A nova escolha...

A orgia finalmente terminou nas primeiras horas da madrugada, quando o ar do apartamento de Sheila já estava tão denso que parecia impossível respirar sem inalar o cheiro de sexo cru, sangue seco, suor e porra. O chão era um tapete escorregadio de fluidos misturados, os colchões encharcados e marcados, as paredes salpicadas de esguichos e arranhões. Os corpos jaziam espalhados como destroços: Leila desmaiada no canto, o cu e a buceta abertos como crateras sangrentas, pulsando devagar, sangue e porra escorrendo em riachos lentos pelas coxas finas; Bianca tremendo no sofá, os punhos de Sheila e Leila ainda deixando marcas internas que latejavam; Mário amarrado na cadeira, o pau vermelho e inchado pingando sem alívio, olhos vidrados de humilhação e tesão reprimido.
Silvia, Paula e Sabrina — as três novas putas crentes — estavam destruídas no centro do colchão. Silvia deitada de bruços, a bunda enorme marcada de cintadas roxas e vermelhas, o cu e a buceta abertos como buracos negros, sangrando levemente nas bordas rasgadas, esguichos secos nas coxas grossas. Paula de lado, os seios grandes inchados e roxos de apertões brutais, mamilos sangrando em pontos finos, o cu dilatado pulsando vazio. Sabrina, a loira tímida, de joelhos, rosto lambuzado de porra seca, o cu e a buceta rasgados, sangue misturado ao sêmen escorrendo pelas pernas finas.
Sheila se levantou devagar, nua e brilhando, o corpo marcado mas ainda dominante. Ela bateu palmas uma vez, o som seco cortando o silêncio pesado.
“Acabou por hoje, putas. Mas isso foi só o começo.”
Ela se aproximou das três, agachando-se ao lado delas, passando os dedos nos rostos suados e sujos, coletando porra e sangue misturados.
“Vocês três… Silvia, Paula e Sabrina… voltam pra igreja. Amanhã mesmo. Todas arrombadas. Sentem no banco com o plug que eu vou enfiar agora — o maior que aguentarem. Sentem e sintam o cu latejar enquanto olham pro público. Enquanto pregam, enquanto oram, enquanto dão conselhos. Escolham uma nova ovelhinha. Preferencialmente coroa acima dos 50 anos. Uma nova experiência sexual. Uma mulher madura, talvez viúva, talvez casada reprimida, com corpo ainda firme, peitos pesados, bunda marcada pelo tempo. Alguém que ainda acredita na pureza… mas que vocês vão corromper. Tragam ela pro próximo ‘culto’. Em dois meses eu ligo pra vocês. Escolham bem a nova ovelha. Se não trouxerem… vocês voltam aqui e levam o dobro do que levaram hoje. Quádrupla no cu, fisting até o cotovelo, cones gigantes até rasgar de vez.”
Ela enfiou plugs enormes nas três — monstros pretos, bases largas como punhos, forçando sem dó. Silvia gritou rouca quando o dela entrou seco, rasgando mais as bordas já feridas: “AHHH… TÁ ME RASGANDO DE NOVO… DÓI… MAS EU LEVO… PRA IGREJA… PRA ESCOLHER A NOVA…”
Paula gemeu quando o plug afundou no cu sangrento: “Eu levo… vou sentar no banco… vou olhar pras irmãs… e escolher a viúva mais velha… a que mais precisa… me arrombar de novo…”
Sabrina chorou baixinho, o plug esticando o cu pequeno e rasgado: “Eu… eu vou pregar… com isso dentro… vou olhar pras moças… pras coroas… e trazer uma… pra gente quebrar juntas…”
Sheila deu um tapa forte na bunda de cada uma, fazendo as marcas vermelhas arderem mais.
“Voltem também a pregar aos domingos nas casas em visitas. Visitas pastorais. Sentadas no sofá da irmã, com o plug latejando, olhando nos olhos dela enquanto fala de pureza. Lembrem-se sempre da nova ovelha sexual. Aproveitem pra se recuperar… mas não parem de se tocar pensando nela. Em dois meses eu ligo. Reforço: escolham bem. Se errarem… voltam aqui e viram as ovelhas principais de novo. Arrombadas na frente da igreja toda… se eu quiser.”
As três saíram cambaleando, vestidas às pressas com roupas rasgadas, plugs enfiados fundo, sangue e porra escorrendo pelas coxas sob as saias. No elevador, Silvia apertou o botão do térreo e sussurrou:
“Dois meses… pra escolher a coroa perfeita. A que vai cair mais fundo. E quando cair… vamos arrombá-la juntas.”
Paula e Sabrina assentiram, olhos vidrados, mãos já entre as pernas apesar da dor.
A igreja esperava por elas.
Com púlpitos, bancos e fiéis inocentes.
E as três putas crentes já escolhiam mentalmente a próxima vítima — uma mulher madura, acima dos 50, corpo ainda desejável, alma ainda pura.
Em dois meses, Sheila ligaria.
E a nova ovelha seria trazida.
Ou as três pagariam o preço.
A teia se fechava.
E a igreja nunca mais seria a mesma.
O retorno à igreja foi um suplício delicioso e torturante que nenhuma das três — Silvia, Paula e Sabrina — jamais esqueceria.
No domingo seguinte, elas chegaram cedo ao templo, vestidas com as roupas pastorais mais conservadoras que tinham: vestidos longos e discretos, saias abaixo do joelho, blusas de manga comprida, lenços no pescoço para esconder as marcas roxas que ainda latejavam na pele. Mas por baixo de tudo, nada além do plug enorme que Sheila havia enfiado nelas antes de saírem do apartamento: monstros pretos de borracha rígida, base larga como punhos, ponta fina mas corpo crescente até dilatar ao máximo. Cada uma carregava o seu próprio inferno interno — o plug fincado fundo no cu, esticando as paredes rasgadas, pressionando cada nervo sensível a cada passo, a cada respiração.
Silvia subiu ao púlpito primeiro. O plug mudou de posição quando ela deu o primeiro degrau, afundando mais fundo e abrindo o anel já ferido. Ela mordeu o lábio até sangrar para não gemer alto na frente da congregação. Sentou na cadeira pastoral por um segundo — erro fatal. O plug pressionou o ponto mais profundo, roçando a próstata feminina que a fazia tremer. Um orgasmo veio como uma onda silenciosa: a buceta contraiu violentamente, esguichando sutilmente dentro da saia, molhando as coxas. Ela apertou as pernas com força, fingindo ajustar a Bíblia no colo, mas o corpo inteiro tremia. O público via apenas a pastora “tocada pelo Espírito”, olhos semicerrados, respiração pesada.
“Glória a Deus…”, murmurou ela, voz rouca, enquanto gozava de novo, o plug vibrando com cada contração do cu. “Hoje falaremos sobre… pureza no corpo… que é templo do Espírito Santo…”
Cada palavra era uma mentira deliciosa. Enquanto pregava sobre resistir à carne, o plug a fodia internamente a cada gesto, a cada respiração profunda. Orgasmos constantes, silenciosos mas intensos — um atrás do outro, esguichos quentes escorrendo pelas coxas, molhando a meia-calça por baixo da saia longa. Ela olhava para o público, procurando a nova ovelha: uma coroa de 58 anos, viúva há dez, corpo ainda firme, seios pesados marcando a blusa modesta, bunda redonda na saia rodada. Chamava-se Dona Helena. Silvia sentiu a buceta pulsar só de imaginar ela de quatro, plug no cu, sendo arrombada pelos mesmos homens que a haviam destruído.
Paula e Sabrina sentavam na primeira fileira, tentando disfarçar. Paula cruzava e descruzava as pernas, o plug girando dentro dela a cada movimento, provocando orgasmos que faziam seu corpo tremer como se estivesse em oração profunda. “Senhor… me perdoa… mas tô gozando… gozando no púlpito…”, sussurrava ela baixinho, lágrimas escorrendo de prazer. Sabrina, a loira tímida, mordia o lenço, o plug pressionando o ponto exato que a fazia esguichar em silêncio, molhando o banco da igreja. Elas olhavam para Dona Helena também — a nova vítima escolhida em segredo.
As visitas pastorais aos domingos à tarde foram ainda mais brutais.
Silvia entrou na casa de Dona Helena primeiro. Sentou no sofá macio da sala, o plug afundando fundo com o movimento, rasgando levemente as bordas já feridas. Ela apertou as coxas, fingindo cruzar as pernas, mas o orgasmo veio imediato — forte, silencioso, esguichando dentro da saia, molhando o estofado por baixo. Enquanto falava de “fé na solidão”, o corpo tremia, a voz falhava nos momentos de pico:
“Irmã Helena… a solidão pesa… mas Deus… ahh… tem planos… maiores… pra nós…”
Outro orgasmo. Ela mordeu o lábio, lágrimas de prazer escorrendo, disfarçando como emoção espiritual. Olhava para Dona Helena — os seios pesados, a bunda madura, os olhos tristes mas curiosos — e imaginava ela de quatro, plug no cu, sendo fodida por cinco paus enquanto gritava “me perdoa, Senhor… mas eu quero mais!”.
Paula visitou uma viúva de 62 anos, Dona Clara. Sentou na cadeira dura da cozinha, o plug pressionando o ponto mais sensível. Gozou três vezes seguidas, esguichos quentes escorrendo pelas coxas, molhando a cadeira. “Irmã… a gente precisa… ahhh… de comunhão… mais próxima…”, gemia ela, voz entrecortada, fingindo tosse para disfarçar os gemidos. Dona Clara achava que era emoção espiritual. Paula já escolhia: ela seria perfeita — madura, corpo ainda desejável, alma reprimida.
Sabrina visitou uma irmã de 55 anos, casada mas com marido doente. Sentou no sofá, o plug girando dentro dela, provocando orgasmos constantes. “Irmã… a gente sente… falta… de toque… de Deus… ahh… de consolo…” Gozava sem parar, o corpo tremendo, lágrimas escorrendo. Olhava para a mulher — seios grandes, bunda firme apesar da idade — e via a nova ovelha: alguém que ia cair gritando, como ela caiu.
As três voltavam para casa exaustas, plug ainda dentro, cus latejando, bucetas molhadas, corpos tremendo de orgasmos constantes. Elas se masturbavam pensando na nova coroa escolhida, imaginando-a arrombada, sangrando, implorando por mais — assim como elas agora viviam.
Em dois meses, Sheila ligaria.
E a nova ovelha seria trazida.
Ou elas pagariam o preço — arrombadas na frente de todos, plugs maiores, dor eterna.
A igreja era o palco.
E as três putas crentes eram as atrizes principais — pregando pureza com o cu cheio de plug, gozando no púlpito, escolhendo a próxima vítima com olhos famintos.
A teia se fechava.
E o próximo “culto” viria.
Com uma nova ovelha para ser quebrada.
E elas, sempre mais arrombadas, sempre mais famintas.


Confissão de Dona Helena (58 anos, viúva há dez anos)
Dona Helena recebeu Silvia em sua casa no domingo à tarde, uma visita pastoral marcada como "conversa sobre fé na terceira idade". A coroa de 58 anos, com corpo ainda firme apesar do tempo — seios pesados que pendiam levemente sob a blusa florida, bunda redonda marcada pela saia jeans justa, pele morena e enrugada nos cantos dos olhos — serviu chá de camomila com biscoitos caseiros. Silvia sentou no sofá, o plug enorme latejando no cu, mas manteve o sorriso pastoral. Paula e Sabrina, "irmãs convidadas para testemunhar", sentaram ao lado, olhos atentos.
A conversa começou leve, sobre a igreja e a solidão da viuvez. Mas Silvia guiou: "Irmã Helena… Deus nos deu corpos para glorificá-lo, mas às vezes a carne clama. Conte pra nós… o que pesa no seu coração?"
Helena baixou os olhos, as mãos tremendo na xícara. "Pastora… eu… eu sou pecadora. Desde que meu marido morreu, há dez anos, eu… eu me toco. Todas as noites. Uso os dedos… às vezes a escova de cabelo no… no lugar de trás. Dói no começo, mas depois eu gozo tremendo toda, chorando sozinha na cama. Eu penso em homens mais jovens… no padeiro do bairro, no diácono casado… imagino eles me pegando por trás, enfiando forte no meu cu virgem, rasgando tudo. Eu gozo gritando, pastora… mas choro depois. Me sinto vazia. Meu corpo queima… os seios pesam, os mamilos doem de tanto eu apertar sozinha. Eu quero toque de verdade… dor de verdade… alguém que me abra como mulher de novo. Me perdoa, irmãs… eu sou suja."
Silvia apertou a mão dela, o plug pulsando com as palavras. "Não é sujeira, irmã… é carência. Seu corpo clama por preenchimento. Venha conosco sábado… pra um culto especial."
Helena corou, mas assentiu, os olhos brilhando de desejo reprimido.


Confissão de Dona Clara (62 anos)
Dona Clara, 62 anos, recebeu Paula em sua casa modesta na segunda-feira à noite. A coroa magra mas com seios grandes e flácidos sob a camisola velha, bunda ainda empinada apesar da idade, pele pálida e enrugada, olhos azuis cansados. Paula sentou na cadeira da cozinha, o plug enorme latejando no cu, provocando orgasmos silenciosos que faziam suas pernas tremerem. Silvia e Sabrina, "acompanhantes de oração", observavam.
"Paula, minha filha… você veio orar pela minha saúde?", perguntou Clara, servindo café.
Paula guiou: "Sim, irmã… mas também pelo coração. A viuvez pesa. Conte pra nós suas carências."
Clara sentou, voz trêmula. "Eu… eu não conto pra ninguém. Meu marido morreu há cinco anos, e desde então… eu uso coisas. Uma vela grossa… enfio na buceta seca, dói como fogo no começo, raspa as paredes até sangrar levemente, mas eu empurro fundo, girando, até gozar chorando. Às vezes no cu… uso o cabo da vassoura, pastora. Enfio devagar, sentindo rasgar, o sangue escorrendo, mas o prazer é maior que a dor. Eu penso em grupos… homens me cercando, enfiando paus grossos nos dois buracos ao mesmo tempo, me arrombando até eu desmaiar. Meus seios… eu aperto sozinha até roxos, imaginando bocas mordendo. Eu gozo três, quatro vezes por noite… mas acordo vazia. Quero dor real… prazer real… alguém que me quebre de vez. Me perdoa… eu sou velha pra isso, mas o corpo clama."
Paula gozou baixinho, disfarçando com uma oração. "Não é idade, irmã… é chamado. Venha sábado… pro culto que muda tudo."
Clara assentiu, lágrimas nos olhos, mas um brilho novo de fome.


Confissão de Lourdes (55 anos, casada com marido doente)
Lourdes, 55 anos, recebeu Sabrina na terça à tarde em sua casa. A coroa de corpo ainda voluptuoso — seios grandes e caídos sob a blusa folgada, bunda larga na calça de moletom, pele oliva e olhos castanhos cheios de frustração — serviu suco de laranja. Sabrina sentou no sofá, o plug enorme latejando, orgasmos constantes fazendo-a tremer e morder o lábio. Silvia e Paula, "irmãs de apoio", sentaram ao lado.
"Irmã Sabrina… você veio por causa do meu marido doente? Ele não… não funciona mais há anos."
Sabrina guiou: "Sim, mas também por você. A carência da esposa. Conte pra nós… o que dói na alma e no corpo."
Lourdes corou, voz baixa. "Meu marido… doente há oito anos. Não temos intimidade. Eu… eu me satisfaço sozinha. Uso uma garrafa de vidro… enfio na buceta, girando devagar, sentindo o frio e a grossura esticar até doer. Às vezes no cu… uso o braço da cadeira, sentando devagar, rasgando a pele fina até sangrar, mas o orgasmo vem forte, me fazendo gritar no banheiro vazio. Eu penso em traição… em homens desconhecidos me pegando à força, enfiando paus grossos nos dois buracos, me arrombando até eu implorar por misericórdia. Meus seios… eu aperto com grampos de roupa, torcendo até roxos, imaginando bocas sugando até doer. Eu gozo chorando, pastora… mas a carência é maior. Quero dor que me faça sentir viva… prazer que me quebre. Me perdoa… eu sou casada, mas o corpo trai."
Sabrina gozou em silêncio, o plug pulsando. "Não é traição, irmã… é libertação. Venha sábado… pro culto que cura a solidão."
Lourdes assentiu, mãos tremendo, olhos famintos.
As três — Silvia, Paula e Sabrina — saíram das visitas com orgasmos constantes, o plug latejando como fogo, o prazer puro e incontrolável a cada passo, cada sentada. Na igreja, escondiam os gemidos com orações, os tremores com "unção", mas escolhiam: Dona Helena, Dona Clara e Lourdes seriam as novas ovelhas.
Em dois meses, Sheila ligaria.

E a igreja ganharia três novas putas.

Continua…


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


253190 - A noite no apartamento de Sheila - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
252763 - Sábado com as Evangélicas - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 7
252543 - Reunião com Sabrina e Paula... Cofissões - Categoria: Confissão - Votos: 3
252542 - Primeira noite de ensinamento - Categoria: Fetiches - Votos: 2
252329 - Jantamos a Pastora Silvia - Categoria: Masturbação - Votos: 3
252216 - A Pastora Silvia... - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 5
252000 - Final da noite do Corno Evangélico - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
251946 - O Evangélico virou Corno e Submisso. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
251507 - O dia da pizza chegou! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
251322 - O encontro inicial - Mário o Evangélico - Categoria: Fantasias - Votos: 6
251182 - A Evangélica sem dominada pelo prazer - Categoria: Fantasias - Votos: 2
251118 - O Retorno e conhecendo Bianca - Categoria: Fantasias - Votos: 3
250591 - A Evangélica e Sheila Parte.2 - Categoria: Fetiches - Votos: 7
250590 - A Evangélica e Sheila... - Categoria: Fetiches - Votos: 8
250536 - 2 dias de descanso... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
250219 - O Dia Seguinte: O Corpo Marcado pelo Êxtase - Categoria: Fetiches - Votos: 2
249916 - A Noite do Gamgbang - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 5
249463 - Leila - A Submissa adestrada - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 5
248973 - O convite sem volta. Leila a Submissa! - Categoria: Fetiches - Votos: 2
248868 - Como tudo começou - Categoria: Masturbação - Votos: 2
248856 - Sheila e Leila, a submissa - Categoria: Fetiches - Votos: 4
248854 - Férias de Lucas e Bianca - Categoria: Cuckold - Votos: 5
248803 - Fisting com a minha depiladora e o sexo grupal - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
247820 - Sheila iniciando sua cliente em uma deliciosa Orgia - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 6
247591 - A depiladora com sua cliente Bianca...Parte 2 - Categoria: Bissexual - Votos: 7
247391 - Relato de Sheila, A depiladora com sua cliente Bianca e a surpresa final. - Categoria: Bissexual - Votos: 14

Ficha do conto

Foto Perfil loiraewill
loiraewill

Nome do conto:
A nova escolha...

Codigo do conto:
253284

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
27/01/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0