PACIENTE DE 16/.04.2006

O que vou passar a narrar aqui aconteceu numa manhã de segunda-feira por volta das 8:00h de um dia ensolarado do nosso Rio de Janeiro. Viajar nas conduções de uma grande cidade nem sempre é muito confortável, mas tem o seu lado bom. Aguardava o metrô em uma estação da Zona Norte, ali já costuma a chegar cheio, mas naquele dia estava anormal, mas tudo bem procurei um local e ali fiquei parado. Na próxima estação entrou mais gente inclusive uma magrinha morena com uma ótima aparência, de uns 26 anos, cabelos na altura dos ombros e um perfume enlouquecedor daqueles de deixar a pica latejando. Como sou educado e discreto sempre procuro não encostar em mulheres para evitar constrangimentos, mas com aquela foi inevitável. Com uma calça jeans colada ao corpo aproximou-se, virou de costas para mim e aos poucos foi encostando aquela bundinha delineada e gostosa em meu corpo. Meu caralho logo deu sinal de vida e foi enrijecendo, àquela altura ele já latejava de uma forma descontrolada, pressionei o meu corpo contra o dela que respondeu com uma gostosa e discreta rebolada e fazendo gestos de abano com a mão e suspirando como se estivesse com calor. Como o metrô estava lotado era impossível alguém imaginar que estávamos naquele sarro gostoso, encaixei o mastro negro no meio da bunda da morena e fiquei num vai e vem e cada estação enchia mais a composição. Que delícia! Perguntou-me se desceria na próxima, disse a ela que desembarcaria na estação da Uruguaiana e para minha surpresa aquele também era o seu destino. Como tenho facilidade em puxar assuntos, ao descer comentei sobre a lotação e a convidei para um lanche antes de iniciar o expediente. Quando ouvi aquela voz dizendo sim o meu corpo arrepiou, pois ali surgia a oportunidade de foder com a dona daquela bundinha pequena e arrebitada. Trabalhávamos próximos, trocamos telefone. No almoço liguei e marcamos na Cinelândia, um local movimentado do centro do Rio de Janeiro. Depois de uns petiscos e um bom vinho ela se soltou e começou a comentar que havia sentido algo duro em suas nádegas no metrô e que seria maravilhoso sentir e pegar nele fora da calça. Fiquei em estado de choque como um cavalo no cio, pegamos um táxi e partimos para o motel mais próximo, na Lapa. Ao chegarmos ela agarrou-me e beijou-me de forma calorosa pegando no meu caralho com força dizendo que queria ele dentro da boceta. Tirei a roupa e quando a Adina viu o caralho pulsando pegou-o e começo a admirar, lamber a cabeça, sugava com força, ora engolia o caralho, ora chupava as bolas, a sensação era maravilhosa. Tirei suas roupas, ela usava uma calcinha com aroma de uva, aquilo era sensacional, estava realmente preparada e disposta a foder naquele dia. Iniciei um gostoso oral naquela boceta melada e cheirosa, a safada se contorcia, urrava de prazer, segurava a minha cabeça e dizia que estava gostoso. Suguei aquele grelo gostoso da forma como gostoso e não demorou a morena anunciar o gozo em meus lábios ficando de quatro em seguida. Coloquei o preservativo e meti a rola naquela boceta apertada, que delícia, um vai e vem alucinador, dava tapas naquela bunda, passava o dedo polegar naquele cuzinho raspado que não parava de piscar, aquilo era um convite. Tirei da xota, salivei o cuzinho da Adina e como meu cacete é cabeçudo foi difícil colocar para dentro, forcei um pouco para o pau entrar, a morena gemia alto, uma junção de dor e prazer, comecei a meter com força enquanto tocava em seu grelo, ela dizia para não parar que estava gostoso. Sua voz aumentava a minha excitação e era quase impossível controlar o gozo aquela altura. Anunciei o gozo e ela pediu para beber meu leite, sentou-se na cama e começou a mamar com maestria e delicadeza, que mamada gostosa. Gozei urrando, muita porra na garganta de Adina que engoliu tudo sem desperdiçar nenhuma gota e abrindo a boca para amostrar que realmente gostava de beber o néctar do prazer. Ficamos na cama por alguns minutos sorrindo daquela situação gostosa que por mim duraria a noite toda, mas ela precisava partir, já passava das 23:00h, trocamos uns beijos e ela prometeu ligar. Liguei no dia seguinte, mas só dava caixa postal e assim por mais alguns dias entendi que Adina gosta mesmo é de aventuras passageiras, nada além de um momento de prazer, mas para mim foi maravilhoso ter aquela morena em meus braços e sentir o aroma daquela boceta que não sai mais do meu pensamento.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
PACIENTE DE 16/.04.2006

Codigo do conto:
71710

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/10/2015

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