A Vigilia

Sheila e Bianca decidiram fazer uma visita surpresa à igreja no domingo seguinte, exatamente uma semana após a vigília que marcou o início da transformação completa das "ovelhas crentes". Elas escolheram o horário do culto matutino, quando o templo estaria cheio — famílias, casais, jovens, coroas e irmãos mais velhos —, o momento perfeito para observar, avaliar e caçar novos alvos.
As duas se vestiram com uma elegância discreta, mas provocante debaixo das roupas: vestidos longos de tecido leve e fluido (Sheila em branco perolado, Bianca em bege claro), decotes discretos que mal continham os seios fartos, sem sutiã, mamilos endurecidos marcando sutilmente o pano fino quando o ar-condicionado da igreja soprava. Por baixo, nada além de um plug anal médio-grande fincado fundo no cu — borracha preta rígida, base larga que pressionava as nádegas, corpo cônico que dilatava e mantinha o anel esticado e sensível o tempo todo. Elas haviam colocado os plugs naquela manhã, sem lubrificante extra, sentindo cada centímetro entrar seco, rasgando levemente as bordas já acostumadas à dor, o anel queimando como fogo baixo que não apagava.
Ao descerem do carro no estacionamento da igreja, o plug mudou de posição com o movimento das pernas — afundou mais fundo, roçou a parede interna sensível, pressionou o ponto que fazia a buceta contrair involuntariamente. Ambas gemeram baixinho, quase ao mesmo tempo, coxas apertadas, um esguicho quente e sutil escorrendo pelas pernas internas, molhando a parte de dentro das coxas. Elas se olharam, sorrisos safados e cúmplices, sussurrando:
“Já começou… o plug tá me fodendo só de andar… vou gozar antes de entrar no templo.”
“Eu também… sinto ele roçando o ponto G interno… tô pingando… vamos caçar devagar.”
Elas entraram na igreja de braços dados, postura ereta e santa, mas o andar era sutilmente mais aberto, as pernas ligeiramente afastadas para não pressionar demais o plug. Cada passo era uma tortura prazerosa: o plug girava levemente, esticava o anel, roçava as paredes internas rasgadas, provocava ondas de prazer que subiam pela coluna como eletricidade. Orgasmos silenciosos vinham em cadeia — contrações fortes na buceta, esguichos quentes que molhavam as coxas internas, faziam as saias grudarem na pele, o cheiro sutil de excitação feminina misturando-se ao perfume suave que usavam.
Sentaram na terceira fileira, lado a lado, pernas cruzadas para disfarçar os tremores. O culto começou. O pastor pregava sobre “resistir à tentação da carne”, ironia que as fez morder os lábios para não rir — ou gemer. Sheila olhava o público com olhos de predadora: casais jovens, homens maduros de terno, coroas de saia longa, adolescentes do grupo de louvor. Cada vez que se mexia para ajustar a Bíblia no colo, o plug afundava mais, roçando o ponto mais sensível, provocando outro orgasmo silencioso. Ela apertava as coxas, fingindo concentração, mas o corpo tremia, esguicho quente escorrendo por dentro da saia, molhando o banco de madeira.
Bianca sussurrou no ouvido dela:
“Tô gozando de novo… o plug tá me fodendo o cu enquanto o pastor fala de pureza… olha aquele homem ali… 50 e poucos, barba grisalha, corpo forte… parece que tem pau grosso… seria perfeito pra arrombar a Carmem…”
Sheila assentiu, olhos fixos no homem — irmão Paulo, 52 anos, casado, diácono, sempre o último a sair das vigílias, olhar discreto mas faminto para as irmãs mais novas.
“Ele… e aquele outro… o irmão Roberto, viúvo, forte… e o jovem líder João… todos eles. Vamos convidar pra uma ‘vigília especial’ na semana que vem.”
Durante o louvor, quando todos se levantaram, o plug mudou de posição novamente — afundou até o limite, pressionando o ponto mais profundo. Sheila e Bianca gozaram juntas, em silêncio, pernas tremendo, mãos apertando os bancos, olhos semicerrados fingindo êxtase espiritual. O público ao redor achava que eram “tocadas pelo Espírito”. Elas sabiam que eram tocadas pelo plug — e pelo desejo de arrombar mais ovelhas.
No final do culto, elas circularam pelo salão de café, sorrisos santos, abraços demorados. Sheila parou perto de Dona Carmem, sussurrando no ouvido dela:
“Irmã… precisamos conversar de novo. Algo tocou meu coração… venha almoçar comigo na terça. Traga sua Bíblia… e prepare o coração.”
Carmem assentiu, olhos brilhando com aquele fogo antigo.
Paula e Sabrina faziam o mesmo — sussurravam para Dona Helena, Dona Clara e Lourdes:
“Venham na próxima reunião… Deus tem uma palavra especial pra vocês.”
Enquanto isso, as três olhavam os homens — escolhendo os próximos alvos para a fila de estupro, os próximos paus que rasgariam os cus das novas ovelhas.
Elas saíram da igreja de braços dados, plugs latejando, orgasmos constantes a cada passo, bucetas pingando, sorrisos santos escondendo a fome predatória.
A caça continuava.
E a igreja — palco de pureza — era agora o melhor lugar para escolher vítimas.
A vigília no subsolo da igreja começou exatamente como Sheila planejou: lenta, hipnótica e inevitável. A saleta estava escura, iluminada apenas por velas espalhadas e duas lâmpadas fracas que lançavam sombras longas nas paredes de bloco. O ar já estava denso — incenso misturado ao cheiro de lubrificante, suor e buceta melada. Colchões velhos cobriam o chão frio, correntes penduradas nas vigas de concreto, uma mesa ao canto com cones gigantes, plugs monstruosos e chicotes de couro trançado.
As sete mulheres — Silvia, Paula, Sabrina, Helena, Clara, Lourdes e Carmem — entraram primeiro, vestidas como beatas: saias longas, blusas fechadas e lenços no pescoço. Mas por baixo, nuas, plugs médios-grandes fincados seco nos cus, latejando desde a manhã. Cada passo até o subsolo era tortura: o plug girava, esticava o anel rasgado, roçava a parede interna sensível, provocando orgasmos silenciosos que faziam as coxas tremerem e esguichos quentes escorrerem por dentro das saias, molhando as meias e pingando sutilmente no chão.
Os 10 irmãos entraram em seguida — Carlos, Roberto, André, Paulo, Marcos, João, Pedro, Rafael, Thiago e Gustavo —, Bíblias na mão, rostos sérios, mas paus já semi-duros marcando as calças sociais. Mário fechou a porta por dentro, trancando-a com cadeado. Algemado a uma cadeira no canto, plug no cu, pau duro e negado, ele assistiria tudo.
Sheila e Bianca esperavam de joelhos no centro, vestidos brancos transparentes colando na pele suada, mamilos duros marcando o tecido, bucetas depiladas delineadas, plugs visíveis entre as nádegas empinadas. Elas oravam em voz baixa, mãos erguidas, mas olhos semicerrados devorando os homens.
Sheila ergueu a voz, rouca e dominante:
“Irmãos… irmãs… Deus nos trouxe aqui para quebrar as correntes da carne. A primeira vigília foi só o começo. Hoje vamos mais fundo. Vamos nos entregar completamente. Sem vergonha. Sem limite. Vocês vão nos usar… nos estuprar… nos arrombar até desmaiar. É a vontade dEle. Toquem… rasguem… encham… sem dó.”
Bianca abriu as pernas, levantando o vestido até a cintura, expondo a buceta melada e o plug no cu dilatado:
“Eu sinto o fogo… aqui…”, ela esfregou o grelo inchado, gemendo alto. “E aqui…”, virou-se de costas, empinando a bunda, abrindo as nádegas para mostrar o plug esticando o anel vermelho. “Deus quer que vocês… nos preencham… nos quebrem… nos estuprem sem piedade… suplicamos… por favor… nos rasguem… nos usem como putas do Senhor… nos façam gritar… nos encham de porra quente… imploramos…”
O silêncio quebrou como vidro estilhaçado. O irmão Roberto foi o primeiro — ele se levantou, calça aberta, pau grosso saltando. Agarrou Sheila pelos cabelos, puxou a cabeça para trás e enfiou seco na garganta dela até as bolas, fazendo-a engasgar violentamente, baba escorrendo pelos cantos dos lábios, lágrimas jorrando:
“Engole, pastora puta… engole tudo… Deus quer isso…”
Sheila engasgava, garganta dilatada ao redor do pau grosso, mas empurrava a cabeça para frente, implorando com olhos lacrimejantes:
“Mais fundo… me fode a garganta… me faz engasgar… suplico… me usa como puta… por favor… mais… mais pau na garganta… me quebra…”
André rasgou o vestido de Bianca, expondo o corpo nu. Ele cuspiu na glande e empurrou seco no cu dela — o anel dilatado cedeu, mas a grossura rasgou mais, dor lancinante queimando como ácido. Bianca urrou, o corpo convulsionando:
“AHHH! TÁ RASGANDO MEU CU… SEM LUBRIFICANTE… DÓI… QUEIMA… MAIS… ME ESTUPRA… SUPLICO… MAIS FORTE… ME ARROMBA COM RAIVA… POR FAVOR… ME QUEBRA… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS… MAIS PAU… ME RASGA!”
Carlos se juntou — dupla no cu, dois paus grossos se espremendo, esticando o anel ao limite absoluto, dor como fogo eterno. Bianca gritava rouca:
“DUPLA NO CU… TÁ ME PARTINDO… QUEIMA… DÓI PRA CARALHO… SUPLICO… TRÊS… ME ARROMBEM… MAIS… MAIS RASGO… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… POR FAVOR… MAIS PAUS… ME DESTRÓI!”
Paulo forçou o terceiro — tripla no cu, três paus abrindo como cratera, queimando como lava. Bianca convulsionava:
“TRÊS NO CU… TÁ ME DESTRUINDO… QUEIMA… GOZANDO… SUPLICO… QUATRO… ME RASGUEM… POR FAVOR… MAIS… MAIS EXTREMO… ME QUEBREM!”
Marcos e Rafael completaram — quádrupla no cu, quatro paus grossos se espremendo, esticando ao máximo, dor como se estivessem enfiando braços inteiros. Bianca desmaiava por segundos, acordando gritando:
“QUÁDRUPLA NO CU… TÁ ME RASGANDO TODA… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… SUPLICO… MAIS… FISTING DUPLO… ENFIEM PUNHOS… ME FAÇAM DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… GOZANDO… IMPLORO… MAIS… MAIS… MAIS EXTREMO!”
Enquanto isso, Sheila levava o mesmo tratamento: quíntupla no cu — cinco paus grossos se espremendo no buraco dilatado, esticando ao limite absoluto, dor lancinante como ácido vivo. Ela gritava rouca:
“CINCO NO CU… TÁ ME PARTINDO… QUEIMA… DÓI PRA MORRER… SUPLICO… MAIS… FISTING DUPLO… ENFIEM PUNHOS… ME FAÇAM DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS EXTREMO… MAIS DOR… GOZANDO… IMPLORO… MAIS… MAIS… MAIS!”
As coroas — Helena, Clara, Lourdes e Carmem — foram arrastadas para o centro. Helena levou quíntupla no cu, Clara tripla no cu e dupla na buceta, Lourdes quádrupla no cu, Carmem quíntupla no cu — todas gritando em coro:
“MAIS PAUS… MAIS RASGO… NOS ARROMBEM… NOS QUEBREM… SUPLICAMOS… ENFIEM MAIS… NOS FAÇAM GOZAR GRITANDO… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… NOS QUEBREM… NOS FAÇAM IMPLORAR ETERNAMENTE… MAIS… MAIS… SUPLICAMOS COMO PUTAS… ESTUPREM… ARROMBEM… NOS ENCHAM DE PORRA… POR FAVOR… MAIS EXTREMO… MAIS TUDO!”
Sheila ordenou o fisting duplo — punhos enfiados nos cus e bucetas delas, antebraços desaparecendo nos buracos dilatados, girando e bombando sem piedade, esticando tudo ao máximo, dor lancinante como ácido vivo. Elas gritavam em coro:
“PUNHOS DUPLO… TÁ NOS RASGANDO… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… SUPLICAMOS… MAIS… MAIS PUNHOS… NOS QUEBREM… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… NOS FAÇAM DESMAIAR… IMPLORAMOS… MAIS… MAIS… MAIS EXTREMO!”
Os irmãos gozavam dentro — enchendo cus, bucetas, bocas, corpos cobertos de porra quente. Elas engoliam, lambiam, imploravam:
“MAIS PORRA… ENCHEM A GENTE… SUPLICAMOS… NOS MARQUEM… NOS QUEBREM… POR FAVOR… MAIS… MAIS… MAIS…”
A vigília terminou com todas desmaiando — corpos convulsionando em orgasmos finais, cus e bucetas abertos como craters, latejando, queimando, destruídos.
Fábio sussurrou para Sheila e Bianca:
“Boa noite, cadelas. Durmam assim… plugs dentro. Amanhã… vocês voltam pra igreja… pregando com o cu cheio… gozando no púlpito… escolhendo a próxima ovelha. E quando eu ligar… vem mais. Muito mais.”
Elas assentiram, destruídas, mas sorrindo submissas.
A noite acabou.
Mas o vício… o vício nunca acabava.
E a igreja — palco de pureza — era agora o melhor lugar para escolher vítimas.
O ciclo continuava.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Vigilia

Codigo do conto:
257579

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/03/2026

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