Thiago com a garganta destruída


Thiago abriu o Grindr pela terceira vez em menos de dez minutos. O dedo tremia levemente sobre a tela enquanto o perfil de César voltava a carregar. Trinta e dois anos. Um metro e oitenta e cinco. Corpo definido, peito largo, ombros pesados. Nas fotos ele aparecia de camisa preta aberta, o peito à mostra, sudorese leve brilhando na pele sob a luz de algum bar. Em outras fotos usava um moletom cinza largo, o capuz parcialmente cobrindo o rosto, o volume grosso marcado na calça de moletom. A legenda era curta e direta: “Hoje. Eu e o amigo. Garganta. Sem frescura.”
Roberto aparecia nas fotos de grupo. Máscara parcial cobrindo a parte de baixo do rosto, boné preto puxado para a frente, olhos escuros e um sorriso torto que só se via nos cantos. Nas fotos sem rosto o pau dele era grosso, veias saltadas, a cabeça rosada e brilhante de pré-gozo. Thiago já tinha batido punheta duas vezes olhando aquelas imagens.
A mensagem chegou enquanto ele ainda estava com a mão na cueca.
César:
Ainda disponível?
Endereço: Rua das Palmeiras, 412, apto 703.
Sobe. A porta vai estar entreaberta.
Thiago respondeu só com um “tô saindo”. O coração batia tão forte que ele sentia o pulso no pescoço. Travou o apartamento, desceu de elevador e entrou no carro. O caminho de vinte minutos pareceu eterno. A excitação apertava a calça jeans, o pau já meio duro e sensível esfregando no tecido a cada solavanco. Ele relembrou as mensagens sujas que tinham trocado: César descrevendo como ia enfiar tudo até a base, Roberto falando que queria sentir a garganta de Thiago se fechando ao redor dele. Thiago tinha respondido com fotos da própria boca aberta, da língua esticada, do pau duro.
O prédio era antigo, de tijolo aparente e portaria simples. O porteiro nem levantou os olhos. Thiago subiu no elevador até o sétimo andar, o espelho refletindo o rosto já levemente suado. A porta 703 estava mesmo entreaberta. Ele empurrou devagar.
O cheiro o atingiu como um soco. Suor masculino pesado, pré-gozo, saliva seca e algo mais animal, quente, quase metálico. O apartamento era pequeno, limpo mas com cheiro de sexo recente. A luz amarelada de um abajur na sala vazava pelo corredor estreito até o quarto. César estava em pé perto da cama baixa, agora de regata amarela colada ao peito já suado e oleoso. O tecido molhado marcava os peitos, o volume enorme e grosso se projetava na bermuda preta. Roberto sentava na beira do colchão coberto por um lençol de pelúcia bege, máscara parcial no rosto, boné preto, a mão grande massageando o próprio pau por cima do short cinza. Os vinte centímetros dele já latejavam, a cabeça escapando pela barra da cueca.
César olhou para ele e sorriu de canto, os dentes brancos contrastando com a pele morena suada.
— Chegou. Fecha a porta.
Thiago fechou. O clique da fechadura soou alto no silêncio carregado. César se aproximou devagar, os tênis batendo no chão de madeira. Passou a mão pelo peito de Thiago por cima da camiseta preta, sentindo o coração disparado, e desceu até a calça jeans. Apertou o pau duro com força, o polegar esfregando a cabeça por cima do tecido.
— Olha isso… já veio preparado. Molhadinho.
Roberto se levantou atrás de Thiago. O corpo quente colou nas costas dele, o peito largo pressionando, o pau duro esfregando contra a bunda ainda vestida. A mão de Roberto desceu, abriu o botão da calça com calma e puxou o zíper. O jeans e a cueca desceram juntos até os tornozelos. O pau de Thiago saltou, grosso, vermelho, já pingando um fio transparente de pré-gozo que escorreu até o chão.
César tirou a própria bermuda e a cueca de uma vez. Os vinte e dois centímetros pesados balançaram, a cabeça rosada e brilhante, veias grossas pulsando ao longo do comprimento. Roberto fez o mesmo. O short caiu. O pau dele, um pouco mais curto mas mais grosso, latejava pesado, a cabeça já molhada. Os dois se aproximaram, um de cada lado de Thiago. César agarrou o queixo dele com a mão esquerda e o forçou a olhar para baixo, para os dois paus duros quase tocando o rosto.
— Ajoelha.
Thiago obedeceu. Os joelhos tocaram o lençol de pelúcia bege, o tecido macio e já um pouco quente. O cheiro ficou mais forte, quase sufocante. César passou a cabeça do pau pelos lábios de Thiago, deixando um fio grosso de pré-gozo brilhar na boca. Roberto fez o mesmo do outro lado, a pele quente e úmida deslizando pela bochecha.
— Abre.
Thiago abriu a boca. César empurrou devagar no começo, sentindo a língua quente e úmida se enrolar na cabeça, depois cravou mais fundo. A garganta de Thiago se fechou em reflexo. César gemeu baixo e empurrou até sentir a resistência. Roberto já estava ao lado, a mão grande no cabelo curto de Thiago, os dedos se entrelaçando nos de César. O quarto esquentava rápido. O suor escorria pelas costas de César, brilhando sob a luz amarela. A saliva já pingava do queixo de Thiago em fios longos e viscosos.
César segurou a cabeça de Thiago com as duas mãos, os dedos enterrados no cabelo, e empurrou até a base. O pau de vinte e dois centímetros sumiu por completo na garganta.
— Engole tudo — César rosnou, a voz baixa e rouca. — Não tem ar agora.
Cada empurrada fazia a garganta de Thiago se contrair em espasmos úmidos e desesperados. O som era obsceno: engasgos molhados, borbulhos profundos, carne batendo fundo contra a base da língua. A saliva jorrava em fios longos e viscosos, pingando do queixo até o peito de Thiago, formando poças no colchão, grudando na barba curta. Os olhos de Thiago lacrimejavam sem parar, as narinas dilatadas em busca de ar que quase não vinha. O peito ardia. O corpo inteiro tremia, os ombros sacudindo a cada engasgo.
César cravava até a base e segurava. A garganta se fechava ao redor dele como um anel apertado, apertando em reflexos desesperados. Só quando as lágrimas já escorriam misturadas à saliva, formando caminhos brilhantes nas bochechas, é que ele recuava o suficiente para deixar Thiago puxar um gole de ar ruidoso. Um segundo. Depois cravava de novo, mais fundo, mais forte. O engasgo era alto, quase um grito abafado. A saliva jorrava ainda mais, molhando o peito de César, escorrendo pelas costelas definidas, grudando na regata amarela já encharcada.
Roberto não esperou. Puxou a cabeça de Thiago para o lado com força e empurrou o próprio pau naquela boca já suja e dilatada. A língua saiu trêmula, lambendo a cabeça grossa antes de engolir tudo até a base. Agora os dois se revezavam com precisão cruel. Um empurrava a cabeça para baixo enquanto o outro fodia a garganta, forçando Thiago a engolir um atrás do outro sem descanso. A saliva escorria em quantidade absurda, cobrindo o rosto inteiro, a barba, o pescoço, o peito. O nariz de Thiago escorria. Os olhos estavam vermelhos e inchados.
— Isso… engole os dois — César murmurou, a mão ainda no cabelo, a voz baixa e satisfeita. — Olha como ele sofre. Olha a cara dele.
Thiago sofria. A garganta estava vermelha, inchada, sensível demais. Cada centímetro era empurrado até o fundo, até a garganta se fechar completamente ao redor da base. Os engasgos se tornavam mais frequentes, mais desesperados, o corpo inteiro se contorcendo. A saliva virava uma pasta brilhante e grossa que cobria tudo. Mas as mãos não soltavam. Forçavam, apertavam, controlavam. César e Roberto se olhavam por cima da cabeça de Thiago, sorrisos tortos, gozando com a visão.
César puxou a cabeça de volta para si. Cravou até a base e segurou. Roberto passou a mão pelo pescoço de Thiago, sentindo o volume grosso por dentro, apertando levemente com os dedos. A saliva continuava a escorrer em fios longos, pingando no colchão já encharcado. O pau de Thiago, duro e abandonado entre as pernas, pingava pré-gozo sem parar, latejando, a cabeça vermelha e sensível.
Quando o orgasmo de César chegou, foi brutal. Ele agarrou a cabeça com as duas mãos, os dedos cravados no crânio, e empurrou até o fundo absoluto. Os jatos quentes e densos encheram a garganta de Thiago em pulsos fortes. Thiago engoliu o que conseguiu; o resto escapou pelos cantos da boca, misturando-se à saliva e escorrendo pelo pescoço em fios brancos e viscosos. César não saiu. Continuou cravado, sentindo cada contração da garganta enquanto o gozo o atravessava, os músculos do abdômen se contraindo.
Roberto não deu tempo. Puxou a cabeça com força e cravou o seu até o fundo. A boca ainda cheia do gozo de César engoliu o segundo pau grosso. Roberto fodia com o mesmo ritmo brutal, os dedos apertando o crânio, o boné preto deslocado. A saliva e o sêmen se misturavam, formando uma pasta brilhante e escorregadia que escorria pelo queixo, pelo pescoço, pelo peito. Thiago engasgava, os olhos vermelhos, o peito ardia de falta de ar. Cada empurrada fazia a garganta tremer e apertar ao redor do pau.
O segundo gozo veio ainda mais intenso. Roberto cravou fundo e jorrou direto na garganta, os jatos longos e quentes. Thiago engoliu o máximo que conseguiu; o resto escorreu pelos cantos da boca, misturando-se ao anterior, formando uma trilha branca que descia até o umbigo. O corpo dele tremia de exaustão e excitação, os joelhos escorregando no lençol encharcado.
César se ajoelhou atrás de Thiago, o peito suado e oleoso colado às costas dele, a regata amarela grudada. Deslizou a mão para baixo, envolvendo o pau molhado e latejante de Thiago. Começou a masturbá-lo com força, o polegar esfregando a cabeça sensível em círculos rápidos enquanto Roberto ainda segurava a cabeça, o pau semi-duro ainda na boca. Thiago gemeu pela primeira vez, um som rouco e quebrado, a boca aberta, a saliva e o gozo escorrendo juntos em fios longos.
— Agora é a sua vez — César murmurou no ouvido, a voz baixa e quente. — Vai gozar com a boca ainda suja dos dois. Quero ver você tremer.
A mão se movia rápido, apertando, torcendo, o polegar pressionando a fenda. Thiago arqueou as costas, o corpo inteiro se contraindo. O gozo veio em jatos longos e fortes, manchando o colchão, o peito, as mãos que ainda o seguravam. Ele tremeu por longos segundos, a boca aberta, tudo escorrendo pelo queixo e pingando no lençol encharcado. Os espasmos eram violentos, o pau latejando na mão de César até o último fio.
Quando parou, o corpo de Thiago estava mole, ofegante, coberto de suor, saliva e sêmen. César e Roberto ainda o seguravam, as mãos no cabelo, no pescoço, no peito. O quarto cheirava ainda mais forte — um odor denso de sexo, suor e gozo. O colchão estava encharcado, o lençol de pelúcia bege escurecido em várias manchas. A regata de César colada ao corpo como uma segunda pele. A máscara de Roberto ainda no rosto, o boné torto.
Ninguém falou por um tempo. Só a respiração pesada dos três e o pingar lento da saliva que ainda escorria do queixo de Thiago, formando uma pequena poça no lençol.
Depois, César puxou a cabeça dele para cima com cuidado, olhou nos olhos vermelhos e lacrimejantes, e disse, a voz baixa e satisfeita:
— Ainda não acabou.
E a mão dele desceu de novo, enquanto Roberto já se preparava para cravar mais uma vez naquela garganta destruída e dilatada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Thiago com a garganta destruída

Codigo do conto:
274440

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/10/2026

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