Thiago no barbeiro que atende em casa



Thiago chegou no prédio um pouco antes da hora marcada. Quarta-feira, meio da tarde, sol forte batendo na calçada. Tinha marcado o retoque depois de ver o perfil do barbeiro num grupo de indicação. O cara atendia no próprio apartamento, dizia a mensagem. Mais prático. Sem fila. Sem gente em volta.
Subiu de elevador. O corredor era silencioso. Bateu na porta.
Rafael abriu. Regata cinza justa, short branco, boné pra frente. Olhos escuros que passaram rápido por Thiago, de cima a baixo, antes do sorriso curto.
— Pode entrar.
O apartamento era pequeno, limpo, cheiro de produto de cabelo misturado com um perfume leve. Uma cadeira no meio da sala, espelho na parede, mesa com as ferramentas já organizadas. Luz natural entrando pela janela.
Thiago deixou a mochila no canto e se sentou quando o barbeiro apontou. A toalha branca já estava no encosto. A camiseta larga que ele tinha escolhido escorregou um pouco no ombro. Não ajeitou.
Rafael se posicionou atrás. Pegou o pente. As mãos grandes pousaram na cabeça de Thiago pela primeira vez. Firmes. Quentes. Passaram pelo cabelo sentindo o comprimento, a direção. O toque demorou mais do que o necessário pra só medir.
Thiago fechou os olhos um segundo. Já estava imaginando. Já tinha imaginado no caminho. O que aquele cara fazia com os clientes que vinham no meio da semana. Se a escolha de atender em casa não era só praticidade. Se o apartamento vazio, a porta fechada, a falta de testemunhas não abria espaço pra outras coisas.
A tesoura começou a trabalhar. Barulhinho seco. O pente deslizando. O corpo de Rafael perto o suficiente pra Thiago sentir o calor.
Aí veio a mala.
Rafael se afastou um momento pra pegar a máquina na mesa. A mala preta estava no chão, perto da cadeira. Quando ele voltou, o volume da mala encostou na lateral da perna de Thiago. Quase sem querer. Um toque rápido, firme, que pressiona a coxa por um segundo.
Thiago sentiu. O formato. O peso. Não era só tecido. Tinha volume. E o contato veio exatamente na altura em que a imaginação já estava trabalhando.
Ele não se afastou.
Deixou.
Rafael pareceu não notar. Ou fingiu. Continuou o movimento, se posicionando de novo atrás da cadeira. Dessa vez o corpo dele ficou mais perto. A parte da frente do short roçou de leve nas costas da cadeira, e depois, num ajuste de postura, encostou na lateral do quadril de Thiago.
Outro contato. Mais demorado.
Thiago respirou fundo. Não se mexeu pra frente. Ficou exatamente onde estava. Deixou o volume pressionar de leve contra ele. De propósito. O coração acelerou. A cabeça já estava longe.
Imaginava o que o barbeiro estava sentindo. Se tinha notado que o cliente não se afastou. Se o “quase sem querer” tinha virado teste. Se aquele volume na mala e agora no short era resposta.
Rafael continuou cortando. Os dedos voltaram à nuca. O polegar passou logo abaixo da orelha, mais firme. O corpo dele se inclinava um pouco mais a cada ajuste. O short encostava de novo. Dessa vez não era a mala. Era ele.
Thiago sentiu o formato com clareza. Quente. Pressionando de leve contra a lateral do quadril e depois, num movimento de se aproximar pra cortar a franja, roçando a parte de trás da cadeira de um jeito que chegava nele.
Ele não disse nada. Não se afastou. Só deixou os ombros relaxarem um pouco mais, como se estivesse se acomodando. O contato continuou. Rafael não recuou.
O silêncio ficou pesado. Só o som da tesoura e da respiração dos dois.
Thiago olhava o reflexo no espelho. Via o braço do barbeiro. Via a regata colada. Via o jeito que o corpo dele se inclinava. E sentia, a cada segundo, o volume pressionando de propósito agora. Não era mais acidente. Os dois sabiam.
A imaginação de Thiago corria solta. Pensava no que aconteceria se o corte terminasse e Rafael não se afastasse. Se as mãos descessem do cabelo pro pescoço de verdade. Se o corpo continuasse colado. Se o volume ficasse ali, firme, esperando uma reação.
Ele sentia o próprio corpo reagir. O sangue subindo. A respiração mudando. Mas ficava quieto. Só deixava acontecer. Só permitia o encoxar lento, disfarçado de ajuste de posição.
Rafael passou a máquina na lateral. A vibração chegou junto com outro roçar do corpo. Mais perto. Mais claro. O short encostava e demorava. O volume pressionava a curva do quadril de Thiago por segundos longos demais pra ser coincidência.
Thiago fechou os olhos. Deixou a sensação entrar. O calor. A pressão. O cheiro do perfume do barbeiro misturado com o produto de cabelo. A mão grande ainda na cabeça, os dedos se mexendo devagar enquanto o resto do corpo fazia o resto.
Não era só um retoque. Já não era.
O apartamento estava silencioso. A porta trancada. A quarta-feira lá fora continuava normal. Lá dentro, Thiago sentia o volume do barbeiro encoxando ele de propósito e não fazia nada pra parar.
Só respirava. Só deixava. Só imaginava até onde aquilo podia ir quando a tesoura parasse de vez.
Thiago deixou a mão cair ao lado da cadeira, bem aberta, a palma virada para fora, os dedos ligeiramente curvados. Não foi um gesto óbvio. Só um posicionamento lento, como se estivesse se acomodando melhor. O dorso da mão ficou exatamente na altura em que o short de Rafael vinha roçando.
Rafael notou. O movimento da tesoura desacelerou por um segundo. Depois ele se aproximou de novo, o corpo inclinando mais. O volume quente e firme passou a pressionar a palma aberta de Thiago. Não foi mais de lado. Foi de frente. O tecido fino do short branco deixava o formato claro, quente, pesado.
— Fica quietinho… — murmurou Rafael, a voz baixa, perto da orelha de Thiago. — Assim fica mais fácil de eu trabalhar direito.
Ele se mexeu um pouco, ajustando o próprio corpo. A mão livre desceu por um instante, por dentro do short, e Thiago sentiu o volume se reposicionar. Mais grosso. Mais alinhado. Agora o pau do barbeiro encaixava perfeito na curva da mão dele, a cabeça pressionando a base dos dedos, o comprimento inteiro roçando devagar a cada leve movimento de postura.
Rafael voltou a cortar, mas o corpo não se afastou. Continuava colado. O short escorregava de leve a cada vez que ele se inclinava pra frente, e o pau duro ia e vinha na mão de Thiago, esfregando com uma lentidão deliberada.
— Tá bem posicionado aí… — disse Rafael, quase num sopro. — Do jeito que eu gosto. Não precisa mexer. Eu ajeito o que precisa.
A pressão aumentou. Ele empurrou o quadril um pouco mais, fazendo o volume se enterrar na palma aberta. O calor atravessava o tecido. Thiago sentiu a veia latejando contra os dedos. Não fechou a mão. Só deixou. Só recebeu.
Rafael passou a máquina na lateral de novo, e o movimento fez o pau deslizar de cima a baixo na mão de Thiago, firme, quente, insistente.
— Relaxa o ombro… — continuou, a voz carregada de duplo sentido. — Assim eu chego mais fundo. Fica melhor pra todo mundo.
O contato não parava. O short já estava um pouco úmido no ponto em que o volume pressionava. Rafael se inclinava cada vez mais, o peito quase colado nas costas de Thiago, o pau enfiado na mão aberta como se fosse o lugar natural dele.
— Tá sentindo como encaixa bem? — perguntou baixo, o polegar ainda na nuca de Thiago, acariciando a pele. — Quando a gente deixa no lugar certo… fica redondo. Sem pressa.
Thiago só respirou fundo, os olhos semicerrados no espelho. Via o reflexo do braço de Rafael, a regata colada no peito, o short branco esticado na frente. E sentia, na palma, o peso quente sendo empurrado de propósito, ajeitado, enfiado com calma.
Rafael deu mais um leve empurrão com o quadril, o pau deslizando inteiro na mão de Thiago, a cabeça grossa pressionando a base dos dedos.
— Isso… — murmurou, quase sorrindo. — Deixa eu trabalhar. Eu sei exatamente onde colocar.
A tesoura continuava. O silêncio do apartamento só era quebrado pelo som metálico e pela respiração dos dois. E pelo atrito lento, molhado, deliberado do volume do barbeiro se esfregando na mão aberta do cliente, sem nenhuma pressa de parar.
Rafael terminou o corte com movimentos lentos, quase cerimoniosos. A máquina passou uma última vez nas laterais, a tesoura aparou a franja com precisão, e os dedos grandes penteavam o cabelo de Thiago enquanto o volume no short continuava pressionado contra a mão aberta dele. O contato não havia diminuído. Pelo contrário. A cada ajuste final, o pau grosso e quente se esfregava com mais intenção, deixando um rastro úmido no tecido fino.
— Pronto — murmurou Rafael, a voz rouca. — Ficou limpo. Agora levanta.
Thiago abriu os olhos. O espelho mostrava o cabelo curto, bem feito, e o corpo do barbeiro colado atrás dele. Rafael já tinha a mão livre no próprio short, puxando a cintura para baixo. O tecido deslizou pelas coxas musculosas. O pau saltou para fora, pesado, semi-duro ainda, mas já impressionante.
Era grande. Grosso. A pele bronzeada, as veias salientes pulsando ao longo do comprimento. A cabeça rosada e brilhante, já úmida de pré-gozo. O cheiro subiu imediatamente: um odor masculino forte, de suor limpo misturado com o perfume leve que Rafael usava, e por baixo disso o aroma quente e salgado da pele íntima, aquele cheiro denso que só aparece quando um homem está excitado de verdade.
Rafael segurou a base com a mão direita e deu dois puxões lentos, engrossando ainda mais. A cabeça inchou, a fenda se abriu um pouco, soltando uma gota transparente que escorreu pela glande.
— Ajoelha — ordenou, sem pressa, mas com autoridade. — Aqui. Na minha frente.
Thiago desceu da cadeira. Os joelhos tocaram o piso frio do apartamento. O cheiro ficou mais forte agora, tão perto. Rafael avançou um passo, o pau balançando bem na altura da boca de Thiago. A cabeça quente roçou os lábios dele.
— Abre.
Thiago abriu a boca. A glande entrou primeiro, quente, lisa, com o gosto salgado e levemente amargo do pré-gozo. Rafael empurrou devagar, deixando o comprimento ir entrando centímetro por centímetro. A espessura esticava os cantos da boca de Thiago. A língua sentia as veias latejando por baixo da pele quente. O cheiro invadia as narinas: suor, pele, aquele odor masculino denso que fazia a cabeça girar.
Rafael gemendo baixo, as mãos grandes descendo para segurar a cabeça de Thiago.
— Isso… engole. Vai fundo.
Ele empurrou mais. A cabeça bateu no fundo da garganta. Thiago engasgou, os olhos marejaram, mas não se afastou. O gosto ficou mais intenso: salgado, quente, com um fundo levemente metálico. A saliva escorria pelos cantos da boca, misturando-se ao pré-gozo. Rafael começou a se mover, curtos empurrões, o pau grosso entrando e saindo, esticando os lábios, enchendo a boca por completo.
O cheiro se intensificava a cada movimento. Quando Rafael puxava para fora, a saliva brilhava no comprimento inteiro, e o odor quente subia direto. Quando empurrava de novo, a cabeça batia fundo, e Thiago sentia o gosto mais forte, quase grosso na língua. As bolas pesadas bateram no queixo. Rafael segurava firme, os dedos entrelaçados no cabelo curto que acabara de cortar.
— Olha pra mim — mandou.
Thiago levantou os olhos. Viu o peito marcado pela regata, o abdômen tenso, o olhar escuro e fixo. Rafael sorriu de lado e empurrou até o fundo outra vez, segurando lá por alguns segundos. A garganta de Thiago se contraiu em volta do pau. Lágrimas escorreram. Quando Rafael soltou, um fio grosso de saliva e pré-gozo caiu do queixo de Thiago até o chão.
— Bom menino — murmurou. — Agora levanta. Vira de costas. Apoia as mãos na cadeira.
Thiago obedeceu. As pernas tremiam. O pau dele estava duro dentro da calça, latejando. Rafael puxou o short e a cueca de Thiago para baixo de uma vez só. O ar frio tocou a pele nua. Depois veio o toque quente: os dedos grandes separando as nádegas, o polegar pressionando o centro fechado.
— Relaxa — disse Rafael, a voz baixa. — Eu vou entrar devagar. Mas vai doer no começo.
Ele cuspiu na mão e espalhou a saliva quente no buraco de Thiago, massageando em círculos. Depois posicionou a cabeça grossa ali. A pressão começou. Quente. Firme. Inexorável.
Thiago sentiu o anel se abrir aos poucos. A dor veio afiada, uma queimação intensa que subiu pela coluna. Ele gritou.
— Porra…!
Rafael não parou. Empurrava com paciência, a cabeça entrando centímetro por centímetro. O pau era grosso demais. Cada veia que passava esticava mais. Thiago apertou as mãos no encosto da cadeira até os nós dos dedos ficarem brancos. A dor latejava, quente, profunda.
— Respira — ordenou Rafael. — Empurra pra fora. Deixa eu entrar.
Thiago obedeceu. O anel cedeu mais um pouco. A cabeça inteira entrou de uma vez. A dor explodiu, aguda, e ele gritou de novo, a voz alta no apartamento silencioso.
— Caralho… é grosso demais…
Rafael segurou os quadris dele com as duas mãos e empurrou o resto. Lento. Contínuo. O comprimento inteiro foi sumindo dentro de Thiago. A sensação de ser preenchido era absurda: quente, pesada, invadindo tudo. Quando as bolas bateram contra ele, Thiago gritou mais alto, a dor misturando-se a um prazer sujo que começava a nascer por baixo.
Rafael ficou parado um momento, deixando o corpo de Thiago se acostumar. O pau latejava lá dentro, cada pulsação ecoando. Depois começou a se mover. Curtos empurrões no começo. A cada entrada a dor afiava de novo, e Thiago gemia e gritava, a voz quebrada.
— Porra… porra… dói…
— Eu sei — respondeu Rafael, a voz rouca. — Mas você tá pegando tudo. Olha como tá engolindo.
Ele aumentou o ritmo. O pau grosso entrava e saía com mais força. O atrito queimava. O cheiro de sexo começou a preencher o ar: suor, saliva, o odor masculino do pau de Rafael misturado ao cheiro mais íntimo de Thiago. Cada estocada fazia a cadeira ranger. A pele batendo na pele ecoava no apartamento.
Thiago gritava a cada vez que a cabeça grossa passava pelo ponto mais sensível. A dor ainda estava lá, latejando, mas o prazer vinha em ondas quentes, subindo pela barriga, apertando os testículos. As pernas tremiam. A saliva escorria do queixo. O pau dele batia contra a própria barriga, pingando pré-gozo no chão.
Rafael se inclinava sobre ele, o peito colado nas costas, o hálito quente na orelha.
— Grita mais — murmurou. — Quero ouvir.
E empurrou fundo. O pau sumiu até o fundo. Thiago gritou alto, a voz rachando entre dor e prazer. As unhas arranharam o encosto da cadeira. O corpo inteiro tremia.
Rafael começou a foder de verdade. Estocadas longas e profundas. O pau grosso saía quase todo e entrava de uma vez, esticando, queimando, enchendo. O som era molhado agora, o lubrificante natural misturado à saliva fazendo um barulho obsceno a cada movimento. O cheiro ficou mais forte: suor dos dois corpos, o odor denso do sexo, a pele quente.
Thiago não conseguia mais formar palavras. Só gritava. Cada estocada arrancava um gemido alto, uma interjeição quebrada. A dor ainda latejava nas bordas, mas o prazer dominava o centro, uma pressão quente e constante que fazia as pernas fraquejarem.
Rafael segurou o cabelo curto de Thiago e puxou a cabeça para trás, forçando o arco das costas. O ângulo mudou. O pau bateu mais fundo, mais certeiro. Thiago gritou de novo, a voz alta e descontrolada.
— Caralho… aí… porra…
Rafael acelerou. O quadril batia com força. O som da pele ecoava. O cheiro de sexo impregnava o ar quente do apartamento. O pau de Thiago latejava, quase no limite, sem nem ter sido tocado.
Rafael sentiu o corpo dele apertar. Empurrou fundo e segurou lá, o pau latejando dentro.
— Vem — ordenou. — Goza com meu pau dentro.
Thiago gritou uma última vez quando o orgasmo bateu. O corpo inteiro se contraiu. O pau jorrou no chão, espesso, quente, enquanto o anel apertava o comprimento grosso que ainda estava enterrado nele. As ondas vinham fortes, cada uma arrancando outro gemido rouco.
Rafael não esperou. Voltou a foder, agora sem freio, buscando o próprio alívio. As estocadas ficaram curtas e rápidas. O pau latejava. O cheiro de gozo se misturou ao resto. Ele enterrou fundo e gemeu alto quando veio, o corpo tenso, o pau pulsando enquanto esvaziava dentro de Thiago, quente, espesso, enchendo.
Os dois ficaram parados. Só a respiração pesada preenchia o silêncio. O pau de Rafael ainda latejava lá dentro, o gozo escorrendo devagar pelas coxas de Thiago, quente e viscoso.
Rafael saiu com cuidado. O vazio veio de imediato. Thiago sentiu o corpo tremer, as pernas fracas, o buraco latejando, aberto, sensível. O cheiro de sexo estava em tudo: na pele, no ar, nas mãos.
Rafael passou a mão grande pelas costas dele, um toque quase carinhoso depois de tanta intensidade.
— Ficou bom o corte — disse, a voz ainda rouca. — E o resto também.
Thiago não respondeu. Só respirou. O corpo ainda sentia cada centímetro que havia sido preenchido, o gosto salgado ainda na boca, o cheiro masculino impregnado na memória. O apartamento continuava silencioso. A quarta-feira lá fora seguia normal. Lá dentro, o ar ainda cheirava a sexo e a suor.
Foto 1 do Conto erotico: Thiago no barbeiro que atende em casa


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario afonso15pinto

afonso15pinto Comentou em 25/09/2026

O meu barbeiro em Madrid também me come ... Já o contei aqui. Tem o meu voto




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


273088 - Thiago bebendo mijo - Categoria: Gays - Votos: 4
272987 - O borracheiro que joga Xadrez - Categoria: Gays - Votos: 6
271666 - Rubens no bar cruising - Categoria: Gays - Votos: 4
271036 - Caio, o porteiro mijão - Categoria: Gays - Votos: 25
270343 - Rivaldo judiando do gordo - Categoria: Gays - Votos: 5
269943 - Rivaldo encochando o gordo - Categoria: Gays - Votos: 3
269399 - Thiago no banheiro do centro - Categoria: Gays - Votos: 8
269304 - Thiago e o cavalo - Categoria: Gays - Votos: 4
269013 - Como me tornei privada humana - Categoria: Gays - Votos: 13
268929 - Thiago levando DP - Categoria: Gays - Votos: 7
268901 - Thiago dando uma rapidinha no mato - Categoria: Gays - Votos: 5
268754 - Gerson no trabalho - Categoria: Gays - Votos: 5
268696 - Os cachorros do mendigo - Categoria: Gays - Votos: 7
268263 - Geraldo e o cavalo - Categoria: Gays - Votos: 4
267187 - Dinho e os pedreiros - Categoria: Gays - Votos: 8
266966 - João, cadela incestuosa - Categoria: Zoofilia - Votos: 6
266095 - A cadela da minha enteada - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
265802 - Vicente, o pedreiro - Categoria: Gays - Votos: 10
265708 - Brasil Japão e a aposta de cu - Categoria: Gays - Votos: 12
265527 - Usando uma linda calcinha - Categoria: Gays - Votos: 2
265385 - Jefferson, o cara q trabalha comigo - Categoria: Gays - Votos: 6
265182 - Raquel e os Elders - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
265054 - Lia, Clara, as ondas e o mar — extendido - Categoria: Lésbicas - Votos: 3
264989 - Bebendo mijo e fodendo na sauna - Categoria: Gays - Votos: 11
264882 - Brasil X Haiti e o viadinho - Categoria: Gays - Votos: 8
264857 - Cadela boca de privada - Categoria: Gays - Votos: 9
264799 - João, puta, cadela e agora incestuoso - Categoria: Gays - Votos: 5
264745 - Marquinhos sendo marcado - Categoria: Gays - Votos: 6
264687 - Destruindo luizinho - Categoria: Gays - Votos: 13
264611 - Pedrinho Paulo e a vingança - Categoria: Gays - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil thiagop
thiagop

Nome do conto:
Thiago no barbeiro que atende em casa

Codigo do conto:
273146

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/09/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1