Novas Escolhas Parte 2

O sábado finalmente chegou como uma sentença inescapável, o apartamento de Sheila transformado em um antro de depravação absoluta. As luzes vermelhas pulsavam como veias inchadas, o ar denso com incenso, lubrificante e o cheiro antecipado de suor, sangue e sêmen. Colchões grossos cobriam o chão inteiro, correntes penduradas no teto, mesas com plugs gigantes, vibradores cônicos monstruosos (aqueles cones pretos invertidos, base larga como antebraços, projetados para rasgar sem volta), chicotes de couro trançado, algemas de metal frio e uma variedade de dildos pretos enormes, grossos como braços, com veias salientes para simular paus reais em escala exagerada.

Silvia, Paula e Sabrina entraram primeiro, trazendo as novas ovelhas: Dona Helena (58 anos, viúva, corpo firme com seios pesados e bunda redonda), Dona Clara (62 anos, magra mas com seios flácidos e cu virgem ansioso), Lourdes (55 anos, casada reprimida, seios grandes e bunda larga) e Dona Carmem (59 anos, ex-prostituta, pele branca, coxas grossas, peitos firmes e bunda enorme perfeita para cintadas brutas). Todas vestidas como beatas da igreja — vestidos longos e modestos —, mas por baixo, nuas e com plugs médios já enfiados nos cus por ordem de Silvia durante o "preparo" na igreja. Os olhos das novas brilhavam de medo, curiosidade e desejo reprimido, enquanto as três guias sorriam com ar de predadoras.
Sheila abriu a porta nua, taça de vinho na mão, beijando cada uma na boca com língua possessiva. "Bem-vindas, novas ovelhas. Hoje vocês viram putas de verdade. Arrombadas até sangrar e implorar por mais. Meninos… comecem."
Os quatro negros (Jamal, Tyrone, Marcus, Darius) mais Lucas e Fábio cercaram as sete mulheres — Silvia, Paula, Sabrina, Helena, Clara, Lourdes e Carmem. Mário assistia amarrado na cadeira, pau duro e negado, como o corninho eterno.
Cena 1: Arrombamento Extremo de Dona Helena (58 anos)
Dona Helena foi a primeira, jogada de bruços no colchão por Jamal e Tyrone. Eles rasgaram o vestido floral modesto, expondo os seios pesados e flácidos, a bunda redonda e branca como alvo perfeito. O plug médio foi arrancado com um puxão seco — o cu piscou vazio, rosado e virgem. Jamal cuspiu na glande grossa e empurrou o pau preto enorme no cu seco, sem lubrificante, rasgando o anel apertado como papel. Helena urrou alto, corpo convulsionando, lágrimas escorrendo: "AHHH! TÁ RASGANDO MEU CU VIRGEM… DÓI… DÓI PRA CARALHO… MAIS FUNDO… ME ARROMBA ESSA VELHA PUTA!"
Tyrone forçou o segundo pau ao lado — dupla penetração anal brutal. O anel esticou ao limite, rasgando nas bordas, sangue jorrando quente pelas coxas grossas. Marcus se juntou para tripla no cu — três paus grossos se espremendo no buraco, abrindo como uma ferida viva, sangue escorrendo em riachos. Helena gritava rouca: "TRÊS PAUS NO CU… TÁ ME PARTINDO AO MEIO… QUEIMA… DÓI TANTO… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… MAIS… MAIS RASGO!"
Sheila enfiou um vibrador cônico gigante no cu ao lado dos paus — o cone invertido, base larga como punho, forçando o anel a se dilatar mais, rasgando fissuras profundas. Helena desmaiou por segundos, acordando gritando: "CONE E PAUS… ME RASGUEM… SANGRA MAIS… DÓI PRA MATAR… GOZANDO… MAIS EXTREMO!" Bianca fistinguava a buceta por baixo, punho inteiro bombando até o antebraço, girando para raspar as paredes. Helena convulsionava em orgasmos múltiplos, esguichos jorrando no chão, sangue e gozo misturando-se.
Cena 2: Arrombamento Extremo de Dona Clara (62 anos)
Dona Clara foi arrastada por Marcus e Darius, o vestido rasgado revelando seios flácidos e grandes, bunda empinada apesar da idade. O plug foi retirado com violência, o cu piscando vazio. Marcus empurrou o pau grosso na buceta seca primeiro, rasgando as paredes internas enrugadas, sangue fino escorrendo. Clara berrou: "AHHH! TÁ RASGANDO MINHA BUCETA VELHA… DÓI… QUEIMA… MAIS FUNDO… ME ARROMBA ESSA VELHA VIÚVA!"
Darius forçou dupla na buceta — dois paus pretos grossos se espremendo no buraco apertado, esticando até rasgar, sangue jorrando. Jamal se juntou para tripla na buceta — três paus abrindo como cratera, paredes internas sangrando. Clara gritava insana: "TRÊS NA BUCETA… TÁ ME DESTRUINDO… SANGRA… DÓI PRA MORRER… GOZANDO… MAIS… RASGUEM MAIS!"
Lucas enfiou um cone gigante na buceta ao lado dos paus — o vibrador invertido forçando o anel vaginal a se dilatar além do limite, rasgando fissuras, sangue escorrendo em poças. Clara convulsionava: "CONE E PAUS NA BUCETA… ME PARTINDO… QUEIMA… GOZANDO MAIS FORTE… ME QUEBRA!" Fábio fistinguava o cu por trás, punho inteiro bombando até o cotovelo, girando para rasgar mais. Orgasmo cataclísmico, esguichos jorrando como fonte, corpo tremendo em espasmos agonizantes.
Cena 3: Arrombamento Extremo de Lourdes (55 anos)
Lourdes, a casada reprimida, foi imobilizada por Lucas e Fábio, o vestido rasgado expondo seios grandes e bunda larga. O plug arrancado deixou o cu piscando. Fábio empurrou no cu seco, rasgando o anel com força bruta. Lourdes urrou: "AHHH! RASGANDO MEU CU CASADO… DÓI… DÓI PRA CARALHO… MAIS… ME ARROMBA ESSA ESPOSA PUTA!"
Lucas forçou dupla no cu — dois paus grossos esticando, rasgando bordas, sangue escorrendo. Tyrone se juntou para tripla no cu — três paus abrindo o buraco como ferida aberta. Lourdes gritava: "TRÊS NO CU… TÁ ME RASGANDO TODA… SANGRA… QUEIMA… GOZANDO… MAIS RASGO… ME DESTRÓI!"
Bianca enfiou cone gigante no cu ao lado — o vibrador forçando dilatação extrema, rasgando mais, sangue jorrando. Lourdes convulsionava: "CONE E PAUS NO CU… PARTINDO AO MEIO… DÓI PRA MATAR… GOZANDO MORRENDO… MAIS FORTE!" Sheila fistinguava a buceta, punho bombando até o antebraço, girando para raspar. Orgasmos em cadeia, esguichos violentos, corpo tremendo como se fosse quebrar.
Cena 4: Arrombamento Extremo de Dona Carmem (59 anos)
Dona Carmem, ex-prostituta, foi cercada pelos quatro negros. Seu corpo branco e curvilíneo exposto — coxas grossas tremendo, peitos firmes balançando, bunda enorme empinada. O plug arrancado deixou o cu piscando, mas ela já sabia o que viria. Jamal e Tyrone dupla no cu seco — paus pretos grossos rasgando o anel, sangue imediato escorrendo. Carmem urrou: "DUPLA NO CU… RASGANDO COMO ANTIGAMENTE… DÓI… QUEIMA… MAIS… ME ARROMBA ESSA VELHA PUTA!"
Marcus e Darius se juntaram para quádrupla no cu — quatro paus espremendo, o anel rasgando em fissuras profundas, sangue jorrando como rio. Carmem gritava rouca: "QUATRO PAUS NO CU… PARTINDO TUDO… SANGRA… GOZANDO… MAIS… COMO NA CADEIA… MAIS RASGO!"
Fábio enfiou cone gigante no cu ao lado — o vibrador forçando dilatação insana, rasgando mais, gozo escorrendo em poças. Carmem convulsionava: "CONE E PAUS NO CU… DESTRUINDO… DÓI PRA MORRER… GOZANDO MAIS EXTREMO!" Bianca fistinguava a buceta, punho inteiro girando, rasgando paredes. Orgasmos cataclísmicos, esguichos jorrando, corpo tremendo em dor e prazer absolutos.
As quatro coroas — Helena, Clara, Lourdes e Carmem — foram fodidas em rotação extrema: gangbang sem fim, duplas/triplas/quádruplas nos cus e bucetas, cones e punhos enfiados juntos, rasgando tudo, sangue e esguichos misturando-se, gritos de dor e súplicas por mais ecoando. Elas desmaiavam e acordavam, gozando em orgasmos múltiplos, cus e bucetas abertos como craters.
A orgia durou horas. Elas saíram destruídas, mas viciadas.
E o próximo “culto”?
Já estava marcado.

Leila foi arrastada de volta ao centro do colchão principal, o corpo magrinho já coberto de suor pegajoso e marcas roxas inchadas das sessões anteriores. Seus olhos baixos brilhavam com uma submissão insana e faminta, o cu dilatado pulsando vazio após o plug gigante ter sido arrancado com violência. Ela tremia inteira, mas empinava a bunda pequena e firme como se implorasse por mais destruição, o anel vermelho e inchado latejando como uma ferida viva, esticado ao limite sem romper, mas queimando como fogo interno.
Sheila se ajoelhou atrás dela, lubrificando os dois antebraços com gel espesso e viscoso que escorria como mel quente, misturando-se ao suor que pingava das coxas de Leila. “Essa puta quer extremo. Vamos dar o fisting mais brutal da noite. Dois punhos no cu… depois três. Quatro se ela aguentar. Sem parar até desmaiar.”
Leila gemeu rouca, voz falhada: “Sim… dona… me rasga… me abre até não caber mais nada… quero sentir os braços inteiros dentro de mim… dói… quero que doa mais do que nunca…”
Sheila enfiou primeiro o punho direito — os dedos em cone apertado, empurrando seco, sem piedade. O cu já dilatado cedeu rápido, mas o antebraço inteiro desapareceu até o cotovelo em um movimento bruto e impiedoso, esticando as paredes internas ao limite absoluto, o anel queimando como se estivesse sendo dilatado por ferro em brasa. Leila urrou como animal ferido, o corpo se arqueando violentamente, coxas tremendo em espasmos descontrolados:
“AHHH CARALHO! TÁ ME PARTINDO… O BRAÇO INTEIRO… DÓI… QUEIMA… ESTICANDO TUDO… MAIS… MAIS FUNDO… ME ARROMBA!”
Bianca se juntou, lubrificando o próprio punho e forçando ao lado do de Sheila. O segundo punho entrou com dificuldade extrema — o anel do cu esticando ao limite absoluto, pele fina quase transparente de tensão, pulsando violentamente ao redor dos dois antebraços que se espremiam dentro dela. Leila gritava sem parar, lágrimas jorrando, o corpo convulsionando em espasmos agonizantes, as pernas fraquejando como se fossem ceder a qualquer momento:
“DOIS PUNHOS… NO CU… TÁ ME RASGANDO AO MEIO… QUEIMA… ESTICA… DÓI TANTO… MAS GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS… MAIS BRAÇO… ME DESTRÓI!”
Sheila e Bianca começaram a bombear — os dois antebraços entrando e saindo em ritmos descompassados, girando e abrindo as mãos para massagear as paredes internas esticadas ao máximo, pressionando cada nervo sensível com força bruta. Cada movimento fazia o cu de Leila se contrair em espasmos violentos e dolorosos, o anel queimando como ácido, o corpo inteiro tremendo como se estivesse sendo eletrocutado. Leila convulsionava, gozando sem parar, esguichos violentos jorrando da buceta intocada:
“MAIS… MAIS FUNDO… DOIS BRAÇOS NO CU… TÁ ME ABRINDO COMO NUNCA… QUEIMA… ESTICA… DÓI TANTO… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… NÃO PAREM… ME ARROMBEM ATÉ NÃO SOBRAR NADA!”
Jamal e Tyrone se aproximaram, forçando um terceiro punho — o de Jamal ao lado dos dois. O cu de Leila se dilatou além do imaginável, o anel esticando como borracha prestes a romper, queimando com uma intensidade que fazia as pernas dela se dobrarem. Ela desmaiou por segundos, acordando com um grito novo quando o terceiro antebraço entrou, os três punhos se espremendo dentro dela:
“TRÊS PUNHOS… NO CU… TÁ ME PARTINDO… TÁ ME ESTICANDO AO MEIO… DÓI… DÓI PRA MORRER… QUEIMA… GOZANDO… GOZANDO SEM PARAR… MAIS… QUERO QUATRO… ME DESTRÓI!”
Marcus entrou com o quarto punho — quádrupla fisting anal extrema. O cu de Leila se abriu como uma cratera viva, esticando ao limite absoluto, o anel queimando como fogo eterno, pulsando como se fosse explodir a qualquer momento. Ela urrou rouca, voz falhando, corpo convulsionando em espasmos violentos, as unhas cravando no colchão até rasgar o tecido:
“QUATRO BRAÇOS… NO CU… TÁ ME ARREBENTANDO… TÁ ME MATANDO DE DOR… QUEIMA… ESTICA… DÓI TANTO… GOZANDO… GOZANDO SANGRENDO… MAIS… MAIS EXTREMO… EU SOU PUTA… PUTA PRA SEMPRE… NÃO PAREM… NUNCA PAREM!”
Os quatro punhos bombavam sem piedade — entrando e saindo até os cotovelos, girando, abrindo e fechando as mãos dentro dela, esticando as paredes internas ao máximo, pressionando cada nervo sensível com força bruta que fazia o corpo inteiro de Leila tremer como se estivesse em choque elétrico constante. Ela gozava em cadeia interminável, esguichos jorrando em arcos altos, o corpo tremendo como se fosse se partir ao meio, desmaiando e acordando em ciclos de dor e prazer extremos.
“MAIS… MAIS PUNHOS… ME ESTIQUEM… ME FAÇAM QUEIMAR MAIS… EU QUERO DESMAIAR GOZANDO… ME DESTRÓI… ME QUEBREM… EU NÃO AGUENTO… MAS QUERO MAIS… SEMPRE MAIS!”
Leila desmaiou de vez após o último orgasmo cataclísmico — o corpo inteiro convulsionando uma última vez, esguichos jorrando como fontes, o cu esticado e queimando como fogo eterno, quase irreconhecível. Sheila e Bianca retiraram os punhos devagar, deixando o buraco vazio piscar, dilatado ao máximo, latejando como uma ferida aberta.
Ela acordou minutos depois, ofegante, destruída, mas sorrindo submissa:
“Obrigada… donos… me arrombaram… me fizeram queimar… gozei… gozei morrendo… quero mais… sempre mais…”
Ao final, ainda um novo pedido…Dona Clara, a viúva de 62 anos, estava no chão do colchão central, o corpo magro e ainda firme tremendo de exaustão e tesão acumulado. Os seios flácidos mas grandes subiam e desciam em respirações pesadas, os mamilos roxos e inchados de apertões brutais, a pele branca marcada por vermelhidões frescas. Seu cu e buceta já estavam dilatados ao limite das penetrações anteriores, latejando como feridas vivas, mas ela ergueu o rosto suado e sujo de porra seca, os olhos castanhos brilhando com uma fome desesperada que não sentia há décadas.
Ela se arrastou de joelhos até Sheila, a voz rouca e quebrada, quase um sussurro suplicante que cortava o silêncio pesado da sala:
“Por favor… Sheila… não acabou pra mim ainda… eu quero repetir o extremo… quero gozar ao extremo até desmaiar… algo que eu não sinto há anos e anos… desde que meu marido morreu… eu preciso… me fodam de todas as formas até eu não aguentar mais… me arrombem até eu esquecer meu nome… e se você permitir… quero que todos os homens gozem dentro do meu cu arregaçado… na minha buceta larga… e o principal… na minha boca… quero sentir a porra toda deles quente na minha garganta… engolir cada gota… me encham até eu sufocar de prazer… por favor… eu suplico… me usem até o fim…”
Sheila sorriu cruel, passando os dedos pelo rosto de Clara, coletando porra seca e lágrimas misturadas.
“Você pediu, viúva puta. Vamos te dar o que você implora. Meninos… voltem pra ela. Extremo total. Até ela desmaiar gozando.”
Os seis homens — Jamal, Tyrone, Marcus, Darius, Lucas e Fábio — cercaram Clara novamente, paus duros e grossos latejando, veias saltadas, cabeças inchadas brilhando de pré-gozo. Ela foi erguida de quatro, bunda empinada ao máximo, o cu já aberto piscando faminto.
Jamal e Tyrone atacaram o cu primeiro — dupla penetração anal extrema, paus grossos se espremendo no buraco dilatado, esticando o anel ao limite absoluto, queimando como fogo vivo. Clara urrou rouca, o corpo convulsionando:
“AHHH! DUPLA NO CU… TÁ ME RASGANDO… QUEIMA… DÓI PRA CARALHO… MAIS FUNDO… ME ARROMBA ESSA VIÚVA VELHA… SUPLICO… MAIS PAUS… MAIS DOR… GOZANDO… GOZANDO JÁ!”
Marcus se juntou por baixo — tripla: dois no cu, um na buceta. Os três paus grossos bombavam em ritmo selvagem, esticando os buracos maduros ao máximo, dor lancinante subindo pelo ventre como eletricidade. Clara gritava, lágrimas escorrendo, mas empinava mais:
“TRÊS PAUS… ME PARTINDO… QUEIMA… GOZANDO… SUPLICO… MAIS… ENFIEM QUATRO… ME DESTRÓI… QUERO GOZAR ATÉ DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS EXTREMO!”
Darius forçou o quarto pau no cu — quádrupla no cu, enquanto Lucas socava a buceta. Quatro paus grossos se espremendo no anel dilatado, esticando como se fosse romper, dor insuportável misturada a prazer cataclísmico. Clara desmaiava por segundos, acordando gritando:
“QUÁDRUPLA NO CU… UM NA BUCETA… TÁ ME ABRINDO TODA… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… SUPLICO… MAIS… ENFIEM O QUINTO… ME FAÇAM DESMAIAR… POR FAVOR… ME QUEBREM!”
Fábio enfiou o quinto pau no cu — quíntupla penetração anal extrema, cinco paus grossos se espremendo no buraco aberto, esticando ao limite absoluto, queimando como ácido vivo. Clara convulsionava, o corpo tremendo violentamente, esguichos jorrando da buceta intocada:
“CINCO PAUS NO CU… TÁ ME RASGANDO AO MEIO… DÓI… DÓI PRA MORRER… GOZANDO… GOZANDO SEM PARAR… SUPLICO… GOZEM EM MIM… ENCHEM MEU CU ARREGACADO… MINHA BUCETA LARGA… E MINHA BOCA… POR FAVOR… QUERO SENTIR A PORRA QUENTE DE TODOS NA MINHA GARGANTA… ME ENCHEM ATÉ EU SUFOCAR… GOZANDO… GOZANDO ATÉ DESMAIAR!”
Os homens aceleraram, bombando sem piedade, paus entrando e saindo em ritmos descompassados, esticando os buracos ao máximo. Clara gozava em cadeia interminável, o corpo inteiro tremendo, esguichos jorrando como fontes, desmaiando e acordando em ciclos de dor e prazer extremos.
“GOZEM… SUPLICO… ENCHEM MEU CU… MINHA BUCETA… MINHA BOCA… POR FAVOR… QUERO SENTIR TUDO QUENTE… ENGOLIR TUDO… ME FAÇAM DESMAIAR GOZANDO… MAIS… MAIS PORRA… MAIS DOR… EU IMPLORO!”
Jamal gozou primeiro — jatos grossos enchendo o cu dilatado, porra quente escorrendo pelas bordas rasgadas. Tyrone seguiu, enchendo mais, o cu transbordando. Marcus e Darius gozaram na buceta larga, enchendo-a até escorrer pelas coxas. Fábio e Lucas gozaram na boca aberta dela — jatos quentes enchendo a garganta, Clara engolindo avidamente, sufocando de prazer, porra escorrendo pelos cantos dos lábios, gemendo rouca:
“TÁ QUENTE… TÁ ENCHENDO MINHA GARGANTA… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… MAIS… MAIS PORRA… SUPLICO… ME ENCHEM ATÉ EU DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS…”
Ela gozou uma última vez — orgasmo cataclísmico, o corpo inteiro convulsionando, esguichos jorrando, desmaiando de vez, boca cheia de porra, cus e bucetas transbordando, o corpo tremendo em espasmos finais.
Sheila riu baixo, passando os dedos na boca de Clara, coletando porra e enfiando na própria boca.
“Boa viúva puta… você pediu extremo… e ganhou. Descanse… porque o próximo round é com as outras coroas… e você vai assistir… e implorar por mais.”
Clara, desmaiada, sorria submissa mesmo inconsciente.
A noite estava prestes a acabar,a noite já se arrastava para o amanhecer, o ar do apartamento pesado como chumbo, saturado de suor, porra, lubrificante e o cheiro metálico de sexo extremo. Os colchões estavam encharcados, o chão escorregadio, os corpos espalhados em exaustão e êxtase. Mas Dona Carmem, a ex-prostituta de 59 anos, ainda não havia terminado. Seu corpo branco e curvilíneo brilhava de suor, coxas grossas tremendo, peitos firmes arfando, a bunda enorme marcada por cintadas anteriores agora vermelha e inchada. Seu grelo — inchado, vermelho, latejando como um coração exposto depois de horas de foda brutal — pulsava visivelmente entre as pernas escancaradas.
Ela rastejou até Sheila, voz rouca e suplicante, quase um gemido quebrado:
“Sheila… por favor… meu grelo tá inchado… latejando… dói de tanto tesão acumulado… dá cintadas nele… bate forte… me faz gozar com dor no grelo… eu suplico… quero sentir o couro queimando ali… me quebra… me faz implorar… não para até eu gozar quatro vezes seguidas… por favor… eu preciso…”
Sheila sorriu sádica, pegando o chicote de couro fino e trançado — aquele com tiras que mordiam a pele sem rasgar, mas deixavam marcas ardentes e inchadas. Ela deu um estalo no ar, o som cortando como ameaça.
“Será um prazer, viúva puta. Deite de costas. Abra bem as pernas… segure atrás dos joelhos… exponha esse grelo inchado pra mim. Não vou parar até você gozar quatro vezes. Está preparada pra gritar como a puta velha que é?”
Carmem deitou imediatamente, as costas no colchão sujo, ergueu as pernas grossas e segurou atrás dos joelhos, abrindo-se ao máximo. A buceta madura e arrombada piscava, mas o foco era o grelo — vermelho vivo, inchado como um botão de carne sensível, latejando exposto. Ela tremia inteira, olhos implorando:
“Sim… estou preparada… bate… bate forte… me faz queimar… suplico… começa… por favor… me quebra o grelo… eu quero gozar gritando…”
Sheila chamou as demais crentes — agora submissas e quebradas — com um gesto imperioso:
“Vem, suas putas… Silvia, Paula, Sabrina… venham aprender algo novo. Ajoelhem ao redor e apreciem. Assistam como se bate no grelo de uma puta velha até ela gozar quatro vezes seguidas. Que comece o show.”
As três se ajoelharam em círculo ao redor de Carmem, olhos vidrados, corpos ainda tremendo de suas próprias destruições, plugs latejando nos cus, bucetas pingando. Elas assistiam, mãos entre as pernas, masturbando-se devagar enquanto Sheila erguia o chicote.
O primeiro golpe acertou o grelo inchado em cheio — um estalo seco e preciso. Carmem urrou alto, o corpo arqueando como se tivesse levado um choque, as coxas tremendo violentamente:
“AHHH! QUEIMA… DÓI… O GRELO TÁ EM FOGO… MAIS… BATE MAIS FORTE… SUPLICO… ME FAZ QUEIMAR… GOZANDO… GOZANDO JÁ!”
O segundo golpe veio mais forte, a tira de couro mordendo o grelo sensível, deixando uma marca vermelha fina que inchava imediatamente. Carmem convulsionou, esguicho jorrando da buceta arrombada, o corpo tremendo em espasmos:
“MAIS… BATE… ME QUEBRA O GRELO… DÓI PRA CARALHO… GOZANDO… GOZANDO FORTE… SUPLICO… NÃO PARA… BATE MAIS… ME FAZ GOZAR DE NOVO… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS QUEIMOR!”
Sheila acelerou — golpes rápidos e precisos, o chicote mordendo o grelo inchado a cada estalo, marcas vermelhas se acumulando, o botão de carne pulsando e inchando mais a cada impacto. Carmem gritava rouca, o corpo inteiro convulsionando, orgasmos vindo em ondas sucessivas:
“TERCEIRO… AHHH! GOZANDO DE NOVO… QUEIMA… O GRELO TÁ EM CHAMAS… SUPLICO… BATE MAIS FORTE… ME FAZ GOZAR O QUARTO… POR FAVOR… NÃO PARA… ME QUEBRA… ME FAZ DESMAIAR GOZANDO… EU IMPLORO… MAIS… MAIS… BATE… BATE… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO!”
O quarto golpe foi o mais forte — o chicote acertou o grelo com precisão cruel, fazendo Carmem arquear o corpo inteiro, um grito animal ecoando pela sala. O orgasmo final veio como uma explosão: esguicho jorrando em arco alto, o corpo convulsionando violentamente, pernas tremendo atrás dos joelhos, olhos revirando, desmaiando por segundos com a boca aberta em um grito silencioso.
Ela acordou ofegante, destruída, mas sorrindo submissa, voz falhada:
“Obrigada… Sheila… me bateu… me fez gozar quatro vezes… queimei… queimei inteiro… quero mais… sempre mais… suplico… me bate de novo… me quebra o grelo pra sempre…”
Sheila deu um último estalo leve no grelo inchado e roxo, fazendo Carmem gemer de dor e prazer residual.
“Boa viúva puta… você aprendeu. Agora descansa… porque as outras vão querer o mesmo. E você vai assistir… e implorar por mais.”
As três crentes — Silvia, Paula e Sabrina — assistiam hipnotizadas, mãos entre as pernas, masturbando-se furiosamente, orgasmos constantes enquanto viam a coroa ser quebrada. Elas sussurravam entre si:
“Ela gozou quatro vezes… gritando… eu quero isso… suplico… me batam assim também…”
A noite ainda estava longe de acabar.
E as coroas — todas — imploravam por mais dor, mais prazer, mais destruição.
O “culto” havia se tornado uma missa profana eterna.

Agora Sheila ordena que todas pegue o caminha de volta para suas casas e igreja e aguardem sua ligação…

Nos vemos breve suas putas, e se preparem para a próxima…

.

Foto 1 do Conto erotico: Novas Escolhas Parte 2

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Ficha do conto

Foto Perfil loiraewill
loiraewill

Nome do conto:
Novas Escolhas Parte 2

Codigo do conto:
255364

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/02/2026

Quant.de Votos:
1

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5