A orgia finalmente terminou naquela madrugada sufocante, quando o ar da sala adjacente já estava tão denso que parecia possível cortá-lo com uma faca — cheiro forte de sexo cru, suor, porra seca e lágrimas de prazer misturadas. Os corpos jaziam espalhados como destroços de uma batalha perdida: Leila desmaiada no colchão, o cu e a buceta ainda abertos e pulsando como feridas vivas, um sorriso submisso congelado no rosto mesmo no sono profundo; os cinco homens avantajados ofegantes, paus semi-duros brilhando de fluidos, rindo baixo entre si enquanto limpavam o suor da testa; Fábio e Lucas sentados no sofá, pernas abertas, paus vermelhos e inchados descansando nas coxas.
Maria Eduarda estava deitada de costas no centro do caos, pernas escancaradas, os buracos dilatados escorrendo rios de porra branca e grossa que formavam poças no chão. O corpo dela tremia em espasmos residuais, os seios arfando, os mamilos duros como pedras, o grelo inchado latejando visivelmente. Ela ergueu a cabeça devagar, olhou direto para Mário — ainda amarrado à cadeira, o pau grosso e vermelho latejando como uma veia exposta, pingando pré-gozo sem parar, o rosto lambuzado do cleanup que acabara de fazer na esposa — e sorriu com uma crueldade que ele nunca vira antes.
“Corno obediente… olha o que eles fizeram comigo”, sussurrou ela, voz rouca e entrecortada, enfiando dois dedos na buceta encharcada e tirando-os cheios de porra alheia. Ela lambeu devagar, olhando nos olhos dele. “Eles me encheram até transbordar… gozei mais vezes do que em todos os anos com você. E você? Nem uma gota saiu desse pau patético. Isso é ser corninho de verdade.”
Sheila, a única que ainda se movia com energia predatória, caminhou nua pelo centro da sala, os seios balançando, o corpo marcado de arranhões e mordidas. Ela parou ao lado de Mário, agarrou o pau dele com força — apertando até ele gemer de dor e tesão misturados — e sussurrou no ouvido dele:
“A orgia acabou essa noite… mas isso foi só o aquecimento do inferno que vocês vão viver a partir de agora.” Ela virou-se para todos, a voz cortante como lâmina: “Aguardem meu contato. O próximo encontro será em uma casa de swing no interior — portas trancadas, câmeras ligadas, regras novas. Leila será a escrava principal, acorrentada 24 horas. Duda… você vai ser a estrela: dupla, tripla, gangbang com estranhos que eu escolher. Mário… você vai assistir tudo, filmar, limpar cada creampie com a língua, e se eu permitir, gozar só no final, lambendo o chão onde escorrer. Sem escapatória. Sem ‘não’. Quando eu chamar, vocês vêm. Correndo. Implorando.”
Ela deu um tapa forte no pau de Mário, fazendo-o uivar de frustração, depois se inclinou sobre Duda e beijou-a com violência, enfiando a língua fundo enquanto enfiava três dedos na buceta dela uma última vez, fazendo-a gozar de novo em um esguicho fraco mas intenso.
“Vão pra casa agora”, ordenou Sheila, a voz baixa e final. “Tomem banho. Durmam… se conseguirem. Mas saibam: cada vez que fecharem os olhos, vão ver isso. Vão sentir o gosto da porra alheia na boca. Vão ouvir os gemidos da Duda chamando vocês de corno. E vão endurecer de novo. Porque vocês pertencem a mim agora.”
Bianca ajudou Duda a se levantar, as pernas dela fracas, o corpo marcado de cintadas, mordidas e porra seca. Leila foi carregada por Lucas e Fábio como uma boneca quebrada. Os homens se vestiram em silêncio, trocando olhares cúmplices e famintos.
Mário foi solto por último. Quando se levantou, as pernas tremiam, o pau ainda duro e dolorido latejando sem alívio. Duda se aproximou dele devagar, nua, cheirando a sexo coletivo, e sussurrou no ouvido dele com um tom que misturava amor e crueldade absoluta:
“Vamos pra casa, amor… corno. Hoje você dorme abraçado comigo, sentindo o cheiro deles na minha pele. Amanhã… a gente espera o contato dela. E quando ela chamar… você vai me ver ser fodida por mais paus do que consegue contar. E vai lamber tudo. Porque é isso que você é agora. Meu corninho obediente. Pra sempre.”
Eles saíram do apê em silêncio absoluto. O elevador desceu devagar, o ar carregado de promessas sujas e irreversíveis. A noite havia acabado.
Mas o vício — o fogo que Sheila acendera — queimava mais forte do que nunca. E todos sabiam: o próximo contato viria. E quando viesse… não haveria volta.
Sheila, ainda nua e brilhando de suor, puxou Bianca para o canto mais escuro da sala adjacente, onde as luzes vermelhas mal alcançavam. Colou a boca no ouvido dela e sussurrou suave, quase carinhoso, mas com aquela autoridade que fazia todos obedecerem sem questionar:
“Bianca… dá a ordem final pro corninho antes de eles irem embora. Ele merece um prêmiozinho por ser tão bonzinho e obediente a noite toda. Vamos deixar ele descarregar essa raiva acumulada… mas só no seu cu. E depois, a Duda vai chupar ele até o fim em casa. Quero foto. Prova de que o corno gozou pensando em nós.”
Bianca sorriu maliciosa, lambeu os lábios e caminhou até o centro da sala, onde Mário ainda estava sendo solto das algemas por Fábio. Ele se levantou devagar, pernas fracas, o pau grosso e vermelho latejando dolorosamente, veias saltadas, cabeça inchada babando pré-gozo como se estivesse prestes a explodir a qualquer segundo. Bianca parou na frente dele, virou de costas devagar, empinou a bunda enorme e redonda, abriu as nádegas com as duas mãos e expôs o cu já usado, ainda vermelho e dilatado da noite inteira.
“Mário… a Sheila tá com dó de você”, disse ela, voz doce e provocante, olhando por cima do ombro. “E por ser um corno bonzinho, obediente, que aguentou assistir tudo sem gozar uma vez… vem cá. Soca forte no meu cu. Sem medo. Arregaça como arregaçaram a outra cadela da sua esposinha. Me fode com força, pode colocar toda essa raiva concentrada no seu pau agora… me arregaça com raiva, corninho. Quero sentir você socando fundo, me rasgando.”
Duda, ainda nua e marcada, apoiada em Lucas para não cair, arregalou os olhos e sorriu com uma mistura de ciúme e excitação doentia. “Vai, amor… corno. Mostra pra ela o que você tem. Mas lembra: só goza quando eu mandar.”
Mário não hesitou mais. O tesão reprimido, a humilhação acumulada, a raiva misturada ao desejo explodiram nele como uma bomba. Ele agarrou os quadris largos de Bianca com força, posicionou a cabeça grossa do pau contra o cu apertado e enfiou tudo de uma vez, sem lubrificante extra, só com a porra que ainda escorria lá dentro. Bianca gritou alto, meio dor, meio prazer insano, o corpo se contraindo enquanto ele começava a socar com violência animal — estocadas profundas, rápidas, brutas, as bolas batendo contra a buceta melada dela a cada investida.
“Isso! Fode! Arregaça meu cu, corno! Coloca toda essa raiva… me rasga!”, gritava Bianca, empinando mais, as unhas cravando no colchão. “Olha isso, Duda! Olha seu marido me arrombando… ele tá socando como louco… ahhh caralho… mais forte!”
Duda assistia hipnotizada, uma mão na própria buceta, esfregando o grelo inchado enquanto via o marido — o corninho obediente — descarregar toda a frustração acumulada na bunda de Bianca. “Vai, amor… fode ela… mostra que você aguenta… mas lembra: quando gozar, vai ser na minha boca. Em casa. Pra gente mandar a foto pras meninas.”
Mário socou mais rápido, mais fundo, o pau latejando dentro do cu quente e apertado de Bianca, que gemia e implorava por mais. Ele urrou baixo quando sentiu o orgasmo se aproximando — o primeiro da noite inteira —, mas Sheila interveio com um tapa na bunda dele:
“Para! Não goza ainda, corno. Guarda tudo pra Duda. Ela vai te chupar até o fim em casa. E manda a foto pra gente. Quero ver a boca da sua esposinha cheia da sua porra acumulada.”
Mário saiu de dentro de Bianca com um gemido de frustração, o pau brilhando, latejando, a cabeça roxa de tanto tesão contido. Bianca virou-se, deu um beijo lento na boca dele e sussurrou:
“Boa noite, corninho. Vai pra casa… e obedece.”
Duda pegou a mão de Mário, puxou-o para si e sussurrou no ouvido dele enquanto saíam:
“Em casa, amor… eu vou ajoelhar na nossa cama, abrir a boca e chupar esse pau grosso até você gozar tudo. Engolir cada gota. E vamos tirar a foto pra Sheila e Bianca verem que meu corno obedeceu direitinho. Porque agora… você é meu. E delas. Pra sempre.”
Eles desceram o elevador em silêncio, o ar carregado de promessas sujas. A porta do apê se fechou atrás deles.
A noite havia acabado.
Mas o fogo que Sheila acendera queimava mais forte do que nunca. E o próximo contato… viria. Com regras ainda mais cruéis.
Em casa, já passava das 4 da manhã quando Mário e Maria Eduarda finalmente cruzaram a porta do apartamento. O silêncio do corredor contrastava brutalmente com o caos que haviam deixado para trás no apê de Sheila. As luzes da sala estavam apagadas, só o abajur do quarto emitia uma luz amarelada e fraca que mal iluminava o caminho.
Duda entrou primeiro, ainda nua por baixo do casaco longo que vestira às pressas para sair. As marcas vermelhas da cinta na bunda e nas coxas latejavam visivelmente quando ela se movia, e o cheiro de sexo coletivo — porra alheia, suor, lubrificante — ainda impregnava sua pele. Ela largou o casaco no chão da sala, ficando completamente nua, os seios fartos arfando, os mamilos duros, a buceta inchada e vermelha brilhando de resquícios secos.
Mário fechou a porta atrás de si, trêmulo, o pau ainda semi-duro dentro da calça, dolorido de tanto tesão reprimido durante horas. Ele não havia gozado a noite inteira — negado, humilhado, usado como cleanup. Agora, em casa, o corpo dele tremia de antecipação e frustração.
Duda virou-se para ele devagar, os olhos ainda carregados daquela luxúria cruel que nascera naquela noite. Sem dizer uma palavra, ela o empurrou gentilmente contra a parede do corredor, ajoelhou-se no tapete macio da entrada do quarto e abriu o zíper da calça dele com dedos firmes.
O pau de Mário saltou para fora, grosso, vermelho, veias saltadas, a cabeça inchada e brilhante de pré-gozo acumulado. Ele gemeu baixo só de sentir o ar fresco tocar a pele sensível. Duda olhou para cima, direto nos olhos dele, e sussurrou:
“Você foi um corno obediente a noite toda, amor… aguentou ver tudo, limpou tudo, não gozou nem uma vez. Agora… eu vou te dar o que você merece.”
Ela envolveu a base do pau com uma mão, apertando levemente, e levou a cabeça à boca. Lambeu devagar primeiro, circulando a glande com a língua, saboreando o gosto salgado do pré-gozo que havia se acumulado por horas. Depois, abriu a boca e engoliu tudo de uma vez — fundo, até a garganta, sem engasgar, os lábios esticados ao redor da grossura. Mário urrou baixo, as mãos indo instintivamente para a cabeça dela, mas ela segurou os pulsos dele e os prendeu contra a parede.
“Sem tocar, corno… só sente. Isso é meu presente pra você.”
Ela chupou com vontade, ritmada, alternando sucções profundas com lambidas longas nas bolas pesadas, depois voltando a engolir inteiro, a garganta se contraindo ao redor dele. Mário tremia inteiro, as pernas fraquejando, o corpo inteiro concentrado naquele ponto de prazer torturante. Ele gemia rouco:
“Duda… por favor… eu não aguento mais…”
Ela acelerou, a mão livre massageando as bolas, o outro punho apertando a base para controlar o ritmo. Olhava para cima o tempo todo, os olhos fixos nos dele, transmitindo uma mistura de amor, posse e dominação absoluta.
Quando sentiu que ele estava no limite — o pau pulsando forte na boca dela, as veias inchando ainda mais —, Duda tirou o pau da boca por um segundo, pegou o celular com a mão livre, abriu a câmera frontal e posicionou o aparelho no chão, apoiado contra a parede para capturar os dois em ângulo baixo.
“Vai gozar agora, amor… goza na minha boca. Tudo. E eu vou mostrar pras meninas que meu corno obedeceu direitinho.”
Ela voltou a chupar com fúria, sugando forte, a língua rodopiando na cabeça sensível. Mário não resistiu mais. Com um urro gutural que ecoou pelo apartamento vazio, ele gozou — jatos quentes, grossos, violentos, enchendo a boca de Duda até transbordar pelos cantos dos lábios. Ela não perdeu uma gota: engoliu tudo, lambendo os lábios depois, limpando a cabeça do pau com a língua devagar, sugando os últimos pingos.
O orgasmo durou segundos intermináveis, o corpo dele convulsionando, as pernas quase cedendo. Quando terminou, Duda se sentou nos calcanhares, o rosto corado, a boca ainda brilhando, e pegou o celular. Tirou a foto: ela de joelhos, olhando para a câmera com um sorriso safado, a boca entreaberta mostrando um restinho branco no canto dos lábios; Mário de pé atrás, pau semi-mole ainda babando, rosto vermelho de prazer e humilhação, olhos vidrados.
Ela enviou a foto imediatamente para o grupo de Sheila e Bianca com uma legenda simples:
“Corno obedeceu. Gozou tudinho na boca da esposa. Boa noite, meninas. Aguardando o próximo contato. ??”
Depois, guardou o celular, levantou-se devagar e abraçou Mário pelo pescoço, beijando-o com gosto — o gosto dele misturado ao dela, ao de todos os outros.
“Agora dorme, amor… corno. Amanhã a gente espera ela chamar de novo. E quando chamar… você vai assistir tudo de novo. E vai amar cada segundo.”
Eles foram para a cama em silêncio, corpos colados, o cheiro de sexo ainda impregnado na pele. O celular vibrou uma vez no criado-mudo — uma mensagem de Sheila:
“Boa foto. Próximo encontro: sábado que vem. Preparem-se. Vocês são meus agora.”
Mário fechou os olhos, o pau dando um último pulso fraco contra a coxa de Duda. A noite havia acabado de verdade.
Mas o pesadelo delicioso… mal começara.
Continua…