Me chamo Michel, tenho 35 anos, 1,75 m, corpo atlético de quem joga futebol amador e treina crossfit, barba degradê e olhos castanhos claros. Era casado há 2 anos com Lívia de 28 anos, uma morena linda, de cabelos longos, baixinha (1,53 m), peitos grandes e naturais, pele clara e super simpática com todo mundo.
No trabalho de gerente de Marketing eu conheci meu grande amigo Lucas, que fazia parte da mesma empresa, mas em outro setor. A gente se mudou de São Paulo capital e foi morar em Sorocaba-SP. Depois de meses de convivência no trampo, no final do expediente meu amigo Lucas me chamou e comentou:
— Michel, vamos marcar de ir lá na chácara acampar? Assim a gente enturma minha noiva Helena e sua esposa Lívia. O que você acha?
— Claro, a gente nunca teve essa ideia delas se conhecerem, sempre eu e você no trabalho, né, meu amigo? — respondi, aceitando o convite na hora.
— Opa, maravilha então! Se você tiver barraca, leva que a gente faz fogueira lá na parte do campo e acampa nesse final de semana. A gente leva cerveja e coloca o papo em dia — acrescentou Lucas todo animado.
Cheguei em casa e comentei com minha esposa, que aceitou numa boa. Fui na casa do meu sogro pegar uma barraca, mas era gigante, cabia umas 8 pessoas. Era aquela mesmo e partimos no dia seguinte, no sábado.
Chegamos na chácara por volta das 11h da manhã de sábado, depois de uma viagem tranquila de carro saindo de Sorocaba. A chácara era bem típica do interior de SP – um terreno grande. Descemos as coisas do carro – cooler com cerveja gelada, sacolas de comida, a barraca gigante do meu sogro (aquela que cabia 8 pessoas, tipo uma casa de lona). As meninas, Lívia e Helena, se abraçaram logo de cara como se já fossem amigas de anos – Lívia com seu jeitinho simpático de sempre, elogiando o lugar:
- Nossa, que paz, gente! Tô precisando disso demais. – disse Livia toda animada.
- Sinta-se em casa amiga, vamos aproveitar bastante essa vibe. – Helena disse empolgada.
Lucas tinha 34 anos, 1,82 m, corpo bem definido, pele morena clara, cabelo curto preto estilo militar, barba rala aparada, sorriso fácil e carismático. Parecia sempre relaxado, mas tinha um lado predatório na sedução. Helena, noiva dele, 26 anos, 1,65 m, corpo lindo e quadril largo, bunda empinada, seios médios e cabelos castanhos claros e tinha piercing no umbigo. Estava usando short jeans curtinho rasgado e regatinha branca justa (marcava os mamilos no frio).
O dia seguiu tranquilo no começo, armamos as cadeiras de praia, abrimos as primeiras longnecks geladas e colocamos algumas playlists pra tocar no JBL portátil. Por volta das 16h o sol já estava mais baixo e a temperatura perfeita. As meninas decidiram ir pro lago raso que tinha na chácara (uma espécie de açude grande e limpo). Elas trocaram de roupa ali mesmo, sem muita cerimônia — Lívia ficou de biquíni preto fio dental que eu adorava (o tecido mal cobria a bundinha dela), Helena de biquíni vermelho minúsculo que deixava quase tudo à mostra. Eu e Lucas ficamos de bermuda e regata. Por volta das 16h o sol já estava mais baixo e a temperatura perfeita. Entramos na água juntos. A conversa fluiu leve: trabalho, casamento, planos de viagem, piadas internas da firma.
Quando o sol começou a se pôr, voltamos pra fogueira que Lucas já tinha acendido. Secamos o corpo com as toalhas, colocamos roupas leves (Lívia ficou só de shortinho e cropped soltinho sem sutiã, Helena de vestidinho soltinho bem curto). As cervejas já tinham subido um pouco e decidimos montar as barracas e assar uma carne enquanto bebíamos mais ainda. No final da noite, estavam todos já alegres, dançando, cantando juntos e cada um foi pra sua barraca descansar.
A chuva veio do nada, forte, grossa, o barulho dos pingos na lona da barraca gigante eram demais. Eu e e Livia ainda tava rindo e comentando as besteiras da noite quando começou o dilúvio. Lucas e Helena saíram correndo da barraca deles gritando "porra, tá entrando água!". A barraca deles era menor, mais velha, e tinha um rasgo no teto que ninguém tinha notado antes. Em minutos, tudo lá dentro virou uma poça.
Eles correram encharcados em direção para nossa barraca. Lucas ria, mas dava pra ver que tava puto com a situação.
— Cara, a barraca tá fodida! — Lucas gritou por cima do barulho da chuva. — A gente vai ter que ir pra casa da chácara lá em cima, mas com essa chuva... vai ser um perrengue do caralho.
Lívia, que tava deitada no colchão inflável já meio sonolenta da cerveja, levantou a cabeça:
— De jeito nenhum! Vocês vão se afogar nessa lama. Entra aqui, tem espaço de sobra nessa barraca do meu pai. Cabe todo mundo tranquilo.
Eu concordei na hora, óbvio. Era a solução mais prática. Lucas agradeceu, Helena deu um sorrisinho meio sem graça, mas entrou atrás dele. Os dois tiraram as roupas molhadas na entrada da barraca (pra não encharcar tudo), ficando só de roupa íntima. Helena com uma calcinha vermelha minúscula combinando com o biquíni de antes, e Lucas de boxer preta que marcava bem o volume do pau dele que era notável. Lívia pegou uma toalha grande e jogou pra Helena:
— Toma, seca isso aí antes que pegue um resfriado.
Mas eu percebi o olhar dela pra mim. Quando Helena entrou e a blusa molhada tava colada, eu tinha ficado olhando uns segundos a mais do que devia. Lívia notou na hora. Ela ficou com aquela cara de "tá de sacanagem?", mas não falou nada na frente deles. Só me deu um beliscão discreto na coxa quando eu me deitei do lado dela. A gente arrumou o espaço para colocar nossas malas e deixamos um colchão inflável livre para eles.
A chuva não parava, o barulho constante criava uma espécie de intimidade estranha. Ninguém falava muito no começo mas aquela situação estava me deixando com um pensamento que eu nunca tive...será que rolaria alguma coisa ali com nós 4 ou era apenas a minha imaginação. Deixamos apenas a luz o abajur de led no meio da barraca e um colchão de casal de um lado e o outro do outro e fomos dormir.
Umas 2 horas depois que todo mundo pegou no sono, do meu lado, Lívia dormia de lado, de frente pra mim, respirando devagar. Eu não conseguia pregar o olho. Meu cérebro não desligava. Do outro colchão, a uns dois metros, Lucas e Helena estavam deitados de costas pra nós. O lençol que cobria os dois tinha descido até a altura da cintura de Lucas. Ele estava completamente nu. A calcinha vermelha minúscula que Helena usava antes estava jogada no canto da barraca, junto com a boxer dele. Eles deviam ter tirado tudo depois que a gente apagou as luzes, achando que ninguém ia notar no escuro. Meu pau deu um pulso forte só de olhar.
Eu já estava meio excitado desde que eles entraram na barraca. O coração batia na garganta. Tinha alguma coisa errada e absurdamente excitante naquela cena: meu amigo e a noiva dele nus a poucos metros, minha mulher do meu lado, todos presos naquele cubículo de lona enquanto o mundo lá fora desabava.
Sem pensar muito, deslizei a mão por baixo do lençol até encontrar a coxa de Lívia. Levei a mão dela com cuidado até meu pau. Quando os dedos dela encostaram no meu pau quente e duro, ela acordou de vez. A expressão era uma mistura de surpresa, sono e aquela malícia que ela tem quando percebe que eu tô no limite.
— Tá louco...? — sussurrou ela com sono e cerveja.
Não respondi. Só apertei a mão dela contra meu pau, por cima da cueca. Ela entendeu na hora e abaixou minha cueca por baixo do lençol e começou a me punhetar. Do nada, Livia se abaixou debaixo do lençol e começou a me chupar. Lívia estava com a boca quente e molhada envolvendo meu pau inteiro, descendo devagar, quase até as bolas, enquanto eu tentava não gemer alto. Ela chupava com vontade, mas mantendo o ritmo lento, como quem sabe que precisa ser silenciosa. Minha mão estava enfiada nos cabelos dela, guiando de leve, quando percebi movimento do outro lado.
Helena tinha virado de lado no colchão deles. Os olhos dela estavam abertos, fixos na nossa direção surpresa. Da pra ver que ela estava acordada há algum tempo. O lençol tinha escorregado até os quadris dela também, deixando os seios médios à mostra, o piercing no umbigo brilhando de leve. Ela não falou nada. Só olhava. Primeiro pro volume do lençol se mexendo ritmadamente na nossa área, depois subiu o olhar até encontrar o meu. Eu congelei por meio segundo. Lívia nem percebeu, continuou chupando. Meu pau pulsava mais forte só com o fato de estar sendo observado. Sem soltar o olhar de Helena, eu sussurrei rouco, quase sem voz:
— Vem cá.
Foi baixo, mas claro o suficiente. Helena hesitou uns dois segundos. Olhou pro Lucas (que continuava de costas, respirando pesado e dormindo pesado depois da cerveja), depois de novo pra mim. Então, devagar, sem fazer barulho, ela se arrastou pelo colchão inflável até chegar perto de nós. Lívia sentiu o movimento e parou. Ela soltou meu pau com um estalo molhado e sussurrou furiosa, mas baixo:
— Que porra é essa, Michel?
Lívia me cortou com o olhar. Depois de uns segundos eternos, ela respirou fundo, olhou pra Helena e disse, voz tremendo de raiva e tesão ao mesmo tempo:
— Se for pra fazer merda, faz direito.
Helena entendeu o recado. Ela se aproximou mais, colocou a mão no meu peito e desceu devagar até encontrar meu pau junto com a boca da Lívia. As duas se revezavam. Primeiro Lívia chupava a cabeça enquanto Helena lambia a lateral do meu pau, depois trocavam. As línguas se encostavam de vez em quando, sem querer (ou querendo?), e eu sentia o calor das duas bocas ao mesmo tempo. Helena de quatro entre minhas pernas, a boca envolvendo a cabeça do meu pau enquanto Lívia, ajoelhada ao lado, lambia devagar a base e as bolas, as duas completamente entregues.
— Que porra é essa? —Lucas acordou surpreso.
Todo mundo congelou por um segundo eterno. Meu pau ainda pulsava dentro da boca de Helena, que parou no meio do movimento, os olhos arregalados. Lívia soltou as bolas com um estalo molhado e ergueu o rosto. Eu senti o coração na garganta, mas antes que alguém conseguisse falar qualquer coisa, Lívia agiu primeiro. Ela se levantou de joelhos, foi direto em direção a Lucas, que ainda estava deitado de lado. Lívia já tinha descido o shortinho e a calcinha, posicionando a buceta molhada bem na cara de Lucas. Ele não resistiu: enfiou a língua fundo, lambendo com vontade enquanto segurava as coxas dela. Lívia rebolava devagar, esfregando o clitóris na barba rala dele, os gemidos abafados pela mão que colocava na própria boca pra não gritar.
— Isso… lambe gostoso, caralho… — ela sussurrou rouca, olhando pra mim com os olhos mistura de desafio e tesão puro. — Tá gostando de ver, Michel?
Enquanto isso, eu estiquei a mão e enfiei dois dedos na buceta de Helena por trás. Estava encharcada, escorrendo pelos dedos, quente pra caralho. Ela gemeu com meu pau na boca, o som vibrando direto na glande. Do outro lado, Lívia já não aguentava mais. Ela se virou de costas pra Lucas, empinando a bunda alta, as mãos abrindo as nádegas.
— Me fode, Lucas. Agora. Enfia esse pau gostoso em mim.
Lucas não precisou de mais convite. Ele se ajoelhou atrás dela, segurou a base do pau — grosso, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo — e encaixou devagar na entrada da buceta da minha mulher. Lívia soltou um gemido longo e rouco quando ele entrou até o talo.
— Caralho… que pauzão… — ela murmurou, olhando direto pra mim enquanto Lucas começava a meter devagar, fundo, segurando a cintura dela com força.
Eu não aguentei mais. Puxei Helena pelo cabelo, fazendo ela se levantar um pouco, e a virei de costas pra mim. Ela entendeu na hora. Ficou de quatro, empinando a bunda redonda e larga. Eu abri as nádegas dela com as duas mãos, vi a buceta rosada, molhada, pulsando, e o cuzinho apertado logo acima. Passei a cabeça do pau na entrada, só esfregando, sentindo ela se abrir sozinha.
— Me fode, Michel… por favor… — Helena pediu baixinho
Eu empurrei de uma vez. Entrei inteiro, sentindo a buceta dela me engolir quente e apertada. Comecei a meter forte, segurando os quadris largos dela, batendo a pelve contra a bunda empinada. Do lado, Lucas já estava socando Lívia com força. Ela de quatro também, cara no colchão, bunda empinada, gemendo rouco a cada estocada.
— Isso… mete fundo… me arromba, porra… — Lívia falava olhando pra mim enquanto era fodida pelo meu amigo. — Tá vendo como ele me come gostoso, Michel? Tá gostando?
Eu respondi metendo ainda mais forte em Helena, fazendo a bunda dela tremer a cada impacto.
— Tô vendo sim… e tô comendo a noiva dele do mesmo jeito… olha como ela engole meu pau…
Helena virou o rosto pro lado, olhos vidrados, boca aberta, gemendo sem parar.
— Ai… caralho… tá muito fundo… vai me fazer gozar… — ela choramingou.
Lucas riu baixo:
— Então goza na vara do teu amigo, Helena… mostra pra eles como você goza gostoso…
Lívia esticou a mão e começou a esfregar a própria buceta inchada e com lábios abertos enquanto era arrombada. Os gemidos dela subiram de tom.
— Tô quase… tô quase… ai, porra…
Eu segurei Helena pelos cabelos, puxei a cabeça dela pra trás e meti ainda mais rápido, batendo forte na bunda. Senti a buceta dela apertar meu pau.
— Goza, vai… goza no meu pau… — eu gemi.
Helena explodiu. O corpo dela convulsionou, a buceta pulsando forte em volta de mim, um jato quente escorrendo pelas minhas bolas. Do outro lado, Lívia gozou quase ao mesmo tempo. As coxas tremendo, a buceta apertando o pau do Lucas, gemendo alto demais pro tamanho da barraca:
— Tô gozando… caralho… tô gozando na tua rola…
Lucas segurou firme a cintura dela e meteu até o fundo, grunhindo.
— Porra… vou gozar… onde você quer, Lívia?
— Dentro… enche minha buceta… — ela pediu sem pensar duas vezes.
Ele socou mais três, quatro vezes, forte, e gozou, enchendo minha mulher enquanto ela ainda tremia do orgasmo. Eu não aguentei. Ver minha esposa sendo gozada pelo meu amigo, sentir a buceta da Helena ainda pulsando em volta de mim… puxei pra fora no último segundo, virei Helena de frente e gozei forte no rosto e nos seios dela. Jatos grossos caíram na boca aberta, no piercing do umbigo, escorrendo pelos mamilos duros. Ela abriu a boca, pegando o que conseguia, lambendo os lábios com tesão.
Por alguns segundos só se ouviu a respiração pesada dos quatro, o barulho da chuva e o cheiro forte de sexo dentro da barraca. Depois de alguns minutos em que ninguém se mexia, só respirando pesado e tentando voltar à realidade, Lucas foi o primeiro a quebrar o silêncio.
- Que tal a gente ir pra chácara tomar um banho todos juntos.
...
VOTEM E COMENTEM PESSOAL





Conto maravilhoso, gostoso demais de ler e muito bem escrito. Como um simples passeio, sem pretensão alguma se transforma em algo tão gostoso, maravilhoso, delicioso. Casais assim vivem juntos a vida inteira, sabe amar e ser amado, ver a esposa gozando gostoso na rola do amigo é bom e gratificante demais, espero que tenha continuação. votado e aprovado