A sala de sinuca parecia pulsar com o calor dos corpos e a respiração pesada de todos. A música baixa agora era só um zumbido distante; o que importava eram os gemidos contidos, o som de zíperes descendo, o cheiro forte de sexo no ar.
Mário, perdido no tesão que o consumia como nunca antes, agarrou Bianca pela cintura e a virou de bruços sobre a mesa de sinuca. O vestido preto colado subiu até a cintura num movimento brusco, revelando que ela não usava nada por baixo. A bunda enorme, redonda e firme, se abriu sozinha quando ela se inclinou mais, as coxas grossas se afastando em convite explícito.
Bianca olhou por cima do ombro, os olhos vidrados de luxúria, o batom borrado da chupada anterior ainda marcando os lábios.
“Enfia, Mário. De uma vez só. Quero sentir esse pau grosso me rasgando o cu. Não tenha dó, não tenha medo… arregaça meu cuzinho gostoso. Quero estocadas fortes, bem fundo, até eu gritar.”
Ela mesma abriu as nádegas com as duas mãos, expondo o anel rosado e apertado, já lubrificado de saliva e desejo. Mário tremia inteiro, o pau latejando tanto que doía, a cabeça inchada babando pré-gozo. Ele posicionou a glande grossa contra a entrada, hesitou por um segundo — só um segundo — e então empurrou com força.
Bianca soltou um grito rouco, meio dor, meio prazer insano, o corpo se contraindo enquanto o pau dele entrava inteiro de uma vez, sem piedade. “Isso! Fode! Arregaça meu cu, caralho! Mais forte!”
Mário perdeu o controle. Começou a socar com violência, as bolas batendo contra a buceta melada dela a cada estocada profunda. A mesa rangia sob o peso dos dois, as bolas de sinuca rolando para os lados com o impacto.
Do outro lado da mesa, Maria Eduarda assistia tudo, os olhos arregalados, a respiração entrecortada. Lucas e Fábio já estavam ao redor dela, tirando o vestido dela com mãos ansiosas e firmes. O tecido caiu no chão, revelando o corpo nu, os seios fartos, os mamilos duros como pedras, a buceta já escorrendo pelas coxas.
Sheila se ajoelhou entre os dois homens, alternando a boca entre os paus enormes e latejantes. Chupava Lucas com gula, depois engolia Fábio até a garganta, deixando os dois gemendo alto, as veias saltadas, prontos para explodir.
Lucas segurou o queixo de Maria Eduarda, forçando-a a olhar para ele.
“Hoje você vai levar dupla penetração, sua evangélica puta. Esses dois paus vão te arregaçar ao mesmo tempo. Prepara esse cuzinho e essa bucetinha gulosa, porque a gente não vai ter dó.”
Fábio completou, já posicionando Maria Eduarda de quatro no chão, bem de frente para a cena de Mário fodendo Bianca na mesa.
“Olha pro seu marido, Duda. Olha como ele tá arrombando o cu da Bianca. É assim que ele vai te foder a partir de hoje. E você vai implorar por mais.”
Sheila se deitou de costas no chão ao lado de Maria Eduarda, puxando os dois paus para si primeiro, lambendo as cabeças juntas, depois guiando Lucas para a buceta encharcada dela e Fábio para o cu apertado.
Maria Eduarda gemeu alto quando sentiu os dois a penetrarem ao mesmo tempo — um na frente, outro atrás —, esticando-a até o limite. O corpo dela tremia, as unhas arranhando o carpete, os olhos fixos em Mário, que agora socava Bianca com uma fúria animal, os músculos das costas contraídos, suor escorrendo.
Bianca, entre gritos e gemidos, virou o rosto para Maria Eduarda e falou com a voz entrecortada pelo prazer:
“De hoje em diante… ele vai te foder assim, Duda… forte… fundo… sem dó… igual ele tá me fodendo agora… ahhh caralho… goza dentro de mim, Mário! Enche meu cu!”
Mário não aguentou mais. Com um urro baixo, enterrou tudo e gozou forte dentro do cu de Bianca, jatos quentes enchendo-a até transbordar. Bianca convulsionou, gozando junto, a buceta pingando no pano verde da mesa.
Do outro lado, Lucas e Fábio aceleraram dentro de Maria Eduarda. Ela gritava de prazer, o corpo se contorcendo entre os dois, os olhos nunca deixando o marido.
Quando os dois gozaram quase ao mesmo tempo — um enchendo a buceta, o outro o cu —, Maria Eduarda desabou no chão, tremendo, gozando tão forte que lágrimas escorriam pelo rosto.
O silêncio que veio depois era pesado, carregado de suor, sêmen e promessas sujas.
Mário, ainda ofegante, saiu de dentro de Bianca e olhou para a esposa.
Maria Eduarda, deitada no chão, cheia de porra escorrendo pelos buracos, estendeu a mão para ele.
“Vem cá, amor… agora é a nossa vez.”
E Mário, sem hesitar mais, foi.
Mário ainda sentia o pau latejando, quente e babando o resto do gozo que havia enchido o cu de Bianca. O ar da sala estava pesado de sexo, suor e porra. Ele se virou para Maria Eduarda, que continuava de quatro no chão, o corpo trêmulo, a buceta e o cu escorrendo o sêmen dos dois homens que acabavam de arrombá-la. Seus olhos brilhavam — uma mistura de choque, luxúria e uma nova fome que ele nunca tinha visto nela.
Ele se agachou, agarrou os braços dela com força e a puxou para cima, ficando cara a cara. A voz saiu rouca, quase um rosnado:
“Gostou, Duda? Gostou de ser fodida pelos dois ao mesmo tempo? De sentir os paus deles te rasgando?”
Maria Eduarda lambeu os lábios, ainda inchados de tanto beijar e chupar, e respondeu com um sorriso safado e desafiador:
“Adorei, amor… adorei cada centímetro. E isso vai continuar, com ou sem você. Você vai ser meu corninho obediente, vai assistir, vai limpar, vai gozar vendo. Agora me coloca de quatro de novo… me fode igual você fez com Bianca. Não tenha dó. Sou puta, amor… nunca imaginei que ia querer isso tanto. Me fode com força… mais forte do que fez com ela. Quero sentir você me arregaçar até eu implorar.”
Sheila, que observava tudo com os olhos semicerrados e um sorriso cruel, deu a ordem final, a voz baixa e autoritária:
“Está esperando o quê, seu corno? Arregaça a puta da sua esposa. Mostra pra ela que você também sabe foder como homem.”
Mário não hesitou mais. Virou Maria Eduarda de bruços com um movimento bruto, empinando aquela bunda que ele conhecia tão bem, mas que agora parecia ainda mais apetitoso depois de ter sido usada por outros. Ele abriu as nádegas dela com as duas mãos, vendo o cu ainda aberto e vermelho, pingando a porra de Fábio e Lucas.
“Você pediu, Duda…”
Posicionou o pau grosso, ainda duro como pedra, na entrada do cu dela e enfiou tudo de uma vez, sem lubrificação extra, só com a porra que já escorria lá dentro. Maria Eduarda gritou alto, o corpo todo se contraindo, as unhas cravando no carpete.
“Isso! Fode! Mais forte, caralho! Arregaça meu cu, seu corno! Me faz gozar de novo!”
Mário começou a socar com violência, as bolas batendo contra a buceta melada dela, o som molhado e obsceno ecoando pela sala. Cada estocada era mais funda, mais bruta que a anterior. Maria Eduarda gemia e gritava, empinando mais, pedindo por mais.
Do outro lado da sala, Bianca estava sendo fodida pelos dois homens ao mesmo tempo. Lucas enfiava o pau enorme na buceta dela, Fábio socava o cu apertado, os dois sincronizados, arrombando-a sem piedade. Bianca gritava de prazer, as mãos agarrando os ombros de Lucas, as unhas marcando a pele dele.
“Me fodam mais forte, seus filhos da puta! Me arregaça, quero gozar de novo!”
Os quatro corpos se moviam em um ritmo selvagem: Mário arrombando o cu da esposa, Lucas e Fábio destruindo Bianca. Sheila andava entre eles, dando ordens, lambendo os paus quando saíam, lambendo os buracos abertos e rindo baixo.
“Olha só, corno… sua esposa implorando por pau no cu. E você dando tudo pra ela. Bem-vindo ao nosso mundo, Mário. Agora você é um de nós.”
Maria Eduarda virou o rosto, os olhos cheios de lágrimas de prazer, e olhou direto para o marido enquanto ele socava sem parar.
“Eu te amo, amor… mas agora eu sou puta de verdade. E você vai me foder assim todo dia… ou vai ver os outros me fodendo. Escolhe.”
Mário respondeu com um urro, gozando forte dentro do cu da esposa, enchendo-a até transbordar. Maria Eduarda gozou junto, o corpo convulsionando, gritando o nome dele e dos outros ao mesmo tempo.
A noite ainda estava longe de acabar.
Sheila, ainda nua e brilhando de suor, observava a cena com um sorriso satisfeito, os seios arfando enquanto recuperava o fôlego. Ela se aproximou devagar, os quadris balançando, e parou ao lado de Bianca, que continuava de bruços sobre a mesa de sinuca, o cu aberto e vermelho, pingando a porra de Mário e o lubrificante natural do gozo dela.
“Está tudo fluindo muito bem, Bianca”, disse Sheila, a voz baixa e carregada de malícia. “Mas acho que o casalzinho precisa conhecer a Leila. O que acha?”
Os olhos de Bianca brilharam como brasas, um sorriso safado se abrindo nos lábios inchados.
“Sim… eles vão adorar. Leila vai deixar os dois loucos.”
Sem perder tempo, Sheila se posicionou atrás de Bianca, as mãos grandes e firmes deslizando pelas coxas grossas da amiga. Ela abriu as nádegas de Bianca ainda mais, expondo o buraco dilatado que pulsava, e enfiou duas dedos da mão direita direto no cu melado, sem aviso, sem dó. Bianca gemeu alto, empinando mais, o corpo tremendo.
“Vem, Sheila… enfia tudo. Mais fundo.”
Sheila obedeceu: enfiou a mão inteira, os quatro dedos e o polegar, abrindo o cu de Bianca como se fosse uma flor obscena. Com a outra mão, mergulhou três dedos na buceta encharcada, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo, ritmado, forte, o som molhado ecoando pela sala.
Bianca virou o rosto, os olhos vidrados de prazer, e chamou:
“Maria Eduarda… vem aqui. Vem ver de perto o que a gente gosta também. Enfia sua mão comigo na buceta dela. Vem… vamos arrombar essa puta juntas.”
Maria Eduarda, ainda de quatro no chão, o corpo marcado de mãos e porra escorrendo pelas coxas, rastejou até a mesa. Seus olhos estavam arregalados, o tesão misturado com uma curiosidade doentia. Ela se ajoelhou ao lado de Bianca, o rosto a centímetros da bunda aberta, sentindo o cheiro forte de sexo.
“Assim, Duda… enfia sua mão aqui”, instruiu Bianca, ofegante, enquanto Sheila continuava a bombear os dois buracos. “Quatro dedos… ou mais. Quero sentir vocês duas me destruindo.”
Maria Eduarda hesitou só um segundo. Depois, com a mão trêmula, enfiou quatro dedos na buceta apertada e melíflua de Bianca, sentindo as paredes quentes se contraindo ao redor dela. Sheila sorriu, guiando a mão da amiga para ir mais fundo, os dedos se entrelaçando dentro da buceta, abrindo-a como nunca.
Bianca gritou de prazer, o corpo convulsionando:
“Isso! Arromba minha buceta, Duda! Enquanto Sheila me fode o cu… ahhh caralho… vocês duas juntas… eu amo isso!”
Mário assistia tudo, o pau endurecendo de novo só de ver a esposa se entregando daquela forma. Lucas e Fábio se aproximaram, masturbando-se devagar, os olhos fixos na cena.
Sheila, sem parar de foder Bianca, olhou para o casal e disse:
“E agora… vocês querem conhecer Leila. Nossa escrava do sexo. Ela mora aqui próximo, e está esperando o chamado. Leila é nossa boneca particular: obedece tudo, aguenta tudo, implora por tudo. Ela vai ser a próxima a ser arrombada… e vocês vão ajudar.”
Bianca, entre gemidos, completou:
“Leila é perfeita… corpo perfeito, peitos medios e durinhos, bunda empinada e farta, cu apertadinho que adora ser rasgado. Ela vai chupar vocês dois, vai levar pau no cu e na boca ao mesmo tempo… e vai lamber a porra que escorrer de mim e de Duda. Vocês vão adorar ver ela sendo nossa putinha submissa.”
Sheila tirou as mãos devagar dos buracos de Bianca, deixando-os abertos e pulsando. Depois, se levantou, pegou o celular e ligou para Leila…
Amiga, temos um casal que queremos apresentar para você, vamos marcar para próxima semana?
Leila já ofegante do outro lado da linha responde, sim! Estou com saudades!
Sheila responde, OK! Está marcado, até lá você vai pegar aquele plug Anal GG, socar no cú, vai trabalhar.
Quero você plugadinha a semana toda, e não se masturbe, venha com todo tesão possível que você tem, será sensacional.
Ao desligar o telefone, Maria Eduarda já em êxtase, comenta com Sheila, não vemos a hora, agora vamos embora, são 4 da manhã. Mário e Maria Eduarda se vestem, se despedem e já estão ansiosos para o próximo encontro, e agora com Leila.
Continua…


