Um Encontro Proibido: Fogo na Família!

O sol da manhã de domingo entrava tímido pelas frestas da persiana, tingindo o quarto de Nathalia com listras douradas e quentes. O ar ainda carregava o cheiro doce de sono, misturado ao perfume residual de baunilha do sabonete que ela usara na noite anterior. Quando a campainha tocou, Nathalia desceu as escadas descalça, o piso frio arrepiando a sola dos pés, o shortinho de algodão cinza colado nas coxas grossas e a camiseta larga caindo de um ombro, deixando à mostra a pele morena e macia.
Reny estava na porta, camiseta regata preta grudada no peito suado do trabalho matinal, cheiro de suor limpo e perfume amadeirado invadindo o ar assim que ele entrou.
“Bem dia, mana. Tava fazendo serviço aqui pertinho e resolvi passar pra tomar uma água”, disse ele, voz grave, já com aquele tom que misturava brincadeira e desejo.
“Oi, mano, entra… vem na cozinha”, respondeu ela, sentindo o coração acelerar só de ouvir a voz dele ecoar pela casa vazia.
Na cozinha, o geladeira abriu com um suspiro frio. Nathalia se inclinou para pegar a garrafa, o short subindo e revelando a curva generosa da bunda. Reny não disfarçou o olhar.
“Quer gelada ou natural?”
“Pode ser gelada, irmãzinha”, ele murmurou, os olhos fixos na pele arrepiada que o ar-condicionado da geladeira provocava nas coxas dela.
Ele bebeu devagar, o pomo de adão subindo e descendo, enquanto observava Nathalia se mexer pela cozinha. O silêncio era quebrado apenas pelo zumbido da geladeira e pela respiração um pouco mais pesada dos dois.
“A bonita acordou agora, foi?” ele provocou, corrigindo logo em seguida com um sorriso safado: “Bonita**.”
“Sim, rsrs. Acabei de levantar”, ela respondeu, passando a mão pelos cabelos bagunçados, o movimento fazendo a camiseta subir e mostrar um pedaço da barriga macia.
“Percebi, kkk. Não muda o costume, né, Nathinha? Gosta de exibir esse rabão.”
Antes que ela pudesse retrucar, Reny deu um passo à frente. A palma da mão grande e quente acertou com força a nádega direita dela. O estalo ecoou alto na cozinha silenciosa, seguido de uma onda quente de ardência que subiu pela pele e se concentrou direto entre as pernas. Nathalia soltou um “Aiiii” misturado com riso, o corpo estremecendo inteiro.
“Kkk, não mudo. Obrigada, mano”, ela disse, mordendo o lábio inferior, os olhos brilhando. “E você não para de ser sem vergonha, né?”
“Affs, como é que a pessoa não fica sem vergonha diante de tantas mulheres lindas na família? Kkkk”, ele respondeu, aproximando-se mais. O calor do corpo dele a envolvia como uma manta invisível. “Cadê o maridinho?”
“Foi trabalhar já. Só pensa em dinheiro… e deixa minha bucetinha passando fome”, confessou ela, a voz saindo mais rouca do que pretendia.
O papo fluiu entre risadas e provocações até que o clima mudou de vez. Reny a abraçou por trás, o peito duro colado nas costas dela, o pau já semi-duro pressionando contra a curva da bunda. As mãos grandes desceram, agarraram as nádegas com força, apertando a carne macia até os dedos afundarem. Outro tapa, mais forte, mais seco. A ardência se espalhou como fogo líquido, fazendo a bucetinha pulsar e começar a umedecer.
“Amo piroca”, ela sussurrou, rebolando devagar contra ele.
“Esse rabo merece é pica, irmã, não brinquedo”, ele rosnou no ouvido dela, o hálito quente roçando a nuca.
De repente ele a pegou no colo como se ela não pesasse nada. Nathalia envolveu as pernas na cintura dele, sentindo o volume duro roçar exatamente onde ela mais precisava. O caminho até o quarto foi rápido; o colchão rangeu quando ele a jogou na cama.
“Fica de quatro pro seu irmão, fica”, ordenou, voz baixa e carregada.
Ela obedeceu na hora, subindo na cama, empinando a bunda alta, as costas formando um arco perfeito. O short já estava encharcado na virilha. Reny puxou a calcinha de lado com um dedo, o tecido molhado fazendo um som úmido ao ser afastado. O ar fresco tocou a bucetinha exposta, arrepiando toda a pele. Ele passou a ponta dos dedos devagar pelo grelinho inchado, sentindo o calor e a umidade escorrendo.
“Ahhhhhhhhhhhhhhhhh”, ela gemeu longo, o corpo inteiro tremendo.
“Toma mais tapa, toma”, ele disse, e a mão caiu pesada bem em cima da bucetinha aberta. O choque foi elétrico: ardência misturada com prazer, fazendo os lábios incharem ainda mais. Ele alisou o clitóris em círculos lentos, depois enfiou o dedo médio devagar, sentindo as paredes quentes e meladas se contraírem ao redor dele.
“Ahhhhhhhhhhhh… para, manooo… minha bucetinha tá piscando e babando…”
Ele abaixou o rosto, o nariz roçando a pele quente da nádega. Primeiro uma lambida longa, da entrada até o grelinho, saboreando o gosto salgado e doce do tesão dela. Depois a língua entrou, grossa e quente, fodendo devagar enquanto o polegar pressionava o clitóris em movimentos circulares.
Nathalia empurrava o quadril para trás, querendo mais, o corpo suado brilhando sob a luz da manhã. O cheiro de sexo já tomava o quarto inteiro: almíscar feminino, suor, saliva.
“Me come, mano… pfv… preenche essa bucetinha com seu pau…”
Reny se ajoelhou atrás dela, abriu o zíper do short de trabalho, a cueca caiu junto. O pau saltou, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele esfregou a glande quente e úmida na entrada melada, subindo e descendo pela fenda, batendo de leve no clitóris, provocando.
“Aiiii… mete, mano, mete… não aguento mais…”
Ele encaixou só a cabeça, parando ali, sentindo a bucetinha dela morder a glande em espasmos ansiosos. Deu um tapa forte na nádega esquerda, depois na direita, o som ecoando junto com os gemidos dela.
Então, num movimento firme e lento, socou tudo de uma vez. O pau grosso abriu caminho, esticando as paredes quentes e molhadas até o limite. Nathalia gritou, o corpo inteiro convulsionando, as unhas cravadas no lençol.
“Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh… me comeeeeeeeeeee… soca esse pau em mim… fode tua putinha, mano…”
Ele começou devagar, tirando quase todo e voltando com força, cada estocada fazendo as bolas baterem contra o clitóris inchado. O som molhado da carne contra carne preenchia o quarto, misturado aos tapas ritmados na bunda vermelha e aos gemidos roucos dela.
“Que bucetinha gostosa… quente… apertada…”, ele grunhia, acelerando o ritmo.
Nathalia rebolava, empinando mais, querendo sentir cada centímetro. O suor escorria pelas costas dela, pingando no colchão. O cheiro de sexo ficava mais forte, mais animal.
“Aiiii… vou gozar, manooo… aiiiiiiiiii…”
“Rebola e goza, sua cachorra… goza na rola do teu irmão…”
O orgasmo veio como uma onda violenta. A bucetinha se contraiu em espasmos ritmados, apertando o pau dele com força, escorrendo mel grosso pelas coxas. Ela gritava, tremia, as pernas quase cedendo.
Reny não parou. Continuou socando forte, sentindo as paredes dela pulsarem ao redor dele.
“Toma… toma… vooou gozaaar…”
Ele grunhiu alto, o corpo inteiro tenso, e então explodiu dentro dela. Jatos quentes e grossos enchendo a bucetinha, transbordando, escorrendo pelas coxas enquanto ele ainda metia devagar, prolongando o prazer dos dois.
“Ahh… enchendo essa bucetinha de porra… toma, toma…”
Eles caíram juntos na cama, ofegantes, suados, colados. O cheiro de sexo impregnado no ar, o gosto salgado na boca dela quando ela virou o rosto e o beijou devagar. O pau dele ainda semi-duro dentro dela, pulsando de leve, pingando os últimos fios de porra.
“Isso foi gostoso demais…”, ela sussurrou, a voz rouca.
“Se depender de mim, venho aqui todos os dias alimentar essa bucetinha, mana. Você é gostosa demais.”
“Vou te esperar todas as manhãs… menos sexta, que vem a empregada.”
Ele riu baixo, beijando o pescoço suado dela, sentindo o cheiro doce misturado ao cheiro de sexo.
“Então me espera, sua gostosa. Vou fazer questão de vir sempre.”
E assim, entre lençóis amarrotados, corpos ainda quentes e o sol subindo lá fora, o pacto secreto da família ganhou mais um capítulo — molhado, ardente e inesquecível.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um Encontro Proibido: Fogo na Família!

Codigo do conto:
251780

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/01/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
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