A reunião semanal de estudo bíblico na igreja aconteceu na quarta-feira à noite, na saleta anexa ao templo. Era um grupo pequeno e fiel: as três novas “convertidas” — Silvia, Paula e Sabrina — sentadas na primeira fila, tentando manter a compostura pastoral enquanto o plug enorme que Sheila havia enfiado nelas pulsava como um coração maligno dentro do cu rasgado. Cada movimento na cadeira dura fazia o plug afundar mais fundo, roçando as paredes internas ainda sensíveis e sangrentas, provocando orgasmos silenciosos que as faziam morder os lábios e apertar as coxas com força. O prazer era constante, incontrolável — esguichos quentes escorrendo pelas pernas por baixo das saias longas, molhando as meias e o chão sob os bancos.
Mas o foco delas não estava na Bíblia aberta em Romanos 6 (“Não reine o pecado em vosso corpo mortal”). Estava nas quatro mulheres maduras presentes naquela noite: Dona Helena, Dona Clara, Lourdes… e, principalmente, Dona Carmem.
Dona Carmem, 59 anos, pele branca quase translúcida, cabelos grisalhos presos em coque apertado, corpo ainda carregado de curvas que o tempo não apagou: coxas grossas e firmes que esticavam a saia preta modesta, peitos grandes e pesados que desafiavam a blusa de gola alta, e uma bunda enorme, redonda e empinada que parecia implorar por cintadas violentas — marcas vermelhas e roxas que marcariam a pele clara como troféus. Segundo as más línguas da cidade antiga, ela havia sido prostituta para pagar a dívida do marido Jorge, preso por anos. Transava com carcereiros, com 4 ou 5 presos de uma vez só, deixando-se arrombar em celas escuras para garantir proteção ao marido. Quando Jorge morreu de infarto na cadeia, Carmem fugiu da cidade, mudou de nome, veio para cá e entrou na igreja há mais de 5 anos. Desde então, ninguém. Solteira, silenciosa, sempre na última fileira, olhos baixos, mas corpo gritando o que a boca negava.
Naquela reunião, Carmem sentou na terceira fileira, Bíblia aberta no colo, mas os olhos desviavam para Silvia com uma intensidade que não passava despercebida. Silvia sentiu as pernas tremerem só de olhar para ela. O plug pulsou mais forte, provocando outro orgasmo silencioso — ela apertou as coxas, fingindo ajustar a saia, mas o esguicho quente escorreu pelas pernas, molhando o banco. Paula e Sabrina trocaram olhares cúmplices, sorrisos safados escondidos atrás das mãos em oração.
“Senhor… abre nossos olhos para as ovelhas perdidas…”, murmurou Silvia no final da leitura, voz rouca, corpo tremendo de outro gozo. Ela olhava diretamente para Carmem.
Ao final da reunião, enquanto todos se despediam, Silvia se aproximou dela. O plug girou com o movimento, fazendo-a gemer baixinho, disfarçado como suspiro de emoção espiritual.
“Dona Carmem… quero muito conversar com você. Algo tocou em meu coração e precisamos conversar. Posso te visitar amanhã às 15h?”
Carmem ergueu os olhos castanhos profundos, um brilho antigo e faminto aparecendo por trás da máscara de santidade. A voz saiu baixa, quase rouca:
“Pode sim, pastora. Estou esperando há muito tempo… uma conversa de verdade.”
Silvia sentiu a buceta contrair mais uma vez, o plug latejando como se aprovasse. Paula e Sabrina, ao fundo, sorriram com aquele ar de safadeza pura — pensamentos de orgia já dançando nas mentes delas: Carmem de quatro, bunda enorme empinada, levando cintadas brutas que deixariam marcas roxas na pele branca, depois sendo arrombada por cinco paus pretos ao mesmo tempo, cus e bucetas rasgadas, sangrando e gozando como louca enquanto as três novas putas assistiam e lambiam o que escorresse.
“Amém, irmã”, sussurrou Silvia, apertando a mão de Carmem com força. “Amanhã às 15h. Prepare o coração… Deus tem planos grandes pra você.”
Carmem assentiu, os olhos fixos nos de Silvia, como se já soubesse que não era só Deus quem tinha planos.
Paula e Sabrina se aproximaram quando Carmem saiu.
“Ela vai cair fácil”, sussurrou Paula, voz rouca de tesão. “Aquela bunda… perfeita pra cintadas. Imagina ela gritando ‘me perdoa, Senhor’ enquanto o cu sangra com cinco paus dentro.”
Sabrina lambeu os lábios:
“E os peitos pesados… vamos apertar até sangrar. Ela vai ser a melhor ovelha ainda.”
Silvia sorriu, o plug pulsando com outro orgasmo silencioso.
“Ela é a escolhida. Amanhã… eu começo a quebrá-la. E sábado… trazemos ela pro matadouro.”
As três saíram da igreja juntas, plugs latejando, orgasmos constantes a cada passo, corpos tremendo sob as roupas santas.
A nova caça estava marcada.
Dona Carmem — ex-prostituta, viúva, crente reprimida — seria a próxima a cair.
E quando caísse… o inferno seria ainda mais profundo.
Porque ela já sabia o que era ser arrombada por vários ao mesmo tempo.
E agora… ia descobrir o que era ser arrombada por eles de novo.
Com Silvia, Paula e Sabrina guiando a destruição.
Dona Carmem recebeu Silvia, Paula e Sabrina em sua casa modesta na quinta-feira à tarde, uma visita marcada como "conversa espiritual sobre o passado e redenção". O apartamento era simples, com crucifixos nas paredes, uma Bíblia aberta na mesa de centro e o cheiro de café fresco no ar. Aos 59 anos, Carmem era uma mulher de presença imponente: pele branca quase pálida, coxas grossas que esticavam a saia preta conservadora, peitos grandes e pesados que forçavam o decote da blusa branca, e uma bunda enorme, redonda e firme que parecia desafiar a idade, ideal para cintadas brutas que deixariam marcas roxas contrastando na pele clara. Seus cabelos grisalhos estavam soltos, os olhos castanhos carregados de segredos que ninguém na igreja conhecia — ou fingia não conhecer.
Elas se sentaram na sala, chá e biscoitos na mesa. Silvia, Paula e Sabrina — todas com plugs enormes fincados no cu, latejando dolorosamente a cada movimento — sentiam orgasmos constantes só de andar até ali, o prazer traidor misturando-se à dor, esguichos quentes escorrendo pelas coxas sob as saias longas. Silvia guiou a conversa com voz rouca, o plug pressionando um ponto sensível que a fazia morder o lábio para não gemer alto.
"Irmã Carmem… Deus nos trouxe aqui porque tocou no meu coração. Seu passado… as más línguas falam. Mas conte pra nós. Deixe sair. É confidencial. O que você fez por Jorge? Como o protegeu na prisão?"
Carmem baixou os olhos, as mãos tremendo na xícara. O chá desceu quente pela garganta, mas o vinho disfarçado que Silvia havia adicionado por ordem de Sheila começou a soltar a língua. As confissões saíram como um dilúvio doloroso e cru, voz baixa e entrecortada no início, depois rouca e carregada de memórias que pareciam queimá-la por dentro.
"Pastora… irmãs… eu… eu era capaz de tudo por Jorge. Ele foi preso por dívida, roubo, brigas… ficou anos lá dentro, em uma cadeia imunda, cheia de monstros. Os presos… eles ameaçavam matar ele todo dia. Os carcereiros… corruptos, sádicos. Eu não tinha dinheiro pra pagar proteção. Mas tinha o corpo. Meu corpo traiu meu casamento… mas salvou meu marido."
Ela fez uma pausa, lágrimas escorrendo, mas os olhos brilhavam com um fogo antigo. Silvia apertou a mão dela, o plug latejando com as palavras, provocando outro orgasmo silencioso que a fez tremer na cadeira.
"Começava na fila dos carcereiros. Toda visita, antes de entrar no pátio pra ver Jorge, eles me levavam pra uma salinha semi-escura no corredor. Uma sala fedendo a cigarro, suor e sêmen velho. Uma mesa suja, uma cadeira quebrada, paredes rachadas. A fila era de 4 ou 5 carcereiros — altos, sujos, paus duros já esperando. Eu entrava tremendo, mas eu ia. Por Jorge."
Carmem engoliu em seco, voz rouca agora, como se revivesse cada detalhe.
"O primeiro sempre era o chefe — gordo, barba por fazer, pau grosso como meu braço. Ele me empurrava contra a parede, rasgava minha saia por trás, sem calcinha porque eu já ia preparada. Enfiava seco no meu cu — sem lubrificante, só cuspe. Dói… doía tanto no começo, pastora… como se estivesse me rasgando ao meio. Eu gritava, chorava, mas ele socava forte, as bolas batendo na minha bunda, o pau esticando meu anel até sangrar. 'Engole tudo, puta… ou teu marido morre hoje', ele rosnava. Eu empinava mais, aguentava, gozava mesmo na dor — orgasmo de submissão, lágrimas misturadas ao prazer traiçoeiro."
Paula e Sabrina escutavam, pernas tremendo, os plugs pulsando com cada palavra, orgasmos constantes fazendo-as morder os lenços para não gemer alto na sala santa.
"Depois o segundo… magro, sádico, pau longo e curvo. Me jogava na mesa de bruços, abria minhas nádegas com mãos sujas e enfiava no cu já melado de porra do primeiro. Socava sem ritmo, rápido e fundo, roçando pontos que me faziam gozar gritando. 'Grita, vadia… grita pro teu marido ouvir lá no pátio'. Eu gritava, sim… de dor lancinante, o cu queimando, rasgando mais, sangue escorrendo pelas coxas, mas gozando como louca, esguichos molhando a mesa suja."
Silvia sentiu outro orgasmo vir — o plug enorme roçando o ponto exato, esguichos quentes escorrendo pelas pernas, molhando o sofá de Dona Carmem. Ela apertou as coxas, fingindo emoção espiritual, mas o prazer era puro e incontrolável.
"O terceiro e o quarto vinham juntos — duplas no cu. Um deles me segurava pelos cabelos, o outro abria minha bunda como um livro. Enfiavam os dois paus ao mesmo tempo no meu cu virgem no início — esticando o anel até o limite, rasgando a pele fina, sangue jorrando como rio. Dói… doía como se estivessem me partindo ao meio, pastora. Eu desmaiava por segundos, acordava gritando, lágrimas escorrendo, mas empinava mais, pedindo: 'Mais forte… me rasguem… por Jorge…'. Eles bombavam sem dó, um saindo enquanto o outro entrava, o cu queimando, sangrando, mas eu gozava constante, orgasmos múltiplos, esguichos molhando os pés deles. 'Engole os dois, puta… ou teu marido leva facada hoje'."
Carmem chorava agora, mas a voz carregada de um tesão antigo, as mãos tremendo na xícara.
"E o quinto… o pior. Sempre o último. Alto, pau preto e grosso como meu braço, veias saltadas. Me jogava no chão, de bruços na sujeira, e enfiava no cu já arrombado pelos outros. Socava com raiva, forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda, o pau roçando o fundo do reto até eu sentir náusea de dor. 'Grita, vadia… grita pro pátio inteiro ouvir'. Eu gritava sim… de dor insuportável, o cu rasgado, sangue escorrendo pelas pernas, mas gozando como nunca, orgasmo atrás de orgasmo, o corpo convulsionando no chão sujo. Depois… ele me levava pro pátio, porra escorrendo pelas coxas, cu latejando, pra ver Jorge. Meu marido via as marcas, o andar mancando, mas nunca perguntou. Ele sabia. E eu fazia tudo de novo na próxima visita. Por ele. Capaz de qualquer dor… qualquer humilhação… por amor."
Silvia, Paula e Sabrina escutavam hipnotizadas, os plugs enormes pulsando com cada detalhe, orgasmos constantes fazendo-as tremer nas cadeiras, esguichos quentes molhando os assentos. Silvia apertou a mão de Carmem, voz rouca de prazer disfarçado:
"Irmã… seu passado é lição. Venha conosco sábado… pra um culto que cura essa carência. Você vai sentir de novo… mas agora por prazer. Não por dívida."
Carmem assentiu, lágrimas nos olhos, mas um brilho faminto.
"Eu vou, pastora. Eu vou… pra sentir dor de novo… e gozar como antigamente."
A nova ovelha estava fisgada.
Dona Carmem recebeu Silvia, Paula e Sabrina em sua casa modesta na quinta-feira à tarde, uma visita marcada como "conversa espiritual sobre o passado e redenção". O apartamento era simples, com crucifixos nas paredes, uma Bíblia aberta na mesa de centro e o cheiro de café fresco no ar. Aos 59 anos, Carmem era uma mulher de presença imponente: pele branca quase pálida, coxas grossas que esticavam a saia preta conservadora, peitos grandes e pesados que forçavam o decote da blusa branca, e uma bunda enorme, redonda e firme que parecia desafiar a idade, ideal para cintadas brutas que deixariam marcas roxas contrastando na pele clara. Seus cabelos grisalhos estavam soltos, os olhos castanhos carregados de segredos que ninguém na igreja conhecia — ou fingia não conhecer.
Elas se sentaram na sala, chá e biscoitos na mesa. Silvia, Paula e Sabrina — todas com plugs enormes fincados no cu, latejando dolorosamente a cada movimento — sentiam orgasmos constantes só de andar até ali, o prazer traidor misturando-se à dor, esguichos quentes escorrendo pelas coxas sob as saias longas. Silvia guiou a conversa com voz rouca, o plug pressionando um ponto sensível que a fazia morder o lábio para não gemer alto.
"Irmã Carmem… Deus nos trouxe aqui porque tocou no meu coração. Seu passado… as más línguas falam. Mas conte pra nós. Deixe sair. É confidencial. O que você fez por Jorge? Como o protegeu na prisão?"
Carmem baixou os olhos, as mãos tremendo na xícara. O chá desceu quente pela garganta, mas o vinho disfarçado que Silvia havia adicionado por ordem de Sheila começou a soltar a língua. As confissões saíram como um dilúvio doloroso e cru, voz baixa e entrecortada no início, depois rouca e carregada de memórias que pareciam queimá-la por dentro.
"Pastora… irmãs… eu… eu era capaz de tudo por Jorge. Ele foi preso por dívida, roubo, brigas… ficou anos lá dentro, em uma cadeia imunda, cheia de monstros. Os presos… eles ameaçavam matar ele todo dia. Os carcereiros… corruptos, sádicos. Eu não tinha dinheiro pra pagar proteção. Mas tinha o corpo. Meu corpo traiu meu casamento… mas salvou meu marido."
Ela fez uma pausa, lágrimas escorrendo, mas os olhos brilhavam com um fogo antigo. Silvia apertou a mão dela, o plug latejando com as palavras, provocando outro orgasmo silencioso que a fez tremer na cadeira.
"Começava na fila dos carcereiros. Toda visita, antes de entrar no pátio pra ver Jorge, eles me levavam pra uma salinha semi-escura no corredor. Uma sala fedendo a cigarro, suor e sêmen velho. Uma mesa suja, uma cadeira quebrada, paredes rachadas. A fila era de 4 ou 5 carcereiros — altos, sujos, paus duros já esperando. Eu entrava tremendo, mas eu ia. Por Jorge."
Carmem engoliu em seco, voz rouca agora, como se revivesse cada detalhe.
"O primeiro sempre era o chefe — gordo, barba por fazer, pau grosso como meu braço. Ele me empurrava contra a parede, rasgava minha saia por trás, sem calcinha porque eu já ia preparada. Enfiava seco no meu cu — sem lubrificante, só cuspe. Dói… doía tanto no começo, pastora… como se estivesse me rasgando ao meio. Eu gritava, chorava, mas ele socava forte, as bolas batendo na minha bunda, o pau esticando meu anel até sangrar. 'Engole tudo, puta… ou teu marido morre hoje', ele rosnava. Eu empinava mais, aguentava, gozava mesmo na dor — orgasmo de submissão, lágrimas misturadas ao prazer traiçoeiro."
Paula e Sabrina escutavam, pernas tremendo, os plugs pulsando com cada palavra, orgasmos constantes fazendo-as morder os lenços para não gemer alto na sala santa.
"Depois o segundo… magro, sádico, pau longo e curvo. Me jogava na mesa de bruços, abria minhas nádegas com mãos sujas e enfiava no cu já melado de porra do primeiro. Socava sem ritmo, rápido e fundo, roçando pontos que me faziam gozar gritando. 'Grita, vadia… grita pro teu marido ouvir lá no pátio'. Eu gritava, sim… de dor lancinante, o cu queimando, rasgando mais, sangue escorrendo pelas coxas, mas gozando como louca, esguichos molhando a mesa suja."
Silvia sentiu outro orgasmo vir — o plug enorme roçando o ponto exato, esguichos quentes escorrendo pelas pernas, molhando o sofá de Dona Carmem. Ela apertou as coxas, fingindo emoção espiritual, mas o prazer era puro e incontrolável.
"O terceiro e o quarto vinham juntos — duplas no cu. Um deles me segurava pelos cabelos, o outro abria minha bunda como um livro. Enfiavam os dois paus ao mesmo tempo no meu cu virgem no início — esticando o anel até o limite, rasgando a pele fina, sangue jorrando como rio. Dói… doía como se estivessem me partindo ao meio, pastora. Eu desmaiava por segundos, acordava gritando, lágrimas escorrendo, mas empinava mais, pedindo: 'Mais forte… me rasguem… por Jorge…'. Eles bombavam sem dó, um saindo enquanto o outro entrava, o cu queimando, sangrando, mas eu gozava constante, orgasmos múltiplos, esguichos molhando os pés deles. 'Engole os dois, puta… ou teu marido leva facada hoje'."
Carmem chorava agora, mas a voz carregada de um tesão antigo, as mãos tremendo na xícara.
"E o quinto… o pior. Sempre o último. Alto, pau preto e grosso como meu braço, veias saltadas. Me jogava no chão, de bruços na sujeira, e enfiava no cu já arrombado pelos outros. Socava com raiva, forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda, o pau roçando o fundo do reto até eu sentir náusea de dor. 'Grita, vadia… grita pro pátio inteiro ouvir'. Eu gritava sim… de dor insuportável, o cu rasgado, sangue escorrendo pelas pernas, mas gozando como nunca, orgasmo atrás de orgasmo, o corpo convulsionando no chão sujo. Depois… ele me levava pro pátio, porra escorrendo pelas coxas, cu latejando, pra ver Jorge. Meu marido via as marcas, o andar mancando, mas nunca perguntou. Ele sabia. E eu fazia tudo de novo na próxima visita. Por ele. Capaz de qualquer dor… qualquer humilhação… por amor."
Silvia, Paula e Sabrina escutavam hipnotizadas, os plugs enormes pulsando com cada detalhe, orgasmos constantes fazendo-as tremer nas cadeiras, esguichos quentes molhando os assentos. Silvia apertou a mão de Carmem, voz rouca de prazer disfarçado:
"Irmã… seu passado é lição. Venha conosco sábado… pra um culto que cura essa carência. Você vai sentir de novo… mas agora por prazer. Não por dívida."
Carmem assentiu, lágrimas nos olhos, mas um brilho faminto.
"Eu vou, pastora. Eu vou… pra sentir dor de novo… e gozar como antigamente."
Continua…