A primeira noite de ensinamentos para Silvia chegava ao fim como uma tempestade que deixa tudo destruído e ao mesmo tempo lavado. Ela estava deitada no chão da cozinha, o corpo inteiro tremendo em espasmos residuais, o cu e a buceta abertos e pulsando como feridas vivas, escorrendo uma mistura pegajosa de lubrificante, suor e os resquícios dos punhos de Leila. Os peitos enormes subiam e desciam em respirações pesadas, os mamilos ainda duros e sensíveis, vermelhos de tanto serem apertados e chupados. O rosto dela era uma bagunça linda: lágrimas secas nas bochechas, batom borrado (que ela nem usava), olhos vidrados de êxtase e culpa misturados.
Leila se afastou devagar, o punho ainda brilhando, e se ajoelhou ao lado dela, lambendo os lábios com submissão devota.
“Você aprendeu bem, pastora… amanhã você vai sentir tudo doendo… mas vai querer mais. Eu sei.”
Sheila e Bianca, ainda nuas e suadas, se aproximaram rindo baixo, as vozes roucas de tanto tesão e vitória. Sheila se abaixou, segurou o queixo de Silvia e forçou-a a olhar nos olhos dela.
“Agora se arrume, pastora. Vá embora arregaçadinha… sente cada passo, cada gota escorrendo pelas coxas. E se prepare psicologicamente para a próxima.”
Bianca completou, dando um tapa leve na bunda enorme e vermelha de Silvia, fazendo-a gemer:
“Vá pra igreja na terça-feira e pregue a palavra. Fale de pureza, de redenção, de resistir à tentação… enquanto seu cu lateja com o plug que a gente vai te dar de presente antes de ir embora. Risadas…”
As duas explodiram em gargalhadas altas e cruéis, ecoando pela cozinha. Silvia tentou se levantar, as pernas fraquejando, o corpo inteiro dolorido e sensível. Cada movimento fazia os buracos dilatados pulsarem, lembrando-a do que havia acontecido. Ela pegou o vestido rasgado do chão, vestiu-o com mãos trêmulas, sem calcinha nem sutiã — os peitos enormes marcando o tecido fino, os mamilos visíveis como botões duros.
Sheila se aproximou por trás, enfiou um plug médio (ainda assim grande para uma iniciante) no cu dela com um movimento firme. Silvia gemeu alto, empinando sem querer.
“Isso fica aí até terça. Toda vez que sentar no púlpito, vai lembrar da gente. Toda vez que falar ‘amém’, vai sentir ele te abrindo.”
Bianca entregou a Bíblia dela, agora manchada de suor e fluidos.
“Agora você é uma pecadora… e nossa nova amiga da orgia. Bem-vinda ao clube, pastora puta. No próximo encontro, você vai trazer mais uma ovelha… ou vai ser a estrela principal de novo. Escolha bem.”
Silvia pegou a Bíblia, apertou contra o peito como se fosse um último resquício de santidade, e saiu cambaleando pela porta. Cada passo era uma tortura deliciosa: o plug pressionando as paredes internas, os buracos latejando, a buceta escorrendo pelas coxas. No elevador, sozinha, ela encostou na parede, fechou os olhos e sussurrou:
“Deus me perdoa… mas eu não quero parar…”
Lá embaixo, no carro, ela sentou devagar, o plug afundando mais fundo, e gemeu alto. Ligou o motor, mas antes de sair, mandou uma mensagem para o grupo que Sheila havia criado:
“Obrigada pela lição. Terça na igreja. Pregarei com ele dentro de mim. Amém. ????”
Sheila respondeu na hora:
“Boa menina. Próximo sábado: você prega no púlpito de dia… e no nosso púlpito à noite. Traga sua Bíblia… e sua buceta pronta. ??”
As risadas de Sheila e Bianca ecoaram na mente de Silvia durante todo o caminho de volta para casa. A pastora estava quebrada.
Mas a nova Silvia — a puta da igreja — mal podia esperar pelo próximo culto.
E a noite… aquela noite inesquecível… havia acabado.
Mas o vício? Esse mal começara de verdade.
Terça-feira chegou como um teste de fogo para Silvia.
Ela acordou cedo, o corpo ainda dolorido da noite de sábado — o cu latejando com uma sensibilidade constante, a buceta inchada e sensível ao menor movimento, os peitos pesados e marcados por leves hematomas dos apertos e mordidas. O plug médio que Sheila havia enfiado antes de ela sair ainda estava lá, firme, pressionando as paredes internas a cada passo. Ela havia dormido com ele, acordado com ele, tomado banho com ele. Toda vez que se sentava, deitava ou andava, sentia a presença invasora, um lembrete vivo do que havia se tornado.
No espelho do banheiro, Silvia se olhou por longos minutos. Os olhos vermelhos de noites mal dormidas (e de orgasmos que não paravam de voltar à mente), a pele corada, os lábios ainda ligeiramente inchados. Vestiu o vestido pastoral clássico: azul-marinho, saia abaixo do joelho, decote discreto que mal continha os peitos enormes agora hipersensíveis. Por baixo, nada — calcinha e sutiã foram proibidos por mensagem de Sheila na noite anterior: “Sinta tudo, pastora. Nada entre você e o pecado que carrega dentro de si.”
Chegou à igreja com 20 minutos de antecedência. O templo estava quase vazio, só alguns irmãos arrumando cadeiras e o som. Quando subiu ao púlpito para testar o microfone, o plug mudou de posição com o movimento, pressionando um ponto profundo que a fez soltar um gemido baixo, abafado pela mão na boca. Sentou-se na cadeira pastoral por um instante — erro fatal. O plug afundou mais, abrindo-a de novo. Ela apertou as coxas, respirou fundo, murmurou uma oração automática:
“Senhor… me perdoa… mas eu… eu não consigo parar de sentir…”
O culto começou às 20h. A igreja estava cheia — cerca de 150 pessoas, incluindo alguns rostos conhecidos do casal Mário e Duda, que sentavam na terceira fileira, discretos, mas com sorrisos cúmplices. Silvia subiu ao púlpito devagar, cada degrau enviando ondas de prazer-dor pelo corpo. Quando parou atrás do atril, o plug se acomodou de forma cruel, pressionando exatamente onde mais doía e excitava ao mesmo tempo.
Ela abriu a Bíblia — a mesma manchada da noite de sábado, agora limpa por fora, mas carregando o peso invisível.
“Boa noite, irmãos… graça e paz da parte de nosso Senhor Jesus Cristo.”
A voz saiu firme no início, mas tremia levemente nas vogais. Ela começou o sermão marcado: “Resistindo à tentação no mundo moderno” — ironia que só ela (e o casal na terceira fileira) entendiam.
Enquanto falava sobre “fugir da aparência do mal”, sentiu o plug pulsar com cada respiração profunda. Teve que apertar as coxas sob o púlpito, os joelhos se tocando com força. Um suor frio desceu pelas costas.
“Às vezes… o inimigo nos cerca com… com desejos que parecem incontroláveis… mas a Palavra nos diz: submetei-vos a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós…”
No meio da frase, o plug mudou de ângulo quando ela gesticulou com os braços. Um choque de prazer subiu pela coluna. Silvia parou por meio segundo, olhos semicerrados, um gemido quase inaudível escapou como um suspiro. Alguns irmãos na frente acharam que era emoção espiritual.
“Glória a Deus…”, murmurou ela, fingindo que era isso.
Mário e Duda trocaram olhares. Duda mordeu o lábio, excitada só de imaginar o que Silvia sentia.
No ápice do sermão, quando falou sobre “pureza no corpo que é templo do Espírito Santo”, Silvia sentiu um orgasmo se aproximando — incontrolável, traiçoeiro. Ela apertou o atril com força, as unhas cravando na madeira, continuou falando com voz mais grave:
“O corpo… é templo… não podemos… profaná-lo… com… com impurezas…”
A palavra “impurezas” saiu quase como um gemido. Ela gozou ali mesmo, de pé no púlpito, pernas tremendo, buceta contraindo em ondas silenciosas, o plug amplificando tudo. Um esguicho sutil escorreu por dentro da coxa, molhando a meia-calça por baixo da saia. Silvia fechou os olhos por um segundo, fingindo orar, e terminou o sermão com voz rouca:
“Que o Senhor nos guarde… em santidade… amém.”
A igreja respondeu “amém” em coro, muitos emocionados com a “unção” da pastora. Alguns até comentaram depois: “Hoje a pastora pregou com poder… parecia tocada pelo Espírito.”
Silvia desceu do púlpito devagar, pernas fracas, o plug ainda pressionando. Cumprimentou os irmãos com sorrisos forçados, mas quando passou pela fileira de Mário e Duda, eles se levantaram para abraçá-la.
Duda sussurrou no ouvido dela, enquanto a abraçava apertado:
“Você foi linda, pastora… pregou gozando com plug no cu. No sábado que vem… vai pregar com dois. E depois… vai ser arrombada na frente da igreja toda… se a gente quiser.”
Silvia tremeu no abraço, o corpo reagindo com mais umidade.
“Por favor… não contem pra ninguém…”, sussurrou de volta.
Mário completou, voz baixa:
“Seu segredo está seguro… por enquanto.”
Eles saíram da igreja juntos, Silvia caminhando com as pernas ligeiramente abertas, o plug lembrando-a a cada passo do que havia se tornado.
Na saída, ela recebeu uma mensagem de Sheila:
“Ouvi que pregou com unção hoje. Foto do plug ainda dentro de você? Quero ver a pastora pecadora antes de dormir. ?? Próximo sábado: você traz uma ovelha nova… ou vira a ovelha principal de novo. Escolha.”
Silvia entrou no carro, sentou devagar (gemendo baixo), e respondeu com uma foto rápida tirada no banheiro da igreja: o plug visível entre as nádegas, a buceta melada refletida no espelho.
“Amém. Estou pronta para o que vier.”
A primeira noite de ensinamentos havia acabado.
Mas a nova vida de Silvia — pastora de dia, puta de noite — mal começava.
Silvia dirigiu para casa naquela terça à noite com o plug ainda firme dentro do cu, cada buraco de velocidade na estrada enviando ondas de dor-placenta que a faziam apertar o volante com força. O vestido pastoral colava na pele suada, os peitos enormes roçando no tecido fino, os mamilos duros e doloridos roçando como lembrete constante. Ela tentava orar em voz baixa, mas as palavras saíam entrecortadas, misturadas a gemidos involuntários.
“Senhor… me perdoa… mas… eu não consigo parar de pensar nelas… no que fizeram comigo… no que eu pedi pra fazerem…”
Ao chegar em casa, trancou a porta, apagou as luzes da sala e foi direto para o quarto. Tirou o vestido devagar, ficando nua na frente do espelho de corpo inteiro. Olhou para si mesma: a pastora de 28 anos, corpo avantajado, peitos pesados e firmes, bunda enorme e redonda, coxas grossas marcadas por leves vermelhidões. Entre as nádegas, a base do plug brilhava discretamente. Ela se virou de lado, abriu as pernas ligeiramente e viu o reflexo da buceta ainda inchada, vermelha, brilhando de umidade que não parava de escorrer desde o sermão.
Sentou na beira da cama — gemendo alto quando o plug afundou mais fundo — e pegou o celular. Abriu o grupo secreto com Sheila, Bianca, Duda e os outros. A última mensagem era de Sheila: “Boa pregação hoje, pastora. Pregou gozando? Manda foto do plug ainda dentro. Próximo sábado: você traz uma ovelha nova… ou vira a ovelha principal de novo. Escolha.”
Silvia mordeu o lábio inferior, o coração acelerado. Pensou alto, sussurrando para si mesma no quarto escuro:
“Como conseguir uma nova ovelhinha para nossas orgias… ou serei eu sempre a arregaçada ovelha da vez?”
A ideia a aterrorizava… e excitava ao mesmo tempo.
Ela imaginou várias irmãs da igreja: a jovem diaconisa de 24 anos, loira e tímida, que sempre corava quando pregava; a viúva de 35 anos, corpo curvilíneo e olhar triste, que pedia oração por “solidão”; até a adolescente de 19 anos do grupo de jovens, ingênua e cheia de fé, que idolatrava Silvia como exemplo.
“Não… não posso… isso seria… profanação total… levar uma delas pro mesmo caminho…”
Mas o pensamento não saía da cabeça. Ela deitou de bruços na cama, empinando a bunda instintivamente, o plug pressionando mais fundo. Abriu as pernas e começou a se tocar devagar, os dedos circulando o grelo inchado enquanto imaginava:
— A diaconisa loira de joelhos, chupando o pau de Fábio enquanto Silvia segura a cabeça dela, sussurrando: “É assim que se serve ao Senhor agora, irmã…”
— A viúva sendo fistinguada por Bianca, gritando de dor e prazer, enquanto Silvia lambe o cu dela e diz: “Deixa ir… Deus entende… isso é redenção de verdade…”
— A adolescente do grupo de jovens, olhos arregalados, vendo Silvia ser arrombada por três paus ao mesmo tempo, e depois sendo puxada para o meio: “Vem, filhinha… a pastora vai te ensinar como ser mulher de verdade…”
Silvia gozou forte só com a imaginação — o corpo convulsionando na cama, gemendo alto no quarto vazio, o plug amplificando tudo até ela desabar ofegante.
Depois do orgasmo, deitada de lado, suada e trêmula, ela pegou o celular e digitou no grupo:
“Estou pensando… na diaconisa loira. Ela é jovem, bonita, tímida… sempre me pede conselho particular. Talvez eu consiga trazer ela pro próximo ‘culto’. Mas… e se eu não conseguir? Serei eu sempre a ovelha arregaçada da vez?”
Sheila respondeu quase imediatamente:
“Boa escolha, pastora puta. Convida ela pra um ‘aconselhamento particular’ na sua casa antes do sábado. Fala que é confidencial, que você tem uma ‘revelação’ pra compartilhar. Depois manda ela pra cá. Se não der certo… sim, você vai ser a estrela principal de novo. Arrombada na frente de todos, plug maior, dupla no cu, fisting até desmaiar. E vamos gravar pra você rever depois, pregando no púlpito.”
Bianca completou com um emoji de risada:
“Ou as duas coisas. Traga a ovelhinha… e fique como a ovelha principal. Imagina as duas de quatro, lado a lado, sendo fodidas juntas… pastora e diaconisa virando putas da mesma vez. ??”
Silvia leu as mensagens três vezes, o coração disparado, a mão voltando entre as pernas sem que ela percebesse.
“Deus… me perdoa… mas eu quero isso. Quero trazer ela. Quero ver ela cair… como eu caí.”
Ela respondeu:
“Vou tentar. Aconselhamento na quinta. Depois levo ela pro sábado. Se não der… eu aceito ser a ovelha principal. Arrombada como vocês quiserem. Amém. ????”
As risadas de Sheila e Bianca vieram em áudio: gargalhadas cruéis e excitadas.
“Boa menina. Prepare a diaconisa. E prepare seu cu… porque sábado você vai levar três no cu de uma vez. Com ou sem a novata.”
Silvia desligou o celular, deitou de bruços e empinou a bunda, deixando o plug afundar mais fundo. Fechou os olhos e sussurrou para o escuro:
“Que venha o próximo culto… que venha a nova ovelha… ou que venham mais paus pra mim. Eu não resisto mais.”
A pastora pecadora havia escolhido o caminho.
E o próximo sábado prometia ser o mais profano de todos.
Silvia ficou olhando a tela do celular por longos minutos, o quarto escuro iluminado apenas pelo brilho azul do aparelho. O plug ainda pressionava dentro dela, um lembrete constante e pulsante que fazia sua respiração ficar entrecortada só de pensar no que havia se tornado. A mensagem de Sheila piscava na tela, esperando resposta.
Ela digitou devagar, os dedos tremendo levemente:
“Vou falar também com a viúva Paula. Ela tem um corpão, bonita, seios grandes, viúva há três anos, sempre pede oração por ‘solidão’. E também Sabrina, a loira tímida de 24 anos do grupo de jovens. No fundo no fundo tem seus pecados que eu sei bem… eu vejo nos olhos dela quando confessa. Pode ser, Sheila?”
Enviou. Esperou. O coração batia forte.
A resposta veio quase imediata, como se Sheila estivesse esperando exatamente aquilo:
“Você está sendo incrível, Pastora puta. As convença. Isso é uma ordem.
Comece pela Sabrina — ela é mais frágil, vai cair rápido. Marca um ‘aconselhamento’ particular com ela na quinta, depois convida pra um ‘encontro de oração’ no sábado. Fala que é confidencial, que você tem uma ‘revelação’ que mudou sua vida.
Paula é mais madura, vai precisar de mais sedução. Marca um café ‘pastoral’ na sua casa, fala de solidão, de corpo, de desejos reprimidos. Mostra um pouquinho do que você aprendeu… toque sutil, olhares, confissão.
Traga as duas pro sábado. Se uma não vier, a outra vem. Se nenhuma vier… você sabe o que acontece: você vira a ovelha principal de novo. Arrombada na frente de todos, plug maior, dupla no cu, fisting até implorar. E vamos gravar.
Mas eu sei que você vai conseguir. Você é nossa pastora puta agora. Não me decepcione. ??
Manda foto do plug ainda dentro de você depois de mandar mensagem pra elas. Quero ver a ovelha trabalhando.”
Silvia leu três vezes, o corpo reagindo antes mesmo da mente: um calor subindo pela barriga, a buceta contraindo ao redor de nada, o plug pulsando como se aprovasse. Ela deitou de bruços na cama, empinando a bunda, e abriu o WhatsApp da igreja.
Primeira mensagem: para Sabrina.
“Oi, Sabrina. Tudo bem? Preciso conversar com você em particular. É confidencial. Pode vir na minha casa quinta à noite? É sobre algo que está pesando no seu coração… eu sei que você carrega coisas que não conta pra ninguém. Venha sozinha. Deus tem uma palavra pra você. Beijo da pastora. ??”
Segunda mensagem: para Paula.
“Paula, minha querida. Senti no coração que você precisa de um tempo só nosso. Que tal um café na minha casa amanhã à tarde? Só conversa de irmãs… sobre solidão, sobre o corpo que Deus nos deu, sobre desejos que a gente reprime. Eu passei por isso e tenho algo pra compartilhar que mudou minha vida. Vem? Te espero. Abraço forte. Silvia.”
Enviou as duas. Depois, deitou de costas, abriu as pernas e tirou uma foto rápida: o plug visível entre as nádegas enormes, a buceta melada refletida no espelho do celular, os peitos pesados caindo para os lados.
Mandou para o grupo:
“Mensagens enviadas. Estou trabalhando. Aqui está a prova que ainda carrego o plug… como uma boa pastora obediente. ????
Amanhã e quinta vou convencê-las. Se Deus quiser… ou se o diabo permitir.”
Sheila respondeu com voz em áudio: risada baixa, excitada.
“Boa menina. Se conseguir as duas, sábado vai ser épico: pastora, diaconisa e viúva de quatro, lado a lado, sendo arrombadas juntas. Se falhar… você sabe.
Agora vai dormir pensando nelas. E sonha com o sábado. Porque eu já tô sonhando com vocês três implorando por mais pau.”
Silvia apagou o celular, deitou de bruços de novo e empinou a bunda, deixando o plug afundar mais fundo. Fechou os olhos e sussurrou para o escuro:
“Sabrina… Paula… venham comigo… vamos cair juntas… Deus me perdoa… mas eu quero ver vocês como eu me tornei.”
O sono veio pesado, cheio de sonhos profanos: loira tímida de joelhos, viúva gemendo, pastora guiando as duas para o abismo.
Quinta e amanhã seriam decisivos.
A isca estava lançada.
E Silvia, agora pastora puta, era a isca mais perigosa de todas…
Continua…