Muito mais no Galpão deserto

Continuando…
Sheila, Bianca e Fábio estavam no centro do galpão abandonado, os corpos nus brilhando de suor, porra e sangue misturados, os cus e bucetas abertos como crateras pulsantes, latejando de dor e prazer residual. Os 10 irmãos da igreja já haviam sido dispensados — saíram cambaleando, calças fechadas às pressas, rostos pálidos de choque e culpa, paus ainda semi-duros pingando o que restava, Bíblias esquecidas no chão sujo. Alguns murmuravam orações quebradas, outros choravam em silêncio, mas todos carregavam o segredo que os destruiria por dentro para sempre.
O silêncio que restou era pesado, interrompido apenas pelas respirações roucas e gemidos fracos das duas mulheres. Sheila estava de joelhos, o cu arrombado escorrendo porra grossa e branca pelas coxas grossas, o anel vermelho e inchado piscando vazio, queimando como fogo eterno. Bianca, ao lado, de bruços, bunda empinada, o cu e a buceta dilatados ao limite, sangue fino misturado à porra escorrendo em riachos lentos pelo chão rachado. Ambas tremiam em espasmos residuais, gozando baixinho mesmo sem toque, os corpos quebrados mas ainda famintos.
Fábio se aproximou, nu e suado, o pau grosso ainda semi-duro pingando porra e lubrificante. Ele agarrou os cabelos de Sheila com uma mão forte, puxando a cabeça dela para trás, forçando-a a olhar nos olhos dele. A outra mão apertou o queixo de Bianca, erguendo o rosto dela do chão.
“Suas cadelas…”, rosnou ele, voz grave e rouca, carregada de posse e desprezo. “Agora vamos embora.”
Ele deu um tapa forte na bunda de Sheila — o som ecoou como um estalo de chicote, a pele já marcada inchando mais, vermelha viva. Sheila gemeu alto, o corpo convulsionando em outro orgasmo residual, esguicho fraco escorrendo da buceta arrombada.
“Vocês foram estupradas pelos irmãos da fé de vocês… gritando, implorando, gozando como putas enquanto eles rasgavam tudo. Olharam nos olhos deles enquanto os paus entravam seco, sem lubrificante, queimando como fogo… e vocês suplicaram por mais. Engoliram porra de 10 homens… engasgaram… choraram… gozaram até desmaiar. Agora levantem essas bundas destruídas e vamos embora.”
Bianca tentou se erguer, mas as pernas fraquejaram. O cu dela ainda pulsava, dilatado como um punho, porra escorrendo em fios grossos pelas coxas. Ela gemeu rouca:
“Por favor… Fábio… me ajuda… meu cu tá aberto… dói… queima… mas eu quero mais… suplico… me leva embora… mas me usa mais uma vez no carro… me arromba no banco de trás… por favor…”
Sheila riu baixo, voz falhada de tanto gritar:
“Leva a gente, Fábio… mas antes… me deixa chupar seu pau mais uma vez… quero sentir o gosto dos 10 irmãos misturado ao seu… engolir tudo… imploro… me faz engasgar de novo… me usa como prêmio final…”
Fábio agarrou as duas pelos cabelos, puxando-as para cima com força bruta. Elas se arrastaram de joelhos, cus e bucetas latejando, sangue e porra escorrendo pelas pernas, gemendo a cada movimento.
“Vamos embora… mas no carro vocês vão continuar servindo. No banco de trás, de quatro, cus empinados. Vou foder vocês no caminho de volta… seco… sem dó… até chegarmos em casa. E quando chegarmos… vou algemar vocês de novo e deixar os plugs maiores a noite toda. Amanhã vocês voltam ao trabalho com eles enfiados no cu…
Ele abriu a porta do galpão, o ar frio da madrugada batendo nos corpos nus e destruídos delas. Elas saíram cambaleando, de mãos dadas, plugs latejando, cus e bucetas queimando, mas sorrindo submissas.
No carro, Fábio as jogou no banco de trás. Sheila e Bianca se posicionaram de quatro, bundas empinadas, cus abertos piscando, porra escorrendo.
“Agora… continuem suplicando. Porque a noite… ainda não acabou.”
Agora vou castigar vocês duas bom boas e duras cintadas, grelho vai gritar de prazer e na bunda das duas.
Fábio ligou o motor. O carro partiu na escuridão da rodovia e parou ao meio de uma estradinha bem deserta. Desceu do carro com a cinta grossa de couro legítimo e começou a sessão de cintadas em ambas, grelo vermelho e boas cintadas na bunda deixando marcas roxas…

“Por favor… Fábio não pare… venha nos arregaçar como eles evangélicos crendes fizeram, vem… queremos mais mais… me arromba o cu seco… me faz gritar… suplicamos… mais… mais dor… mais porra… por favor… nos quebre… nos use… até a gente desmaiar de novo… imploramos… mais… mais… sempre mais…”
O carro seguiu pela estrada vazia.


A vigília havia terminado.
Mas o ciclo de prazer e submissão… continuava.
E Sheila e Bianca — as putas principais — estavam possuídas e Fabio sabia que elas precisavam de mais.
Fábio estacionou o carro no acostamento deserto da rodovia, o motor ainda quente chiando no silêncio da madrugada. Ele virou-se para o banco de trás, onde Sheila e Bianca estavam deitadas, pernas abertas, cus e bucetas abertos e pulsando, porra escorrendo em fios grossos pelas coxas grossas, corpos tremendo em espasmos residuais. As duas olhavam para ele com olhos vidrados, lábios inchados, rostos lambuzados, implorando sem palavras.
Ele sorriu, voz grave e carregada de posse:
“Eu sabia que vocês iriam querer mais. Sabendo disso, eu preparei uma surpresinha em outro galpão abandonado, fica 20 minutos daqui. Vocês acham que 10 irmãos da igreja já foi o suficiente? Não… agora vão conhecer o que é ser realmente quebrada.”
Ele ligou o motor de novo e acelerou pela estrada escura. Sheila e Bianca se entreolharam, tesão renovado misturado ao medo delicioso. Elas sabiam que Fábio não brincava quando dizia “surpresinha”.
Vinte minutos depois, o carro parou em frente a outro galpão abandonado — maior, mais isolado, janelas quebradas, portas de ferro enferrujadas entreabertas. Fábio abriu a porta traseira, puxou as duas pelos cabelos com força bruta, arrastando-as para dentro.
Lá dentro, sob uma única lâmpada pendurada que balançava devagar, estavam os 5 negros que Fábio havia combinado — amigos de longa data, todos fortes como touros, corpos musculosos e definidos brilhando de óleo corporal, paus extremamente grossos e grandes já duros, latejando como troncos vivos, cabeças enormes e roxas inchadas, veias saltadas como cordas grossas, comprimento que ia além de 28 cm, grossura que mal cabia na mão de um homem adulto. Eles eram:
Kwame: 1,95 m, ombros largos como portas, pau preto como carvão, cabeça bulbosa como um punho, tão grosso que as veias pareciam cabos de aço.
Jamal: 1,90 m, abdômen tanquinho marcado, pau escuro com cabeça vermelha inchada, comprimento assustador, grossura que fazia as mulheres arfarem só de olhar.
Tyrone: 1,88 m, braços grossos como troncos, pau com veias pulsantes salientes, cabeça grande e roxa, latejando como se tivesse vida própria.
Marcus: 1,92 m, corpo de lutador, pau com glande enorme que se abria como cogumelo, tão grosso que as mulheres sentiam dor só de imaginar.
Darius: 1,93 m, pernas fortes como colunas, pau preto brilhante, cabeça larga e inchada, comprimento que batia na barriga quando duro.
Eles estavam nus, masturbando-se devagar, olhos famintos fixos em Sheila e Bianca. Fábio os apresentou com um sorriso sádico:
“Esses são meus irmãos de longa data. Eles sabem o que vocês querem. Sexo brutal. Sem limites. Duplas, triplas, quádruplas… fisting anal e vaginal até rasgar… tapas fortes no grelo e na bunda até inchar e queimar… eles vão levar vocês ao desmaio de tanto prazer e dor. Sem piedade. Sem lubrificante extra. Só cuspe e sangue pra ajudar.”
Sheila e Bianca se olharam, tesão explodindo nos olhos. Elas se ajoelharam juntas, bundas empinadas, cus abertos piscando, bucetas pingando.
Sheila falou primeiro, voz rouca e suplicante:
“Por favor… nos estuprem… nos arrombem de todas as formas… duplas no cu seco… triplas na buceta… fisting duplo nos dois buracos… batam forte no grelo até inchar e queimar… na bunda até roxa… nos façam desmaiar gozando… suplicamos… nos quebrem… nos encham de porra quente… nos rasguem… por favor… mais… mais extremo… eu imploro…”

Bianca completou, empinando mais:
“Sim… nos usem como putas… cinco paus no cu… punhos até o cotovelo… tapas no grelo até eu gritar… na bunda até não aguentar sentar… nos levem ao limite… nos façam desmaiar de dor e prazer… suplico… nos destruam… nos façam implorar por misericórdia… mas não parem… por favor… mais… mais… mais…”
Os 5 negros avançaram como uma matilha faminta.
Kwame agarrou Sheila pelos cabelos, forçando-a de bruços, abrindo a bunda enorme com mãos fortes que deixavam marcas roxas na pele. Ele cuspiu na glande grossa e empurrou seco no cu — o pau enorme rasgando o anel dilatado, queimando como lâmina quente. Sheila urrou:
“AHHH! TÁ RASGANDO MEU CU… SEU PAU GIGANTE… DÓI… QUEIMA… MAIS… ME ESTUPRA… SUPLICO… MAIS FORTE… ME ARROMBA!”

Jamal se juntou — dupla no cu, dois paus pretos grossos se espremendo, esticando o anel ao limite absoluto, dor lancinante subindo pela coluna. Sheila gritava:
“DUPLA NO CU… TÁ ME PARTINDO… QUEIMA… DÓI PRA CARALHO… SUPLICO… MAIS… TRÊS… ME RASGUEM… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… POR FAVOR… MAIS PAUS… MAIS EXTREMO!”
Tyrone forçou o terceiro — tripla no cu, três paus grossos abrindo como cratera, queimando como fogo eterno. Sheila convulsionava:
“TRÊS NO CU… TÁ ME DESTRUINDO… QUEIMA… GOZANDO… SUPLICO… QUATRO… ME ARROMBEM… MAIS… MAIS… POR FAVOR… ME QUEBREM!”
Marcus e Darius completaram — quíntupla penetração anal extrema, cinco paus enormes se espremendo no cu dilatado, esticando ao máximo absoluto, dor como se estivessem enfiando braços inteiros. Sheila desmaiava por segundos, acordando gritando:
“QUÍNTUPLA NO CU… TÁ ME RASGANDO TODA… QUEIMA… DÓI PRA MATAR… SUPLICO… MAIS… FISTING DUPLO… ENFIEM PUNHOS… ME FAÇAM DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS DOR… MAIS RASGO… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… IMPLORO… MAIS… MAIS… MAIS!”
Bianca, ao lado, levava o mesmo tratamento: quíntupla no cu, três na buceta, punhos duplos enfiados ao lado dos paus — antebraços desaparecendo nos buracos dilatados, girando e bombando sem piedade, esticando tudo ao máximo, dor lancinante como ácido vivo. Ela gritava rouca:

“QUÍNTUPLA NO CU… TRÊS NA BUCETA… PUNHOS DUPLO… TÁ ME PARTINDO… QUEIMA… DÓI PRA MORRER… SUPLICO… MAIS… ME ARROMBEM… ME FAÇAM DESMAIAR… POR FAVOR… MAIS EXTREMO… MAIS DOR… MAIS RASGO… GOZANDO… IMPLORO… MAIS… MAIS… MAIS!”
Os tapas vinham fortes — mãos abertas batendo no grelo inchado das duas, estalos secos ecoando, deixando marcas vermelhas e inchadas, queimando como fogo. Elas gritavam:
“BATE NO GRELO… MAIS FORTE… QUEIMA… DÓI… SUPLICO… ME FAZ GOZAR COM DOR… MAIS… MAIS TAPAS… ME QUEBRA O GRELO… POR FAVOR… MAIS… MAIS… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO!”
Os homens gozavam em sequência — enchendo cus e bucetas de porra quente, transbordando, escorrendo em riachos grossos. Elas engoliam o que escorria, implorando por mais.
A noite terminou com as duas desmaiando — corpos convulsionando em orgasmos finais, cus e bucetas abertos como craters, latejando, queimando, destruídos.
Fábio se aproximou, pau duro, sorrindo:
“Suas cadelas… agora vamos embora.”
Ele as arrastou para o carro, jogando-as no banco de trás. No caminho de volta, continuou fodendo-as — seco, brutal, sem parar — enquanto elas suplicavam por mais, voz falhada:
“Mais… nos arromba… nos quebra… suplicamos… mais dor… mais tudo… por favor… nunca para…”
Fábio dirigia o carro em silêncio pela rodovia escura, o motor ronronando baixo enquanto Sheila e Bianca se recuperavam no banco de trás, corpos nus e destruídos, cus e bucetas ainda latejando, porra seca colando na pele, plugs pesados pulsando dentro delas como lembretes vivos da noite que não acabava. Elas gemiam baixinho a cada buraco na estrada, o plug girando e apertando, provocando orgasmos residuais que faziam as coxas tremerem e esguichos fracos escorrerem pelos assentos de couro.
De repente, Fábio avistou as luzes fortes de um posto de gasolina 24 horas à beira da estrada — um pátio imenso, lotado de caminhões estacionados em fila, luzes amarelas iluminando os motoristas que descansavam, fumavam ou conversavam em rodas. O lugar era perfeito: isolado, escuro nos cantos, cheio de homens sozinhos, cansados, cheios de tesão acumulado da estrada.
Ele parou o carro no canto mais afastado, desligou o motor e virou-se para as duas com um sorriso sádico.
“Suas cadelas… a noite ainda não acabou. Eu tive uma ideia brilhante. Ali atrás tem mais de 20 caminhoneiros esperando pra passar a noite. Eu conversei com alguns… disse que tinha duas putas famintas querendo servir. Eles formaram fila atrás daquele caminhão azul, num canto escondido entre os trailers. Ninguém vê. Ninguém ouve.”
Sheila e Bianca se entreolharam, tesão renovado explodindo nos olhos vidrados.
Fábio continuou, voz grave:
“Vocês vão lá agora. De joelhos. Punhetem eles até gozarem nos peitos… na bunda… na cara… onde quiserem. Deixem eles encherem vocês de porra quente. Esse é o prêmio pela obediência perfeita de hoje. Vão. E voltem lambuzadas. Eu espero aqui.”
As duas saíram do carro nuas, o ar frio da madrugada batendo na pele suada e marcada. Caminharam cambaleando pelo pátio escuro, o plug enorme latejando no cu a cada passo, provocando gemidos baixos que ecoavam entre os caminhões. Chegaram ao canto escondido: uma fila de mais de 20 caminhoneiros — homens fortes, suados, barba por fazer, mãos calejadas, paus já duros saindo das calças jeans abertas, olhos famintos fixos nas duas mulheres nuas que se aproximavam de joelhos.
O primeiro caminhoneiro — um homem de uns 45 anos, barriga saliente, pau grosso e curto — agarrou o cabelo de Sheila e puxou para frente. Ela abriu a boca, mas ele balançou a cabeça:
“Punheta. Só punheta. Quero gozar nos peitos.”
Sheila envolveu o pau dele com as duas mãos, punhetando rápido e forte, os dedos deslizando no pré-gozo que escorria. Ele gemeu rouco, gozando em jatos grossos e quentes nos peitos dela, porra escorrendo pelos mamilos inchados, pingando nos joelhos.
Bianca já estava com dois caminhoneiros — um de cada lado. Punhetava os dois ao mesmo tempo, mãos ágeis e firmes, girando os pulsos, apertando a base, esfregando a glande com o polegar. Eles gozaram quase juntos — um na bunda dela, porra quente escorrendo pela curva das nádegas, o outro nos peitos, jatos grossos cobrindo os mamilos como glacê.
A fila continuou. Homem após homem. Paus diferentes — grossos, longos, curtos, veias saltadas, cabeças inchadas. Elas punhetavam sem parar, mãos cansadas mas incansáveis, dedos escorregadios de porra, cheiro forte de sêmen preenchendo o ar entre os caminhões. Porra escorria pelos peitos, pelas costas, pela bunda, pelo rosto, pelo cabelo. Elas lambiam os lábios, engoliam o que pingava, gemendo baixinho:
“Mais… gozem mais… enchem a gente… suplicamos… mais porra quente… nos cubram… nos marquem…”
Vinte e poucos homens depois, elas estavam irreconhecíveis: corpos lambuzados de porra branca e grossa, peitos cobertos como se tivessem sido pintados, bundas escorrendo em riachos quentes pelas coxas, rosto e cabelo pingando sêmen, cheiro forte impregnado na pele. Elas tremiam de tesão, orgasmos constantes só de sentir a porra quente escorrendo, plugs latejando no cu.
Fábio apareceu na sombra do caminhão, pau duro na mão.
“Bom trabalho, cadelas. Agora entrem no carro. Ainda tem mais.”
Elas voltaram cambaleando, porra escorrendo pelo corpo inteiro, deixando rastros no chão. No carro, Fábio as jogou no banco de trás.

“Agora pra casa. Banho rápido. Depois… sala. Lucas tá esperando.”
Chegaram em casa. Banho frio — água gelada lavando a porra dos corpos, mas o tesão não diminuía. Elas saíram do banho nuas, pingando água, plugs ainda dentro, cus latejando.
Na sala, Lucas esperava de pé, pau duro como pedra, veias saltadas, cabeça inchada brilhando.
Fábio falou:
“De joelhos, cadelas. Boca aberta. Língua pra fora. Lucas vai gozar na boca de vocês. Primeiro Sheila… depois Bia. Engulam tudo. É o prêmio final da noite.”
Sheila e Bianca ajoelharam lado a lado, bocas abertas, línguas esticadas. Lucas punhetou rápido, gemendo rouco:
“Abram mais… quero ver vocês engolindo… minhas putas…”
Ele gozou forte — jatos grossos e quentes enchendo a boca de Sheila primeiro, porra escorrendo pelos cantos dos lábios. Ela engoliu avidamente, gemendo:
“Tá quente… tá enchendo minha garganta… gozando… obrigada… mais…”
Lucas virou para Bianca, gozando na boca dela, jatos grossos enchendo até transbordar. Ela engoliu, lambendo os lábios:
“Porra quente… na boca… suplico… mais… sempre mais…”
Fábio e Lucas se alternaram — mais gozos nas bocas, nos peitos, nas bundas. Elas engoliam, lambiam, imploravam:
“Mais porra… enchem a gente… suplicamos… nos marquem… nos quebrem… por favor… mais… mais… mais…”
A noite terminou com as duas de joelhos, bocas cheias, corpos cobertos, cus latejando com plugs, implorando por mais.
Fábio sussurrou:
“Durmam assim… plugs dentro. Amanhã… vocês voltam pra igreja… pregando com o cu cheio… gozando no púlpito… escolhendo a próxima ovelha. E quando eu ligar… vem mais. Muito mais.”
Elas assentiram, destruídas, mas sorrindo submissas.
A noite acabou.
Mas o vício… o vício nunca acabava.
E Sheila e Bianca — as putas principais — já estavam sonhando a próxima

Continua...


Foto 1 do Conto erotico: Muito mais no Galpão deserto

Foto 2 do Conto erotico: Muito mais no Galpão deserto

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Ficha do conto

Foto Perfil loiraewill
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Nome do conto:
Muito mais no Galpão deserto

Codigo do conto:
255966

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
02/03/2026

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