Tyrone se juntou: dupla penetração anal imediata, forçando o pau enorme ao lado do de Jamal. O cu de Silvia se dilatou ao limite absoluto, esticando como borracha prestes a romper, sangue leve misturando-se ao suor. Ela gritou insana, lágrimas escorrendo, mas empinando mais: "Dupla no cu… me rasguem… me fodam como puta… ahhh caralho… gozando de dor…!"
Paula foi arrastada para o sofá, de quatro. Fábio e um negro (Marcus) atacaram sua buceta e cu ao mesmo tempo — dupla vaginal e anal. O pau grosso de Marcus entrou no cu virgem dela como uma estaca, rasgando o anel apertado, dor brutal que a fez uivar: "Dói… tá me partindo o cu… não para… mais forte… me arromba essa viúva puta…!" Ela gozava aos berros, o corpo convulsionando, esguichando no pau de Fábio enquanto o cu sangrava levemente das bordas.
Sabrina, a loira tímida, foi cercada por Lucas e outro negro (Darius). Eles a ergueram como uma boneca, duplas penetrações alternadas: um no cu, outro na buceta, trocando sem parar. O pau enorme de Darius rasgou o cu virgem dela em uma estocada violenta, fazendo-a gritar de dor agônica: "Ahhh! Tá me rasgando o cu… dói demais… me quebra… me faz sangrar… mas eu quero… fode mais…!" Ela convulsionava em orgasmos múltiplos, lágrimas misturadas a gemidos, o corpo pequeno tremendo entre os dois gigantes.
Bianca e Sheila entravam no meio: fisting impiedoso. Bianca enfiava o punho inteiro na buceta de Silvia enquanto os dois paus bombavam o cu, abrindo-a como nunca — dor lancinante, como se o corpo fosse se partir, mas Silvia gozava aos urros: "Punho na buceta… paus no cu… me destroem… sou puta da igreja… mais… rasguem tudo!" Sheila fistinguava Paula, alternando com vibradores cônicos: um monstro em forma de cone, grosso na base como um braço, enfiado no cu dela com força bruta. Paula urrava, o cu se abrindo dolorosamente, esticando até o limite, sangrando nas bordas: "Cone no cu… tá me arrombando… dói… queima… mas gozando… mais fundo… me rasga a viúva!"
Para Sabrina, Leila se juntava: a escrava perversa lambia o cu dela enquanto os paus duplos entravam, depois enfiava um vibrador cônico gigante na buceta, girando e empurrando sem dó. Sabrina gritava de dor insuportável, o cone esticando a buceta virgem como se fosse rasgá-la ao meio: "Dói… tá me partindo a buceta… cone grosso… ahhh caralho… mais… me arromba a diaconisa… gozando de dor… quero mais paus… mais tudo!"
O gangbang era caos total: os 4 negros + Lucas e Fábio revezavam nas três, duplas e triplas penetrações no cu e buceta, fisting simultâneo nos dois buracos, vibradores cônicos arrombando sem piedade — cones enfiados até a base larga, esticando os anéis ao limite, fazendo as mulheres sangrarem levemente, gritarem de dor agônica, mas gozarem em esguichos violentos, implorando por mais: "Mais paus… mais dor… arrombem nossas cus… nos façam putas pra sempre!"
Silvia, no centro, levava tripla no cu: três paus grossos se espremendo no buraco dilatado, rasgando-a por dentro, dor como fogo vivo, mas êxtase que a fazia uivar: "Tripla no cu… me rasguem… sou pastora puta… gozando… gozando sangrando… mais!"
Paula e Sabrina seguiam: gangbang sem fim, cus arrombados por cones e punhos, bucetas fistinguadas até desmaiarem de prazer-dor.
Silvia, ainda tremendo no chão da cozinha após o orgasmo brutal com o plug sendo bombado por Paula, não teve tempo de recuperar o fôlego. Sheila se aproximou com um sorriso sádico, segurando um vibrador cônico maior — um monstro em forma de cone invertido, a base larga como um punho fechado, a ponta fina mas crescendo exponencialmente até uma circunferência que faria qualquer cu virgem sangrar só de olhar. Lubrificante escorria da ponta, mas Sheila cuspiu em cima para garantir que doesse mais.
“Agora, pastora… vamos intensificar. Você pediu mais dor. Vamos te dar.”
Ela empurrou Paula de lado com um gesto bruto e posicionou o cone na entrada do cu já dilatado de Silvia. O anel vermelho e inchado piscava desesperado, ainda aberto do plug anterior, mas nada preparado para aquilo.
“Respira fundo, puta crente. Isso vai rasgar você de verdade.”
Sem aviso, Sheila empurrou o cone com força. A ponta fina entrou fácil, mas à medida que a largura aumentava, o cu de Silvia começou a ceder de forma violenta. O anel se esticou como borracha prestes a romper, a pele fina das bordas esticando até ficar branca, depois vermelha, depois roxa. Silvia urrou como um animal ferido — um grito gutural, rouco, que ecoou pelas paredes:
“AH CARALHO! TÁ RASGANDO! TÁ ME PARTINDO AO MEIO! DÓI… DÓI PRA CARALHO… PARA… NÃO… NÃO PARA… MAIS FUNDO… ME ARROMBA… ME FAZ SANGRAR!”
O cone continuou entrando, centímetro por centímetro cruel, a largura crescendo como uma ameaça viva. Cada milímetro novo fazia o cu dela se abrir mais, a dor lancinante como se estivessem enfiando uma lâmina quente e grossa. Sangue leve começou a aparecer nas bordas — filetes finos misturando-se ao lubrificante —, mas Silvia empinava a bunda ainda mais, as unhas cravando no chão, lágrimas escorrendo em rios pelo rosto.
“MAIS… MAIS FORTE… ME RASGA O CU… EU QUERO SENTIR A DOR… QUERO QUE QUEIME… AH GOD… TÁ ME DESTRUIDO… GOZANDO… GOZANDO DE DOR!”
Ela gozou violentamente — o corpo inteiro convulsionando, esguichos jorrando da buceta intocada, o cu contraindo em espasmos agonizantes ao redor do cone que continuava entrando. A base larga finalmente encostou no anel — agora um círculo dilatado ao limite, quase transparente de tão esticado, pulsando como uma ferida aberta. Sheila girou o vibrador devagar, a largura máxima abrindo as paredes internas como nunca, pressionando cada nervo sensível.
Silvia desmaiou por segundos, acordando com um grito novo quando Sheila começou a bombear — puxando até a metade e empurrando de volta com força bruta, cada estocada fazendo o cu dela se abrir e fechar em ondas de dor insuportável. O sangue escorria agora em filetes mais grossos pelas coxas, misturando-se ao suor e aos esguichos, mas o tesão era maior: orgasmos em cadeia, um atrás do outro, o corpo tremendo como se estivesse sendo eletrocutado.
“MAIS… ME ARROMBA COM ESSE CONE… ME FAZ SANGRAR MAIS… EU SOU PUTA… PUTA DA IGREJA… DÓI… DÓI PRA CARALHO… MAS EU QUERO MAIS… MAIS DOR… MAIS RASGO!”
Paula, ainda ofegante do orgasmo anterior, ajoelhou-se atrás e enfiou a mão livre no cu de Silvia ao lado do cone — fisting duplo com o vibrador. O punho dela entrou fácil no buraco já aberto, mas a combinação com o cone largo era tortura pura: o cu se esticava além do possível, a pele das bordas rasgando levemente, sangue quente escorrendo pelas coxas de Paula.
Silvia urrou sem parar, voz falhando, corpo convulsionando em dor e prazer extremos:
“PUNHO E CONE… NO CU… TÁ ME PARTINDO… TÁ ME RASGANDO AO MEIO… DÓI… QUEIMA… SANGRANDO… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… MAIS… ME DESTRÓI… ME FAZ NUNCA MAIS SER A MESMA!”
Ela gozou de novo — um orgasmo cataclísmico, o corpo inteiro se arqueando como se fosse quebrar a espinha, esguichos jorrando em arcos altos, o cu contraindo violentamente ao redor do punho e do cone, sangue e fluidos escorrendo como rio pelo chão. Desmaiou de verdade dessa vez, acordando minutos depois com Sheila lambendo o sangue e o gozo das coxas dela.
“Boa menina… você aguentou. Agora descansa… porque sábado você vai levar dois cones assim… um no cu, um na buceta… enquanto os paus entram nos outros buracos. E as novatas vão assistir… ou participar.”
Silvia, destruída, ofegante, sussurrou com voz rouca:
“Eu… eu quero… mais dor… mais rasgo… mais tudo…”
O plug médio, agora pequeno comparado ao que viria, ainda pulsava dentro dela.
A dor era sua nova oração.
Leila, a escrava perversa e arrombada, foi arrastada para o centro do colchão principal por Sheila, que puxava a coleira de couro preto apertada no pescoço dela. Nua, o corpo magrinho e marcado de hematomas leves das sessões anteriores, o cu ainda dilatado do plug gigante que havia sido removido momentos antes, piscando vazio e faminto. Seus olhos baixos e submissos brilhavam com uma mistura de medo e desejo insaciável. Os cinco homens — Jamal, Tyrone, Marcus, Darius e o próprio Fábio — formaram um círculo ao redor dela, paus enormes e grossos já duros, latejando como armas prontas para destruir.
Sheila empurrou Leila de quatro no colchão, empinando a bunda pequena mas firme, as nádegas pálidas contrastando com as marcas antigas. “Meninos… arrombem essa puta. Cinco paus ao mesmo tempo. E enquanto fodam, eu e Bianca vamos deixar a bunda dela marcada pra sempre.”
Jamal foi o primeiro. Ele cuspiu na glande grossa e posicionou contra o cu já aberto de Leila. Empurrou de uma vez — o pau enorme desaparecendo inteiro no buraco dilatado, esticando as paredes internas até o limite. Leila urrou alto, o corpo se arqueando:
“AHHH! Tá me rasgando… tá grosso demais… mais fundo… me arromba essa puta escrava!”
Tyrone se juntou imediatamente, forçando o segundo pau ao lado do de Jamal — dupla penetração anal brutal. O cu de Leila se abriu como uma flor obscena, o anel esticado ao máximo, pele fina quase transparente, pulsando violentamente ao redor dos dois monstros. Marcus entrou na frente, enfiando o pau na buceta melada dela — tripla penetração. Darius e Fábio se revezaram na boca, enfiando fundo na garganta até ela engasgar, baba escorrendo pelos cantos dos lábios.
Leila gritava entre os paus, voz rouca e quebrada:
“Mais… mais paus… me destroem… me enchem… sou sua puta… arrombem tudo!”
Enquanto os cinco bombavam em ritmo selvagem — paus entrando e saindo dos buracos, bolas batendo contra a pele, o som molhado e obsceno enchendo a sala —, Sheila pegou o chicote de couro grosso e Bianca o cinto largo. Elas começaram as cintadas fortes na bunda de Leila.
O primeiro golpe de Sheila acertou a nádega direita com um estalo seco. A pele pálida ficou vermelha imediatamente, uma marca grossa surgindo como fogo. Leila gritou de dor misturada a prazer:
“MAIS! CINTA MAIS FORTE… ME MARCA… ME DEIXA VERMELHA… EU MEREÇO!”
Bianca veio com o cinto — golpe violento na esquerda, depois na direita, alternando. Cada estalo fazia a bunda de Leila tremer, marcas vermelhas se acumulando, grossas e inchadas, algumas já roxas nas bordas. Leila implorava entre os gemidos dos paus que a arrombavam:
“MAIS… MUITO MAIS… CINTEM ESSA BUNDA DE PUTA… ME DEIXEM MARCADA… EU QUERO VERMELHA… ROXA… SANGRANDO… MAIS FORTE… ME BATEM… ME ARROMBAM… ME DESTRÓEM!”
Sheila e Bianca aceleraram: chicote e cinto caindo sem parar, 20, 30, 40 golpes — a bunda de Leila virou um mapa de marcas vermelhas intensas, grossas, algumas abertas levemente, sangue fino escorrendo pelas coxas. Cada golpe fazia o corpo dela convulsionar, o cu e a buceta contraindo ao redor dos paus, intensificando as penetrações.
“MAIS… POR FAVOR… CINTEM MAIS… ME DEIXEM ARREBENTADA… EU SOU PUTA… PUTA DO CU ARROMBADO… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS… MUITO MAIS!”
Os cinco homens bombavam com fúria — tripla no cu, dupla na buceta, garganta fodida sem dó. Leila gozava sem parar, esguichos jorrando, o corpo tremendo em espasmos violentos, as marcas na bunda brilhando vermelhas sob as luzes. Ela implorava entre gritos:
“CINTEM… ARROMBEM… ME FAÇAM SANGRAR… EU QUERO MAIS… MUITO MAIS… ME DESTRÓEM… ME QUEBREM… SOU SUA ESCRAVA… PUTA PRA SEMPRE!”
A bunda dela ficou irreconhecível: vermelha intensa, roxa nas bordas, marcas grossas e inchadas, algumas abertas com sangue escorrendo. Leila gozou mais uma vez — um orgasmo cataclísmico, o corpo inteiro convulsionando, urros misturados a súplicas:
“MAIS… MAIS CINTADAS… MAIS PAUS… MAIS DOR… MAIS TUDO… EU NÃO AGUENTO… MAS QUERO MAIS… ME ARREBENTEM!”
Os homens gozaram um após o outro — enchendo o cu, a buceta, a boca, a cara dela com jatos quentes e grossos. Leila desabou no colchão, ofegante, destruída, a bunda marcada como um troféu de guerra, mas sorrindo submissa:
“Obrigada… donos… me batam mais… me fodam mais… eu quero sempre… sempre mais…”
Sheila e Bianca riram, dando mais algumas cintadas finais nas nádegas já destruídas, fazendo Leila gemer de dor e prazer.
A escrava estava pronta para o próximo round.
Sheila bateu palmas uma vez, o som seco cortando o ar carregado de gemidos e suor. Todos pararam por um segundo, os paus ainda latejando, os buracos das mulheres pulsando abertos e vermelhos. Ela se posicionou no centro da sala, nua, o corpo brilhando, e apontou para Paula e Sabrina, que estavam de joelhos, ofegantes, os vestidos rasgados pendurados nos corpos, os rostos corados e lágrimas de prazer escorrendo.
“Novatas… venham pro centro. De joelhos. Boca aberta. Língua pra fora. Hoje vocês recebem o presente dos homens.”
Paula e Sabrina rastejaram até o meio do colchão, de joelhos lado a lado, as coxas tremendo, as bucetas e cus ainda dilatados do gangbang anterior. Paula, a viúva curvilínea, abriu a boca primeiro — língua esticada, olhos vidrados de submissão recém-descoberta. Sabrina, a loira tímida, hesitou por meio segundo, mas Silvia sussurrou ao seu lado:
“Faz, filha… engole tudo. É o batismo delas.”
Sheila virou-se para os homens — Jamal, Tyrone, Marcus, Darius, Lucas, Fábio e Mário —, todos com paus duros e grossos, veias saltadas, cabeças inchadas babando pré-gozo.
“Todos vocês… batam punheta. Gozem na boca delas. Enchem essas putas crentes de porra quente. E Mário… você tem a honra de ser o primeiro. Goza na boca da viúva Paula. Faz ela engolir tudinho. Mostra pro corninho que ele ainda serve pra alguma coisa.”
Os homens formaram um semicírculo ao redor das duas, punhetando ritmadamente, os sons molhados de mãos em carne ecoando. Mário foi empurrado para frente por Sheila, o pau grosso e vermelho latejando na mão dele, a cabeça roxa brilhando. Ele se posicionou na frente de Paula, que abriu mais a boca, língua esticada, olhos fixos nele — o marido da igreja que ela conhecia de vista, agora punhetando para ela.
“Vai, corninho… goza na boca da viúva. Enche ela”, ordenou Sheila.
Mário acelerou, gemendo rouco, os olhos fixos na boca aberta de Paula. Em segundos, ele urrou baixo e gozou — jatos grossos e quentes explodindo na língua dela, enchendo a boca até transbordar pelos cantos. Paula engoliu o primeiro jato com um gemido gutural, depois o segundo, o terceiro, o sêmen escorrendo pelo queixo, pingando nos seios grandes. Ela fechou os lábios ao redor da cabeça do pau de Mário, sugando os últimos pingos, lambendo a glande sensível enquanto ele tremia.
“Engole tudo, viúva puta… prova o que o corninho guardou pra você”, provocou Sheila.
Paula engoliu audivelmente, a garganta trabalhando, depois abriu a boca de novo para mostrar que estava vazia, língua limpa, olhos cheios de tesão e vergonha.
“Boa menina… agora os outros.”
Os cinco negros e Lucas avançaram. Jamal foi o próximo: punhetou rápido, mirando a boca de Sabrina. Gozou forte — jatos grossos acertando a língua dela, enchendo a boca da loira tímida até escorrer pelos lábios. Sabrina engasgou, mas engoliu, lágrimas escorrendo, gemendo:
“Mais… enche minha boca… eu quero…”
Tyrone gozou na boca de Paula, Marcus na de Silvia (que se juntou de joelhos ao lado delas), Darius alternando entre as três, Fábio na boca de Leila (que lambia tudo que escorria), Lucas fechando com um gozo volumoso na boca aberta de Sabrina.
As três novatas — Silvia, Paula e Sabrina — ficaram de joelhos, bocas cheias de porra, rostos lambuzados, queixos pingando sêmen branco e grosso. Elas engoliam em uníssono, gemendo, lambendo os lábios, trocando beijos melados para dividir o que sobrava.
Sheila se aproximou, passando o dedo nos rostos delas, coletando porra e enfiando na própria boca.
“Boas putas… agora vocês são nossas. Boca cheia, cu arrombado, alma perdida.
Enquanto isso, Leila, ajoelhada atrás de Bianca, já tinha os dois punhos enfiados fundo no cu dilatado da amiga. As mãos pequenas e firmes desapareciam até os pulsos dentro do buraco vermelho e inchado, abrindo as paredes internas com movimentos lentos e giratórios. Bianca estava de quatro no colchão central, bunda empinada ao máximo, as nádegas grossas tremendo a cada respiração pesada. O cu dela se esticava como borracha ao redor dos antebraços de Leila, o anel quase transparente de tanto ser forçado, pulsando violentamente, escorrendo lubrificante misturado a suor e um fio fino de sangue das bordas rasgadas.
“Ahhh… Leila… mais fundo… abre meu cu… me rasga com esses punhos… eu aguento… me fode assim…”, gemia Bianca, voz rouca e quebrada, os seios balançando pesados, os mamilos duros roçando o colchão sujo.
Leila obedecia sem piedade: girava os punhos dentro do cu, abrindo e fechando as mãos para massagear as paredes internas, empurrando até os cotovelos quase desaparecerem. Cada movimento fazia o cu de Bianca se contrair em espasmos agonizantes, mas ela empinava mais, implorando:
“Mais… mais forte… me arromba… eu quero sentir vocês duas dentro de mim… me quebra… me faz gozar de dor!”
Foi quando Sheila se aproximou, nua e brilhando de suor, os olhos flamejantes de sadismo. Ela se ajoelhou na frente de Bianca, segurou o queixo dela com uma mão e forçou-a a olhar nos olhos.
“Agora o final, sua puta gulosa. Vou enfiar a mão inteira na sua buceta melada enquanto Leila te fode o cu com os dois punhos. Você vai gozar três vezes seguidas… e cada esguicho vai direto na nossa boca.”
Sheila lubrificou a mão direita com o lubrificante que escorria do cu de Bianca e posicionou os dedos em cone na entrada da buceta já dilatada. Sem aviso, empurrou com força — os quatro dedos entraram primeiro, depois o polegar, e em um movimento bruto o punho inteiro desapareceu dentro da buceta quente e úmida. Bianca urrou alto, o corpo inteiro se arqueando como se tivesse levado um choque:
“CARALHO! TÁ ME PARTINDO… PUNHO NA BUCETA… DOIS PUNHOS NO CU… AH GOD… DÓI… DÓI PRA CARALHO… MAS É BOM… ME FODEM… ME ARROMBAM… GOZANDO… GOZANDO AGORA!”
O primeiro orgasmo veio como uma explosão: a buceta de Bianca contraiu violentamente ao redor do punho de Sheila, esguichando um jato forte e quente direto na boca aberta de Leila, que estava deitada de costas embaixo dela, esperando como uma cadela faminta. Leila engoliu o esguicho com gemidos, lambendo os lábios, enquanto Sheila bombava o punho na buceta e Leila girava os dois punhos no cu.
“Primeiro gozo… engole tudo, Leila… agora o segundo”, ordenou Sheila, acelerando o ritmo — o punho entrando e saindo até o meio do antebraço, girando para pressionar o ponto G com força bruta.
Bianca convulsionou de novo, o corpo tremendo como se estivesse sendo eletrocutado, outro esguicho ainda mais forte jorrando na boca de Sheila dessa vez. Sheila abriu os lábios e deixou o líquido quente encher a boca, engolindo com um gemido rouco:
“Boa puta… segundo gozo… agora o terceiro. Goza pra gente… goza gritando.”
Leila intensificou: os dois punhos bombando no cu de Bianca em ritmo selvagem, abrindo e fechando dentro dela, esticando as paredes internas até o limite absoluto. Sheila girou o punho na buceta, pressionando cada nervo, cada ponto sensível.
Bianca perdeu o controle completamente: o terceiro orgasmo veio como um vulcão — um grito rouco e animal que ecoou pela sala inteira, o corpo convulsionando em espasmos violentos, esguichando um jato longo e grosso que acertou as duas bocas ao mesmo tempo. Leila e Sheila abriram os lábios juntas, bebendo o gozo quente e abundante, lambendo os rostos uma da outra enquanto engoliam, gemendo de prazer.
“Ahhh… gozando… gozando morrendo… punhos nos dois buracos… me rasgaram… me destruíram… mais… mais gozo… mais dor… eu sou puta… puta pra sempre!”, gritava Bianca, desabando no colchão, o cu e a buceta abertos e pulsando, escorrendo sangue leve, lubrificante e gozo em riachos pelas coxas.
Sheila e Leila se beijaram com a boca cheia do esguicho dela, dividindo o líquido quente, lambendo os lábios uma da outra.
“Boa menina… você gozou três vezes como uma verdadeira vadia. Agora descansa… porque os homens vão voltar pra encher esses buracos de porra quente.”
Bianca, destruída e feliz, sussurrou rouca:
“Obrigada… me arrombaram… me fizeram gozar… quero mais… sempre mais…”
A noite estava acabando…
E as novatas — Paula e Sabrina — assistiam tudo, bocas abertas, mãos entre as pernas, já implorando em silêncio pelo mesmo destino.
E esperando o próximo convite.
Sheila diz, meninas, isso foi apenas uma iniciação.. Voltem para suas casas, orem, peçam perdão e aguardem meu próximo convite.
Se preparem…
Continua!!




