Sheila e Bianca estavam no quarto principal do apê, ainda nuas e suadas da última sessão, corpos marcados de hematomas frescos e vermelhidões que latejavam como troféus vivos. Elas se sentaram na beira da cama king size, pernas abertas, cus dilatados piscando devagar, porra seca colando nas coxas grossas. Os olhos das duas brilhavam com uma fome nova, mais suja e específica.
Sheila pegou o celular e começou a digitar para Fábio e Lucas, que estavam na sala assistindo TV, paus ainda semi-duros marcando as calças de moletom. A mensagem saiu direta, sem rodeios, voz mental delas ecoando no texto:
“Meninos… novo pedido. Queremos ir pra outro galpão abandonado. Levem Mário junto — queremos que ele nos foda. Peçam pra ele enfiar forte no cu sem lubrificar o pau, seco mesmo, pra rasgar e queimar como a gente gosta. Escolham mais alguns homens — preferencialmente negros, pau grosso e grande, daqueles que abrem tudo. Desta vez queremos provar três paus na buceta ao mesmo tempo, bem espremidos, pra deixar ela bem laceada, esticada até o limite, ardendo por dentro.
Queremos fortes tapas na bunda — marcas intensas, vermelhas que doam por dias, roxas nas bordas. E de vocês dois: boas cintadas como castigo e punição. Cintadas no grelo também — chicote fino, tiras mordendo o grelo inchado até queimar, até inchar e latejar. Podem fazer isso por nós, meninos? Queremos gritar, implorar, gozar de dor até desmaiar. Respondam.”
Ela enviou. Cinco minutos de silêncio tenso. Depois o celular vibrou duas vezes — Fábio e Lucas responderam quase juntos.
Fábio:
“Suas cadelas… já tô duro só de ler. Topo tudo. Vou escolher 6 negros — amigos meus de confiança, paus grossos como latas, cabeças enormes, daqueles que rasgam mesmo. Mário vai junto, e eu faço ele enfiar seco no cu de vocês, sem dó. Vamos pro galpão novo na saída 102 da Bandeirantes, o mesmo da última vez. Amanhã 23h. Preparem os cus e os grelos. Cintadas fortes no grelo vão rolar — vou usar o chicote trançado fino, bater até inchar e vocês implorarem por misericórdia. Tapas na bunda até roxa. Tragam os plugs pesados. Sem calcinha. Sem sutiã. Só vestido fino.
Aguardem o endereço exato amanhã 20h.”
Lucas:
“Estou dentro. Vou levar os 6 que o Fábio falou — todos negros, todos pauzudos, todos prontos pra esticar vocês até desmaiar. Três na buceta de cada uma? Feito. Vamos forçar os paus juntos, sem lubrificante extra, só cuspe e porra pra ajudar. Cintadas no grelo vão ser pesadas — vou bater até o grelo inchar como um botão vermelho e latejante, até vocês gozarem só com a dor. Tapas na bunda até as marcas ficarem roxas e doerem ao sentar na igreja na semana que vem. Mário vai foder vocês primeiro — seco, forte, rasgando tudo. Depois os negros entram. Preparem os buracos. Quero ver vocês gritando e implorando.
Amanhã 23h. Não se atrasem, putas.”
Sheila e Bianca se olharam, tesão explodindo nos olhos. Elas se beijaram devagar, línguas se entrelaçando, mãos apertando os peitos uma da outra, gemendo baixinho.
“Vai ser perfeito… três paus na buceta… esticando até queimar… cintadas no grelo até inchar e doer… tapas na bunda até roxa… Mário rasgando nosso cu seco primeiro… depois os negros… vamos gozar até desmaiar… implorar por mais…”
Elas se deitaram na cama, abrindo as pernas, dedos esfregando os grelos inchados enquanto imaginavam a cena:
“Suplico… me bate o grelo… me arromba com três paus na buceta… me faz queimar… me faz desmaiar gozando… por favor… mais… mais dor… mais tudo…”
O celular vibrou de novo — Fábio mandou o endereço exato e uma foto do galpão: construção abandonada, portas de ferro enferrujadas, sombras escuras entre os pilares quebrados.
“Preparem os plugs pesados. Amanhã 23h. Sem calcinha. Sem sutiã. Só vestido fino. E tragam os plugs médios extras… pra depois.”
Sheila respondeu:
“Estamos prontas. Vamos chegar pingando. Suplicamos… nos destruam amanhã. Nos façam implorar. Nos quebrem. Por favor.”
Bianca completou com um áudio curto, voz rouca e suplicante:
“Meninos… venham com força. Queremos três paus na buceta… cintadas no grelo até inchar… tapas na bunda até roxa… Mário rasgando nosso cu seco… os negros nos arrombando… nos enchendo de porra… nos fazendo desmaiar gozando… suplicamos… por favor… amanhã… nos quebrem… nos façam gritar… imploramos…”
O áudio foi enviado.
Elas se abraçaram, dedos entre as pernas da outra, masturbando-se devagar enquanto imaginavam o que viria.
Amanhã 23h.
Galpão abandonado.
20 minutos da estrada.
Mário rasgando primeiro.
Seis negros depois.
Três paus na buceta.
Cintadas no grelo.
Tapas na bunda.
Destruição total.
Elas gozaram juntas só de pensar, sussurrando:
“Mais… mais dor… mais rasgo… suplicamos… amanhã… vamos implorar… vamos desmaiar… vamos gozar até morrer…”
A espera começou.
E o desejo… o desejo nunca acabava.
Elas já sentiam o plug latejando, o grelo inchando, a bunda implorando pelas cintadas.
Amanhã seria o inferno.
E elas imploravam por ele.
O galpão abandonado na saída 102 da Bandeirantes era um esqueleto de concreto rachado e ferro enferrujado, iluminado apenas por três lâmpadas industriais penduradas em fios expostos, luz amarelada e tremulante que lançava sombras longas e deformadas nas paredes úmidas. O chão era uma mistura de poeira fina, cacos de vidro quebrado e manchas escuras antigas, o ar carregado de mofo, diesel velho e o cheiro metálico de ferrugem. No centro, seis colchões velhos e sujos jogados em círculo formavam um palco improvisado, cercados por pilhas de pneus podres e caixas de madeira quebradas que bloqueavam a visão de qualquer um que passasse pela estrada distante.
Fábio estacionou o carro atrás de um trailer abandonado, desligou o farol e abriu a porta traseira. Sheila e Bianca desceram nuas, o frio da madrugada batendo na pele suada e marcada, os plugs pesados ainda fincados fundo nos cus, latejando a cada passo como corações de borracha rígida. Porra seca colava nos peitos, nas bundas e nas coxas grossas, o cheiro forte de sexo impregnado na pele como perfume proibido.
No canto escondido entre os trailers, os 6 negros já esperavam — amigos de longa data de Fábio, todos nus da cintura para baixo, corpos musculosos e brilhando de óleo corporal sob a luz fraca. Eles eram:
Kwame — 1,95 m, ombros largos como portas, braços grossos como troncos, pau preto como carvão, 29 cm de comprimento, grossura de uma lata de refrigerante, cabeça bulbosa como um punho fechado, veias grossas pulsando como cabos de aço.
Jamal — 1,90 m, abdômen tanquinho marcado, pau escuro com cabeça vermelha inchada como cogumelo, 28 cm, grossura assustadora, latejando como se tivesse vida própria.
Tyrone — 1,88 m, braços grossos tatuados, pau com veias salientes como cordas, cabeça grande e roxa, 30 cm, tão grosso que mal cabia na mão de um homem.
Marcus — 1,92 m, corpo de lutador, pau com glande enorme que se abria como flor, 27 cm, grossura que fazia as mulheres arfarem só de olhar.
Darius — 1,93 m, pernas fortes como colunas, pau preto brilhante, cabeça larga e inchada, 31 cm, veias pulsantes como raízes grossas.
Kwesi — 1,94 m, peito largo e definido, pau com cabeça bulbosa e escura, 28 cm, grossura que esticava qualquer buraco ao limite.
Eles se masturbavam devagar, paus duros apontados como armas, olhos famintos fixos em Sheila e Bianca que se aproximavam de joelhos, bundas empinadas, plugs visíveis entre as nádegas.
Fábio parou ao lado delas, pau duro na mão, voz grave:
“Suas cadelas… bem-vindas ao segundo round. Esses são meus irmãos. Eles vão foder vocês até desmaiar. Três paus na buceta de cada uma, duplas e triplas no cu seco, fisting duplo nos dois buracos, tapas fortes na bunda até roxa, cintadas no grelo até inchar e queimar. Mário vai assistir primeiro… depois entra como prêmio. Sem lubrificante extra. Só cuspe e sangue pra ajudar. Comecem implorando.”
Sheila e Bianca se ajoelharam lado a lado, bundas empinadas, cus abertos piscando, bucetas pingando. Sheila falou primeiro, voz rouca e suplicante:
“Por favor… nos estuprem… nos arrombem de todas as formas… três paus na buceta ao mesmo tempo… bem espremidos… pra lacear e queimar por dentro… duplas e triplas no cu seco… sem lubrificante… rasguem tudo… suplicamos… nos façam gritar… nos encham de porra quente… nos quebrem até desmaiar… por favor… mais… mais extremo… eu imploro…”
Bianca completou, empinando mais a bunda enorme:
“Sim… nos usem como putas… cinco paus no cu… punhos duplos na buceta e no cu… tapas fortes na bunda até roxa… cintadas no grelo até inchar e latejar… nos façam gozar de dor… suplico… nos destruam… nos façam implorar por misericórdia… mas não parem… por favor… mais… mais dor… mais rasgo… mais tudo… imploramos…”
Os 6 negros avançaram como uma matilha.
Kwame agarrou Sheila pelos cabelos, forçando-a de bruços, abrindo a bunda com mãos fortes que deixavam marcas roxas na pele. Ele cuspiu na glande grossa e empurrou seco no cu — o pau enorme rasgando o anel dilatado, queimando como lâmina quente. Sheila urrou:
“AHHH! TÁ RASGANDO MEU CU… SEU PAU GIGANTE… DÓI… QUEIMA… MAIS… ME ESTUPRA… SUPLICO… MAIS FORTE… ME ARROMBA!”
Jamal se juntou — dupla no cu, dois paus pretos grossos se espremendo, esticando o anel ao limite absoluto, dor lancinante subindo pela coluna como eletricidade. Sheila gritava:
“DUPLA NO CU… TÁ ME PARTINDO… QUEIMA… DÓI PRA CARALHO… SUPLICO… TRÊS… ME RASGUEM… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… POR FAVOR… MAIS PAUS… MAIS EXTREMO!”
Tyrone forçou o terceiro — tripla no cu, três paus abrindo como cratera, queimando como fogo eterno. Sheila convulsionava:
“TRÊS NO CU… TÁ ME DESTRUINDO… QUEIMA… GOZANDO… SUPLICO… QUATRO… ME ARROMBEM… MAIS… MAIS RASGO… GOZANDO MORRENDO… POR FAVOR… MAIS… MAIS… IMPLORO!”
Marcus e Darius completaram — quíntupla penetração anal extrema, cinco paus enormes se espremendo no cu dilatado, esticando ao máximo absoluto, dor como se estivessem enfiando braços inteiros. Sheila desmaiava por segundos, acordando gritando:
“QUÍNTUPLA NO CU… TÁ ME RASGANDO TODA… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… SUPLICO… MAIS… FISTING DUPLO… ENFIEM PUNHOS… ME FAÇAM DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… GOZANDO… IMPLORO… MAIS… MAIS… MAIS EXTREMO!”
Bianca levava o mesmo tratamento: quíntupla no cu, três na buceta, punhos duplos enfiados nos buracos — antebraços desaparecendo, girando e bombando sem piedade, esticando tudo ao máximo, dor lancinante como ácido vivo. Ela gritava rouca:
“QUÍNTUPLA NO CU… TRÊS NA BUCETA… PUNHOS DUPLO… TÁ ME PARTINDO… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… SUPLICO… MAIS… ME ARROMBEM… ME FAÇAM DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS EXTREMO… MAIS DOR… MAIS RASGO… GOZANDO… IMPLORO… MAIS… MAIS… MAIS!”
Os tapas vinham fortes — mãos abertas batendo na bunda enorme das duas, estalos secos ecoando, deixando marcas vermelhas e roxas que inchavam imediatamente, queimando como fogo. Elas gritavam:
“BATE NA BUNDA… MAIS FORTE… QUEIMA… DÓI… SUPLICO… ME FAZ GOZAR COM DOR NA BUNDA… MAIS… MAIS TAPAS… ME QUEBRA A BUNDA… POR FAVOR… MAIS… MAIS… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO!”
Cintadas no grelo — chicote fino e trançado mordendo o grelo inchado das duas, estalos precisos deixando marcas ardentes, inchando o botão de carne até latejar como coração exposto. Elas gritavam:
“CINTA NO GRELO… QUEIMA… DÓI PRA CARALHO… SUPLICO… BATE MAIS… ME FAZ GOZAR COM DOR NO GRELO… POR FAVOR… MAIS… MAIS COURO… ME QUEBRA O GRELO… IMPLORO… MAIS… MAIS… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS EXTREMO… POR FAVOR… MAIS… MAIS… MAIS!”
Os homens gozavam dentro — enchendo cus e bucetas de porra quente, transbordando, escorrendo em riachos grossos. Elas engoliam o que escorria, implorando:
“MAIS PORRA… ENCHEM A GENTE… SUPLICAMOS… NOS MARQUEM… NOS QUEBREM… POR FAVOR… MAIS… MAIS… MAIS…”
A sessão durou horas — quíntuplas, fisting duplo, cintadas, tapas, porra quente escorrendo. Elas desmaiavam e acordavam gritando, implorando por mais, corpos convulsionando em orgasmos finais.
Fábio sussurrou no final:
“Boas cadelas… agora vamos embora. Durmam com plugs maiores. Amanhã… igreja… pregando com o cu cheio… gozando no púlpito… escolhendo a próxima ovelha.”
Elas assentiram, destruídas, sorrindo submissas.
A noite acabou.
Mas o vício continuava.