O Evangélico virou Corno e Submisso.

Leila acordou no dia seguinte com o corpo latejando, mas o que mais doía era a ordem clara que Sheila havia dado antes de todos se despedirem: “Nada de tocar nesse grelo inchado, nada de gozar até o próximo encontro. Seu orgasmo agora pertence a mim. Entendeu, sua putinha?”
Ela entendeu. E obedeceu… por algumas horas.
No meio da tarde, na loja onde trabalhava, o plug anal GGG — aquele monstro de borracha preta, grosso como um punho, com base larga para não escapar — já estava entalado no cu apertado dela desde a manhã. Cada passo que dava fazia o brinquedo pressionar as paredes internas, roçando na próstata feminina que a fazia tremer. O grelo estava inchado, vermelho, pulsando como se tivesse vida própria, implorando por um toque que ela não podia dar.
Mas o tesão era insuportável.
Por volta das 16h, com a loja vazia, Leila trancou a porta do banheiro dos funcionários, abaixou a calça social preta até os joelhos e se encostou na pia. O plug enorme esticava seu cu ao limite, a base larga pressionando contra as nádegas. Ela olhou no espelho: olhos vermelhos de tesão, bochechas coradas, lágrimas já se formando.
“Desculpa, Dona Sheila… eu não aguento mais…”
Com as mãos trêmulas, ela abriu as pernas o máximo que pôde dentro do cubículo apertado e começou a esfregar o grelo inchado com dois dedos. Não precisou de muito. O plug no cu, o peso da desobediência, a lembrança da noite anterior — tudo explodiu em segundos.
O orgasmo veio violento, como uma onda que a derrubou. Ela mordeu o próprio braço para não gritar alto. A buceta contraiu forte, jorrando um esguicho quente que escorreu pelas coxas, pingou no chão frio do banheiro, formando uma poça brilhante. As pernas tremiam tanto que ela quase caiu. Lágrimas quentes escorreram pelo rosto enquanto o prazer dava lugar ao pânico e ao arrependimento.
“Eu quebrei a ordem… eu quebrei…”
Ainda ofegante, com as pernas molhadas e o plug ainda firme no cu, ela pegou o celular com dedos grudentos e digitou a mensagem para Sheila:

“Minha Dona, me perdoa. Não consegui seguir suas ordens. Acabei gozando. Me masturbei agora em um ato de desespero. Por favor, me perdoa.”
Enviou. E esperou.
Nada. Silêncio absoluto.
O resto do dia foi tortura. Leila atendia clientes com sorriso forçado, os olhos marejados, o cu latejando com o plug que agora parecia um castigo vivo. Cada vez que se mexia, sentia o brinquedo roçar e lembrava da traição. Chorou no estoque, chorou no carro voltando para casa, chorou no chuveiro tentando lavar a culpa.
Às 23:17, o celular vibrou na mesinha de cabeceira.
Mensagem de Sheila:
“Sua cadela vadia e desobediente. Isso terá consequências graves. Me aguarde.
Esperamos você no próximo sábado, 20:00hs, no apê. Não se atrase.
Tchau!”
Leila leu a mensagem três vezes. O coração disparou. O medo misturou-se ao tesão renovado. Ela sorriu — um sorriso trêmulo, culpado, mas genuíno. Sheila não a expulsou. Sheila ia puni-la. E punição, no mundo delas, significava ser usada até o limite, ser arrombada, humilhada, possuída por todos até implorar por misericórdia.
Ela respondeu apenas com um emoji: ?????
Depois, deitou de bruços na cama, manteve o plug no lugar e deixou as lágrimas secarem no travesseiro. O grelo, mesmo depois do gozo proibido, voltou a inchar só de imaginar o que viria no sábado.
Mário e Maria Eduarda estariam lá.
Bianca, Lucas, Fábio, Sheila.
E ela, Leila, a escrava do sexo, seria o centro da punição e do prazer coletivo.
Ela não via a hora.
E, no fundo, sabia que merecia cada segundo do que estava por vir.
A sala adjacente ao apê de Sheila era um covil escuro e preparado para o caos: luzes vermelhas baixas, colchões espalhados pelo chão, correntes penduradas no teto e um cheiro forte de lubrificante e suor antecipado. Sheila abriu a porta com um gesto dramático, revelando os cinco amigos que esperavam ali, nus e prontos, os corpos musculosos brilhando sob a luz fraca. Eram homens altos, fortes, com paus grossos e longos já semi-duros, veias saltadas como cordas, cabeças inchadas babando pré-gozo. Chamavam-se André, Bruno, Carlos, Diego e Eduardo — todos com membros que pareciam armas, grossos como latas de refrigerante, prontos para destruir.
“Mário, Duda… conheçam nossos convidados especiais”, disse Sheila, a voz rouca de excitação. “Esses cinco são nossos ‘quebra-tudo’. Paus grossos, resistentes, e sem limites. Eles vão arregaçar Leila primeiro… e depois, Duda, quatro deles vão te foder até você esquecer seu nome. Mário, você só assiste, corninho. Sem tocar.”
Mário engoliu em seco, o pau latejando inutilmente na calça, os olhos fixos nos monstros pendurados entre as pernas daqueles homens. Duda, ainda marcada pelas cintadas, sentiu a buceta contrair de tesão e medo misturados, o grelo inchado latejando. “Meu Deus… eles são enormes”, murmurou ela, lambendo os lábios involuntariamente.
Leila, já posicionada no centro da sala, de joelhos e com o plug ainda fincado no cu, tremia de expectativa. Seu corpo delicioso estava coberto de suor, as marcas vermelhas da cinta brilhando na pele. Sheila puxou as correntes e amarrou os pulsos dela no alto, deixando-a exposta, de pé mas inclinada, o cu e a buceta abertos para todos.
“Comecem, meninos”, ordenou Sheila. “Arregacem essa puta desobediente ao extremo. Tripla no cu primeiro… mostrem pra ela o que acontece com cadelas que gozam sem permissão.”
André, Bruno e Carlos se aproximaram primeiro, os paus grossos endurecendo completamente enquanto masturbavam devagar. Leila gemeu baixinho: “Por favor… me destruam… eu mereço.” André posicionou a glande enorme contra o cu já laceado pelo plug, que Sheila tirou com um puxão rápido, deixando o buraco piscando vazio. Ele enfiou de uma vez, grosso e impiedoso, fazendo Leila gritar de dor e prazer. Bruno veio por baixo, forçando o pau ao lado do de André, esticando o anel ao limite. Carlos se juntou, empurrando o terceiro pau grosso para dentro do cu apertado, os três membros se espremendo, dilatando-a como nunca.
“Caralho… olha isso, Duda”, sussurrou Bianca, punhetando Lucas e Fábio ao lado. “Tripla penetração no cu dela… ela vai se partir ao meio.”
Leila uivava, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo enquanto os três bombavam forte, os paus grossos entrando e saindo em um ritmo brutal, o som molhado de carne contra carne ecoando. “Mais! Arregacem meu cu! Eu sou sua puta!” Diego, não aguentando mais, se posicionou na frente e socou o pau grosso na buceta dilatada de Leila, bombando com força animal, as bolas batendo contra os outros paus no cu dela. Cada estocada fazia o corpo dela quicar nas correntes, a buceta esguichando a cada impacto profundo.
Eduardo se juntou a Diego na buceta, forçando um segundo pau grosso para dentro, esticando-a duplamente ali também. Agora eram cinco paus ao mesmo tempo: três no cu, dois na buceta. Lucas e Fábio riam, esperando sua vez, enquanto Mário assistia hipnotizado, o pau dele pingando sem tocar, as mãos presas atrás das costas por ordem de Sheila.
“Olha sua escrava sendo destruída, Mário”, provocou Sheila. “E isso é só o começo pra Duda.”

Bianca e Sheila se aproximaram de Leila, os olhos brilhando. Enquanto os homens continuavam as bombadas fortes, dilatando a buceta ao máximo, Bianca lubrificou a mão e começou o fisting: quatro dedos primeiro, depois o punho inteiro mergulhando na buceta encharcada, ao lado dos paus que ainda socavam. Sheila fez o mesmo no cu, enfiando a mão junto aos três paus grossos, abrindo Leila como uma boneca quebrada.
Leila gritava insana, gozando sem parar, esguichos jorrando no chão, o corpo tremendo em espasmos violentos. “Me fodam! Fistinguem essa puta! Arregacem tudo!”

Duda, assistindo, sentiu a buceta pulsar. “Meu turno… quando?”, perguntou ela, voz trêmula de desejo.

Sheila sorriu: “Logo, evangélica puta. Logo você vai levar quatro desses monstros… e Mário vai ver cada centímetro entrando em você.”
Leila mal conseguia se sustentar nas correntes que a prendiam, as pernas tremendo como folhas ao vento, o corpo inteiro convulsionando em espasmos violentos que pareciam não ter fim. O cu dela estava um buraco aberto, dilatado ao extremo pelos paus grossos e pelo fisting impiedoso de Bianca e Sheila — vermelho, pulsando, escorrendo uma mistura pegajosa de porra, lubrificante e o suco do próprio prazer dela. Mas no rosto, em meio às lágrimas e ao suor, havia um ar de felicidade pura, submissa, como se cada dor fosse um êxtase que ela ansiava.
Fábio e Lucas se aproximaram dela de novo, os paus ainda duros como rochas, latejando com veias saltadas, babando pré-gozo. “Rapazes”, gritou Fábio para os cinco amigos — André, Bruno, Carlos, Diego e Eduardo —, que observavam ofegantes, recuperando o fôlego mas já endurecendo de novo. “Precisamos de ajuda de todos vocês! Não damos conta dessa cadela da Leila sozinhos. Vamos arregaçar ela mais ainda, até ela implorar por misericórdia!”
Os homens riram, um riso gutural e faminto, e se juntaram ao círculo ao redor de Leila. Sheila e Bianca, do lado, explodiram em gargalhadas altas, provocantes, vendo a escrava ainda tendo fortes espasmos, o corpo se contorcendo involuntariamente enquanto o cu piscava, pronto para mais invasão. “Olha só essa puta… ainda tremendo e querendo mais”, zombou Sheila, lambendo os lábios. “Vamos começar o extremo do arregaçamento desse cu, totalmente dilatado e pronto pra entrar mais e mais. Meninos, não tenham dó — enfiem tudo, paus, mãos, o que quiserem.”
Leila, submissa e entregue, foi solta das correntes e caiu nos braços daqueles sete homens — Fábio, Lucas e os cinco avantajados. Eles a ergueram como uma boneca, posicionando-a no colchão central, de bruços, a bunda empinada como um altar de sacrifício. André e Bruno se ajoelharam atrás, enfiando os paus grossos de volta no cu dilatado, socando forte enquanto Carlos forçava o terceiro pau ao lado, esticando-a ainda mais. Diego e Eduardo atacaram a buceta, bombando duplamente, os paus se espremendo dentro dela, o som molhado e obsceno ecoando pela sala. Fábio e Lucas se revezavam na boca dela, enfiando fundo na garganta até ela engasgar, lágrimas escorrendo enquanto ela chupava com gula.
“Me fodam… me arrombem… sou sua cadela… mais fundo!”, gemia Leila entre os paus, o corpo sendo usado como um brinquedo coletivo, cada estocada fazendo-a tremer mais, os espasmos virando orgasmos em cadeia que a deixavam alucinada.
Bianca, assistindo ao lado de Duda, deu uma piscadela maliciosa. “Fica tranquila, Duda… hoje isso não vai acontecer com você. Mas se quiser, basta pedir. Imagina sete paus te destruindo assim? Seu cu e sua buceta nunca mais seriam os mesmos.” Gargalhadas ecoaram pela sala, altas e cruéis, enquanto Duda corava, a buceta pingando só de imaginar, as marcas vermelhas da cinta na bunda latejando como um lembrete delicioso. “E essas marcas na sua bunda? Sai em dois dias, amiga. Mas enquanto durar, vai te lembrar do quanto você é puta.” Mais gargalhadas, o som misturando-se aos gemidos de Leila sendo arregaçada sem piedade.
Mário, no canto, amarrado a uma cadeira por ordem de Sheila, só podia assistir, o pau duro como nunca, pingando sem alívio, os olhos vidrados na escrava sendo possuída por todos aqueles homens. Leila, nos braços deles, era passada de um para o outro, o cu recebendo tripla penetração enquanto a buceta levava fisting de Bianca, que enfiava a mão inteira ao lado dos paus, abrindo-a como se quisesse parti-la ao meio. “Olha isso, corninho… sua vez de ver Duda assim tá chegando”, provocou Sheila, rindo enquanto Leila gozava de novo, esguichando forte, o corpo se debatendo em êxtase total.
E Leila, no centro de tudo, sorria por baixo da dor, submissa e feliz, implorando por mais em sussurros roucos: “Não parem… me arrombem pra sempre…”
Leila, completamente entregue à submissão, sentia cada fibra do seu corpo pulsar com uma mistura inebriante de dor, prazer e rendição absoluta. Nos braços daqueles sete homens — Fábio, Lucas, André, Bruno, Carlos, Diego e Eduardo —, ela era nada mais que uma escrava voluntária, um objeto de desejo moldado para obedecer e ser usado até o limite. Seus pulsos ainda marcados pelas correntes, o cu dilatado a ponto de caber punhos inteiros, a buceta inchada e escorrendo, mas seu rosto... ah, o rosto dela era puro êxtase submisso. Olhos semicerrados, lágrimas de gratidão escorrendo, lábios entreabertos sussurrando "sim, donos... mais... me quebrem".
Fábio e Lucas a ergueram pelos quadris, posicionando-a de costas contra o peito de André, que enfiou o pau grosso de volta no cu dela como se fosse uma bainha perfeita. "Sua cadela submissa... abre mais esse buraco pra gente", rosnou Lucas, forçando o próprio pau ao lado, esticando-a duplamente enquanto Bruno se juntava, tornando-o triplo novamente. Leila gemeu alto, o corpo se arqueando involuntariamente, mas em vez de resistir, ela empinou mais, oferecendo-se como uma oferenda. "Eu sou de vocês... punam minha desobediência... fodam essa puta submissa até eu não aguentar!"
Os outros homens não hesitaram. Diego e Eduardo atacaram a buceta, bombando com força bruta, os paus grossos se alternando em penetrações duplas que faziam o corpo dela quicar como uma marionete. Carlos e o último se revezavam na boca, enfiando fundo na garganta até ela babar e engasgar, mas Leila chupava com devoção, lambendo as bolas, implorando com os olhos por mais humilhação. Cada estocada era uma afirmação da sua submissão: ela não decidia nada, não controlava nada — só obedecia, gozando em ondas intermináveis que molhavam o colchão, os espasmos fazendo seu cu e buceta contraírem ao redor dos invasores.
Sheila e Bianca, mestras da cena, riam enquanto assistiam, ocasionalmente enfiando as mãos nos buracos dilatados para fistinguar junto aos paus, abrindo Leila ainda mais. "Olha essa submissa feliz... tremendo e pedindo por mais", provocou Bianca, virando-se para Duda. "Ela vive pra isso, amiga. Submissão total: sem limites, sem 'não'. Se você quiser provar, é só se entregar como ela."
Leila, entre gemidos roucos, sussurrou para seus donos: "Obrigada... por me usarem... eu mereço... sou sua escrava eterna." Seus espasmos continuavam, pernas fracas demais para sustentar, mas o sorriso no rosto era de uma paz pervertida — a felicidade de quem se rendeu completamente ao prazer da dor e da obediência.
Mário, assistindo tudo, sentia o pau latejar em agonia, sabendo que Duda seria a próxima a experimentar um gostinho dessa submissão coletiva. A noite, cheia de promessas sujas, ainda reservava mais para todos.
Sheila, com o corpo ainda brilhando de suor e os olhos flamejantes de comando, virou-se para Maria Eduarda, que assistia à destruição de Leila com a buceta pingando, o grelo inchado latejando como nunca. A sala pulsava com os gemidos finais de Leila, que desabava no colchão, o cu e a buceta arrombados ao extremo, espasmos fazendo seu corpo tremer enquanto sorria submissa, murmurando "obrigada, donos... eu obedecerei sempre".
"Agora, Duda... é a sua vez", disse Sheila, a voz baixa e autoritária, como uma rainha decretando o destino de uma súdita. "Escolha dois desses rapazes avantajados pra se juntar a Fábio e Lucas. Nunca teve uma dupla penetração na vida? Vai ser hoje. Quatro paus te arrombando ao mesmo tempo — dois na sua bunda gulosa, dois na sua buceta melada. E enquanto eles enfiarem com força, olhe pro Mário e chame ele de corno obediente. Mostra pra ele como se faz. Peça pros meninos te foderem sem dó, e chame pelo corno a cada estocada. Vamos transformar você na puta que sempre quis ser."
Duda, nua e marcada pelas cintadas, sentiu um arrepio percorrer a espinha, o tesão misturando-se ao medo delicioso. Seus olhos varreram os cinco homens — André, Bruno, Carlos, Diego e Eduardo —, os paus grossos ainda latejando, veias saltadas como cordas, cabeças vermelhas babando. Ela apontou para André e Diego, os mais grossos, com sorrisos famintos nos rostos. "Esses dois... juntem-se a Fábio e Lucas. Me fodam... me arrombem."
Os quatro se aproximaram como predadores, erguendo Duda pelos quadris e posicionando-a de quatro no colchão ao lado de Leila, que observava com olhos vidrados, ainda tremendo. Fábio e Lucas tomaram a bunda primeiro: Fábio enfiou o pau grosso no cu apertado dela de uma vez, esticando-a até o limite, enquanto Lucas forçava o segundo pau ao lado, duplando a invasão. André e Diego atacaram a buceta, socando fundo, os paus se espremendo dentro dela, dilatando-a como se quisessem parti-la ao meio.
Duda gritou alto, o corpo se contorcendo, dor e prazer explodindo em ondas. "Ahhh caralho... mais forte! Fodam essa evangélica puta com força!", implorou ela, virando o rosto para Mário, que estava amarrado na cadeira, o pau duro pingando sem alívio, os olhos cheios de choque e tesão reprimido. "Olha, corno obediente! Olha como se faz... eles tão me arrombando, enchendo minha bunda e minha buceta... ahhh! Meninos, me fodam mais fundo, sem dó! Corno... olha sua esposa virando vadia pra eles!"
Cada estocada sincronizada fazia o corpo dela quicar, os paus grossos entrando e saindo com violência, o som molhado ecoando pela sala. Bianca e Sheila riam ao lado, punhetando os outros homens que esperavam sua vez, enquanto Leila, submissa e destruída, rastejava até os pés de Duda para lamber o que escorria. Mário gemia baixo, impotente, o pau latejando dolorosamente, assistindo à esposa se entregar completamente, chamando-o de corno a cada penetração profunda.
"Corno obediente... olha eles me rasgando... eu amo isso! Mais forte, meninos... arrombem tudo! Corno... sua puta tá gozando pra eles!" Duda convulsionou no primeiro orgasmo, esguichando forte, mas os quatro não pararam — só aceleraram, transformando-a em um brinquedo de prazer coletivo, enquanto Sheila sussurrava: "Boa menina... agora você é como Leila. Submissa e faminta por mais."
Mário, amarrado à cadeira no canto da sala adjacente, sentia a humilhação queimar como fogo em cada veia do seu corpo. Suas mãos presas atrás das costas por algemas de couro que Sheila havia apertado pessoalmente, o pau latejando dolorosamente dentro da calça aberta, exposto mas intocado — uma ereção constante, vermelha e inchada, pingando pré-gozo no chão como lágrimas de frustração. Ele não podia se mexer, não podia se masturbar, não podia nem implorar. Só assistir. Assistir à esposa, Maria Eduarda, ser arrombada pelos quatro homens que ela mesma escolhera: Fábio e Lucas duplando o cu dela com paus grossos e impiedosos, André e Diego bombando a buceta encharcada com estocadas brutas que faziam o corpo dela quicar como uma boneca quebrada.
Cada grito de Duda era uma facada na sua masculinidade. "Corno obediente! Olha eles me enchendo... ahhh, mais forte! Me arrombem, meninos... olha pro corno, vejam como ele tá duro sem poder fazer nada!" Ela virava o rosto para ele a cada penetração profunda, os olhos vidrados de prazer, o sorriso safado e cruel enquanto gozava forte, esguichando nos paus que a dilatavam. Mário gemia baixo, os músculos tensos, o coração disparado, sentindo a humilhação crescer a cada palavra: "corno", "obediente", "inútil". Sheila e Bianca riam ao lado, zombando dele abertamente. "Olha só o corninho... pau babando, olhos cheios de inveja. Ele tá adorando ser humilhado, né? Assistindo a esposa virar puta pra estranhos enquanto ele fica aí, preso como um cachorro."
Bianca se aproximou dele em um momento, ajoelhando-se e lambendo devagar as bolas pesadas, punhetando o pau dele com toques leves que o levavam à beira do orgasmo — mas parava sempre, deixando-o gemendo de desespero. "Não goza, corno... isso é pra ela, não pra você", sussurrava ela, lambendo a gota que escorria da cabeça inchada. Sheila completava a tortura: "Mário, você sempre foi o marido certinho da igreja... agora olha pra Duda. Ela tá gozando mais com eles do que nunca gozou com você. E você? Só assiste, corninho. Isso é sua nova vida — humilhado, excitado, negado."
Leila, ainda tremendo no colchão ao lado, rastejou até os pés de Mário por ordem de Sheila, lambendo o pré-gozo que pingava no chão. "Olha, corno... até a escrava tá limpando sua bagunça. Você não serve nem pra foder." Mário fechava os olhos por um segundo, mas Sheila o forçava a abrir: "Olha pra ela, seu inútil! Olha sua esposa implorando por paus maiores que o seu!" A humilhação era total: física, com o pau negado e exposto; emocional, vendo Duda se entregar e chamá-lo de corno; psicológica, sabendo que todos riam dele, que ele era o centro da piada perversa daquela orgia. E no fundo, bem no fundo, o tesão traidor fazia seu pau pulsar mais forte, transformando a vergonha em um vício que ele começava a ansiar.
Mário, preso à cadeira como um espectador impotente em seu próprio inferno particular, sentia o cuckolding corroer sua alma de uma forma que ele nunca imaginara possível. Não era só a visão da esposa, Maria Eduarda, sendo arrombada pelos quatro homens — Fábio e Lucas duplando o cu dela com estocadas brutas que faziam a pele esticar e vermelhar, André e Diego bombando a buceta encharcada em um ritmo sincronizado que a deixava esguichando a cada impacto profundo. Era a forma como ela se entregava, os gemidos altos e sem vergonha ecoando pela sala, o corpo convulsionando em orgasmos que pareciam infinitos, enquanto ela virava o rosto para ele e cuspia as palavras como veneno doce: "Corno obediente! Olha eles me enchendo... me rasgando como você nunca fez! Ahhh, mais forte, meninos... fodam essa puta casada na frente do corninho dela!"

A humilhação era multifacetada, calculada por Sheila para quebrá-lo aos poucos. Primeiro, o isolamento físico: amarrado com as mãos atrás das costas, a calça aberta expondo o pau duro e latejante, mas proibido de tocar — cada gota de pré-gozo pingando no chão era uma lembrança de sua inutilidade. Bianca, ocasionalmente, se aproximava para punhetá-lo devagar, a mão quente e habilidosa levando-o à beira do abismo, lambendo a cabeça inchada só para parar e rir: "Não goza, corno... isso é pra ela gozar com paus de verdade, não com o seu pauzinho patético." Sheila completava: "Olha pra Duda, Mário... ela tá gozando mais agora do que em todos os anos de casamento. Você era o marido da igreja, o certinho... agora é só o corninho que assiste e baba."

Mas o pior era o aspecto psicológico, o cuckolding puro que o forçava a confrontar sua excitação traiçoeira. Duda, entre gritos de prazer, olhava direto nos olhos dele e descrevia tudo: "Corno... sente o cheiro da minha buceta melada pros outros? Olha como o cu dela tá piscando pros paus deles... ahhh, eles tão me enchendo de porra quente! Você nunca me fez sentir assim, corninho obediente... vem lamber depois, como um bom cuck!" Os homens riam, zombando dele enquanto fodiam mais forte, um deles — André — virando para Mário e dizendo: "Sua esposa é uma vadia gulosa, cara... ela implora por mais enquanto você aí só assiste. Que corno sortudo, hein?" Leila, ainda tremendo no chão, rastejava até ele por ordem de Sheila e lambia o pré-gozo que escorria do pau dele, sussurrando submissa: "Até eu, a escrava, tô limpando sua bagunça... você não serve nem pra foder ela direito."

Mário tremia inteiro, o pau pulsando dolorosamente, uma mistura de raiva, ciúme e um tesão doentio que o fazia querer implorar por mais humilhação. Ele odiava aquilo... mas seu corpo traía, endurecendo mais a cada insulto, cada estocada que Duda recebia. Sheila se inclinava perto dele, sussurrando no ouvido: "Isso é cuckolding de verdade, Mário. Ver sua esposa se transformar em puta pros outros, gozando como louca, enquanto você fica aí, negado e quebrado. E sabe o pior? Você tá amando... seu pau não mente." Quando os quatro finalmente gozaram dentro de Duda — jatos quentes enchendo o cu e a buceta dela até transbordar —, ela desabou no colchão, ofegante, e olhou pra ele com um sorriso vitorioso: "Vem lamber, corno... prova o que homens de verdade deixam na sua esposa."
A humilhação o consumia, mas no fundo, Mário sabia que aquilo era irreversível — ele era o cuck agora, e a noite ainda prometia mais degradação para solidificar seu novo papel.
Mário, ainda amarrado à cadeira, sentia o peso da humilhação atingir seu ápice quando os quatro homens — Fábio, Lucas, André e Diego — finalmente explodiram dentro de Maria Eduarda. Jatos quentes e grossos de porra encheram o cu e a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas trêmulas em fios brancos e pegajosos, misturando-se ao suor e ao suco do orgasmo dela. Duda desabou no colchão, ofegante, o corpo convulsionando em ondas residuais de prazer, os buracos dilatados piscando como se implorassem por mais. Ela virou o rosto para Mário, os olhos semicerrados e cheios de uma luxúria cruel, e sussurrou rouca: "Vem lamber, corno obediente... prova o que homens de verdade deixam na sua esposa. Limpa tudo... com a língua."

Sheila riu baixo, desamarrando as mãos de Mário com um puxão lento, mas deixando as pernas presas para que ele não pudesse fugir. "Vai, corninho... é hora do cleanup. Mostra pra gente como um bom cuck limpa a bagunça que os machos deixam. Nada de mãos — só a boca. Engole tudo, ou vai ser punido como Leila."

Mário tremia inteiro, o pau latejando dolorosamente, ainda negado de qualquer alívio, mas o tesão doentio o impulsionava. Ele rastejou pelo chão sujo da sala, os joelhos arranhando o colchão encharcado, o cheiro forte de sexo e sêmen invadindo suas narinas. Ao chegar perto de Duda, que abriu as pernas largas para expor os buracos arrombados, ele hesitou por um segundo — a visão da porra escorrendo da buceta inchada e do cu vermelho o fazia engolir em seco. "Faz direito, corno... lambe como se fosse o melhor banquete da sua vida", provocou Bianca, punhetando devagar o pau de um dos homens ao lado, rindo da expressão de Mário.

Ele mergulhou a língua na buceta melada dela primeiro, o gosto salgado e amargo da porra misturada ao suco doce de Duda enchendo sua boca. Lambeu com fome reprimida, sugando os fios grossos que escorriam, a língua entrando fundo para limpar cada gota dos paus de André e Diego. Duda gemeu baixinho, segurando a cabeça dele e empurrando contra si: "Isso, corno... engole a porra deles... prova o quanto eles me encheram melhor que você. Ahhh... lambe mais fundo, seu inútil!" Mário obedecia, as lágrimas de humilhação escorrendo pelo rosto, mas o pau dele pulsava mais forte a cada lambida, traindo seu desejo secreto.
Depois, ele subiu para o cu, ainda mais dilatado, a porra de Fábio e Lucas transbordando como um rio. Ele lambeu o anel vermelho e sensível, sugando o sêmen quente que pingava, a língua circulando e entrando para não deixar nada para trás. Os homens ao redor riam, zombando: "Olha o corninho limpando a creampie... ele tá adorando o gosto dos nossos paus na esposa dele." Sheila filmava tudo com o celular, sussurrando: "Isso vai ser nosso vídeo de família, Mário... pra você assistir depois e se masturbar lembrando do quanto é patético."
Leila, ainda tremendo ao lado, rastejou e se juntou por ordem de Sheila, lambendo o que escorria pelas coxas de Duda enquanto Mário limpava os buracos. "Boa equipe de cleanup, corninho e escrava... engulam tudo." Mário terminou ofegante, a boca cheia do gosto alheio, o rosto lambuzado, mas sem gozar — Sheila o empurrou de volta para a cadeira e amarrou novamente. "Pronto... agora você tá limpo por dentro, corno. Mas sua esposa ainda quer mais paus. Assista quietinho."
A humilhação o consumia, mas no fundo, Mário sentia um vício nascendo — o cleanup se tornara parte dele, um ritual de submissão que o deixava ansioso pelo próximo round.
Sheila e Bianca, com os olhos brilhando de uma luxúria sádica, aproximaram-se de Maria Eduarda, que ainda jazia no colchão, o corpo marcado, a buceta e o cu escorrendo a porra fresca dos quatro homens que a haviam arrombado. Duda respirava ofegante, os espasmos de prazer residual fazendo suas coxas tremerem, mas o tesão não havia diminuído — pelo contrário, ela implorava por mais com os olhos, a evangélica puta transformada em uma vadia insaciável. "Mais... me usem... me destruam", murmurou ela, abrindo as pernas largas, expondo os buracos dilatados e vermelhos, prontos para o próximo ato de degradação.
"Agora, Duda... vamos te abrir como nunca", sussurrou Sheila, lambendo os lábios enquanto lubrificava as mãos com o sêmen que escorria dela. Bianca se posicionou ao lado, as mãos grandes e firmes já brilhando de gel e porra misturados. Elas começaram devagar, mas sem piedade: Sheila enfiou quatro dedos na buceta encharcada de Duda, sentindo as paredes quentes se contraírem, depois mergulhou o punho inteiro, abrindo-a como uma flor obscena. Duda gritou alto, o corpo se arqueando, dor e êxtase explodindo em ondas: "Ahhh caralho... mais fundo! Fistinguem essa puta!"
Bianca não esperou. Posicionou a mão no cu dilatado, enfiando os dedos um a um até o punho se enterrar ao lado do de Sheila nos buracos adjacentes — um fisting duplo, simultâneo, as mãos delas se movendo em ritmo sincronizado, bombando forte, esticando Duda ao limite absoluto. O som molhado e sujo ecoava pela sala, os punhos entrando e saindo, abrindo os buracos como se quisessem parti-la ao meio. Duda convulsionava, gozando forte em esguichos que molhavam as mãos das duas, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto: "Me arrombem... sou sua vadia... ahhh, olha pro corno, meninas... ele tá louco pra gozar vendo isso!"
Mário, ainda amarrado na cadeira, assistia a tudo com o pau grosso e duro latejando como uma barra de ferro, a cabeça vermelha e inchada babando pré-gozo sem parar, uma vontade imensa e torturante de gozar consumindo cada célula dele. Seus olhos estavam fixos na cena: a esposa sendo fistinguada duplamente, os punhos de Sheila e Bianca desaparecendo dentro dela, os gemidos dela ecoando como uma sinfonia de humilhação. Ele gemia baixo, os músculos tensos, as bolas pesadas doendo de tanto tesão reprimido, mas Sheila havia ordenado: "Nada de gozar, corno... guarda pra lamber depois. Olha sua esposa gozando como louca com as nossas mãos... ela nunca precisou do seu pauzinho pra isso."
Bianca virou o rosto para Mário enquanto bombava o punho no cu de Duda, rindo cruel: "Olha isso, corninho... a gente tá abrindo ela mais que você jamais sonhou. E você aí, duro e patético, sem poder tocar. Quer gozar? Implora... mas não vai." Duda, entre gritos, olhou direto nos olhos dele: "Corno obediente... vê elas me fistinguando... ahhh, tô gozando de novo! Vem lamber depois, seu inútil... prova como sou puta pra elas!"
O fisting continuou impiedoso, as mãos delas acelerando, abrindo Duda até ela implorar por misericórdia — mas sem parar, os orgasmos vindo em cadeia, o corpo dela um tremor constante. Mário, à beira da loucura, sentia o pau pulsar dolorosamente, o tesão da humilhação o consumindo inteiro, sabendo que aquilo era o fim perfeito para a noite: ele, o corno, assistindo à esposa ser destruída e amando cada segundo da sua própria degradação.

Continua…

Foto 1 do Conto erotico: O Evangélico virou Corno e Submisso.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Evangélico virou Corno e Submisso.

Codigo do conto:
251946

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/01/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5