Pastor pacato consola fiel desolada!

A casa de Lilian ficava numa rua tranquila de Inhambupe, no interior da Bahia, onde o sol do fim da tarde transformava tudo em tons de laranja e ouro. Era uma residência modesta, com paredes externas pintadas de um azul desbotado pelo tempo, um pequeno jardim na frente repleto de hibiscos vermelhos e um portão de ferro rangente que se abria para um quintal sombreado por uma mangueira centenária. Dentro, o ar era denso com o cheiro de feijão cozinhando no fogão, misturado ao perfume suave de lavanda do incenso que ela acendera mais cedo para acalmar os nervos. O ventilador de teto zumbia preguiçosamente na sala de estar, espalhando uma brisa morna que mal aliviava o calor úmido de janeiro.
Lilian, aos 35 anos, andava de um lado para o outro no piso de cerâmica fria, o vestido floral leve colando à pele suada, os seios fartos balançando livremente sem sutiã, os mamilos endurecidos roçando no tecido fino e enviando arrepios pelo corpo. Seu cabelo castanho ondulado caía solto pelos ombros, e ela mordia o lábio inferior, ansiosa. Havia conversado com Renato online pela manhã, o pastor da Casa do Oleiro, e algo na voz dele – grave, confiante, com um sotaque baiano que a fazia tremer – a convencera a convidá-lo para uma "conversa espiritual" em pessoa. "Venha, pastor. Sinta-se em casa. Tem minha permissão", dissera ela, o coração acelerado.
O som da campainha tocou como um sino do destino. Lilian ajeitou o vestido, sentindo a umidade entre as coxas aumentar só de pensar nele. Abriu a porta, e lá estava Renato: alto, ombros largos, pele morena brilhando de suor sob a camisa preta justa, desabotoada o suficiente para revelar o peito musculoso coberto por pelos escuros. Seus olhos castanhos a devoraram de cima a baixo, um sorriso malicioso nos lábios cheios. Ele carregava uma Bíblia velha na mão, mas o volume na calça jeans já denunciava intenções menos santas.
— A paz do Senhor, irmã Lili — disse ele, a voz rouca ecoando no ar quente, enquanto entrava sem esperar convite formal. Fechou a porta atrás de si com um clique firme, o cheiro dele – uma mistura de colônia amadeirada, suor fresco e algo primal – invadindo o espaço dela como uma onda.
Lilian engoliu em seco, o corpo reagindo instantaneamente: os mamilos endurecendo mais, a buceta pulsando devagar, um fio de excitação escorrendo pela parte interna da coxa. — A paz, pastor Renato. Que bom que veio. Entre, por favor. Quer um café? Ou água? — Ela gesticulou para o sofá, as mãos tremendo ligeiramente.
Ele se sentou devagar, as coxas grossas se abrindo na poltrona, o volume na calça se destacando ainda mais. — Um café seria bom, minha filha. Mas antes, vamos conversar. Você disse que tá mais ou menos, né? Me conta o que aflige essa alma pecadora.
Lilian serviu o café com mãos nervosas, o vapor subindo e embaçando o ar entre eles. Sentou-se ao lado dele, mais perto do que o necessário, sentindo o calor do corpo dele irradiar. — É o casamento, pastor. Meu marido... ele não me satisfaz. Eu tenho desejos da carne que não consigo controlar. Eu traio ele, pastor. Traio com qualquer um que me dê o que eu preciso. Semana passada, foi com um estranho no ônibus... eu me sinto uma puta suja, mas não consigo parar.
Renato ouviu em silêncio, os olhos fixos nos dela, uma mão pousando casualmente na coxa dela por cima do vestido. O toque era elétrico, enviando faíscas direto para o clitóris inchado dela. — Entendo, Lili. Você tá tomada por um espírito de luxúria. Mas ninguém é perfeito. Me conta mais: o que ele não faz que você deseja tanto? O que te faz ceder ao pecado?
Ela corou, mas o calor entre as pernas a impulsionava. — Tudo, pastor. Ele é básico, só mete rápido e acaba. Eu quero ser usada de verdade. Quero chupar um pau grosso até engasgar, quero ser fodida como uma vadia, com tapas na bunda, cuspidas na cara, ser chamada de cachorra enquanto rebolo numa rola dura. Meu marido não faz nada disso. Eu preciso de um homem que me arrebente, que me faça gozar gritando como a puta que eu sou.
As palavras saíram num jorro, obscenas e desesperadas, fazendo a buceta dela escorrer mais, molhando a calcinha fina. Renato sorriu, a mão subindo devagar pela coxa dela, os dedos roçando a borda da calcinha. — Poxa, minha filha... isso é grave. Mas eu tô aqui pra ajudar. Talvez eu possa te mostrar o caminho da redenção... ou da satisfação. Você disse pra eu me sentir em casa, né? Tô com uma tentação aqui que pode te curar.
Ele se levantou devagar, desabotoando o cinto com um som metálico que ecoou na sala silenciosa. Baixou a calça e a cueca, revelando o pau já semi-duro: grosso como um punho, veias salientes pulsando sob a pele morena, a cabeça inchada e vermelha brilhando com uma gota de pré-gozo. O cheiro forte de macho encheu o ar, almiscarado e inebriante. Lilian ofegou, os olhos vidrados no membro que balançava na frente do rosto dela.
— Nossa, pastor... que pauzão delicioso. Grosso, veiudo... eu quero essa rola pra mim. Me usa como sua putinha, por favor. Eu permito tudo.
Renato riu baixo, segurando a base do pau e aproximando da boca dela. — Vem cá, Lili. Abaixa e lambe a cabecinha. Mostra pro seu pastor como você é uma chupadora safada.
Lilian caiu de joelhos no tapete áspero, as mãos envolvendo o pau quente, sentindo as veias latejarem contra as palmas. Lambeu devagar, a língua plana subindo da base até a glande, coletando o pré-gozo salgado que explodiu em sua boca como néctar proibido. — Mmm... que gosto de pica suada, pastor. Abre minha boquinha e fode ela como uma buceta. Me faz engasgar nessa rola grossa.
Ele obedeceu, segurando a cabeça dela e empurrando devagar, esticando os lábios vermelhos ao redor da circunferência. Lilian gemeu, a boca cheia, saliva escorrendo pelos cantos enquanto ele começava a socar: devagar no início, depois mais fundo, a glande batendo na garganta. O som úmido – glup, glup – misturava-se aos gemidos abafados dela. — Isso, pastor... soca fundo nessa garganta de vadia. Me faz babar como uma cachorra no cio.
Renato puxou para fora, o pau brilhando de baba, e bateu com ele na cara dela: pá, pá, pá. — Toma, sua putinha imunda. Cachorra safada. — Cuspiu na boca aberta dela, o cuspe quente escorrendo pela língua. — Engole, vadia.
Lilian engoliu, os olhos lacrimejando de prazer. — Mais, pastor. Bate mais nessa cara de puta. Cuspe na minha boca de novo. Eu sou sua escrava sexual, me humilha.
Ele deu mais tapas, depois a virou de quatro no sofá, empinando a bunda redonda. Rasgou a calcinha com um puxão, expondo a buceta inchada e escorrendo, os lábios rosados brilhando de tesão. Esfregou a cabeça do pau na entrada, sentindo o calor úmido. — Onde você quer essa rola, Lili? Fala sujo, sua vadia.
— Na minha bucetinha molhada, pastor. Mete essa pica grossa e me fode como uma prostituta barata. Arrebenta minha xota, me faz gritar.
Ele enfiou devagar, centímetro por centímetro, as paredes apertadas se abrindo e o engolindo. Lilian gritou: — Aiii, que pauzão delicioso... tá me rasgando, pastor.— Ela começou a rebolar, os quadris girando em círculos lascivos, o pau roçando no ponto G. — Isso, me enche toda. Dá tapa nessa bunda de puta.
Renato deu tapas fortes, a pele avermelhando: estalo, estalo. Puxou os cabelos dela como rédeas e começou a bombar: estocadas brutas, o saco batendo no clitóris inchado. — Toma, sua cachorra. Recebe essa rola santa na sua buceta pecadora.
Lilian berrava: — Fode mais forte, pastor! Acaba com essa xota sedenta por pica. Me chama de vadia, me bate... aiii, que delícia de foda. Não para, me arrebenta até eu gozar como uma porca.
Ele metia alucinado, suor pingando, os corpos colidindo em sons obscenos. — Goza, sua vagabunda imunda. Molha meu pau com teu gozo de puta.
O orgasmo veio violento: Lilian convulsionou, a buceta apertando ritmadamente, jorrando quente pelas coxas. — Aiiii, caralho! Tô gozando, pastor! Gozando nessa rola grossa... porra, que foda insana!
Renato continuou por segundos, depois puxou e gozou na boca aberta dela: jatos quentes, densos, enchendo a língua e escorrendo pelo queixo. Lilian engoliu, lambendo os lábios: — Delícia de porra quente, pastor. Volta amanhã pra me foder de novo?
— Volto, minha filha. Pra te curar dessa luxúria... ou te afundar nela.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pastor pacato consola fiel desolada!

Codigo do conto:
251805

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/01/2026

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