Silvia estacionou o carro simples e modesto na rua tranquila do condomínio, o sol da tarde de sábado batendo forte no para-brisa. Aos 28 anos, ela era uma das pastoras mais jovens da igreja evangélica que Mário e Maria Eduarda frequentavam há anos — uma mulher de fé firme, corpo avantajado que chamava atenção mesmo sob as roupas conservadoras: morena de pele bronzeada, cabelos longos e cacheados presos em um coque discreto, peitos enormes que esticavam a blusa branca de algodão fino e a saia longa florida que usava para visitas pastorais. Solteira, dedicada ao ministério, ela sempre fora vista como exemplo de pureza e dedicação.
Mas nos últimos dois meses, Mário e Duda haviam desaparecido das reuniões, dos cultos, do grupo de casais, das vigílias. Mensagens não respondidas, ligações ignoradas. Preocupada com a ovelha perdida, Silvia decidiu ir pessoalmente. “Talvez estejam passando por uma crise”, pensou ela, ajustando a Bíblia na bolsa antes de descer do carro.
Tocou a campainha. Esperou. Nada. Tocou de novo.
A porta se abriu devagar. Maria Eduarda apareceu, vestindo apenas um robe curto de cetim preto que mal cobria as coxas, o cabelo bagunçado, os lábios ainda inchados de beijos recentes — ou de algo mais. Os olhos dela brilharam ao ver Silvia, mas não de surpresa espiritual: de algo mais perigoso, mais faminto.
“Pastora Silvia… que surpresa”, disse Duda com um sorriso lento, quase predatório. “Entra, entra. Estávamos… conversando.”
Silvia hesitou na soleira, sentindo um arrepio inexplicável. O cheiro dentro da casa era forte — incenso misturado a algo mais carnal, suor, perfume barato e… sexo. Ela entrou mesmo assim, a Bíblia apertada contra o peito como escudo.
Mário estava na sala, sentado no sofá, sem camisa, só de calça de moletom cinza que não escondia o volume evidente entre as pernas. Ele corou violentamente ao ver a pastora, mas não se mexeu. Seus olhos desviaram para o chão, depois para Duda, depois de volta para o chão.
“Sentem-se, pastora”, disse Duda, fechando a porta com um clique suave. “Quer um suco? Água? Ou prefere… algo mais forte?”
Silvia sentou-se na poltrona oposta, tentando manter a compostura. “Eu vim porque… vocês sumiram. Dois meses sem aparecer na igreja. Sem responder mensagens. Eu me preocupei. O que está acontecendo com vocês? Algum problema no casamento? Alguma tentação? Podemos orar juntos…”
Duda riu baixo, um som rouco que fez Silvia arrepiar. Ela se aproximou de Mário, sentou no braço do sofá ao lado dele e passou os dedos devagar pelo peito nu do marido, traçando as unhas levemente.
“Problema no casamento? Não, pastora. Pelo contrário. Nosso casamento… melhorou muito nos últimos meses.” Ela se inclinou e beijou Mário devagar na boca, a língua visível por um segundo, fazendo-o gemer baixo. “A gente descobriu coisas novas. Coisas que a Bíblia não fala… mas que Deus permitiu que a gente experimentasse.”
Silvia sentiu o rosto queimar. “Maria Eduarda… isso não é hora pra brincadeiras. Vocês precisam voltar pra igreja. O inimigo está agindo na vida de vocês.”
Duda se levantou, caminhou até Silvia e parou bem na frente dela, o robe entreaberto revelando o vale profundo entre os seios fartos. “O inimigo? Ou talvez seja Deus abrindo nossos olhos pra prazeres que a gente negava?” Ela se abaixou devagar, ficando cara a cara com a pastora. “Você é tão linda, Silvia… sempre foi. Corpo de dar inveja. Peitos enormes, cintura fina, bunda empinada… e solteira. Nunca provou nada?”
Silvia recuou na poltrona, o coração disparado. “Pare com isso. Eu vim em nome de Deus.”
Duda sorriu, estendeu a mão e tocou levemente o braço de Silvia. “Deus quer que você seja feliz também. Vem… senta aqui do nosso lado. Só conversa. Ninguém vai te forçar a nada.”
Mário, ainda calado, olhava para as duas com uma mistura de pânico e excitação. Seu pau endurecia visivelmente na calça, traçando um volume grosso contra o tecido.
Silvia sentiu o ar ficar pesado. A Bíblia na mão dela parecia queimar. Mas seus olhos traidores desceram para o colo de Duda, depois para o volume de Mário, depois de volta para o rosto da amiga da igreja.
“Eu… eu preciso ir”, murmurou ela, mas não se mexeu.
Duda se aproximou mais, o perfume misturado ao cheiro de sexo invadindo as narinas da pastora. “Fica só um pouquinho. A gente conta tudo. Como foi que a gente mudou. Como o Mário virou meu corno obediente… e como eu virei puta pras outras pessoas. Quem sabe você não quer experimentar também? Uma pastora solteira… imaginando como seria ser fodida por vários ao mesmo tempo… ou por uma mulher como eu.”
Silvia fechou os olhos por um segundo, respirando fundo. Quando abriu, Duda estava ainda mais perto, os lábios quase tocando os dela.
“Deus me perdoe…”, sussurrou Silvia, mas sua voz saiu trêmula, não de arrependimento — de desejo reprimido.
Duda sorriu vitoriosa. “Ele já perdoou, pastora. Agora… deixa a gente te mostrar o que você perdeu todos esses anos.”
Mário, finalmente, falou baixo, voz rouca: “Fica, Silvia… por favor.”
E naquele momento, a pastora sentiu o primeiro fio da teia se fechar ao seu redor. A igreja ficará lá fora. Dentro daquela casa, só havia carne, desejo e a promessa de uma queda deliciosa e irreversível.
Silvia sentiu o coração disparar como se estivesse prestes a saltar do peito. O ar da sala parecia sufocante, carregado de algo que ela não conseguia nomear — ou talvez não quisesse. A proximidade de Duda, o cheiro forte de sexo que ainda pairava, o olhar cúmplice e faminto da amiga de igreja, o volume evidente na calça de Mário… tudo aquilo a atingiu como um soco invisível.
Ela se levantou bruscamente da poltrona, apertando a Bíblia contra o peito como se fosse um escudo contra o pecado que sentia se aproximar.
“Eu… eu volto outro dia”, disse Silvia, a voz tremendo apesar do esforço para soar firme. “Conversamos melhor outra hora. Que Deus abençoe vocês. Preciso… preciso ir.”
Duda não se moveu para impedi-la. Apenas sorriu — um sorriso lento, doce por fora, mas com um brilho perigoso nos olhos. Ela se afastou um passo, dando espaço, mas manteve o robe entreaberto o suficiente para que Silvia visse a curva dos seios e as marcas vermelhas que desciam pela barriga.
“Tudo bem, irmã”, respondeu Duda com voz suave, quase maternal. “Pode ir. Nós entendemos. Mas não se preocupe… nós iremos na igreja. Em breve. E vamos levar uma nova amiga pra você conhecer. Tudo bem?”
Silvia congelou na porta, a mão já na maçaneta. Virou o rosto devagar, os olhos arregalados.
“Nova amiga?”, repetiu ela, quase sussurrando.
Duda assentiu, lambendo discretamente o canto da boca.
“Sim. Uma amiga muito especial. Ela vai adorar conhecer você, pastora. Tem muito o que ensinar… e aprender.” Ela piscou devagar. “Vai ser uma benção pra todos nós.”
Mário, ainda sentado no sofá, abriu os olhos arregalados como se tivesse levado um choque elétrico. Seu coração acelerou tanto que ele sentiu o peito doer. Será??? pensou ele, o cérebro girando em pânico e excitação simultâneos. Será que Duda tá falando da Sheila? Da Bianca? Ou… de Leila? Ou pior… de alguém novo?
Ele imaginou por um segundo: Silvia, a pastora pura, de joelhos no meio do apê de Sheila, o vestido floral levantado, os peitos enormes balançando enquanto era usada pelos mesmos homens que haviam destruído sua esposa. Ou pior: sendo guiada por Duda, aprendendo a chupar, a implorar, a gozar na frente de toda a igreja que ela tanto pastoreava.
Mário sentiu o pau endurecer de novo dentro da calça, traidor e dolorido. Ele desviou o olhar, corando violentamente, mas Duda percebeu e deu uma risadinha baixa.
“Vai com Deus, pastora”, disse Duda, abrindo a porta para ela. “E se cuida. Porque quando a gente voltar… vai ser diferente. Muito diferente.”
Silvia saiu quase correndo, a Bíblia apertada contra o peito, o rosto queimando de vergonha e algo mais que ela não queria admitir. No carro, ela ligou o ar-condicionado no máximo, tentando esfriar o corpo que tremia. Mas entre as pernas, sentiu uma umidade traiçoeira que a fez fechar os olhos e murmurar uma oração confusa.
Enquanto isso, dentro de casa, Duda fechou a porta e virou-se para Mário com um sorriso vitorioso.
“Ela vai voltar, amor. E quando voltar… vai ser pra ficar. Pra sempre.”
Mário engoliu em seco, o pau latejando sem controle.
“Será que… ela vai mesmo?”, perguntou ele, voz rouca.
Duda se aproximou, sentou no colo dele e roçou a buceta melada contra o volume da calça.
“Vai sim, corno. E quando ela cair… a igreja inteira vai sentir o cheiro do que a gente fez com ela.”
Ela beijou Mário com força, mordendo o lábio dele, enquanto o celular vibrou no criado-mudo — uma mensagem de Sheila:
Duda esperou até Mário entrar no banho — o som da água caindo abafava qualquer conversa — e pegou o celular com as mãos ainda trêmulas de excitação. Discou o número de Sheila sem hesitar, o coração batendo forte no peito.
Sheila atendeu no segundo toque, a voz rouca e preguiçosa, como se ainda estivesse deitada na cama, nua, revivendo a noite.
“Oi, minha putinha evangélica. Já sentiu saudade?”
Duda riu baixo, sentando na beira da cama, o robe aberto, as coxas ainda marcadas.
“Oi, Dona. Aconteceu uma coisa… inesperada. A pastora da nossa igreja apareceu aqui em casa agora há pouco. Silvia. Morena, peitos enormes, solteira, 28 anos. Veio cobrar nossa ausência de dois meses. Ficou assustada quando viu o clima… quase fugiu correndo.”
Sheila ficou em silêncio por um segundo, depois soltou uma risada baixa e perigosa.
“Pastora Silvia… hmm. Descreve ela direito.”
Duda contou tudo: o vestido floral conservador, o coque apertado, corpão grande e peitos enormes,os olhos arregalados de choque misturado com curiosidade, o jeito como desviou o olhar do volume na calça de Mário, o rubor no rosto quando ela se aproximou demais. “Ela tremeu, Sheila. Tremia de medo… e de tesão. Eu vi. Ela sentiu o cheiro da gente. Eu ofereci pra ela ficar, falei de ‘nova amiga’. Ela disse que volta outro dia, mas eu vi nos olhos dela: ela vai voltar. E quando voltar… vai cair.”
Sheila respirou fundo do outro lado da linha, o som quase um gemido.
“Perfeito. Uma pastora… isso é ouro puro. Imagina ela de joelhos, Bíblia na mão, chupando pau enquanto a gente grava. Ou pregando no púlpito com plug no cu e porra escorrendo pela perna. Vamos mudar os planos do próximo sábado.”
Duda sentiu um arrepio percorrer a espinha.
“Muda como?”
“Esqueça meu apê por enquanto. Vamos fazer algo mais… íntimo. Mais perigoso. No próximo encontro, a gente leva a Silvia pra um ‘culto jantar’ aqui no apê. Um culto especial. Só pra ‘irmãos selecionados’. Você e Mário vão convidar ela pessoalmente na igreja, dizer que é um momento de oração e comunhão em casa, com comida, louvor… e que tem uma ‘nova amiga’ que quer compartilhar testemunho. Ela vai aceitar. Pastoras adoram resgatar ovelhas perdidas.”
Duda mordeu o lábio, imaginando a cena.
“E quando ela chegar…?”
Sheila riu de novo, o som carregado de malícia.
“Quando ela chegar, a gente começa devagar. Louvor, Bíblia, oração… depois vinho ‘sem álcool’ que não é sem álcool. Depois… toques ‘de cura’, mãos impostas que descem demais. Leila vai estar lá, submissa, servindo como ‘diaconisa’. Bianca vai flertar com ela. Você e Mário vão ser os anfitriões perfeitos. E quando ela estiver vulnerável, molhada, confusa… a gente revela o jogo. Ou deixa ela descobrir sozinha, quando os homens aparecerem. Quatro, cinco… quantos precisarem pra quebrar a pastora. E Mário filma tudo. Corninho filmando a pastora da igreja virando puta.”
Duda gemeu baixo, a mão já entre as pernas.
“Meu Deus… isso é loucura. Mas… eu quero. Quero ver ela cair. Quero ver ela implorar.”
“Então está combinado”, disse Sheila, voz firme. “Você e Mário vão na igreja domingo. Convida ela pro ‘culto jantar’ no sábado que vem. Diz que é pra ‘renovar a fé em ambiente familiar’. Manda mensagem depois confirmando. E Duda… prepara o corno. Ele vai assistir a pastora ser arrombada na nossa frente. Vai ser o cleanup dela também. Vai lamber a porra dos homens da igreja que ele frequentava.”
Duda fechou os olhos, o tesão subindo como febre.
“Feito. Vamos levar ela. E quando ela cair… vai ser pra sempre.”
Sheila sussurrou antes de desligar:
“Boa menina. Agora vai foder seu marido pensando nela. E manda foto depois. Quero ver o corno gozando sabendo que a pastora dele vai ser a próxima.”
A ligação terminou.
Duda largou o celular, deitou na cama e abriu as pernas, esperando Mário sair do banho. Quando ele apareceu, enrolado na toalha, pau já semi-duro só de vê-la assim, ela sorriu.
“Vem cá, corno. A gente tem planos novos. E você vai adorar o que vem por aí… a pastora Silvia vai ser nossa convidada especial no próximo ‘culto’.”
Mário arregalou os olhos, o pau endurecendo completamente sob a toalha.
“Será… mesmo?”
Duda puxou a toalha dele, expondo o pau grosso e latejante.
“Será sim. E você vai assistir tudo. Agora deita… e me fode pensando nela de joelhos na nossa frente.”
Eles caíram na cama, o celular vibrando com uma mensagem de Sheila:
“Domingo na igreja. Convide ela. E lembrem: ela é a próxima. ??”
O plano estava em movimento. E a igreja — a mesma que eles frequentavam com tanta devoção — nunca mais seria a mesma.
Chegou o domingo. Depois de quase três meses de ausência, Mário e Maria Eduarda entraram pela porta principal da igreja evangélica com um misto de nervosismo e determinação. Mário vestia camisa social azul-clara e calça social, tentando parecer o mesmo homem sério de sempre. Duda usava um vestido discreto na cor lavanda, comprimento abaixo do joelho, mas com um decote sutil que destacava o colo — nada escandaloso, mas o suficiente para quem soubesse olhar notar a mudança no jeito dela de se portar.
O culto já estava em andamento. Silvia, a pastora jovem, pregava com entusiasmo no púlpito. Sua voz firme e calorosa ecoava pelo templo:
“…e o Senhor nos chama à santidade, irmãos. Não à religiosidade vazia, mas a uma vida transformada pelo Seu poder! Quando Ele nos liberta, Ele nos liberta de verdade!”
Enquanto pregava, seus olhos varreram a congregação. Quando avistou Mário e Duda sentados na penúltima fileira, seu rosto se iluminou com um sorriso lindo, genuíno, de quem reencontra ovelhas queridas. Ela não interrompeu a pregação, mas o brilho nos olhos dela foi perceptível. Mário sentiu um aperto no estômago; Duda apertou discretamente a coxa dele por baixo da Bíblia que segurava no colo.
Ao final do culto, após o louvor e a oração final, as pessoas começaram a se dispersar. Silvia desceu do púlpito rapidamente, cumprimentando alguns irmãos pelo caminho, mas com clara intenção de ir direto ao casal.
“Que alegria vê-los aqui hoje!”, exclamou ela, abraçando primeiro Duda e depois Mário — um abraço rápido, mas caloroso. “Dois meses sem notícias… fiquei preocupada. Como vocês estão?”
Duda sorriu com doçura, os olhos brilhando de uma inocência fingida.
“Estamos bem, pastora. Passamos por uma fase… de redescoberta. Mas hoje viemos agradecer a Deus e voltar ao convívio com os irmãos. Sua palavra foi uma bênção.”
Silvia assentiu, visivelmente tocada.
“Que bom ouvir isso. Deus é fiel para restaurar. Vocês precisam mesmo voltar ao convívio. A igreja sente falta de vocês.”
Foi então que Duda aproveitou a deixa.
“Pastora, justamente por isso… a gente estava pensando em fazer algo especial. No próximo sábado vamos ter um culto-jantar na casa de uma amiga muito querida, a Sheila. É um momento de comunhão mais íntimo, com louvor, partilha da palavra, jantar e oração. Nada formal, só para irmãos próximos. Gostaríamos muito se a senhora pudesse vir. Seria uma bênção ter a pastora conosco.”
Silvia inclinou a cabeça, surpresa, mas o sorriso voltou ainda mais aberto.
“Um culto-jantar? Que iniciativa linda! Claro que sim, eu adoraria. Adoro esses momentos de comunhão em lares. Que horas seria?”
“Às 19h”, respondeu Duda sem hesitar. “A gente manda o endereço por mensagem. Pode trazer sua Bíblia, vai ser um tempo gostoso.”
“Perfeito. Estou anotando mentalmente. Vou sim! E quem mais vai? É um grupo grande?”
Duda manteve o tom leve.
“Um grupo seleto. Pessoas que também estão buscando renovação. Vai ser ótimo. A Sheila é uma irmã muito hospitaleira.”
Silvia assentiu, animada.
“Então está combinado. Vou me organizar para estar lá. Que Deus abençoe essa iniciativa. E vocês… continuem firmes, tá? Qualquer coisa, me liguem.”
Ela deu mais um abraço nos dois, demorando um pouquinho mais em Duda, como se quisesse transmitir apoio. Depois se afastou para cumprimentar outros irmãos.
Assim que Silvia virou as costas, Mário olhou para Duda com os olhos arregalados, sussurrando:
“Ela aceitou… de verdade. Você acha que ela suspeita de alguma coisa?”
Duda sorriu de lado, apertando o braço dele.
“Suspeitar? Não. Ela tá curiosa, isso sim. E a curiosidade é a melhor isca. Quando ela chegar lá no sábado, vai pensar que é só um culto com jantar… até perceber que o ‘louvor’ vai ser bem diferente do que ela está acostumada.”
Mário engoliu em seco, sentindo o pau dar um pulso traiçoeiro dentro da calça social.
“E se ela fugir quando vir o que é?”
Duda se aproximou do ouvido dele, voz baixa e quente:
“Ela não vai fugir, corno. Ela vai ficar. Porque lá no fundo… ela quer saber como é. Assim como eu quis. Assim como você quis. A isca foi lançada. Agora é só esperar ela morder.”
Eles saíram da igreja de mãos dadas, cumprimentando alguns irmãos pelo caminho. Para quem olhava de fora, eram apenas um casal voltando à comunhão depois de um tempo afastado.
Mas dentro deles, o plano já estava em plena execução. No sábado seguinte, na casa de Sheila, a pastora Silvia seria recebida com cânticos, orações… e uma armadilha cuidadosamente preparada para derrubar suas defesas, uma a uma.
No próximo sábado, no apê, presença de Lucas Bianca e o Casal Sheila e Fábio, no quarto trancada estaria Leila aguardando as ordens e os convidados Mário e Duda…
O Culto com a Pastora Silvia, estava confirmado!
Continua…