Estava de férias em Caminha, sentado sozinho num bar, a saborear a minha cerveja merecida. Observava sem intenção, apenas para ocupar o tempo, os vultos nas outras mesas. Até que o olhar se fixou no fundo: duas mulheres. Uma loira, outra morena. Rostos luminosos, corpos desenhados para o pecado. Reparava nelas, e via que não era o único, todos os olhares se voltavam para aquele par. Ia desviar-me quando a mesa delas estremeceu e a cerveja voou em todas as direcções, inclusive para cima de mim. Irritado, pronto para protestar, dei por mim a ser interrompido pela loira, que se inclinava, pedindo desculpa e tentando limpar-me a camisa. O perfume dela misturado com o álcool derramado fez-me sorrir em vez de resmungar. Logo o empregado trouxe outra garrafa, oferecida pela morena, que ria com gosto do meu estado. Fui agradecer-lhe pessoalmente, e não saí mais daquela mesa. Entre brindes e gargalhadas, a loira juntou-se de novo, cada passo dela era acompanhado pelo balançar hipnótico do rabo preso na saia curta. Apresentações, beijos no rosto, conversa solta. Num momento de descuido, deixei escapar que estava encharcado em cerveja. A solução veio rápida: “Vem connosco, vivemos aqui perto.” Aceitei sem pensar. O apartamento era acolhedor, e as duas puseram-me à vontade. Um copo, outro, e a conversa deslizou para provocações e insinuações. A loira, malandra, pegou numa garrafa vazia e sugeriu um jogo da verdade, quem mentisse, despia-se. A morena hesitou, dizia estar só com um vestido, mas entrou na brincadeira. As perguntas foram ficando atrevidas, e depressa a roupa escasseou. A loira, de calcinha apenas, revelava uns seios firmes, uma cintura estreita, um rabo de sonho. A morena, nua, mostrava um corpo voluptuoso, seios cheios, ventre liso e coxas que pediam mãos. Sobrou-me a nudez total, e elas ficaram encantadas ao ver o meu pau já rijo. Sem demora, ajoelharam-se, partilhando-o entre as duas bocas. A morena chupava a glande com força, enquanto a loira lambia-me os colhões e gemia de tesão só pelo acto de partilhar aquela carne. Puxei a loira para cima, despi-lhe a calcinha com os dentes e percorri-lhe o corpo com a língua, demorando-me no cuzinho apertado antes de lhe mergulhar a boca na cona encharcada. Tremia e suplicava mais, enquanto a morena a excitava ainda mais, esfregando-lhe o clitóris e lambendo o meu pau ao mesmo tempo. Logo trocaram posições. A morena ficou de quatro, abriu-se para mim e eu caí-lhe de língua no cu e na cona, alternando, até ela quase gritar que queria ser fodida. Enfiei-lhe o pau de uma só vez. Ela arqueou, gemendo, pedia-me mais fundo, mais bruto. A loira assistia, dedo no cu, dedo na cona, excitada, até que a puxei para junto de mim e enfiei-lhe a língua, chupando-lhe o grelo enquanto fodía a amiga. A morena, num frenesim, pediu-me no cu. Encapei o pau e fui devagar, a cabeça a forçar passagem, até ceder. Entrou e ela gritou, mas logo depois rebolava contra mim, alternando dor e prazer. A loira beijava-lhe a boca, chupava-lhe os gemidos, lambia-lhe as lágrimas. Quando senti o orgasmo a subir, arranquei a camisinha e pus-me diante das duas. Elas ajoelharam, disputando cada gota, lambendo-se mutuamente, como cadelas famintas de porra. Fomos os três para o banho, corpos colados, beijos demorados. A loira, então, confessou entre risos: “Estou cheia de ciúmes… a minha amiga foi enrabada e eu não.” Não precisei de convite duas vezes: virei-a de quatro e fodi-lhe o cuzinho até me vir de novo, ouvindo os gritos abafados dela contra o vidro embaciado da casa de banho. Foi uma noite única, irrepetível. Mas ficou-me gravada como tatuagem, duas mulheres maravilhosas, cúmplices, que me levaram a experimentar o excesso da carne como nunca antes.
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