Jamal e Tyrone atacaram Paula primeiro: dupla penetração no cu sem misericórdia. Jamal cuspiu na glande grossa e empurrou de uma vez no anel dilatado dela, rasgando as paredes internas como uma lâmina quente. Paula urrou alto, o corpo convulsionando: "AHHH CARALHO! TÁ RASGANDO MEU CU… DÓI… DÓI PRA PORRA… MAIS… MAIS FUNDO… ME ARROMBA ESSA VIÚVA PUTA!" Tyrone forçou o segundo pau ao lado, os dois monstros se espremendo no buraco apertado, esticando o anel ao limite absoluto, sangue escorrendo pelas coxas grossas dela. Marcus entrou na buceta por baixo, tripla penetração: dois no cu, um na buceta. Paula gritava insana, gozando violentamente, esguichos jorrando no pau de Marcus enquanto o cu sangrava e queimava: "TRÊS PAUS… ME PARTINDO… DÓI TANTO… MAS GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… MAIS FORTE… ME DESTRÓI!"
Silvia foi a próxima: Darius e Marcus revezavam duplas no cu e na buceta, mas Jamal se juntou para tripla no cu — três paus pretos grossos forçando o anel dilatado dela, esticando como se fosse romper. Silvia berrou, lágrimas escorrendo, o corpo tremendo em espasmos: "TRÊS NO CU… TÁ ME RASGANDO AO MEIO… SANGRA… QUEIMA… DÓI PRA CARALHO… MAS EU QUERO… ME ARROMBA A PASTORA PUTA… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS… MAIS PAUS!" O sangue escorria em filetes grossos pelas pernas, mas ela empinava mais, o orgasmo vindo como uma explosão, esguichando no chão enquanto os paus bombavam sem piedade.
Sabrina, a loira tímida, levou duplas no cu e na buceta ao mesmo tempo: Tyrone no cu, Darius na buceta, depois Jamal se juntando para tripla na buceta — três paus espremendo no buraco molhado, esticando as paredes internas até sangrar. Ela uivava, o corpo convulsionando: "TRÊS NA BUCETA… TÁ ME PARTINDO… DÓI… DÓI DEMAIS… SANGrando… MAS GOZANDO… GOZANDO IMPLORANDO… MAIS FORTE… ME FAÇAM PUTA… ME RASGUEM!" Os negros revezavam, fodendo sem parar, os paus grossos saindo e entrando em ritmos brutais, fazendo as três gritarem em coro de dor e êxtase, gozando sem fim, corpos tremendo em orgasmos múltiplos, sangue e esguichos misturando-se no colchão.
Bianca, ainda tremendo no sofá após o fisting duplo, implorava por mais: "Mais… me arromba mais… punhos na buceta e no cu… quero sentir dor… me rasga mais e mais!" Leila se ajoelhou atrás dela, enfiando um punho no cu dilatado e outro na buceta, bombando com força, os antebraços desaparecendo dentro dos buracos abertos. Bianca urrou: "DOIS PUNHOS… TÁ ME DESTRUINDO… DÓI… QUEIMA… SANGRA… GOZANDO… MAIS… ARREGAÇA MAIS!" Ela gozava violentamente, esguichando no rosto de Leila, que lambia tudo com fome submissa.
Fábio, Mário e Lucas cercaram Sheila no outro colchão. Ela empinou a bunda enorme, gritando: "Mário… soca de uma vez no meu cu… sem lubrificar… quero sentir esse pau grosso e enorme me rasgando!" Mário obedeceu — empurrou seco, a glande grossa forçando o anel apertado, rasgando as bordas com dor bruta. Sheila urrou: "AHHH! TÁ RASGANDO… DÓI PRA CARALHO… MAIS… ME ARROMBA SEM DÓ!" Lucas se juntou: dupla no cu, os dois paus grossos se espremendo dentro dela, esticando o anel ao limite, sangue escorrendo. Fábio socou forte na buceta por baixo, tripla penetração: dois no cu, um na buceta. Sheila gritava insana: "TRÊS PAUS… ME PARTINDO… DÓI… QUEIMA… SANGRA… GOZANDO… MAIS FORTE… ME DESTRÓI COM VONTADE!" Eles fodiam com raiva, estocadas brutas, fazendo ela convulsionar em orgasmos violentos, esguichando nos paus enquanto o cu sangrava e queimava.
Leila, brincando sozinha no canto, enfiava vibradores pretos enormes e grossos no cu — um maior que o outro, dilatando o buraco já aberto até o limite, girando e bombando com força, gemendo: "Mais grosso… me arromba… quero sentir dor… me rasga!" Os quatro negros se aproximaram, retiraram o plug imenso do cu dela com um puxão violento — o buraco piscou aberto, dilatado como um punho. Começou a orgia extrema: Jamal e Tyrone dupla no cu, Marcus na buceta, Darius na boca — socando paus pretos enormes e duros sem dó. Leila gritava entre engasgos: "QUATRO PAUS… ME RASGANDO… DÓI… ME PARTINDO… SANGRA… GOZANDO… MAIS… MAIS EXTREMO!" Eles aceleravam, fodendo como animais, quase fazendo ela desmaiar de dor e prazer — o cu sangrando em filetes grossos, a buceta esguichando, a garganta inchada, mas ela implorava: "NÃO PAREM… ME DESTRÓI… ME FAÇAM DESMAIAR GOZANDO… MAIS PAUS… MAIS DOR!"
A orgia era caos total: dor lancinante, prazer insuportável, corpos sangrando e tremendo, todos implorando por mais. A noite ainda durava — e ninguém queria parar.
Leila foi arrastada de volta ao centro do colchão principal como uma boneca quebrada, o corpo já coberto de suor, porra seca e marcas vermelhas frescas. O cu dela — dilatado ao extremo após o plug gigante ser arrancado — piscava vazio, vermelho vivo nas bordas, sangrando levemente em filetes finos que escorriam pelas coxas finas. Ela tremia inteira, mas os olhos brilhavam com uma fome insana, submissa e desesperada.
Sheila puxou a coleira com força, forçando-a de quatro, bunda empinada ao máximo. “Essa puta quer mais extremo. Vamos dar. Cinco paus no cu dela. Tripla, depois quádrupla. E vibradores cônicos gigantes pra rasgar o que sobrar. Sem dó. Façam ela desmaiar de dor e gozar até a morte.”
Os cinco negros — Jamal, Tyrone, Marcus, Darius e o quinto, um gigante chamado Kwame com pau ainda mais grosso — cercaram Leila como predadores. Jamal foi o primeiro: cuspiu na glande enorme e empurrou seco no cu já aberto. O pau desapareceu inteiro num só movimento brutal, esticando as paredes internas até rasgar mais. Leila urrou como animal ferido:
“AHHH! TÁ ME RASGANDO AO MEIO! DÓI… DÓI PRA CARALHO… MAS MAIS… ENFIA MAIS FUNDO… ME ARROMBA ESSA PUTA ESCRAVA!”
Tyrone se juntou imediatamente — dupla no cu, dois paus pretos grossos se espremendo no buraco dilatado, o anel esticado ao limite absoluto, pele fina quase transparente, rasgando nas bordas com sangue escorrendo em riachos quentes pelas coxas. Leila gritava rouca:
“DUPLA… ME PARTINDO… SANGRA… QUEIMA… GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS… MAIS PAUS!”
Marcus forçou o terceiro pau ao lado — tripla penetração anal extrema. O cu de Leila se abriu como nunca, o anel rasgando levemente em duas pequenas fissuras, sangue grosso escorrendo agora, misturando-se ao lubrificante e ao suor. Ela convulsionava, corpo tremendo violentamente, lágrimas escorrendo em rios:
“TRÊS NO CU… TÁ ME RASGANDO TODA… DÓI… DÓI PRA MORRER… MAS EU QUERO… QUERO MAIS… ME ARROMBA… ME FAZ SANGRAR MAIS… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO!”
Darius entrou com o quarto pau — quádrupla no cu. O buraco se dilatou além do imaginável, esticando como se fosse se romper completamente, sangue jorrando agora em filetes grossos, o anel pulsando como uma ferida aberta. Leila desmaiou por segundos, acordando com um grito novo quando Kwame forçou o quinto pau ao lado — cinco paus pretos enormes se espremendo no cu destruído, rasgando tudo por dentro, dor lancinante como se estivessem enfiando cinco facas quentes ao mesmo tempo.
“CINCO PAUS… NO CU… TÁ ME PARTINDO… TÁ ME RASGANDO AO MEIO… SANGRA… QUEIMA… DÓI TANTO… AH CARALHO… GOZANDO… GOZANDO SEM PARAR… MAIS… MAIS EXTREMO… ME DESTRÓI… ME FAZ DESMAIAR!”
Ela gozava sem parar — esguichos violentos jorrando da buceta intocada, o corpo convulsionando em espasmos agonizantes, sangue escorrendo em poças no colchão. Os homens bombavam sem piedade, estocadas brutais, paus entrando e saindo em ritmos descompassados, rasgando as paredes internas, fazendo Leila gritar até a voz falhar.
Sheila e Bianca entraram com os vibradores cônicos gigantes — aqueles monstros pretos, base larga como punhos, ponta fina mas crescendo até dilatar ao máximo. Sheila enfiou um no cu já ocupado por cinco paus — forçando ao lado, esticando ainda mais, rasgando as bordas. Leila urrou rouca:
“VIBRADOR NO CU… COM CINCO PAUS… TÁ ME ARREBENTANDO… DÓI… DÓI PRA MORRER… SANGRA… GOZANDO… MAIS… MAIS CONE… ME RASGA!”
Bianca enfiou outro cone na buceta — dupla com vibradores cônicos, um no cu e um na buceta, enquanto os paus continuavam bombando. Leila desmaiava e acordava em ciclos, gritando a cada vez:
“CONES E PAUS… ME DESTRÓI… ME FAZ SANGRAR… ME FAZ GOZAR ATÉ MORRER… MAIS… MAIS EXTREMO… EU SOU PUTA… PUTA PRA SEMPRE… NÃO PAREM… NUNCA PAREM!”
Os homens gozaram um após o outro — enchendo o cu, a buceta, a boca, a cara dela com jatos quentes e grossos, porra escorrendo pelos buracos abertos, misturando-se ao sangue. Leila convulsionava em orgasmos finais, o corpo inteiro tremendo, quase desmaiando de dor e prazer extremos.
Quando finalmente pararam, Leila desabou no colchão, o cu e a buceta abertos como crateras sangrentas, pulsando, escorrendo porra, sangue e gozo em riachos. Ela sussurrou rouca, voz falhada:
“Obrigada… donos… me arrombaram… me fizeram sangrar… gozei… gozei morrendo… quero mais… sempre mais…”
Sheila riu, dando um último tapa forte na bunda marcada dela.
“Boa escrava… descansa um pouco. Porque a próxima rodada é com as novatas… e você vai lamber tudo que escorrer delas.”
A noite ainda estava longe de acabar.
E o extremo… mal havia começado.
Leila foi arrastada de volta ao centro do colchão principal, o corpo já coberto de suor, porra seca, sangue fino e marcas vermelhas frescas que pareciam tatuagens de dor. Seus olhos baixos brilhavam com uma submissão insana, o cu dilatado pulsando vazio após o plug gigante ter sido arrancado com violência. Ela tremia inteira, mas empinava a bunda pequena e firme como se implorasse por mais destruição.
Sheila se ajoelhou atrás dela, lubrificando os dois antebraços com uma mistura de gel e o próprio sangue que escorria das bordas rasgadas do cu de Leila. “Essa puta quer extremo. Vamos dar o fisting mais brutal da noite. Dois punhos no cu… depois três. Quatro se ela aguentar. Sem parar até desmaiar.”
Leila gemeu rouca, voz falhada: “Sim… dona… me rasga… me abre até não caber mais nada… quero sentir os braços inteiros dentro de mim… dói… quero que doa mais…”
Sheila enfiou primeiro o punho direito — os dedos em cone, empurrando seco, sem piedade. O cu já dilatado cedeu rápido, mas o antebraço inteiro desapareceu até o cotovelo em um movimento bruto. Leila urrou como animal ferido, o corpo se arqueando violentamente:
“AHHH CARALHO! TÁ ME PARTINDO… O BRAÇO INTEIRO… DÓI… QUEIMA… RASGANDO TUDO… MAIS… MAIS FUNDO… ME ARROMBA!”
Bianca se juntou, lubrificando o próprio punho e forçando ao lado do de Sheila. O segundo punho entrou com dificuldade — o anel do cu esticando ao limite absoluto, pele fina rasgando em fissuras maiores, sangue escorrendo em filetes grossos pelas coxas finas de Leila. Ela gritava sem parar, lágrimas jorrando:
“DOIS PUNHOS… NO CU… TÁ ME RASGANDO AO MEIO… SANGRA… SANGRA PRA CARALHO… DÓI TANTO… MAS GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS… MAIS BRAÇO… ME DESTRÓI!”
Sheila e Bianca começaram a bombear — os dois antebraços entrando e saindo em ritmos descompassados, girando dentro do cu aberto, abrindo e fechando as mãos para massagear as paredes internas rasgadas. Cada movimento fazia o cu de Leila se contrair em espasmos agonizantes, sangue e lubrificante misturando-se em poças no colchão. Leila convulsionava, gozando sem parar, esguichos violentos jorrando da buceta intocada:
“MAIS… MAIS FUNDO… DOIS BRAÇOS NO CU… TÁ ME ABRINDO COMO NUNCA… SANGRA… QUEIMA… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… NÃO PAREM… ME ARROMBEM ATÉ NÃO SOBRAR NADA!”
Jamal e Tyrone se aproximaram, forçando um terceiro punho — o de Jamal ao lado dos dois. O cu de Leila se dilatou além do imaginável, o anel rasgando mais, sangue jorrando agora em riachos quentes, a pele das bordas quase transparente de tanto esticar. Leila desmaiou por segundos, acordando com um grito novo quando o terceiro antebraço entrou:
“TRÊS PUNHOS… NO CU… TÁ ME PARTINDO… TÁ ME RASGANDO TODA… DÓI… DÓI PRA MORRER… SANGRA… GOZANDO… GOZANDO SEM PARAR… MAIS… QUERO QUATRO… ME DESTRÓI!”
Marcus entrou com o quarto punho — quádrupla fisting anal extrema. O cu de Leila se abriu como uma cratera sangrenta, esticando ao limite absoluto, fissuras rasgando mais fundo, sangue escorrendo em poças grossas. Ela urrou rouca, voz falhando, corpo convulsionando em espasmos violentos:
“QUATRO BRAÇOS… NO CU… TÁ ME ARREBENTANDO… TÁ ME MATANDO DE DOR… SANGRA… QUEIMA… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… MAIS… MAIS EXTREMO… EU SOU PUTA… PUTA PRA SEMPRE… NÃO PAREM… NUNCA PAREM!”
Os quatro punhos bombavam sem piedade — entrando e saindo até os cotovelos, girando, abrindo e fechando dentro dela, rasgando as paredes internas, fazendo Leila sangrar profusamente, o cu pulsando como uma ferida aberta. Ela gozava em cadeia interminável, esguichos jorrando em arcos altos, o corpo tremendo como se estivesse sendo eletrocutado, desmaiando e acordando em ciclos de dor e prazer extremos.
“MAIS… MAIS PUNHOS… ME RASGUEM… ME FAÇAM SANGRAR MAIS… EU QUERO DESMAIAR GOZANDO… ME DESTRÓI… ME QUEBREM… EU NÃO AGUENTO… MAS QUERO MAIS… SEMPRE MAIS!”
Leila desmaiou de vez após o último orgasmo cataclísmico — o corpo convulsionando uma última vez, sangue e gozo escorrendo em riachos pelo chão, o cu aberto como uma cratera vermelha e pulsando, quase irreconhecível. Sheila e Bianca retiraram os punhos devagar, deixando o buraco vazio piscar, sangrando e dilatado ao máximo.
Ela acordou minutos depois, ofegante, destruída, mas sorrindo submissa:
“Obrigada… donos… me arrombaram… me fizeram sangrar… gozei… gozei morrendo… quero mais… sempre mais…”
A noite ainda estava longe de acabar.
E Leila — a escrava perversa — continuava implorando pelo próximo nível de destruição.
Sheila diz… se recomponha vadia!
Espere sua vez novamente, enquanto isso, soca o maior vibrador no seu cú e divirta-se.
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Silvia, Paula e Sabrina foram jogadas juntas no colchão central como ovelhas para o abate, os corpos nus e suados colados um no outro, tremendo de exaustão e tesão insaciável. O ar da sala estava saturado — cheiro forte de sangue, porra, suor e lubrificante misturados, o chão escorregadio como um matadouro. As três empinavam as bundas enormes e vermelhas instintivamente, os cus já dilatados piscando famintos, mas nada preparadas para o que viria. Sheila e Bianca se aproximaram como predadoras, os antebraços lubrificados brilhando, olhos flamejantes de sadismo puro.
“Agora vocês três… as putas crentes… vão levar fisting anal extremo. Dois punhos no cu de cada uma. Sem lubrificante extra — só o sangue que vai escorrer pra ajudar. E enquanto isso, apertões nos bicos dos peitos até sangrarem. Vocês vão gritar, chorar, implorar… mas vão gozar como as vadias que são. Quem grita mais alto ganha um pau extra no cu depois.”
Silvia foi a primeira. Sheila a virou de bruços com um puxão violento pela coleira improvisada no pescoço dela — uma tira de couro apertada que cortava a respiração. A pastora empinou a bunda enorme, os peitos pesados esmagados contra o colchão sujo. Sheila cuspiu no anel dilatado e vermelho do cu dela, depois enfiou quatro dedos de uma vez, forçando o caminho com brutalidade. Silvia urrou rouco, o corpo se arqueando como se tivesse levado um chicote:
“AHHH CARALHO! TÁ RASGANDO… SEUS DEDOS… DÓI… DÓI PRA MORRER… MAIS… ENFIA MAIS!”
Sheila fechou a mão em punho e empurrou seco — o punho inteiro desapareceu no cu de Silvia com um som molhado e obsceno, esticando o anel ao limite absoluto, a pele fina rasgando em fissuras pequenas, sangue quente escorrendo pelas coxas grossas dela. Silvia gritou como louca, lágrimas jorrando, o corpo convulsionando em espasmos violentos:
“TÁ ME PARTINDO… O PUNHO… NO CU… SANGRA… QUEIMA… DÓI TANTO… MAS GOZANDO… GOZANDO DE DOR… MAIS FUNDO… ME ARROMBA A PASTORA PUTA!”
Bianca se juntou — o segundo punho forçando ao lado do de Sheila, os dois antebraços se espremendo no buraco dilatado, rasgando as paredes internas como lâminas. O cu de Silvia se abriu como uma ferida viva, o anel esticado além do possível, sangue jorrando em filetes grossos, misturando-se ao suor e aos esguichos da buceta intocada. Ela desmaiou por segundos, acordando com um grito novo quando os punhos começaram a bombear — entrando e saindo até os cotovelos, girando e abrindo as mãos dentro dela, pressionando cada nervo rasgado.
“DOIS PUNHOS… NO CU… TÁ ME RASGANDO TODA… SANGRA… SANGRA PRA CARALHO… DÓI… DÓI PRA MATAR… MAS QUERO MAIS… MAIS FORTE… ME DESTRÓI… GOZANDO… GOZANDO SANGRENDO!”
Enquanto isso, Lucas e Fábio apertavam os bicos dos peitos enormes de Silvia com força bruta — dedos como pinças de ferro, torcendo e puxando até a pele ficar roxa, leite falso escorrendo dos mamilos hipersensíveis. Silvia gritava mais alto, o corpo inteiro tremendo: “APERTA… TORCE MEUS BICOS… DÓI… QUEIMA… MAS GOZANDO MAIS… ME FAZ SANGRAR NOS PEITOS TAMBÉM… MAIS FORTE… ME QUEBRA TODA!”
Paula veio em seguida. Tyrone e Marcus a seguraram de bruços, abrindo as nádegas grossas com mãos fortes que deixavam marcas roxas na pele. Bianca enfiou o primeiro punho na buceta já arrombada dela, mas Sheila atacou o cu — punho inteiro empurrado seco, rasgando o anel com violência, sangue imediato escorrendo em riachos quentes pelas coxas grossas.
Paula berrou como animal: “AHHH! PUNHO NO CU… TÁ ME PARTINDO AO MEIO… RASGANDO… SANGRA… DÓI PRA CARALHO… MAIS… ENFIA O OUTRO… ME ARROMBA ESSA VIÚVA PUTA!”
Bianca forçou o segundo punho ao lado — duplo fisting anal extremo. O cu de Paula se dilatou como uma cratera sangrenta, o anel rasgando em fissuras maiores, sangue jorrando como rio, misturando-se aos esguichos violentos da buceta. Ela convulsionava, gritando rouca:
“DOIS PUNHOS… NO CU… TÁ ME DESTRUINDO… SANGRA… QUEIMA… DÓI TANTO… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO… MAIS FORTE… ME RASGA MAIS… EU QUERO SENTIR A DOR ETERNA!”
Jamal e Darius apertavam os bicos dos seios grandes dela com unhas afiadas — torcendo, puxando, apertando como alicates, a pele dos mamilos rasgando levemente, sangue fino escorrendo pelos peitos. Paula uivava: “APERTA MEUS BICOS… TORCE… ME FAZ SANGRAR NOS PEITOS… DÓI… DÓI PRA MATAR… MAS GOZANDO MAIS… MAIS FORTE… ME QUEBRA OS PEITOS TAMBÉM!”
Sabrina, a loira tímida, foi a última. Darius e Kwame a imobilizaram de bruços, abrindo a bunda pequena mas firme com mãos brutas que cravavam unhas na pele. Sheila enfiou o primeiro punho no cu virgem dela — forçando seco, o anel esticando e rasgando imediatamente, sangue jorrando pelas coxas finas.
Sabrina gritou agudo, o corpo pequeno convulsionando: “AHHH! PUNHO NO CU… TÁ ME RASGANDO… DÓI… DÓI PRA MORRER… SANGRA… MAS CONTINUA… ME ARROMBA A DIACONISA PUTA!”
Bianca forçou o segundo punho ao lado — duplo fisting anal brutal. O cu de Sabrina se abriu como uma ferida fresca, o anel rasgando em fissuras profundas, sangue escorrendo em poças no chão. Ela desmaiava e acordava, gritando rouca:
“DOIS PUNHOS… NO CU… TÁ ME PARTINDO… SANGRA… QUEIMA… DÓI TANTO… GOZANDO… GOZANDO SANGRENDO… MAIS… MAIS FORTE… ME DESTRÓI A LOIRINHA PUTA!”
Fábio e Lucas apertavam os bicos dos peitos médios mas firmes dela com força animal — torcendo como se quisessem arrancar, a pele rasgando, sangue pingando nos mamilos. Sabrina uivava: “APERTA MEUS BICOS… TORCE… ME FAZ SANGRAR NOS PEITOS… DÓI… DÓI PRA MATAR… MAS GOZANDO MAIS… MAIS FORTE… ME QUEBRA OS PEITOS TAMBÉM!”
As três gritavam em coro, corpos convulsionando em orgasmos de dor extrema, sangue e esguichos misturando-se no chão, os punhos bombando sem parar, os bicos dos peitos sangrando e inchados. Elas imploravam por mais: "MAIS DOR… MAIS RASGO… ME ARROMBEM… ME QUEBREM… GOZANDO… GOZANDO MORRENDO!"
A orgia continuava — mais apertões, mais fisting, mais sangue e prazer. A noite estava chegando ao fim…
Sheila faz o último pedido…
Meninos, agora se punhetem, quero ver o pau de todos vocês duros igual uma barra de ferro, todos vocês irão gozar na cara das putas crentes.
E vocês meninas, assim que eles lambuzarem vocês, se beijar e se limpem umas as outras com suas línguas, contem com a ajuda de Leila.
E após se limparem, podem ir embora e aguardem meu telefonema. Tenho surpresas para o próximo encontro.
Continua…





Que inveja de não poder estar presente nesta orgia gostosa para esses machos!