Jantamos a Pastora Silvia

O grande sábado chegou como uma bomba-relógio que todos sabiam que explodiria. Mário e Duda foram os primeiros a chegar ao apê de Sheila, trazendo uma garrafa de vinho “sem álcool” (que, claro, não era) e uma bandeja de salgadinhos. Sheila os recebeu com um beijo demorado em cada um, o robe de seda entreaberto deixando claro que a noite já começava quente.
Vinte minutos depois, Bianca e Lucas entraram, ela com um vestido justo vermelho que marcava cada curva, ele com um sorriso predador. Todos se acomodaram na sala, taças na mão, conversando baixo sobre o plano. A expectativa pela chegada de Silvia era palpável — o ar parecia carregado de eletricidade sexual.
O interfone tocou. O porteiro anunciou: “Visita para Sheila. Senhora Silvia.”
Sheila autorizou na hora, voz calma e doce: “Pode subir.”
Silvia chegou elegante como sempre: vestido azul-marinho justo na cintura, saia abaixo do joelho, mas o tecido fino não escondia os peitos enormes e duros que empinavam o decote discreto. A Bíblia aberta apoiada entre os seios, como um escudo santo. Duda abriu a porta com um sorriso caloroso.
“Uauuu… você veio mesmo, pastora. Já antecipamos os sinceros agradecimentos.”
Silvia entrou, um pouco tímida, mas sorridente. “Graças a Deus, irmã. Que lugar bonito… e que cheiro gostoso de comida.”
Sheila apareceu com uma taça de vinho tinto na mão, estendendo outra para Silvia. “Bem-vinda, pastora. Que honra ter você aqui. Toma, é suco de uva fermentado… sem álcool, claro.”
Silvia aceitou, tomando um gole pequeno. Foi apresentada a Lucas e Fábio, que a cumprimentaram com educação excessiva.
“Muito prazer, pastora. A Duda falou tanto bem de você… que visita ótima”, disse Fábio, os olhos descendo rápido pelo corpo dela.
Quando Sheila chamou Bianca da cozinha, virou as costas para os homens. Foi quando ouviu o sussurro baixo de Lucas para Fábio:
“Olha que rabo imenso… bunda espetacular. Quero comer esse cu que deve ser virgem.”
Silvia não entendeu as palavras, mas sentiu o arrepio na nuca.
O “culto” começou: orações em círculo, Silvia liderando com voz firme e emocionada, lendo versos sobre redenção e pureza. Todos acompanharam, cabeças baixas, mas os olhares trocados entre os “irmãos” eram tudo menos santos. Minutos depois, o louvor terminou e o papo fluiu. Bandeja de frios, queijos, presunto, azeitonas. Silvia relaxou um pouco, tomando a segunda taça de “suco de uva”.
Bianca se aproximou, sentando ao lado dela.
“Silvia, que legal você ser pastora nessa idade tão novinha e linda. O que te levou a seguir assim?”
Silvia sorriu, um pouco melancólica.
“Nunca tive sorte na vida… namoros que não davam certo. Resolvi seguir o caminho de Deus. Depois que me firmei nisso, sou feliz assim.”
Fábio e Lucas entraram na conversa, casuais.
“Que legal, hein? E você, Silvia… namora?”
“Meu último namorado foi quando eu tinha 22 anos. Terminamos porque ele era muito ciumento. Brigávamos todos os dias, sem motivos muitas vezes. Desde então, solteira… servindo a Deus.”
Sheila inclinou a cabeça, voz suave.
“Nossa, que benção… e você então não tem relacionamentos íntimos todos esses anos?”
Silvia corou, baixando os olhos.
“Sim… faz tempo. Muito tempo.”
Bianca arregalou os olhos, fingindo espanto.
“Isso é sério? Você não sente vontade?”
“Quando me sinto estranha… faço orações por horas. Isso me acalma.”
“Interessante…”, murmuraram todos, trocando olhares cúmplices.
Silvia pegou a terceira taça de vinho, o álcool começando a soltar a língua e o corpo. Na cozinha, enquanto ajudavam com os pratos, Duda e Bianca se aproximaram dela.
“Sabe, Silvia… percebi que meu marido olhou diferente pra você. Eu vi”, disse Duda, voz baixa e provocante.
Bianca completou: “Eu também notei. Ele ficou… impressionado.”
Silvia ficou roxa de vergonha, o rosto queimando.
“Meu Deus… desculpem. Eu não queria causar isso. Acho melhor ir embora.”
Sheila se aproximou por trás, voz doce.
“Calma, Silvia. Isso não foi nada… e me deu até um tesão de imaginar você esfregando esses peitões no pau do meu marido.”
Todas riram — menos Silvia, que ficou chocada, olhos arregalados.
Sheila continuou, sem pudor:
“Só de pensar nisso, estou toda molhada… na realidade melada. Meu grelo está dolorido. Quer passar a mão pra ver?”
Silvia recuou um passo.
“Não… o que é isso? Não, pelo amor de Deus.”
Bianca riu.
“Se ela não quer sentir você, eu quero, Sheila.”
Ela abaixou a saia de Sheila devagar, deixando-a de bruços sobre a bancada da cozinha. Bianca se ajoelhou atrás, enfiou três dedos direto na buceta grande e farta de Sheila, que gemeu alto.
Silvia ficou paralisada, olhos vidrados na cena.
“Nossa… vocês têm tanta intimidade assim?”
Sheila, ofegante, respondeu:
“Sim… Bianca, continua enfiando os dedos… me faz gozar. E enfia sua língua no meu cu… mostra pra Silvia o que a gente costuma fazer aqui.”
Bianca obedeceu: língua no cu de Sheila, dedos bombando na buceta. Sheila gozou forte, esguichando até abaixo dos joelhos, gemendo alto.
Duda se aproximou de Silvia.
“Gostou do que viu, pastora?”
Silvia tremia.
“Nunca vi coisa igual… a intimidade de vocês… uauuu… estou chocada.”
Sheila, ainda ofegante:
“Quer provar?”
Silvia não respondeu. Bianca se levantou, aproximou-se dela.
“Ela não disse nem sim nem não… vamos agir.”
Bianca tirou uma alça do vestido de Silvia, depois a outra. O tecido caiu até a cintura, revelando o sutiã preto lutando para conter os peitos enormes. Depois, puxou a saia para baixo, deixando-a só de calcinha.
“Nossa que bunda enorme… queremos foder você. Tira a calcinha, sua pastora puta. Sabemos o que você quer… e você terá.”
Duda ajudou a abrir a bunda gigante de Silvia. Bianca se ajoelhou atrás, enfiou dois dedos com força na bucetona grande e apartada.
“Ela vai adorar ser arrombada… olha isso, Duda e Sheila. Muito apertada.”
Sheila ordenou:
“Lambe o cu dela e enfia os dedos. Faz ela sussurrar.”
A coisa saiu do controle. De surpresa combinada, Fábio, Lucas e Mário entraram na cozinha e presenciaram a cena: Silvia de bruços na bancada, calcinha no chão, Bianca com dois dedos no cu e três na buceta, fazendo-a gemer baixo apesar da vergonha.
Sheila sorriu para os homens.
“Meninos, olhem essa puta crente. Está com vergonha, mas está toda melada. Observem. Tirem a roupa e batam uma punheta inicial olhando ela gemer.”
Não precisou de segundo pedido. Os três tiraram a roupa em segundos. Os paus já duros, grossos, latejando. Começaram a se punhetar devagar, olhos fixos em Silvia, que gemia involuntariamente, o corpo traindo a mente, as pernas tremendo enquanto Bianca bombava os dedos e lambia o cu virgem.
A pastora estava caída.
E o “culto” mal havia começado.
Silvia, ainda de bruços na bancada da cozinha, o vestido caído aos pés e a calcinha arrancada com violência, sentiu o ar ficar preso na garganta quando os três homens entraram. Seus olhos, arregalados de choque e vergonha, percorreram os corpos nus de Fábio, Lucas e Mário em uma fração de segundo que pareceu eterna.
Primeiro veio o pânico puro: um gemido abafado escapou dos lábios dela, quase um soluço, enquanto tentava cobrir o corpo com os braços — mas Bianca segurou seus pulsos com firmeza, mantendo-a exposta. Depois veio a incredulidade: ela piscou várias vezes, como se quisesse apagar a visão, mas os paus já duros, grossos e latejantes estavam ali, balançando levemente com os movimentos lentos de punheta, veias saltadas, cabeças inchadas e vermelhas brilhando sob a luz fria da cozinha.
O pau de Fábio era o mais grosso, curto mas brutal, como um punho cerrado, a glande larga e roxa pulsando visivelmente. Lucas tinha o mais longo, reto e curvado levemente para cima, a pele escura contrastando com a cabeça rosada que babava pré-gozo em fios grossos. E Mário… o dela, o marido da igreja, o “irmão” que ela conhecia há anos — o pau dele estava tão duro que parecia doer, grosso como nunca imaginara, a cabeça inchada brilhando, veias grossas correndo pela extensão, pingando sem parar enquanto ele se masturbava devagar, olhos fixos nela com uma mistura de culpa e fome animal.
Silvia tremeu inteira. As pernas fraquejaram, mas Bianca a sustentou, os dedos ainda dentro dela, bombando devagar para mantê-la no limite. Um calor traiçoeiro subiu pela barriga dela, misturando-se ao pavor. Seus peitos enormes, livres do sutiã que Duda arrancara momentos antes, balançavam com cada respiração acelerada, os mamilos duros como pedras, traidores do corpo que gritava “não” enquanto a buceta traía com mais umidade escorrendo pelas coxas.
“Meu Deus… não… isso não pode ser…”, murmurou ela, voz rouca e quebrada, mas os olhos não conseguiam desviar. Eles iam de um pau para o outro, hipnotizados, como se nunca tivessem visto algo tão proibido e tão… hipnótico. A respiração dela acelerou, o peito subindo e descendo rápido, os seios tremendo. Um gemido involuntário escapou quando Bianca enfiou mais um dedo no cu virgem dela, esticando-o devagar.
“Olha pra eles, pastora… olha pros paus que vão te arrombar hoje”, sussurrou Bianca no ouvido dela, lambendo a orelha. “Você nunca sentiu nada assim… mas vai sentir. Vai sentir todos eles dentro de você.”
Silvia balançou a cabeça devagar, lágrimas começando a escorrer, mas não era só de vergonha. Era de algo mais profundo: uma fome que ela negava há anos, explodindo agora, forçada a encarar. Seus olhos fixaram no pau de Mário por um segundo a mais — o “irmão” da igreja, agora punhetando-se para ela —, e um soluço misturado a um gemido escapou.
“Por favor… não… eu… eu não posso…”, sussurrou ela, mas a voz saiu fraca, quase um pedido invertido.
Sheila riu baixo, aproximando-se e passando a mão pelos peitos enormes de Silvia, apertando os mamilos com força.
“Você pode sim, pastora. E vai. Olha como eles estão duros por sua causa… por essa bucetona virgem, por esse cu que nunca foi tocado. Eles vão te encher até você implorar por mais.”
Os três homens se aproximaram devagar, paus na mão, masturbando-se ritmadamente, os olhos devorando cada centímetro do corpo trêmulo dela. Silvia fechou os olhos por um instante, mas quando abriu, o primeiro pau — o de Fábio — estava a centímetros do rosto dela.
Ela engoliu em seco, o corpo inteiro tremendo de terror, vergonha… e um desejo que finalmente começava a vencer a luta.
A pastora estava caindo.
E os paus ali, duros e prontos, eram a prova final de que a queda seria completa.
Silvia, ainda apoiada na bancada da cozinha, o corpo nu e trêmulo, os peitos enormes balançando a cada respiração acelerada, finalmente quebrou. As lágrimas escorriam pelo rosto, misturando-se ao suor, mas não eram mais só de vergonha. Eram de rendição absoluta.
“Deus… me perdoa…”, sussurrou ela, voz rouca e quebrada, os olhos fechados com força. “Não aguento mais… eu não aguento mais resistir. Por favor… façam comigo o que quiserem. Eu… eu quero.”
O silêncio na cozinha durou um segundo eterno. Depois, Sheila e Bianca explodiram em risadas baixas e excitadas, os olhos brilhando de vitória. Elas se viraram uma para a outra, colaram os corpos nus e se beijaram com fome — línguas se entrelaçando, mãos apertando bundas e peitos, gemidos abafados ecoando enquanto se esfregavam. Bianca mordeu o lábio inferior de Sheila e sussurrou:
“Ela caiu, amor… a pastora caiu direitinho.”
Sheila virou-se para os homens — Fábio, Lucas e Mário —, que ainda se punhetavam devagar, paus duros e latejantes apontados para Silvia como armas prontas.
“Meninos… quem será o primeiro a ir com calma com a nossa pastora virgenzinha? Ela tá fechadinha, bucetona apertada, cu nunca tocado. Se for muito bruto, ela vai gritar de dor e a gente perde a graça. O primeiro tem que ser devagar… preparar ela direitinho. Depois vocês podem arregaçar. E o final… o final é com a Leila. Ela tá trancada no quarto esperando sua vez de servir a nova puta da casa.”
Fábio deu um passo à frente primeiro, o pau grosso e curto pulsando na mão. Ele era o mais largo, o que mais esticaria, mas também o mais experiente em ir devagar quando precisava. Olhou para Silvia com um sorriso calmo, quase gentil.
“Eu vou primeiro. Com calma. Prometo.”
Ele se aproximou devagar, ajoelhando-se atrás dela. Silvia tremia tanto que a bancada rangia levemente. Fábio abriu as nádegas enormes dela com as duas mãos, expondo o cu rosado e virgem, a buceta grande e molhada brilhando de excitação involuntária. Ele lambeu devagar primeiro — a língua circulando o anel apertado do cu, depois descendo para a buceta, saboreando o gosto doce e salgado da rendição dela.
Silvia gemeu alto, o corpo se arqueando.
“Ahhh… meu Deus… isso… isso é pecado… mas… continua… por favor…”
Fábio posicionou a cabeça grossa do pau na entrada da buceta, esfregando devagar, sem entrar ainda. Só pressionando, abrindo os lábios inchados, deixando-a sentir o tamanho.
“Relaxa, pastora… respira fundo. Vai entrar devagar… você vai sentir cada centímetro.”
Ele empurrou aos poucos. A glande larga esticou os lábios da buceta virgem, entrando milímetro por milímetro. Silvia gritou baixo — não de dor pura, mas de uma mistura insuportável de dor e prazer. As paredes internas se contraíram ao redor dele, apertadas como nunca, mas molhadas o suficiente para deixar passar.
“Devagar… devagar… ahhh… tá grande… tá me abrindo…”, gemia ela, as unhas cravando na bancada.
Fábio continuou, entrando até a metade, parando para ela se acostumar. Depois, mais um pouco. Quando finalmente estava todo dentro, ele ficou imóvel por alguns segundos, deixando-a sentir a plenitude, a grossura preenchendo cada espaço.
Silvia chorava baixinho, mas empinava a bunda involuntariamente.
“Mais… por favor… não para…”
Sheila e Bianca assistiam, excitadas, se tocando uma à outra enquanto riam.
“Olha a pastora pedindo mais… quem diria.”
Fábio começou a mexer devagar, estocadas longas e suaves, saindo quase todo e voltando até o fundo. Cada movimento fazia Silvia gemer mais alto, o corpo se rendendo completamente. Depois de alguns minutos, ele acelerou um pouco, mas ainda controlado, preparando-a para o que viria.
Lucas e Mário continuavam punhetando, esperando a vez. Mário, olhando a pastora da igreja ser fodida pelo primeiro pau, sentia o pau pulsar de ciúme e tesão ao mesmo tempo.
Quando Fábio saiu dela devagar, a buceta de Silvia ficou aberta, piscando, vermelha e melada. Ele deu um tapa leve na bunda dela.
“Pronto… agora ela tá pronta pros próximos. Quem vai?”
Lucas se aproximou, o pau longo e curvado na mão.
“Eu vou no cu. Devagar também… mas vou abrir essa virgenzinha de vez.”
Silvia virou o rosto, lágrimas nos olhos, mas voz suplicante:
“Vai… por favor… me faz mulher de verdade… me perdoa, Deus… mas eu quero…”
A entrega estava completa.
E a noite — o “culto” — mal havia começado. Leila ainda esperava no quarto, acorrentada, pronta para o final: servir a pastora quebrada, lamber, ser usada junto. O pecado havia chegado à igreja.
E não haveria volta.
Lucas se posicionou atrás de Silvia, o pau longo e curvado brilhando de lubrificante e saliva. Ele segurou as nádegas enormes dela com as duas mãos, abrindo-as ao máximo, expondo o anel rosado e apertado do cu virgem que nunca havia sido tocado. Silvia tremia inteira, os peitos enormes pressionados contra a bancada fria, os mamilos duros roçando o granito, o corpo inteiro suado e vermelho de vergonha e desejo.
“Relaxa, pastora… respira fundo. Vou entrar devagar no começo… mas você vai querer mais”, sussurrou Lucas, a voz rouca de tesão.
Ele posicionou a cabeça grossa contra o buraco minúsculo e empurrou devagar. A glande larga forçou o anel apertado, esticando a pele fina até o limite. Silvia gritou alto — um grito agudo de dor pura que ecoou pela cozinha.
“Ahhh! Dói… dói muito! Meu Deus… tá rasgando… para, por favor…”, implorou ela, as unhas cravando na bancada, lágrimas escorrendo pelo rosto.
Mas o corpo traía. A buceta dela pingava, o grelo inchado latejando, as coxas tremendo não só de dor. Lucas parou por um segundo, deixando-a sentir a pressão, depois empurrou mais um pouco — dois centímetros, três. O cu se abriu devagar ao redor dele, o anel se dilatando dolorosamente.
Silvia soluçou, mas entre os soluços veio um gemido diferente — rouco, profundo, de tesão reprimido.
“Não para… dói… mas… continua… por favor… mais fundo… eu quero sentir…”
Lucas sorriu, empurrando mais. O pau entrou até a metade, esticando-a como nunca. Silvia gritou de novo, o corpo convulsionando, mas empinou a bunda involuntariamente, pedindo mais.
“Mais forte… vai… me arromba… eu aguento… ahhh caralho… dói tanto… mas é bom… mais forte!”
Lucas obedeceu. Começou a socar devagar no início, estocadas longas que faziam o cu dela piscar e se abrir mais a cada ida e volta. A dor inicial dava lugar a um prazer insuportável, o corpo dela se adaptando, a buceta esguichando sem ser tocada. Silvia gemia alto, implorando:
“Mais… mais forte… me rasga… eu sou puta agora… me fode o cu virgem… ahhh!”
Quando Lucas saiu dela devagar, o cu de Silvia ficou aberto, vermelho e pulsando, um buraco dilatado que piscava vazio. Ela desabou na bancada, ofegante, lágrimas misturadas a um sorriso torto de êxtase.
Mário foi o próximo. Seu pau grosso, o mesmo que Duda conhecia tão bem, latejava na mão dele. Ele se aproximou, olhos fixos na pastora que pregava para ele todos os domingos. Silvia virou o rosto, viu o pau do “irmão” da igreja apontado para ela e gemeu baixo:
“Mário… você… vai me arrombar… como nunca… por favor… me usa… me faz sentir mulher…”
Mário posicionou a cabeça grossa no cu já aberto por Lucas e enfiou de uma vez — não devagar como o outro, mas com força controlada, enterrando metade do pau num só movimento. Silvia urrou, o corpo se arqueando, dor lancinante misturada a prazer explosivo.
“Ahhh! Tá me partindo… tá grosso demais… dói… mas não para… arromba… arromba meu cu de pastora… me faz gozar assim!”
Mário socou forte, estocadas profundas que faziam as bolas baterem contra a buceta melada dela. Silvia gozou quase imediatamente — um orgasmo violento, esguichando no chão, o corpo convulsionando enquanto gritava:
“Mais… mais forte… eu quero mais… arromba tudo!”
Depois de minutos de bombadas brutas, Mário saiu, o cu de Silvia agora um buraco largo, vermelho e escorrendo lubrificante. Ela implorava:
“Dupla… quero dupla… no cu… quero sentir dois paus me rasgando ao mesmo tempo… por favor…”
Lucas e Mário se posicionaram juntos. Lucas deitou no chão da cozinha, puxando Silvia para cima dele. Ela montou devagar, o pau longo entrando no cu dilatado com facilidade agora. Depois, Mário se ajoelhou atrás, forçando o pau grosso ao lado do de Lucas — dupla penetração anal.
Silvia gritou alto quando os dois entraram juntos, esticando-a ao limite absoluto. Dor lancinante, como se fosse se partir ao meio, mas o tesão era maior.
“Dói… dói tanto… ahhh caralho… mas é bom… me fodam… me arrombem os dois… quero mais… mais forte… não parem!”
Eles começaram a socar — sincronizados no início, depois descompassados, um entrando enquanto o outro saía, abrindo-a cada vez mais. Silvia gozava sem parar, esguichos jorrando, o corpo tremendo em espasmos, lágrimas de êxtase escorrendo. A vagabundo chorava e ao mesmo tempo sorria para os dois fudendo ela intensamente.
“Mais… mais… eu quero mais… nunca mais paro… sou puta agora… fodam meu cu virgem… enchem de porra… ahhh!”
Sheila e Bianca assistiam, rindo e se tocando, excitadas com a queda completa da pastora. A noite ainda reservava Leila — trancada no quarto, acorrentada, esperando para lamber, servir e ser usada junto com a nova aquisição. E Duda em seu cantinho enfiando a mão inteira no cú já largo de tanto Mário te arregaçar nos últimos dias.
Silvia, perdida no prazer e na dor, gritava entre gemidos:
“Deus me perdoa… mas eu quero isso… quero tudo… mais paus… mais dor… mais tesão… não parem nunca!”
A pastora havia se entregado de forma completa.
E o “culto” — agora uma orgia sem volta — mal havia chegado ao ápice.
Silvia gozou intensamente com aqueles dois paus imensos no cu — um grito rouco e prolongado que ecoou pela cozinha inteira, o corpo convulsionando como se fosse atravessado por uma corrente elétrica. Os espasmos foram tão violentos que ela escorregou da bancada, caindo de joelhos no chão frio, os peitos enormes balançando pesados, suados e vermelhos de tanto atrito. A buceta pingava no piso, o cu ainda aberto e pulsando, escorrendo lubrificante misturado ao suor e aos resquícios de porra que os dois homens haviam deixado dentro dela. Ela respirava ofegante, olhos vidrados, lágrimas de êxtase escorrendo pelo rosto, a boca entreaberta em um sorriso torto de rendição total.
Exausta e trêmula, Silvia se levantou devagar, apoiando-se na bancada com as duas mãos. Os peitos enormes subiam e desciam a cada respiração pesada, os mamilos duros e sensíveis apontando para frente como se ainda implorassem por mais. Ela limpou o suor da testa com o dorso da mão e, com voz rouca e quebrada, perguntou:
                     
“Quem… quem é a Leila que preciso conhecer?”
Bianca e Sheila explodiram em risadas baixas e excitadas, trocando olhares cúmplices. Sheila se aproximou de Silvia por trás, passando as mãos pelos seios dela e apertando os mamilos com força, fazendo-a gemer de novo.
“É pastora… agora vocês duas vão se arregaçar juntas. E nós seremos a plateia. Vocês vão ser as estrelas do show. Leila vai ensinar você direitinho como lacear o cu e a buceta pros meninos. Ela é especialista nisso.”
Sheila caminhou até a porta trancada do quarto ao lado, girou a chave e abriu com um clique seco. Leila estava lá dentro, acorrentada pelos pulsos a uma barra no teto, completamente nua, o corpo magrinho marcado de hematomas leves das sessões anteriores. O plug anal gigante — aquele monstro preto e grosso com base larga — ainda estava entalado no cu dela, esticando o anel ao máximo, fazendo-a tremer levemente só de respirar. Os olhos dela brilharam ao ver a cena: Silvia nua, suada, os buracos dilatados, os peitos enormes tremendo.
Sheila soltou as correntes dos pulsos de Leila com um puxão rápido. A escrava caiu de joelhos, mas logo se levantou, submissa e ansiosa.
“Leila… esta é Silvia, a pastora. Ela precisa aprender um pouco com você como lacear o cu e a buceta pros meninos. Ensine ela agora… e não tenha dó. Vai, sua puta.”
Leila rastejou até Silvia devagar, os olhos fixos nos peitos enormes e na buceta melada. Sem dizer uma palavra, ela se ajoelhou atrás da pastora, abriu as nádegas dela com as mãos pequenas e firmes, expondo o cu ainda vermelho e aberto da dupla penetração.
“Primeira lição, pastora… relaxar e empinar. Quanto mais você empinar, mais eles entram fundo.”
Leila tirou o plug gigante do próprio cu com um gemido baixo — o buraco dela piscou vazio por um segundo —, e posicionou a base larga contra o cu de Silvia. Sem aviso, empurrou devagar, forçando o monstro a entrar. Silvia gritou, o corpo se arqueando:
“Ahhh! Tá grande demais… dói… mas… continua… me abre mais…”
                  
Leila enfiou até a base, o plug esticando o cu da pastora ao limite. Depois, começou a girar devagar, laceando as paredes internas, preparando para mais. Ao mesmo tempo, enfiou três dedos na buceta dilatada de Silvia, bombando forte enquanto lambia o períneo.
“Segunda lição… aguentar fisting. Você vai aprender a levar mão inteira na buceta e no cu. Os meninos adoram ver isso.”
Silvia gemia alto, o corpo tremendo, mas empinando mais, entregando-se completamente:
“Sim… me ensina… me arromba… quero ser como você… quero ser puta pra eles…”
         
Sheila, Bianca, Lucas, Fábio e Mário formaram um semicírculo ao redor das duas, punhetando devagar, olhos fixos na cena. Leila acelerou: plug girando no cu, punho inteiro entrando na buceta de Silvia, que gozou de novo em esguichos violentos, gritando:
“Mais… mais fundo… me destroem… eu sou de vocês agora!”
Leila sorriu submissa, puxando Silvia para o chão.
“Agora deite de costas, pastora. Vou te fistinguar os dois buracos ao mesmo tempo… e você vai gozar até desmaiar. Depois… os meninos vão te encher de porra. E eu vou lamber tudo.”
Silvia deitou, abriu as pernas largas, os peitos enormes caindo para os lados, e sussurrou:
“Faz… me quebra… me faz esquecer Deus… só quero isso agora…”
A plateia riu e gemeu, os paus latejando.
A pastora estava destruída.
E a noite — o “culto” — ia durar até o amanhecer.
Leila, ajoelhada no chão da cozinha entre as pernas escancaradas de Silvia, olhava para a pastora caída com uma mistura de submissão devota e fome predatória. Seu corpo magrinho, marcado de hematomas leves e suor fresco, tremia levemente com o plug gigante ainda entalado no próprio cu — um lembrete constante de sua condição de escrava. Mas agora, com a ordem de Sheila ecoando (“Ensine ela agora e não tenha dó. Vai, sua puta”), Leila se transformou na professora implacável.
Ela começou devagar, mas sem piedade. Primeiro, lambeu a buceta dilatada de Silvia — língua longa e lenta circulando o grelo inchado, depois descendo para os lábios vermelhos e melados, saboreando o gosto da rendição misturado ao lubrificante e aos resquícios dos paus que haviam estado lá minutos antes. Silvia gemeu alto, os quadris se erguendo involuntariamente.
“Primeira regra, pastora… relaxar o corpo inteiro. Se você apertar, dói mais. Se você soltar… vai sentir tudo. E vai querer mais.”
Leila enfiou dois dedos na buceta de Silvia, sentindo as paredes quentes e úmidas se contraírem ao redor. Depois três. Depois quatro. Silvia arqueou as costas, os peitos enormes balançando pesados, mamilos duros apontando para o teto.
“Ahhh… Leila… tá abrindo… tá esticando… continua…”
Leila girou a mão devagar, os dedos se abrindo como uma flor dentro dela, pressionando as paredes internas, massageando o ponto sensível que fazia Silvia esguichar em pequenos jatos. A pastora gritava agora — não de dor, mas de um prazer insuportável que a fazia tremer inteira.
“Agora o punho… respira fundo. Expira quando eu empurrar.”
Leila fechou a mão em forma de cone, os dedos juntos, e empurrou devagar. A buceta de Silvia resistiu por um segundo — o anel apertado se dilatando ao máximo —, depois cedeu. O punho inteiro deslizou para dentro com um som molhado e obsceno, desaparecendo até o pulso. Silvia urrou, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos.
“Dói… dói tanto… mas é bom… ahhh caralho… mais fundo… mexe… mexe dentro de mim!”
Leila obedeceu. Começou a bombear devagar — o punho entrando e saindo até o meio do antebraço, girando para massagear as paredes internas, pressionando o ponto G com os nós dos dedos. Silvia gozou quase imediatamente — um orgasmo violento, esguichando forte no braço de Leila, o líquido quente escorrendo pelo chão. Mas Leila não parou. Acelerou o ritmo, o punho bombando como um pistão, abrindo a buceta cada vez mais, esticando-a até o limite.
“Segunda lição… o cu. Você já levou dois paus… agora vai levar punho.”
Leila tirou o punho da buceta com um som de sucção úmida, deixando-a aberta e piscando. Virou Silvia de bruços na bancada, abriu as nádegas enormes com as duas mãos e posicionou o punho lubrificado contra o cu já dilatado. Silvia gemeu, empinando sem que precisasse mandar.
“Vai… me fode o cu com a mão… me abre toda… quero sentir você lá dentro…”
Leila empurrou devagar. O anel do cu resistiu, mas cedeu — o punho deslizou para dentro, centímetro por centímetro, esticando a pastora ao máximo. Silvia gritou, o corpo tremendo, dor lancinante misturada a êxtase puro.
“Ahhh! Tá me partindo… tá grosso… mas continua… mais fundo… me arromba o cu… eu aguento… eu quero!”
Leila começou a mexer — punho inteiro dentro, girando, abrindo e fechando a mão para massagear as paredes internas do reto. Silvia gozava sem parar, esguichos jorrando da buceta intocada, o corpo convulsionando em ondas intermináveis. Leila bombava mais rápido, o antebraço desaparecendo até quase o cotovelo, o som molhado e obsceno enchendo a cozinha.
“Você tá aprendendo, pastora… agora aguenta os dois ao mesmo tempo.”
Leila manteve um punho no cu e enfiou o outro na buceta — fisting duplo, simultâneo. Silvia desabou na bancada, gritando insana:
“Mais… mais… me destroem… punhos nos dois buracos… eu sou puta… sou sua aluna… me quebra… ahhh caralho… gozando de novo!”
Ela convulsionou em um orgasmo múltiplo, o corpo inteiro tremendo, esguichando no chão, lágrimas de prazer escorrendo. Leila continuou bombando por minutos, abrindo-a como nunca, até Silvia implorar por misericórdia — mas sem querer parar.
Sheila e Bianca assistiam, punhetando os homens ao redor, rindo e gemendo.
“Olha a pastora virando aluna da Leila… amanhã ela vai pregar com plug no cu e punho na memória.”
Leila finalmente tirou os punhos devagar, deixando os buracos de Silvia abertos e pulsando. A pastora desabou no chão, ofegante, suada, destruída e feliz.
“Obrigada… Leila… me ensinou… agora eu quero os paus de novo… quero tudo…”
A plateia aplaudiu baixinho.
A lição estava completa.
A Noite prestes a acabar com aquela orgia intensa e aulas para Silvia…

A vida da Pastora mudou e isso seria apenas o começo!

Continua…


Foto 1 do Conto erotico: Jantamos a Pastora Silvia

Foto 2 do Conto erotico: Jantamos a Pastora Silvia

Foto 3 do Conto erotico: Jantamos a Pastora Silvia

Foto 5 do Conto erotico: Jantamos a Pastora Silvia


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Ficha do conto

Foto Perfil loiraewill
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Nome do conto:
Jantamos a Pastora Silvia

Codigo do conto:
252329

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
16/01/2026

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1

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