Quinta-feira à noite, o apartamento de Silvia estava mergulhado em uma penumbra intencional — velas acesas no altar improvisado da sala, o cheiro de incenso de lavanda misturado ao suor nervoso que já impregnava sua pele. Ela havia preparado tudo: chá de camomila para acalmar (com um toque secreto de vinho que Sheila sugerira por mensagem), a Bíblia aberta em Provérbios 7 sobre tentações, e o plug médio ainda fincado no cu, pulsando como um coração perverso a cada movimento. Silvia usava um vestido solto de algodão branco, sem nada por baixo, os peitos enormes livres e pesados, os mamilos endurecendo só de pensar no que viria.
Sabrina chegou pontual às 20h, batendo à porta com timidez. Aos 24 anos, a loira diaconisa era a imagem da pureza evangélica: cabelos dourados em trança solta, vestido florido modesto que mal disfarçava as curvas suaves, olhos azuis grandes e inocentes cheios de admiração pela pastora. Mas Silvia via além: o rubor constante nas bochechas dela durante as confissões no grupo de jovens, os olhares demorados quando pregava, a voz trêmula ao pedir “oração por pensamentos impuros”.
“Entra, Sabrina… que bom que veio”, disse Silvia, abraçando-a com força excessiva, sentindo os seios macios da jovem pressionarem contra os seus. O plug mudou de posição com o movimento, enviando uma onda de dor-placer que a fez morder o lábio interiormente.
Elas sentaram no sofá, chá na mão. Silvia começou suave: “Você pediu conselho particular… sobre pecados que carrega. Pode falar, filha. Aqui é confidencial. Deus já sabe… e eu também suspeito.”
Sabrina baixou os olhos, as mãos tremendo na xícara. O chá desceu quente pela garganta, mas o vinho disfarçado começou a soltar a língua.
“Pastora… eu… eu tenho pensamentos ruins. Desde os 18 anos. Meu ex-namorado… a gente… a gente pecou. Ele me tocava… lá embaixo… e eu gostava. Muito. Eu me masturbava depois, pensando nele… e em… em outras coisas. Em mulheres, pastora. Em você, às vezes. Eu oro, eu jejuo… mas o desejo volta. Forte. Como fogo. Eu sinto o corpo queimar… a… a parte de baixo incha… e eu me toco até… até explodir. Me perdoa, pastora… eu sou suja.”
As confissões saíram como um rio represado: Sabrina contou detalhes intensos, voz baixa e entrecortada, o rosto corado como brasa. “Ele enfiava os dedos em mim… eu gemia alto, pastora. Doía no começo, mas depois… depois eu implorava por mais. Eu gozava tremendo toda, as pernas fracas. E agora… sozinha… eu uso… coisas. Uma escova de cabelo, uma vez. Entrou fundo… eu gritei de dor, mas gozei como nunca. E penso em você… nos seus peitos… na sua boca… me perdoa, pastora… eu te amo de um jeito errado. Paixão pecaminosa. Eu oro pra te ver como irmã… mas sonho te tocando… me abrindo…”
Silvia ouvia, o coração disparado, o plug latejando com cada palavra. O tesão subia como febre: a jovem loira confessando pecados que ecoavam os seus próprios, a paixão declarada por ela — “Eu te amo de um jeito errado” — fazendo os mamilos endurecerem visivelmente sob o vestido. Silvia sentiu a buceta melar, escorrendo pelas coxas, o plug pressionando um ponto que a fazia querer gemer ali mesmo.
“Filha… eu entendo. Mais do que você imagina”, sussurrou Silvia, aproximando-se no sofá. Seus peitos roçaram o braço de Sabrina, que arfou. “Eu também caí… e descobri que o prazer não é inimigo. É… benção disfarçada. Deixa eu te mostrar… algo que carrego em mim. Um segredo.”
Silvia se levantou devagar, virou de costas para Sabrina e ergueu o vestido branco até a cintura, empinando a bunda enorme e redonda. O plug médio — preto, grosso, base larga — estava lá, fincado no cu dilatado, o anel rosado esticado ao redor dele, brilhando de lubrificante fresco.
Sabrina arregalou os olhos, a boca aberta em choque.
“Pastora… o que… o que é isso? No seu… no seu cu?”
Silvia gemeu baixo, virando o rosto por cima do ombro.
“É um plug, filha. Pra lacear… pra preparar pro prazer. Eu uso desde sábado. Dói… mas é bom. Quer… ver de perto? Tocar?”
Sabrina hesitou, mas o desejo venceu. Ajoelhou-se atrás de Silvia, as mãos trêmulas tocando as nádegas macias e firmes. Seus dedos roçaram a base do plug, sentindo a vibração sutil do corpo da pastora.
“É… grande… pastora… dói?”
Silvia gemeu mais alto, empinando mais.
“Toca… mexe nele… tira e põe de novo. Me mostra como você se toca… me faz gozar com dor…”
Sabrina, olhos vidrados, segurou a base e puxou devagar. O plug saiu com um som molhado e obsceno, o cu de Silvia piscando vazio, dilatado e vermelho. Sabrina arfou, vendo o buraco se contrair.
“Meu Deus… tá aberto… tá lindo…”
Ela enfiou de volta com força — não devagar, impulsionada pelo tesão. Silvia gritou alto, o corpo convulsionando, dor lancinante explodindo como fogo.
“Ahhh! Dói… dói tanto… mais forte… me arromba com isso… tira e põe… faz doer!”
Sabrina obedeceu, puxando e empurrando o plug com ritmo crescente, cada inserção mais bruta, esticando o anel ao limite. Silvia gozava sem parar — orgasmos em cadeia, esguichos jorrando nas coxas da jovem, o corpo tremendo, os peitos balançando pesados.
“Mais… filha… enfia com força… me faz sangrar de tesão… ahhh caralho… gozando… gozando de dor!”
Sabrina, excitada além do limite, enfiou a mão livre na própria calcinha, se masturbando furiosamente enquanto bombava o plug no cu da pastora. Seus gemidos se misturavam aos de Silvia — dor e êxtase virando um só.
“Pastora… eu te amo… te quero assim… aberta pra mim… goza… goza gritando!”
Silvia desabou no chão, convulsionando no orgasmo mais intenso, lágrimas escorrendo, o cu latejando como nunca, mas implorando por mais.
“Agora você sabe, filha… sábado tem mais. Vem comigo… pro culto de verdade.”
Sabrina, ofegante, beijou a bunda de Silvia.
“Eu vou… pastora… eu vou com você… pra onde for.”
A confissão havia se tornado ato.
A paixão, fogo.
O encontro com Paula aconteceu na tarde de quarta-feira, no apartamento de Silvia. Ela havia marcado um “café pastoral” com a viúva de 35 anos, alegando “conversa de irmãs sobre solidão e o corpo que Deus nos deu”. Paula chegou pontual, vestindo uma blusa justa que marcava os seios grandes e firmes (ainda maiores desde a gravidez que nunca aconteceu), saia lápis preta que abraçava a bunda redonda e coxas grossas, salto baixo e maquiagem discreta. O cabelo castanho ondulado caía solto pelas costas, e os olhos castanhos carregavam uma tristeza profunda misturada a curiosidade.
Silvia abriu a porta com um sorriso caloroso, mas o corpo já traía: o plug médio ainda fincado no cu desde a terça, latejando a cada passo, fazendo-a andar com as pernas ligeiramente abertas. Vestia um vestido solto de algodão cinza, sem nada por baixo — os peitos enormes livres, balançando pesados, os mamilos endurecidos marcando o tecido fino.
“Paula, minha querida… entra. Que saudade.”
Elas se abraçaram na porta — um abraço longo demais. Silvia pressionou os seios contra os de Paula, sentindo os mamilos da viúva endurecerem no contato. Paula corou, mas não recuou.
Sentaram à mesa da cozinha, chá quente e biscoitos na frente. Silvia começou suave:
“Você tem sofrido muito, né? Três anos sem marido… solidão pesa no corpo também. Eu sei. Eu sinto.”
Paula baixou os olhos, as mãos tremendo na xícara.
“Pastora… eu… eu não conto pra ninguém. Depois que ele morreu, eu… eu me toco. Muito. Às vezes várias vezes por dia. Uso… coisas. Um vibrador que comprei escondido. Enfio fundo… dói no começo, mas depois… depois eu gozo gritando sozinha na cama. Choro depois. Me sinto suja. Mas não consigo parar. E penso em… em mulheres. Em você, pastora. Nos seus peitos… na sua boca… me perdoa, eu sou pecadora.”
As confissões saíram como um dilúvio. Paula contou detalhes crus: como enfiava o vibrador no cu pela primeira vez, chorando de dor mas gozando tão forte que desmaiou; como se masturbava no chuveiro pensando em Homens, Mulheres, sexo grupal e até mesmo ser penetrada por mais de um Homem. Falou também como uma vez usou duas velas grossas, uma na buceta e uma no cu, esticando-se até sangrar levemente, mas gozando em ondas intermináveis.
“Eu oro… eu jejuo… mas o corpo queima, pastora. Queima tanto que dói. E eu quero mais dor… mais prazer… mais tudo.”
Silvia ouvia, o plug latejando com cada palavra, a buceta escorrendo pelas coxas. Ela se levantou devagar, aproximou-se de Paula e sentou no colo dela — de frente, as pernas abertas, o vestido subindo até a cintura.
Paula… eu entendo!! E vou te mostrar!
Como assim diz Paula, o que quer me mostrar?
Veja isso!
Silvia ergueu o vestido, empinando a bunda enorme sobre as coxas de Paula. O plug médio estava lá, fincado fundo..
Paula arfou, os olhos arregalados. Silvia, seu cú está arregaçado, o que é isso?
“É um plug… pra lacear… pra preparar pro prazer. Dói todo dia… mas eu gozo só de andar com ele. Quer… ver de perto? Tocar? Sentir como dói… e como é bom?”
“É… grosso… tá esticando tudo… dói, pastora?”
Silvia virou o rosto, lágrimas nos olhos, voz rouca:
“Dói… dói muito. Mas eu quero mais. Tira ele… devagar… me rasga… depois enfia de novo. Com força.”
Paula puxou o plug devagar — centímetro por centímetro —, o anel do cu se abrindo dolorosamente, a borracha raspando as paredes internas. Silvia gritou alto, o corpo convulsionando, dor lancinante como faca quente.
“Ahhh! Tá rasgando… tá me partindo… não para… tira tudo… dói… dói tanto!”
Quando o plug saiu com um estalo molhado, o cu de Silvia piscou vazio, dilatado, vermelho e inchado, pulsando como uma ferida aberta. Paula arfou, fascinada.
“Meu Deus… tá aberto… tá lindo… sangrando um pouco…”
Silvia empinou mais, gemendo:
“Enfia de volta… com força… me arromba… faz doer mais… eu quero sentir você me destruindo…”
Paula empurrou o plug com brutalidade — inteiro de uma vez. Silvia urrou, o corpo arqueando para trás, lágrimas escorrendo, o orgasmo vindo como uma explosão: esguicho forte jorrando nas coxas de Paula, o cu contraindo violentamente ao redor do plug, dor e prazer se fundindo em uma onda insuportável.
“Ahhh caralho… tá me rasgando… dói… dói tanto… mas gozando… gozando de dor… mais… mais forte!”
Paula, excitada além do limite, enfiou a mão livre na própria saia, se masturbando furiosamente enquanto bombava o plug no cu de Silvia — puxando e empurrando com raiva, cada inserção mais violenta, esticando o anel até o limite, fazendo Silvia sangrar levemente nas bordas, mas gozar em cadeia, gritando rouca:
“Mais… filha… me quebra… me faz sangrar de tesão… eu sou sua… sou puta agora… goza comigo… goza pensando em mim!”
Paula gozou forte, o corpo tremendo no colo de Silvia, os dedos cravados na própria buceta, gritando o nome da pastora. As duas desabaram juntas no chão, ofegantes, suadas, destruídas.
Silvia, ainda com o plug fincado fundo, virou o rosto para Paula e sussurrou:
“Sábado… vem comigo. Pro culto de verdade. Você vai sentir isso… e mais. Vai ser arrombada como eu. Dói… mas é o céu que a gente negava.”
Paula, lágrimas nos olhos, beijou a boca de Silvia — um beijo faminto, cheio de dor e desejo.
“Eu vou, pastora… eu vou com você… pra sofrer… pra gozar… pra tudo.”
A confissão havia virado ato.
A dor, prazer.
E sábado… sábado seria o inferno que ambas agora imploravam.
Continua…