Um Toque Inesperado: O Terceiro Encontro – O Retorno e conhecendo Bianca
Maria Eduarda não conseguia mais mentir para si mesma. Nas semanas seguintes ao segundo encontro, o desejo se tornou uma febre constante. À noite, ao lado de Mário adormecido, ela se tocava em silêncio, revivendo cada sensação, cada lambida, cada dedo de Sheila dentro dela. Na igreja, durante os cultos, fechava os olhos fingindo orar e via o corpo de Sheila sobre o seu. A culpa ainda latejava, mas o desejo gritava mais alto.
Na sexta-feira à tarde, pegou o telefone mais uma vez.
– Sheila… preciso voltar. Meus pés… – começou, a voz já tremendo.
Do outro lado, uma risada baixa, safada.
– Seus pés, é? Tudo bem, mana. Amanhã, sábado, às 14h. Mas dessa vez tem uma surpresa pra você. Uma amiga minha vai estar aqui. Bianca. Você vai adorar conhecê-la.
Maria Eduarda sentiu um frio na barriga misturado a um calor imediato entre as pernas.
– Amiga? Como assim?
– Confia em mim. Vai ser… inesquecível.
No sábado, Maria Eduarda chegou à clínica com o coração disparado. Vestia um vestido leve de verão, sem sutiã dessa vez – uma ousadia secreta que fazia seus mamilos roçarem o tecido a cada passo. Sheila a recebeu na porta com um beijo na boca, rápido, possessivo, a língua roçando a dela por um segundo.
– Vem. Bianca já está esperando.
O quarto estava diferente: luz ainda mais baixa, velas aromáticas acesas, um incenso doce no ar. E lá, sentada numa poltrona ao lado da maca, estava Bianca.
Bianca era o oposto de Sheila e, ao mesmo tempo, igualmente devastadora. Uns 35 anos, reluzente, cabelos cacheados curtos, corpo atlético e curvas generosas. Vestia apenas um robe curto de cetim vermelho, entreaberto o suficiente para mostrar seios grandes, mamilos escuros já visíveis, e pernas longas cruzadas com elegância felina. Seus olhos castanhos fixaram-se em Maria Eduarda com uma intensidade que fez as coxas dela se apertarem involuntariamente.
– Então essa é a famosa Duda… – disse Bianca, voz grave, aveludada, levantando-se devagar. – Sheila não mentiu. Você é deliciosa.
Maria Eduarda corou até a raiz dos cabelos, mas não conseguiu desviar o olhar. Sheila aproximou-se por trás, abraçando-a, mãos subindo para apertar os seios por cima do vestido.
– Tira o vestido, mana. Deixa a Bianca te ver direito.
Com as mãos trêmulas, Maria Eduarda obedeceu. O tecido caiu no chão, deixando-a nua exceto pela calcinha – dessa vez uma preta simples, mas já úmida. Bianca lambeu os lábios devagar, aproximando-se. O perfume dela era intenso: baunilha com algo mais picante, misturado ao calor do corpo.
– Que pele… – murmurou Bianca, estendendo a mão e traçando um dedo da clavícula até o vale entre os seios de Maria Eduarda. O toque era elétrico, leve, mas suficiente para fazer os mamilos dela endurecerem imediatamente.
Sheila, atrás, beijava seu pescoço enquanto desabotoava o próprio vestido, deixando-o cair. As duas mulheres agora a cercavam: Sheila loira e curvilínea, Bianca negra e escultural. Maria Eduarda sentia o calor dos corpos delas, o roçar dos seios, o hálito quente nas orelhas.
Bianca ajoelhou-se devagar diante dela, mãos subindo pelas coxas, abrindo-as. O nariz dela roçou a calcinha molhada.
– Cheiro de mulher que quer ser devorada – sussurrou, puxando a calcinha para baixo com os dentes.
Maria Eduarda gemeu alto quando a boca de Bianca encontrou seu sexo – língua quente, larga, lambendo devagar de baixo para cima, sugando o clitóris com delicadeza cruel. Ao mesmo tempo, Sheila virou seu rosto e a beijou profundamente, língua invadindo, mãos apertando os seios, beliscando os mamilos até doerem de prazer.
O ataque duplo era avassalador. Maria Eduarda sentia a língua de Bianca penetrando-a, fodendo-a devagar, enquanto os dedos dela apertavam suas nádegas, abrindo-a mais. Sheila descia agora, chupando um seio, depois o outro, mordiscando, deixando marcas vermelhas.
Elas a deitaram na maca. Bianca subiu sobre seu rosto, o sexo negro e depilado descendo devagar até os lábios de Maria Eduarda.
– Prova, Duda. Prova como eu fico molhada só de te olhar.
Maria Eduarda, hesitante no início, lambeu – o gosto salgado, doce, diferente, inebriante. Bianca gemeu alto, rebolando devagar na boca dela. Ao mesmo tempo, Sheila se posicionou entre suas pernas, língua e dedos trabalhando juntos, três dedos dentro enquanto chupava o clitóris com força.
Os sons enchiam o quarto: gemidos abafados, o som molhado das línguas, respirações ofegantes, o cheiro intenso de sexo feminino, suor, incenso. Maria Eduarda sentia tudo ao mesmo tempo – a boca cheia do sabor de Bianca, os quadris dela rebolando mais rápido, os dedos de Sheila a fodendo com força, o polegar no ânus agora, pressionando, entrando devagar.
O orgasmo veio como uma explosão. Maria Eduarda gritou contra o sexo de Bianca, o corpo convulsionando, jatos quentes molhando o rosto de Sheila. Bianca gozou logo depois, esfregando-se forte na boca dela, gemendo alto. Sheila continuou até a última gota, lambendo tudo.
As três desabaram juntas na maca larga, corpos suados entrelaçados, morena e branca misturadas, seios esmagados, pernas emaranhadas. Mãos ainda acariciando, beijos lentos, preguiçosos.
Bianca beijou a testa de Maria Eduarda.
– Bem-vinda ao nosso clube, linda.
Sheila sorriu, mordiscando o lóbulo da orelha dela.
– Da próxima vez, a gente traz brinquedos.
Maria Eduarda, exausta, saciada, os olhos brilhando de algo novo – liberdade –, só conseguiu sussurrar:
– Eu volto… sempre que puder.
Naquele momento, a esposa devota estava morta. Nascia uma mulher que sabia exatamente o que queria. E queria muito mais.
Um Toque Inesperado: O Quinto Encontro – A Entrega Total
Maria Eduarda já não marcava mais horário. Ela simplesmente aparecia, como se a clínica fosse uma segunda casa – ou talvez a verdadeira. Naquele sábado chuvoso, chegou mais cedo, o corpo ardendo de ansiedade. Vestia um vestido curto preto que Sheila mandara comprar online, sem nada por baixo, os mamilos marcados no tecido fino.
Sheila abriu a porta com um sorriso safado e um beijo que já desceu para o pescoço.
– Hoje tem novidade de verdade, mana. Meu marido Fábio tá aqui. Ele quer te conhecer… de perto.
Maria Eduarda sentiu um choque elétrico percorrer o corpo. Um homem. Depois de tanto tempo só com mulheres, a ideia a aterrorizava e excitava na mesma medida. Fazia décadas que Mário não a tocava com desejo de verdade. A curiosidade venceu o medo.
No quarto, as velas já acesas, o cheiro de sexo pairando. Bianca estava lá, nua, reclinada na maca como uma pantera. E ao lado dela, Fábio: alto, corpo malhado de academia, pele bronzeada, pau já semi-ereto pendendo grosso e pesado entre as pernas. Ele sorriu com calma, olhos devorando o corpo de Maria Eduarda.
– Finalmente a famosa Duda… Sheila e Bianca não param de falar de você.
Sem mais palavras, eles a despirem. Sheila e Bianca a beijaram ao mesmo tempo, línguas se entrelaçando na boca dela enquanto Fábio observava, acariciando o próprio pau que agora estava completamente duro – grosso, longo, cabeça brilhando de pré-gozo.
Deitaram-na de bruços na maca, pernas abertas, almofadas sob os quadris para erguer as nádegas. Bianca lubrificava um plug maior que os anteriores, enquanto Sheila lambia devagar o ânus de Maria Eduarda, língua quente penetrando, abrindo, preparando.
– Relaxa, amor – Sheila sussurrou. – Você nunca levou no cu, né? A gente vai com calma.
Fábio se posicionou atrás, o pau latejando contra as nádegas dela. Ele pressionou a cabeça grossa no ânus já lubrificado e úmido da língua de Sheila.
Maria Eduarda prendeu a respiração. A pressão veio forte, ardida, intensa. Fábio empurrou devagar no início, mas o instinto tomou conta: ele avançou com mais força, enterrando metade do pau de uma vez.
Maria Eduarda gritou alto – um grito rouco, de dor misturada a prazer insano, o corpo inteiro se contraindo ao redor da invasão.
– Devagar, Fábio! – Sheila pediu, rindo, acariciando as costas dela. – Ela é virgem no cu, pô! Não arromba de uma vez!
Todos caíram na gargalhada. Até Maria Eduarda, entre lágrimas de ardor e tesão, riu nervosamente, o corpo relaxando um pouco com o riso.
Bianca, deitada ao lado, rosto perto do dela, beijou sua boca com fome.
– Não, Fábio, não vai devagar coisa nenhuma – Bianca rosnou, olhos brilhando de malícia. – Arromba essa vadia. Fode esse cu com força. Faz ela sentir o prazer que nunca teve na vida. Nem solteira, nem casada. Enfia tudo, faz ela gritar, faz ela gozar como nunca.
Fábio obedeceu.
Segurou os quadris dela com as mãos firmes e socou o resto do pau de uma vez, até as bolas baterem na buceta dela. Maria Eduarda berrou – um grito longo, animalesco, que ecoou no quarto. Dor lancinante se transformando em prazer profundo, proibido, avassalador.
Ele começou a foder com força, estocadas brutais, profundas, o pau grosso esticando o ânus ao limite a cada entrada e saída. O som era obsceno: ploc ploc ploc das bolas batendo, o squish do lubrificante, os gemidos dela cada vez mais altos.
Sheila se posicionou sob ela, lambendo o clitóris e a buceta enquanto Fábio arrombava o cu. Bianca sentou no rosto de Maria Eduarda, esfregando o sexo negro molhado na boca dela, mãos apertando os seios com força, beliscando os mamilos.
Maria Eduarda perdeu o controle.
Gritava contra a buceta de Bianca, lambendo desesperada, o corpo inteiro tremendo com cada socada de Fábio. O pau dele parecia rasgá-la ao meio, mas o prazer era insuportável – ondas profundas vindo do fundo do cu, misturando-se ao clitóris sendo chupado por Sheila.
Ela gozou primeiro no cu – um orgasmo anal violento, o ânus se contraindo ritmicamente ao redor do pau de Fábio, leiteando-o. Gritou tão alto que a voz falhou. Depois veio o segundo, na buceta, esguichando forte na boca de Sheila.
Fábio não parou. Continuou fodendo com mais força, mais fundo, até gozar dentro dela com um grunhido grave, enchendo o cu de porra quente que escorreu quando ele saiu.
Maria Eduarda desabou, ofegante, destruída, o cu latejando, aberto, escorrendo. As três a cobriram de beijos, carinhos, elogios.
Bianca sussurrou no ouvido dela, voz rouca:
– Isso foi só o começo do que você merece, Duda. Logo logo a gente vai te dar o que você nunca sonhou: um gangbang de verdade. Três homens mais, todos de pau grande, te fodendo ao mesmo tempo – boca, buceta, cu, mãos. Você vai ser usada como a puta que sempre quis ser no fundo da alma.
Maria Eduarda, ainda tremendo de réplicas de orgasmo, sorriu com os olhos semicerrados.
– Eu quero… quero tudo.
Sheila beijou sua testa suada.
– Então semana que vem. A gente marca. E você vai sair daqui andando torto por dias.
Maria Eduarda saiu daquela tarde com o cu ardendo, a alma em chamas, o corpo finalmente saciado como nunca em ++++ 50 anos de vida.
A antiga Maria Eduarda estava morta.
A nova… estava só começando a viver.
Continua…