Segredo em Família: Minha Cunhada na Fatal Model

Fala, meus lindos e lindas! Tudo bem com vocês?
Recebi esse relato real bem quente diretamente de um seguidor meu. Ele me mandou o texto completo junto com fotos reais. Mudei os nomes e a cidade pra proteger a privacidade de todo mundo. No relato, ele vira “Paulo” e eu vou contar como se fosse ele na primeira pessoa.

Eu estava casado com a Nádia há 5 anos e a gente vivia como um casal bem feliz. Eu tinha 33 anos, ela 32. A irmã mais velha da Nádia, Marcela, 38 anos, já era casada há mais de 10 anos e mãe de duas menininhas (7 e 4 anos na época).
Marcela sempre foi aquele tipo de mulher tranquila, “bem-casada”, chefe de enfermagem, que tratava a gente super bem… Mas tinha uns seios grandes que ela gostava de realçar com decotes discretos, cabelo longo e aquele jeitão meio mandão quando falava com as filhas — pra ser sincero, dava medo. O marido dela, Samir, era gente boa demais, gerente de vendas, daqueles que todo mundo gosta. Todos morávamos na cidade de ITU-SP.

Numa quarta-feira, durante o jantar, a Nádia me soltou a bomba:
— Amor, vou precisar viajar com a empresa de novo, tudo bem?

Ela era representante de marketing de uma empresa de eventos e a firma ia cobrir um evento grande no Nordeste por 15 dias. A correria, o cansaço e o estresse do dia a dia estavam ferrando nossa vida sexual naquele período… Eu não procurava ela, ela não me procurava, o sexo tinha virado quase uma obrigação esquecida.
— De novo, Na? Seu chefe não dá uma paz pra você, nem férias… Mas tudo bem, quando você voltar a gente já programa nossas férias direitinho — respondi, já meio chateado, porque era a segunda viagem dela no mesmo mês.
— Se precisar almoçar ou qualquer coisa, pede pra Marcela… Já deixei ela avisada — disse a Nádia, enquanto terminava de comer.
— Mas ela não ta de cabeça cheia por conta que o Samir perdeu o emprego faz 3 meses e agora estão com dificuldades financeiras? Lembra que eles pediram 10mil emprestado pra gente ? – perguntei pra ela.
— Ela disse que ta tudo bem...o Samir já está pra ser chamado no emprego novo melhor que o antigo e assim que receberem vão nos pagar. – Nadia me respondeu me aliviando sobre a questão financeira.

Na quinta na parte da tarde, Nadia pegou as coisas e foi pra capital pegar o voo com a empresa, pois, a matriz ficava na Zona Oeste da cidade de São Paulo. Eu estava trabalhando Home Office e comprei algumas cervejas para tomar a noite enquanto trabalhava. Quando a segunda lata abriu, já estava rolando aquele pensamento preguiçoso: “e se eu desse uma olhada naquele tal de Fatal Model que o pessoal do trampo vive comentando?”

Entrei no site da nossa região (Itu e arredores), filtrei por massagem tântrica — porque os caras juravam que era “outro nível”, relaxamento profundo, energia, essas coisas que a gente ouve e fica curioso. As fotos das garotas eram todas com rosto cortado ou de costas, padrão do site. Passei várias, algumas bem bonitas, corpos malhados, mas nada que me fizesse parar de verdade. Até que apareceu o anúncio dela.
“Manuella – Massagem Tântrica e Drenagem Energética – Itu e região”
Sem rosto na foto principal, só o corpo de lado, deitada de bruços numa maca, usando uma lingerie preta inteira de renda. Cabelo longo pintado de loiro solto pelas costas, pele morena clara, aqueles seios laterais escapando um pouco da posição, volumosos, exatamente o formato que eu conhecia muito bem. Um detalhe era que parecia que tinha um piercing na buceta dela.

O fundo da foto era o que me deu o primeiro choque: uma parede com papel de parede floral discreto, bege e vinho, e um quadro pequeno de paisagem pendurado — o mesmo quadro que ficava na sala do escritório da Marcela na casa dela. Eu já tinha visto aquele detalhe mil vezes quando eu e Nadia ia visitar Marcela e as filhas.

Passei pro anúncio completo. Mais fotos: uma de quatro, calcinha preta subindo, bunda empinada; outra sentada na maca com as pernas cruzadas, sutiã de renda deixando o decote generoso à mostra. Nada de rosto, mas o cabelo era idêntico — comprimento, cor, até o jeito que caía nas pontas. E a pulseira fina de prata no pulso esquerdo… porra, era a mesma que a Marcela usava sempre, aquela que a mãe dela deu de aniversario. Meu coração acelerou tanto que senti na garganta. Fechei o notebook na hora, levantei, dei uma volta pela sala. “Não pode ser, caralho. Impossível.” Mas a curiosidade já tinha me mordido forte. Abri de novo, coração na boca, e mandei mensagem pelo chat do site com o celular da empresa e perfil criado com uma foto aleatória:
“Boa noite, Manuella. Tudo bem? Vi seu anúncio e fiquei bem interessado na tântrica. Você atende em domicílio ou só no seu espaço? E qual o valor da sessão de 90 min?”

A resposta veio em menos de 5 minutos:
“Boa noite, gato ?? Tudo ótimo por aqui. Atendo em domicílio sim, com toda descrição. 90 min tântrica completa (com finalização inclusa se optar) R$ 450. Pode ser amanhã ainda se quiser, depois das 21h fico livre. Vou passar meu endereço.”

Eu fiquei uns bons 40 minutos andando de um lado pro outro na sala, suando frio, o celular na mão tremendo. A cabeça dava mil voltas : “É ela. Não é ela. É ela. Porra, e se for?”. Mas o tesão misturado com a adrenalina já tinha tomado conta. Eu me convenci que precisava ter certeza. Nem que fosse só pra ver de longe, confirmar que era coincidência e voltar pra casa rindo do absurdo. Ela mandou o endereço completo em menos de um minuto. Rua, número, bairro… Era exatamente a casa da Marcela e do Samir. Aquela mesma casa onde eu já tinha feito churrasco, brincado com as sobrinhas, tomado café na sala com a cunhada falando sobre a vida. Meu estômago revirou.

No dia seguinte (sexta-feira), trabalhei o dia inteiro em piloto automático. Às 20h45, tomei outro banho e saí de casa dizendo pra mim mesmo que ia só confirmar e ir embora se fosse ela. Cheguei lá às 21h28 e o carro do Samir não estava na garagem — ele tinha comentado com a gente que ia viajar pro interior pra tentar um contato de emprego novo, ficaria uns dias fora. As meninas provavelmente estavam na casa da avó (a mãe da Nádia e da Marcela), que morava perto e sempre pegava elas quando os pais precisavam. Toquei a campainha de leve e ela atendeu
— Quem é? — voz baixa, cautelosa.
— É… o Luiz. O cliente da mensagem de ontem — falei quase sussurrando, coração na boca.
Silêncio total do outro lado. Uns 8 segundos que pareceram 8 minutos. O portao abriu devagar. Era ela. Marcela. De roupão preto curto de cetim, cabelo solto, maquiagem leve mas sexy, batom vermelho discreto. Os olhos arregalados de choque absoluto. A mão na boca.
— Meu Deus… Paulo? — ela sussurrou, voz falhando. — O que… o que você tá fazendo aqui?

Eu não conseguia falar nada. Só olhava pra ela, pra pulseira no pulso, pro mesmo decote que eu via nas fotos, pros seios que agora estavam ali, reais, quase escapando do roupão mal amarrado.
— Eu… vim confirmar se era você. Não acreditei quando vi as fotos. O quadro, a pulseira… — gaguejei.
Ela olhou pros lados da rua, nervosa, puxou meu braço pra dentro e fechou o portão rápido.
— Entra, pelo amor de Deus, antes que alguém veja.

Fiquei parado na sala e tinha uma maca portátil montada no canto da sala, com lençol branco, óleos alinhados numa mesinha ao lado, luz baixa de abajur, música ambiente suave rolando no celular dela. Marcela cruzou os braços por cima do peito, tentando se cobrir mais, rosto vermelho de vergonha.
— Você não pode estar aqui, Paulo. Isso… isso é loucura. A Nádia… as meninas… meu Deus, eu vou morrer.
— Eu não vou contar pra ninguém. Juro. Eu só… precisava ver. Não vim pra te expor, nem pra te julgar. — Minha voz saiu mais baixa do que eu esperava. — Mas… por que? O Samir tá desempregado, vocês precisando de dinheiro… é isso?

Ela baixou a cabeça e respondeu:
— Sim. Três meses sem renda fixa. As contas atrasando, as meninas precisando de material escolar, dentista… Eu não queria pedir mais dinheiro pra vocês. Já devíamos os 10 mil. Comecei há dois meses, só atendendo uma ou duas vezes por semana. Só tântrica, sem nada além de… finalização manual. Nunca transei com cliente. Eu juro. — Você vai contar pra Nádia?
— Não. Nunca. Isso fica entre a gente. – acalmei ela
— Então… por que você veio mesmo? — perguntou. — Só pra confirmar?

Ela me olhou nos olhos pela primeira vez desde que entrei. Algo mudou na expressão.
— As fotos… mexeram comigo. Muito. Eu não consigo mentir e por curiosidade Mas nunca imaginei… - respondi pra ela
— Senta ali na maca — ela disse, apontando. — Se você veio até aqui… deixa eu fazer o meu trabalho. Pelo menos uma vez. Como cliente. Sem julgamento. Depois você vai embora e a gente finge que isso nunca aconteceu.

Meu pau já estava duro só de ouvir aquilo. Sentei na maca, ainda sem acreditar no que estava rolando.
Marcela pegou um óleo quente, passou nas mãos, se aproximou devagar.
— Deita de bruços primeiro. Relaxa. Eu cuido de você… cunhado.

Eu deitei de barriga pra cima na maca, só de cueca boxer preta que eu tinha colocado de propósito — fina o suficiente pra não esconder nada. E aí começou. As mãos dela deslizando pelas costas, ombros, descendo devagar. O toque era profissional, mas tinha algo a mais. Uma tensão elétrica no ar. Quando ela pediu pra eu virar de barriga pra cima, o roupão dela já tinha aberto bastante. Ela não fechou.
— Você tá bem tenso aqui embaixo, hein, cunhado… — murmurou ela fazendo seu trabalho — Relaxa… deixa a cunhadinha soltar essa energia toda.

Ela subiu mais, passou as mãos pela barriga, contornou o umbigo com os dedos, depois desceu de novo, roçando de leve a lateral da cueca. Meu pau já estava babando um pouco, marcando um ponto úmido no tecido. Ela sorriu de canto, e puxou a borda da cueca devagar pra baixo, liberando só a cabeça do meu pau. O ar fresco bateu e eu soltei um gemido baixo.
— Olha só… tem alguém acordada… — ela sussurrou, passando o polegar na glande, espalhando o pré-gozo em círculos lentos. — Nunca imaginei como seria te ver assim, Paulo. Nunca pensei que ia acontecer de verdade.

Marcela ficou só de calcinha preta de renda — a mesma do anúncio. Sem sutiã. Os peitos grandes e bicos já duros de tesão e frio... E sim, o piercing e a buceta dela era grande.
— Quer ser o primeiro a ter uma finalização com a mão ou com a boca? — perguntou, olhando nos meus olhos, lambendo os lábios. — Ou prefere que não?
— Com a boca… — implorei louco de tesão. — Quero sentir sua boca, Marcela.

As mãos dela subiram pelas minhas coxas, enquanto ela puxava a cueca boxer toda pra baixo. Meu pau pulou livre, duro pra caralho, veias marcadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela segurou a base com uma mão firme, a outra apoiada na minha barriga, e olhou pra cima uma última vez, como se quisesse gravar minha cara de tesão absoluto.
— Isso fica só entre a gente, tá? — sussurrou ela. — Ninguém pode saber. Nem a Nádia, nem o Samir … nunca. Promete?
— Prometo… — respondi sem nem pensar, os olhos fixos na boca dela se aproximando. — Ninguém vai saber. Juro.

Segurei o cabelo loiro dela com as duas mãos, sem forçar, só acompanhando o movimento. Ela gemia enquanto chupava. Os peitos dela balançavam a cada descida, os bicos duros roçando nas minhas coxas de vez em quando. Eu sentia o piercing e a buceta grande dela roçando na minha perna quando ela se mexia.
— Tô quase… porra, Marcela… não para… — avisei.

Ela acelerou, chupando com mais força com a mão livre agora massageando minhas bolas. A outra mão subia e descia na base, acompanhando o ritmo da boca. Eu sentia o gozo subindo rápido demais.
— Vou gozar… caralho… vou gozar na sua boca… — avisei, quase implorando.

Ela não tirou. Pelo contrário: desceu até o fundo de novo, engolindo todo o meu pau, e ficou ali com a língua pressionando a parte de baixo do pau. Eu explodi. O primeiro jato saiu forte, direto na garganta dela. Ela engoliu sem hesitar, gemendo alto me fazendo tremer inteiro. Jato atrás de jato, ela engolia tudo, sem deixar escapar uma gota. Só quando parei de pulsar ela subiu devagar, limpando com a língua cada centímetro, até deixar meu pau brilhando de saliva e completamente limpo. Ela se afastou devagar, limpando o canto da boca com o dorso da mão, os olhos ainda brilhando, o rosto vermelho, a respiração pesada. Ficou de joelhos ali, olhando pra mim com os peitos subindo e descendo.
— Pronto… — sussurrou ela, voz rouca. — Energia liberada, cunhado.

Eu ainda tremia, tentando recuperar o fôlego. Ela se levantou devagar, fechou o roupão de novo e se sentou na pontinha da maca do meu lado.
—Hoje é por conta da casa— disse ela baixinho — Foi… diferente. foi um trabalho vip. — Vai pra casa agora… antes que fique mais tarde — pediu ela, voz suave. — E… obrigada por não me julgar.
...
Segue as fotos que minha cunhadinha enviou depois.

Foto 1 do Conto erotico: Segredo em Família: Minha Cunhada na Fatal Model

Foto 2 do Conto erotico: Segredo em Família: Minha Cunhada na Fatal Model

Foto 3 do Conto erotico: Segredo em Família: Minha Cunhada na Fatal Model

Foto 4 do Conto erotico: Segredo em Família: Minha Cunhada na Fatal Model

Foto 5 do Conto erotico: Segredo em Família: Minha Cunhada na Fatal Model


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Comentários


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estefanioss Comentou em 15/01/2026

Que cunhada boa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredo em Família: Minha Cunhada na Fatal Model

Codigo do conto:
252177

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/01/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5