O Final da Orgia

A orgia finalmente terminou quando o céu lá fora começava a clarear, um cinza pálido infiltrando-se pelas cortinas entreabertas. O apartamento de Sheila era um campo de batalha profano: colchões encharcados e manchados de suor, porra, lubrificante e lágrimas secas; o chão escorregadio como gelo sujo; o ar denso, quase palpável, carregado do cheiro metálico de sexo extremo, sangue leve e fluidos corporais misturados. Corpos jaziam espalhados em exaustão absoluta — Leila desmaiada no canto, o cu e a buceta abertos como crateras pulsantes, latejando devagar; Bianca deitada de lado, tremendo com espasmos residuais; Mário ainda amarrado na cadeira, o pau inchado e vermelho pingando pré-gozo negado, olhos vidrados de humilhação eterna.
As crentes — Silvia, Paula, Sabrina, Dona Helena, Dona Clara, Lourdes e Dona Carmem — estavam destruídas no centro do colchão. Cus e bucetas dilatados ao limite, latejando como feridas vivas, inchados e vermelhos, escorrendo resquícios de porra e lubrificante. Peitos marcados por apertões brutais, mamilos roxos e sensíveis; bundas cobertas de marcas roxas e vermelhas de cintadas; corpos tremendo em espasmos finais, lágrimas secas nas faces, sorrisos submissos e quebrados nos lábios inchados.
Sheila se levantou devagar, nua e brilhando de suor, o corpo marcado mas ainda dominante. Ela bateu palmas uma vez, o som seco cortando o silêncio pesado como um chicote final.
“Chega por hoje, putas. A noite acabou. Agora peguem o caminho de volta pras suas casas e pra igreja. Levem tudo isso com vocês: os cus latejando, as bucetas inchadas, os peitos ardendo, a porra seca na pele. Sintam cada passo, cada sentada no banco do carro, cada respiração profunda. O plug que eu enfiei em cada uma fica aí até eu mandar tirar. Sentem na igreja domingo que vem com ele dentro, pregando pureza enquanto gozam em silêncio no púlpito. Escolham a próxima ovelha — uma coroa madura, acima dos 50, corpo ainda desejável, alma ainda pura. Tragam ela pro próximo culto. Em dois meses eu ligo. Se não trouxerem… vocês voltam aqui e levam o dobro: quádrupla no cu, fisting até o cotovelo, cones gigantes até rasgar de vez. Escolham bem. E lembrem: vocês não são mais as mesmas. São minhas putas crentes agora. Vão… e sofram em silêncio até eu chamar.”
Ela passou por cada uma, enfiando plugs maiores — monstros pretos com bases largas como punhos, forçando sem dó nos cus já destruídos. Cada mulher gemeu rouca ao sentir o novo plug afundar, rasgando mais as bordas sensíveis, queimando como fogo novo:
Silvia: “AHHH… tá me abrindo mais… dói… mas eu levo… pra igreja… pra pregar com isso dentro… suplico… me chama logo…”
Paula: “Mais grosso… tá queimando… mas eu aguento… vou escolher a próxima… vou trazer ela pra ser quebrada como eu…”
Sabrina: “Dói… dói tanto… mas eu quero… vou olhar pras irmãs… e escolher… por favor… liga logo…”
Helena: “Tá me rasgando de novo… queima… mas eu levo… vou sentar no banco… gozar em silêncio… escolher a nova…”
Clara: “Mais… me abre mais… eu imploro… vou pregar com isso… vou trazer outra viúva… pra gente arrombar juntas…”
Lourdes: “Tá me partindo… dói pra caralho… mas eu aguento… vou visitar as irmãs… e escolher… por favor… me chama em dois meses…”
Carmem: “Como antigamente… tá me esticando… queima… mas eu quero… vou trazer mais uma… pra gente cair juntas… suplico… liga logo…”
Sheila deu um tapa forte na bunda de cada uma, fazendo as marcas arderem mais, os plugs afundarem fundo.
“Vão. Voltem pra igreja. Sentem nos bancos com isso dentro. Preguem pureza enquanto gozam. Escolham a próxima coroa. E esperem minha ligação. Se falharem… voltam aqui e viram as estrelas principais de novo. Arrombadas na frente de todas. Sem misericórdia.”
As sete mulheres se levantaram cambaleando, vestindo roupas rasgadas às pressas, plugs latejando dolorosamente a cada passo, cus queimando, bucetas pingando. Elas saíram em silêncio, pernas trêmulas, corpos destruídos mas viciados. No elevador, gemiam baixinho a cada balanço, orgasmos constantes subindo pelas coxas, esguichos molhando o chão.
Silvia sussurrou para as outras:
“Dois meses… pra escolher a próxima. E quando ela cair… vamos arrombá-la juntas. Como fomos arrombadas.”
Paula assentiu, voz rouca:
“E vamos gozar só de lembrar… até ela ligar.”
Sabrina, lágrimas nos olhos, sorriu:
“Amém… pra mais dor… pra mais prazer…”
Elas entraram nos carros, sentaram devagar — gemendo alto quando os plugs afundaram mais fundo —, e dirigiram para casa. Na igreja, no domingo seguinte, sentariam nos bancos com plugs latejando, pregando pureza enquanto gozavam em silêncio, olhos procurando a próxima vítima.
Em dois meses, Sheila ligaria.
E a nova ovelha seria trazida.
Ou elas pagariam o preço — arrombadas na frente de todos, plugs maiores, dor eterna.
A teia se fechava.
A igreja esperava.
E as putas crentes já contavam os dias.


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Ficha do conto

Foto Perfil loiraewill
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Nome do conto:
O Final da Orgia

Codigo do conto:
255612

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
26/02/2026

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