Sheila e Bianca estavam deitadas na cama king size do quarto principal do apê, ainda nuas e suadas da última sessão da noite anterior. Os corpos marcados de hematomas leves, cus e bucetas latejando de tanto uso extremo, mas os olhos brilhavam com uma fome nova, mais perversa. Elas se entreolharam, rindo baixinho, conspirando como duas demônias.
Bianca pegou o celular de Sheila e começou a digitar, voz rouca de tesão:
“Prezado Corno e Submisso,
Agora somos nós que precisamos de você.
Queremos que você leve 10 crentes Homens em um determinado endereço que iremos te passar. É uma construção abandonada no fim da Rodovia Anhanguera, galpão velho que ninguém mais usa. Invente que precisam fazer uma oração coletiva no local, uma vigília de libertação espiritual, algo que convença os irmãos mais fiéis e fortes da igreja.
Lá estaremos, esperando. Vamos induzi-los devagar… depois vamos força-los a abusarem, a estuprarem nós duas de todas as formas possíveis. Duplas penetrações, triplas, sexo anal brutal forçando o pau grosso no cu sem lubrificação, sem dó, sem piedade. Queremos ser humilhadas na construção abandonada, gritando, chorando, implorando por misericórdia enquanto eles nos destroem. Queremos sentir os paus dos irmãos da fé nos rasgando, enchendo nossos cus e bucetas de porra quente, nos tratando como as putas que somos.
Como seu prêmio, corninho submisso… você será o primeiro a me estuprar. Quero sentir seu pau na minha garganta até engasgar, depois forçando o pau enorme no meu cu seco, sem lubrificante, rasgando tudo, me fazendo gritar seu nome enquanto você me quebra como nunca fez antes. E a Bia vai assistir… e depois vai ser a vez dela.
Você topa, corninho submisso?”
Ela enviou a mensagem para Mário. Cinco minutos depois, o celular vibrou.
Mário respondeu:
“Se isso for sério mesmo, vou fazer isso com gosto do jeito que você quer. Para quando seria Dona Sheila?”
Segundos depois, Sheila digitou, os olhos flamejantes:
“Isso é mais que sério. Queremos 10 Irmãos de Fé abusando de nós, estuprando com força e sem piedade. Fábio só vai ficar observando na punheta, gozando olhando a gente ser destruída pelos irmãos da igreja.
Próximo sábado, 22h. Te passo o endereço exato na sexta. Leve os mais fortes, os mais fiéis… aqueles que você sabe que têm tesão reprimido. Diga que é uma vigília secreta de libertação, que Deus mandou uma revelação pra você.
Aguardo seu retorno o mais breve. Não me decepcione, corno. Se não trouxer 10… você vai ser o único que vai nos foder… mas com o cu plugado e algemado, assistindo a gente se masturbar sem te deixar gozar. Escolha bem os irmãos.”
Mário respondeu quase imediatamente:
“Estou dentro. Vou convencer 10. Irmãos que confiam em mim. Sábado, 22h. Endereço na sexta. Pode mandar.
Seu corninho submisso.”
Sheila e Bianca se olharam, rindo baixo, excitadas como nunca.
“Ele vai trazer… e vai ver a gente sendo estuprada pelos próprios irmãos da igreja dele. Depois… ele vai nos rasgar como prêmio. Vamos preparar tudo. Quero ver ele chorando de tesão enquanto assiste.”
A construção abandonada já estava escolhida.
Os plugs maiores já separados para as duas.
E os 10 irmãos da fé… seriam a próxima onda de destruição.
A fantasia estava prestes a se tornar realidade.
E Mário, o corno submisso, seria o primeiro a pagar o preço do prazer delas.
A preparação para a vigília foi meticulosa, silenciosa e carregada de uma tensão sexual que Mário sentia pulsar no peito como um segundo coração. Tudo começou na sexta-feira à noite, quando o celular dele vibrou com a mensagem de Sheila:
“Endereço: Galpão abandonado na Rodovia Anhanguera, km 98, saída 97B. Chegue às 21h30 com os 10. Diga que é uma vigília secreta de libertação espiritual, que Deus revelou um local de oração forte contra o mal. Leve só os mais fortes, os mais fiéis… aqueles que você sabe que têm tesão reprimido, mas nunca admitiram. Nada de celular ligado depois das 22h. Sem saída. Sem volta.
E Mário… se não trouxer exatamente 10… você vai assistir tudo algemado, plugado e negado. Escolheu bem?
Boa caçada, corninho.”
Mário leu a mensagem três vezes, o pau endurecendo imediatamente dentro da calça. Ele respondeu apenas com um “Sim, Dona Sheila. 10 confirmados. Chego às 21h30.”
Escolha dos 10 Irmãos
No sábado de manhã, Mário passou o dia na igreja. Conversou com os irmãos mais próximos, os que ele sabia que tinham “fogo interno” — homens casados, fiéis, mas com olhares que desviavam quando mulheres passavam. Ele escolheu com cuidado:
Irmão Carlos (48 anos, casado, diácono, sempre com olhares discretos para as jovens do grupo de louvor)
Irmão Roberto (52 anos, viúvo há 4 anos, forte, barba cheia, voz grave nas orações)
Irmão André (45 anos, casado com três filhos, corpo atlético de quem joga futebol na igreja)
Irmão Paulo (50 anos, engenheiro, sério, mas com mãos grandes e olhar faminto)
Irmão Marcos (55 anos, aposentado, barba grisalha, sempre o último a sair das vigílias)
Irmão João (42 anos, jovem líder de jovens, corpo malhado, olhos que devoram as irmãs)
Irmão Pedro (57 anos, casado, mas com “problemas no casamento”, como ele mesmo confessou uma vez)
Irmão Rafael (46 anos, professor, voz calma, mas mãos fortes)
Irmão Thiago (51 anos, viúvo recente, olhos tristes mas corpo ainda desejoso)
Irmão Gustavo (49 anos, empresário, sempre o primeiro a levantar a mão nas orações, mas com um olhar que traía desejo reprimido)
Mário os chamou individualmente durante o dia, voz baixa e grave:
“Irmão… Deus tocou meu coração. Há uma revelação. Uma vigília secreta esta noite, num local especial, uma construção abandonada na Anhanguera. É pra libertação espiritual forte. Só os mais fiéis. Só nós. Nada de contar pra ninguém. 21h30. Eu passo o endereço. Venha em oração. Deus vai agir.”
Todos aceitaram. Alguns hesitaram, mas o tom de urgência espiritual e o “Deus revelou” os convenceu. Eles eram homens de fé… e de desejos reprimidos.
Preparação no Apê de Sheila
Enquanto isso, no apê, Sheila e Bianca se preparavam com uma excitação quase religiosa. Elas escolheram roupas que pareciam inocentes à distância, mas reveladoras de perto: vestidos brancos longos de algodão fino, sem sutiã nem calcinha, tecido transparente o suficiente para mostrar os contornos dos corpos quando a luz acertasse certo. Por baixo, plugs médios já fincados nos cus — não para dilatar, mas para manter os anéis sensíveis e prontos para o abuso sem lubrificação.
Elas se depilaram completamente, passaram óleo corporal brilhante na pele, deixando-a reluzente como se estivessem prontas para um ritual. Os mamilos endurecidos marcavam o tecido fino, as bucetas já meladas de antecipação. Sheila amarrou os cabelos de Bianca em um rabo de cavalo alto, para que os homens pudessem puxar com força. Bianca fez o mesmo com Sheila.
Elas deixaram o galpão preparado: colchões velhos jogados no chão de concreto rachado, correntes penduradas nas vigas enferrujadas, uma única lâmpada pendurada no teto lançando sombras longas e ameaçadoras, o cheiro de mofo misturado ao lubrificante que elas espalharam no chão. No canto, uma câmera discreta já ligada — tudo seria gravado.
Sheila mandou a última mensagem para Mário às 20h30:
“Chegue às 21h30. Traga os 10. Diga que a vigília começa às 22h. Quando entrarem, a porta será trancada por fora. Sem saída. Sem volta.
Nós estaremos no centro, de joelhos, orando. Vocês vão achar que é uma visão espiritual. Depois… vamos induzir. Depois… vamos forçar.
E você, corninho… vai ser o primeiro a me estuprar. Quero seu pau na minha garganta até engasgar, depois no meu cu seco, rasgando tudo, me fazendo gritar seu nome.
Está pronto?
Chegue.
E traga fé… e tesão.”
Mário respondeu com um simples:
“Estou saindo agora. 10 confirmados. Chego em 40 minutos.
Estou pronto, Dona Sheila.”
Às 21h30, o carro de Mário parou na frente do galpão abandonado. Os 10 irmãos desceram, Bíblias na mão, rostos sérios, mas com um brilho de curiosidade e algo mais profundo nos olhos. Mário abriu a porta enferrujada do galpão.
Lá dentro, Sheila e Bianca esperavam de joelhos no centro, sob a luz fraca da lâmpada pendurada, vestidos brancos transparentes, plugs visíveis sob o tecido fino, olhos baixos como em oração.
“Entrem, irmãos…”, sussurrou Sheila. “Deus nos chamou aqui… pra uma libertação… profunda.”
A porta se fechou atrás deles com um clangor metálico.
A vigília começava.
E não era de oração.
Era de destruição.
O galpão abandonado na Rodovia Anhanguera cheirava a ferrugem, mofo antigo e concreto úmido. A única luz vinha da lâmpada pendurada no teto, uma esfera amarelada que balançava devagar, lançando sombras longas e deformadas nos muros rachados. O chão era poeira e cacos de vidro, os colchões velhos jogados em círculo no centro pareciam um altar improvisado. A porta de ferro rangeu ao se fechar atrás do último homem — um clangor seco, definitivo. Mário trancou por fora, como Sheila havia ordenado. Não havia saída.
Os 10 irmãos entraram em fila silenciosa, Bíblias na mão, rostos sérios, mas com um brilho de curiosidade misturada a algo mais primal nos olhos. Eles eram homens de fé: diáconos, líderes de jovens, viúvos, casados, todos com desejos reprimidos que a igreja nunca deixou florescer. Mário os guiou até o centro, voz baixa e grave:
“Irmãos… Deus nos trouxe aqui. Esta vigília é secreta. O local foi revelado em oração. Vamos nos ajoelhar e clamar por libertação… por quebrantamento… por fogo do Espírito.”
Eles se ajoelharam em círculo, cabeças baixas, Bíblias abertas. Foi quando viram.
No centro, sob a luz fraca, Sheila e Bianca estavam de joelhos, vestidas com os vestidos brancos finos e transparentes que pareciam túnicas de oração. O tecido colava na pele suada, revelando os contornos dos corpos nus por baixo — mamilos duros marcando o pano, bucetas depiladas delineadas, plugs pretos visíveis entre as nádegas quando elas se moviam. Elas oravam em voz baixa, mãos erguidas, mas os olhos semicerrados varriam os homens com fome.
Sheila ergueu a voz primeiro, rouca e carregada de emoção espiritual:
“Irmãos… Deus nos trouxe aqui para uma revelação. A carne é fraca… mas o Espírito é forte. Nós… nós fomos tocadas por uma visão. Deus quer que a gente… que a gente quebre as correntes da carne… aqui… agora… juntos.”
Bianca continuou, voz tremendo como em êxtase:
“Eu senti… o fogo descendo… e vi que precisamos nos entregar… completamente. Sem vergonha. Sem julgamento. Deus quer nos ver nus… quer nos ver vulneráveis… quer nos ver… sendo usados… para a glória dEle.”
Os homens trocaram olhares confusos. Alguns murmuraram “Glória a Deus…”, outros pigarrearam, desconfortáveis. Mas os olhos já estavam fixos nos corpos quase nus sob os vestidos finos. Mário ficou em silêncio, coração disparado, pau endurecendo na calça.
Sheila se levantou devagar, o vestido subindo pelas coxas, revelando a ausência de calcinha. Ela caminhou até o centro do círculo, ajoelhando-se de novo, mas agora de frente para os homens.
“Deus me mostrou… que a libertação vem pela entrega total. Irmãos… vocês são fortes na fé. Mas a carne clama. Nós… nós somos vasos… prontos para serem usados. Se Deus tocar no coração de vocês… se o Espírito falar… toquem em nós. Usem-nos. Rasguem-nos. Sem dó. É a vontade de Deus.”
Bianca se juntou, de joelhos ao lado dela, abrindo as pernas ligeiramente, o vestido subindo até a cintura, expondo a buceta melada e o plug no cu.
“Eu sinto o fogo… aqui…”, ela tocou o grelo inchado, gemendo baixo. “E aqui…”, virou-se de costas, empinando a bunda, abrindo as nádegas para mostrar o plug preto dilatando o anel. “Deus quer que vocês… nos preencham… nos quebrem… nos libertem da carne… com força… com brutalidade… com tudo que têm.”
O silêncio era ensurdecedor. Alguns irmãos murmuravam orações, outros respiravam pesado, paus endurecendo visivelmente nas calças sociais. Um deles — o irmão Carlos — sussurrou:
“Pastora… isso é… revelação mesmo?”
Sheila olhou direto nos olhos dele, voz baixa e hipnótica:
“É, irmão. Deus está falando. Se o Espírito tocar em você… venha. Use-nos. Rasgue-nos. Sem culpa. É libertação.”
Bianca gemeu, tirando o vestido devagar, ficando completamente nua, plug visível, buceta pingando.
“Venham… irmãos… toquem… sintam… Deus quer isso… eu sinto… eu imploro… por favor… me usem…”
O primeiro a se mover foi o irmão Roberto, o viúvo de voz grave. Ele se levantou devagar, mãos tremendo, mas olhos famintos. Caminhou até Bianca, ajoelhou-se atrás dela, abriu a bunda com mãos fortes e arrancou o plug com um puxão seco. Bianca gritou alto, o cu piscando vazio, vermelho e dilatado.
“Senhor… perdoa… mas eu… eu preciso…”
Ele abriu a calça, o pau grosso e duro saltando. Cuspiu na glande e empurrou seco no cu dela — sem lubrificante, só com a saliva. Bianca urrou, o corpo convulsionando:
“AHHH! TÁ RASGANDO… SEM LUBRIFICANTE… DÓI… DÓI PRA CARALHO… MAIS… ME ARROMBA… POR FAVOR… EM NOME DE JESUS… ME USA!”
“AHHH! TÁ RASGANDO MEU CU… DÓI… QUEIMA… MAIS… ESTUPRA MAIS FORTE… ME ARROMBA SEM PIEDADE… POR FAVOR… ME QUEBRA… GOZANDO… GOZANDO DE DOR!”
O grito foi o gatilho. Os outros nove irmãos se levantaram quase ao mesmo tempo, calças abertas, paus duros saltando. Eles cercaram as duas, mãos ásperas rasgando os vestidos brancos, expondo os corpos nus e melados.
Sheila gritou, voz rouca de tesão:
“Sim… irmãos… usem-nos… estuprem-nos… sem dó… sem piedade… rasguem nossos cus… encham nossas bocas… é a vontade de Deus… eu imploro… me arrombem… me quebrem… por favor… mais… mais paus… mais força!”
A indução havia acabado.
O que começou como oração virou estupro coletivo.
Dez irmãos da fé — fiéis, casados, viúvos — fodendo Sheila e Bianca sem misericórdia, duplas, triplas, quádruplas nos cus secos, sem lubrificante, rasgando tudo, enchendo-as de porra quente enquanto elas gritavam de dor e prazer.
Mário assistia, no canto, batendo punheta esperando sua vez com um pequeno vibrador no cu, pau duro e igual uma pedra, lágrimas escorrendo enquanto via os irmãos da igreja dele destruírem as duas mulheres que ele chamava de “donas”.
E no centro do caos, Sheila gritava entre os paus:
“Mais… mais forte… me estuprem… me quebrem… em nome de Deus… eu suplico… encham meu cu… minha boca… me façam engasgar… por favor… mais… mais irmãos… mais destruição!”
A vigília havia começado.
E não era de oração.
Era de libertação pela carne.
Pela dor.
Pela porra.
André se juntou — dupla penetração anal brutal, dois paus grossos se espremendo no buraco apertado, esticando o anel ao limite absoluto, dor lancinante subindo pela coluna como eletricidade. Paulo forçou o terceiro — tripla no cu, três paus abrindo como cratera, as paredes internas queimando como fogo eterno. Sheila convulsionava, gritando rouca:
“TRÊS NO CU… TÁ ME PARTINDO AO MEIO… QUEIMA… DÓI PRA CARALHO… SUPLICO… MAIS… ENFIEM QUATRO… ME RASGUEM… POR FAVOR… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… ME ESTUPREM MAIS… SEM DÓ… ME FAÇAM IMPLORAR!”
Marcos e Rafael se juntaram — quádrupla no cu, quatro paus grossos se espremendo, o anel esticando além do possível, dor insuportável como se fossem rasgados ao meio. João forçou o quinto — quíntupla penetração anal extrema, cinco paus no cu dilatado, abrindo como ferida viva. Sheila desmaiava por segundos, acordando gritando:
“QUÍNTUPLA NO CU… TÁ ME RASGANDO TODA… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… SUPLICO… MAIS PAUS… ME DESTRÓI… GOZANDO… GOZANDO SANGRENDO… POR FAVOR… ESTUPREM MAIS… ME QUEBREM… EU IMPLORO… MAIS DOR… MAIS RASGO!”
Enquanto isso, Bianca era estuprada pela outra metade dos irmãos. Pedro a imobilizou de bruços, enfiando seco no cu, rasgando o anel com força bruta. Bianca urrou: "AHHH! ESTUPRA MEU CU… SEM LUBRIFICANTE… DÓI… QUEIMA… MAIS… ME ARROMBA COM RAIVA… POR FAVOR… ME FAZ GRITAR!"
Rafael forçou dupla no cu, Thiago tripla, Gustavo quádrupla, Carlos quíntupla — cinco paus no cu dela, esticando ao máximo, dor lancinante como fogo vivo. Bianca convulsionava: "QUÍNTUPLA NO CU… TÁ ME PARTINDO… QUEIMA… DÓI PRA MORRER… SUPLICO… MAIS… ESTUPREM MAIS FORTE… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… POR FAVOR… ME QUEBREM… ME FAÇAM SUPLICAR!”
Sheila e Bianca imploravam entre gritos:
“MAIS… ESTUPREM NÓS… RASGUEM NOSSOS CUS… SEM DÓ… SUPLICAMOS… ENFIEM MAIS PAUS… NOS FAÇAM GOZAR GRITANDO… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… NOS QUEBREM… NOS FAÇAM IMPLORAR ETERNAMENTE… MAIS… MAIS… SUPLICAMOS COMO PUTAS… ESTUPREM… ARROMBEM… NOS ENCHAM DE PORRA… POR FAVOR… MAIS EXTREMO… MAIS TUDO!”
Os 10 irmãos fodiam sem parar, trocando buracos, duplas e triplas nas bucetas também, estocadas brutas, paus grossos saindo e entrando em ritmos descompassados, fazendo as duas gritarem em coro de dor e súplica, gozando em cadeia, esguichos jorrando como fontes.
Bianca suplicou entre urros: "FISTING DUPLO… POR FAVOR… ENFIEM PUNHOS NO MEU CU E BUCETA… RASGUEM MAIS… SUPLICO… ME QUEBREM COM PUNHOS… MAIS DOR… MAIS RASGO… GOZANDO… IMPLORO… MAIS EXTREMO!"
Sheila ecoou: "SIM… FISTING DUPLO EM NÓS… PUNHOS NOS CUS E BUCETAS… ENFIEM ATÉ OS COTOVELOS… SUPLICO… NOS FAÇAM GOZAR MORRENDO… POR FAVOR… MAIS… MAIS PUNHOS… NOS ARROMBEM PRA SEMPRE!"
Os irmãos, enlouquecidos, enfiaram punhos nos cus e bucetas delas — duplos fisting extremos, antebraços desaparecendo nos buracos dilatados, girando e bombando sem piedade, esticando tudo ao máximo, dor queimando como ácido vivo. As duas gritavam roucas, corpos convulsionando, gozando sem parar:
“PUNHOS DUPLO… TÁ NOS RASGANDO… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… SUPLICAMOS… MAIS… MAIS PUNHOS… NOS QUEBREM… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… NOS FAÇAM DESMAIAR GOZANDO… IMPLORAMOS… MAIS… MAIS… MAIS EXTREMO!”
Mário, algemado na cadeira, assistia chorando de tesão, o pau duro pingando, negado de tudo.
A construção abandonada ecoava gritos e súplicas.
A vigília havia virado estupro coletivo.
E as duas mulheres — Sheila e Bianca — suplicavam por mais, implorando como putas quebradas, até o amanhecer.
Mário estava algemado à cadeira de metal enferrujada no canto do galpão, as mãos presas atrás das costas com correntes frias que mordiam a pele, o plug médio que Sheila havia enfiado nele mais cedo latejando dolorosamente no cu, esticando o anel já sensível a cada respiração pesada. Seu pau grosso e vermelho latejava livre, babando pré-gozo em fios longos que pingavam no chão sujo, mas negado de qualquer toque. Ele assistia tudo — os 10 irmãos da igreja, homens que ele conhecia de cultos, vigílias e churrascos de igreja, agora transformados em animais famintos, fodendo Sheila e Bianca sem piedade.
Os gritos das duas ecoavam no galpão vazio: Sheila de bruços, quíntupla penetração no cu, cinco paus pretos grossos se espremendo no buraco rasgado, sangue fino escorrendo pelas coxas enquanto ela gritava rouca:
“MAIS… ESTUPREM MEU CU… RASGUEM… SEM DÓ… SUPLICO… ENCHEM DE PORRA… ME FAÇAM GOZAR MORRENDO… POR FAVOR… MAIS FORTE… ME QUEBREM!”
Bianca, de quatro ao lado, levava tripla no cu e dupla na buceta, os paus bombando descompassados, esticando tudo ao limite, ela uivando:
“TRÊS NO CU… DOIS NA BUCETA… TÁ ME PARTINDO… DÓI… QUEIMA… GOZANDO… SUPLICO… MAIS PAUS… ME ARROMBEM… ME FAÇAM SANGRAR DE TESÃO… POR FAVOR… MAIS… MAIS EXTREMO!”
Mário chorava de tesão, o pau pulsando dolorosamente, negado, enquanto via os irmãos da fé dele — Carlos, Roberto, André, Paulo, Marcos, João, Pedro, Rafael, Thiago e Gustavo — destruírem as duas mulheres que ele chamava de “donas”. Ele sentia cada grito delas como uma facada no peito, mas o tesão era maior que a humilhação.
Sheila, entre os paus que a arrombavam, virou o rosto suado e lambuzado para Mário, olhos flamejantes:
“Corninho… chegou sua vez. Seu prêmio. Soltem ele.”
Fábio se aproximou de Mario, puxou pela mão e tirou o vibrador do seu cú. Mário com um puxão seco que o fez gemer alto. Mário se levantou cambaleando, pau duro como pedra, veias saltadas, cabeça roxa e brilhante de pré-gozo acumulado.
Sheila se arrastou até ele, ainda com dois paus no cu, mas empinando a bunda para Mário:
“Vem, corninho submisso… me estupra. Primeiro na garganta… depois no cu seco… rasga tudo… me faz gritar seu nome… por favor… eu suplico… me usa como prêmio… me quebra como nunca fez antes…”
Mário agarrou os cabelos de Sheila com força bruta, puxando a cabeça para trás. Ela abriu a boca larga, língua esticada. Ele empurrou o pau grosso na garganta dela de uma vez — até o fundo, sem dó, fazendo-a engasgar violentamente, baba escorrendo pelos cantos dos lábios, olhos lacrimejando. Sheila gemia abafado, o corpo convulsionando enquanto os outros paus continuavam fodendo seu cu:
“ENGASGA… ME ESTUPRA A GARGANTA… MAIS FUNDO… SUPLICO… ME FAZ ENGOLIR TUDO… POR FAVOR… MAIS FORTE… ME QUEBRA A GARGANTA!”
Mário socava a garganta dela com raiva acumulada, o pau entrando até as bolas, fazendo-a engasgar e tossir, baba e lágrimas escorrendo pelo queixo. Ele puxou o pau, deixando-a ofegante, e virou-a de bruços:
“Agora o cu… seco… como você pediu, Dona Sheila.”
Ele cuspiu na glande grossa e empurrou seco no cu já arrombado por cinco paus — o anel dilatado cedeu, mas a grossura dele rasgou mais, dor lancinante fazendo Sheila urrou alto:
“AHHH! TÁ RASGANDO MEU CU… SEU PAU GROSSO… DÓI… QUEIMA… MAIS… ME ESTUPRA… ME ARROMBA SEM DÓ… SUPLICO… POR FAVOR… ME QUEBRA… ME FAZ GRITAR SEU NOME… MAIS FORTE… MAIS FUNDO… EU IMPLORO… ME DESTRÓI!”
Mário socou com raiva — estocadas brutas, profundas, o pau grosso entrando até o fundo do reto, rasgando as paredes internas, queimando como fogo vivo. Sheila convulsionava, gozando violentamente, esguichos jorrando da buceta enquanto gritava:
“MAIS… ESTUPRA MEU CU… SEU CORNO… RASGA TUDO… DÓI… QUEIMA… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… SUPLICO… ENFIA MAIS… ME FAZ SANGRAR… POR FAVOR… MAIS FORTE… ME QUEBRA… ME FAZ IMPLORAR… MAIS… MAIS… EU SOU SUA PUTA… ESTUPRA… ME ARROMBA… SUPLICO… MAIS EXTREMO!”
Bianca, ao lado, assistia enquanto os outros paus continuavam fodendo seu cu e buceta, gritando para Mário:
“Corninho… fode ela… rasga o cu da Sheila… depois vem pra mim… eu suplico… me estupra também… me quebra… por favor… me arromba como prêmio… eu quero seu pau no meu cu seco… me faz gritar seu nome… imploro… mais… mais força… me destrói!”
Mário saiu do cu de Sheila, pau brilhando de sangue e lubrificante, e foi para Bianca. Ele a virou de bruços, empinando a bunda grossa dela, e empurrou seco no cu já arrombado — rasgando mais, dor lancinante fazendo Bianca urrou:
“AHHH! SEU PAU GROSSO… TÁ ME RASGANDO… DÓI… QUEIMA… MAIS… ESTUPRA MEU CU… SUPLICO… ME QUEBRA… ME FAZ GRITAR… POR FAVOR… MAIS FORTE… ME ARROMBA… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS… MAIS… EU IMPLORO!”
Mário socava com raiva acumulada de meses, estocadas brutas, profundas, o pau grosso entrando até o fundo, rasgando as paredes internas, queimando como fogo. Bianca convulsionava, gozando violentamente, esguichos jorrando enquanto gritava:
“MAIS… ESTUPRA MEU CU… CORNINHO… RASGA TUDO… DÓI… QUEIMA… GOZANDO… SUPLICO… ENFIA MAIS… ME FAZ SANGRAR… POR FAVOR… MAIS FORTE… ME QUEBRA… ME FAZ IMPLORAR… MAIS… MAIS… EU SOU SUA PUTA… ESTUPRA… ME ARROMBA… SUPLICO… MAIS EXTREMO!”
Os 10 irmãos continuavam fodendo as duas — quíntuplas nos cus, triplas nas bucetas, paus saindo e entrando sem parar, enchendo-as de porra quente enquanto elas gritavam em coro:
“MAIS… ESTUPREM NÓS… RASGUEM NOSSOS CUS… SEM DÓ… SUPLICAMOS… ENFIEM MAIS PAUS… NOS FAÇAM GOZAR GRITANDO… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… NOS QUEBREM… NOS FAÇAM IMPLORAR ETERNAMENTE… MAIS… MAIS… SUPLICAMOS COMO PUTAS… ESTUPREM… ARROMBEM… NOS ENCHAM DE PORRA… POR FAVOR… MAIS EXTREMO… MAIS TUDO!”
Mário gozou primeiro no cu de Bianca — jatos grossos enchendo o buraco rasgado, porra quente transbordando pelas bordas. Ele urrou baixo, o corpo convulsionando, lágrimas de tesão e humilhação escorrendo enquanto via os irmãos da igreja dele destruírem as duas mulheres que ele chamava de “donas”.
A vigília continuou até o amanhecer — gritos, súplicas, dor e prazer misturados em um caos absoluto.
E no final, Sheila sussurrou para Mário, voz rouca e satisfeita:
“Bom trabalho, corninho… você trouxe os 10. Agora descansa… porque na próxima… você vai participar de novo. Como prêmio… e como vítima.”
Mário assentiu, pau ainda duro, latejando o cu e lágrimas nos olhos.
A vigília havia acabado.
Mas o ciclo… o ciclo nunca acabava.
E os irmãos da fé — agora cúmplices — voltariam para casa com segredos que nunca contariam.
E Sheila e Bianca por final enfiaram o punho no cú entre elas, gozaram mais duas ou três vezes, Fábio concluiu com várias cintadas no grelo das duas que chegaram momentaneamente a desmaiar de tanto gozaram…
Acordaram e disseram, já estamos prontas e vamos planejar a próxima.
Fábio… bate uma punheta agora e goze na boca de Bia, quero beija-la sentindo seu gosto quente.
Cominua…