de Nikolas enquanto ele discursava. Ninguém via. Ninguém sabia. Só eles dois. O atrito lento, constante, quase hipnótico. Nikolas sentia o pré-gozo molhando a cueca enquanto falava de valores e família no microfone.
Uma noite, depois de um evento em hotel, o segurança acompanhou Nikolas até o quarto “para checar a segurança”. A porta fechou. Em segundos, Nikolas estava de frente para a parede, as mãos abertas contra ela, a calça puxada até as coxas. O segurança se encaixou por trás, o pau agora livre, grosso e quente, se esfregando entre as nádegas nuas. Não penetrou ainda. Só se esfregava, o pau deslizando para cima e para baixo na fenda, o pré-gozo molhando a pele. As mãos grandes apertavam a cintura de Nikolas, controlando o ritmo.
— Quantas vezes eu já te encoxei essa semana? — perguntou, a voz baixa e suja. — Perdi a conta. Você fica tão molhadinho toda vez.
Nikolas só conseguia gemer. O atrito ficou mais rápido. O segurança se esfregava com vontade, o pau grosso pressionando a entrada, mas sem entrar. Só a promessa. Só o esfregar quente e sujo. Quando Nikolas estava prestes a gozar, o homem parou, virou ele e o empurrou de joelhos. O pau grande e veiado apareceu na frente do rosto. Nikolas abriu a boca sem pensar. Chupou com fome, enquanto o segurança segurava a cabeça e fodia a boca com o mesmo ritmo das encoxadas anteriores.
Depois, o homem o jogou na cama de bruços. Finalmente penetrou. Lento no começo, depois fundo e forte. Cada estocada lembrava as encoxadas públicas — o mesmo ângulo, a mesma pressão, só que agora sem roupa no meio. Nikolas gozou gritando no travesseiro, o corpo inteiro contraído. O segurança gozou dentro, profundo, o quadril colado como se ainda estivesse “protegendo” em meio à multidão.
A partir daquela noite, as encoxadas públicas ficaram ainda mais intensas. O segurança sabia que Nikolas agora esperava. Em cada elevador, em cada corredor, em cada momento de apertão, o corpo se colava e o pau duro se esfregava com intenção clara. Às vezes a mão entrava por baixo da camisa. Outras vezes o homem sussurrava no ouvido quantas vezes já tinha gozado pensando naquela bunda enquanto fazia a segurança.
Nikolas nunca pediu para parar. Cada encoxada era um segredo sujo entre eles, um ritual que acontecia sob os olhos de centenas de pessoas e ninguém via. O deputado que discursava sobre pureza e valores era o mesmo que, minutos depois, se deixava ser encoxado até quase gozar em público pelo homem que deveria apenas protegê-lo.
E o segurança nunca falhava. Sempre atrás. Sempre perto. Sempre se esfregando exatamente onde Nikolas mais precisava.
Na noite da apuração, o clima no comitê era pesado. As telas mostravam os números fechando e Flávio Bolsonaro perdendo a eleição. O silêncio se espalhou pelo salão. Algumas pessoas choravam baixinho, outras só olhavam para o chão. Nikolas estava ali, de terno escuro, o rosto sério, cumprimentando aliados com aquele aperto de mão firme que já era marca registrada.
O segurança ficou atrás dele o tempo todo.
Quando a confirmação oficial apareceu nas TVs e a derrota se tornou fato, a multidão se apertou um pouco mais ao redor dos principais nomes. Nikolas deu um passo à frente para falar com um assessor, e o corpo do segurança veio logo atrás, colado. A mão grande desceu até a cintura dele, firme, e o quadril se encaixou. Uma encoxada lenta, quase imperceptível no meio do tumulto. O volume duro pressionou a bunda de Nikolas por alguns segundos a mais do que o necessário.
Nikolas não se mexeu. Continuou olhando para as telas, o rosto impassível, enquanto o pau do segurança se esfregava devagar contra ele, escondido pela multidão e pelo caos da derrota alheia. O homem inclinou a cabeça e falou baixo, só para ele ouvir:
— Continua de pé, deputado. Eu tô aqui atrás.
Nikolas engoliu em seco. O corpo já respondia, o sangue descendo, a calça apertando. Em meio à decepção geral, ao barulho das conversas baixas e ao peso da noite, o ritual continuava. O segurança se esfregou mais uma vez, firme, e depois se afastou só o suficiente para parecer profissional de novo.
Nikolas ficou ali, parado, sentindo o resto do atrito ainda latejando na bunda, enquanto as telas repetiam os números da derrota de Flávio. O mundo lá fora seguia, a política seguia, a noite seguia.
E o segurança, como sempre, ficava atrás.
Foto 5 do Conto erotico: Nicolas Ferreira amando ser encoxado


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Ficha do conto

Foto Perfil thiagop
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Nome do conto:
Nicolas Ferreira amando ser encoxado

Codigo do conto:
276007

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
31/10/2026

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