Dias depois, o apartamento de Sheila e Fábio estava iluminado por uma luz suave, música baixa ao fundo, taças de vinho tinto circulando entre os casais. Lucas e Bianca chegaram primeiro, abraços calorosos, cumprimentos animados. Quando Mário e Maria Eduarda entraram, o clima era de velha amizade, mesmo que, para Mário, fosse a primeira vez conhecendo Lucas e Bianca de verdade.
O combinado entre os anfitriões foi cumprido à risca no início: nada de assuntos explícitos. Conversa sobre trabalho, sobre a igreja, sobre a viagem que todos queriam marcar para o interior. Risadas leves, petiscos, vinho fluindo.
Como planejado, Fábio e Lucas levaram Mário para a sala de sinuca no quarto ao lado. “Vamos deixar as mulheres fofocando, homem. Aqui é território nosso”, disse Lucas, piscando. Começaram com tacadas casuais, comentários sobre o tempo, até que Fábio puxou o assunto com cuidado:
“Sabe, Mário, as mulheres da nossa igreja são bonitas pra caramba, né? Eu e Sheila até temos um fetiche bobo nisso… a gente comenta, ri, mas é só entre a gente.”
Mário deu uma risada tímida, corou um pouco, mas entrou no papo. “É… tem umas que chamam atenção mesmo.” Falou pouco, mas falou.
Foi aí que Bianca apareceu na porta da sala de sinuca.
O shorts jeans era minúsculo, mal cobrindo a polpa daquela bunda enorme e firme que balançava a cada passo. O top preto colado cobria apenas os seios fartos, deixando a barriga lisinha e bronzeada totalmente à mostra. Os bicos já marcavam o tecido fino. Ela trouxe duas taças de vinho e um copo de whisky para Fábio.
Mário congelou. Olhou para o chão, para a mesa, para qualquer lugar que não fosse ela.
Lucas riu baixo. “Mário, relaxa, cara. Pode olhar. Minha esposa se veste assim em casa, em encontros com a gente. Aqui é lugar de amigo.”
“Gostou da minha esposa, Mário?”, perguntou Lucas, direto, mas com tom leve.
Mário gaguejou, voz quase sumindo: “Sim… ela é muito bonita, Lucas.”
Fábio completou: “Bianca, hoje você tá sensacional. Parabéns, Lucas, pela esposa que tem.”
Bianca sorriu maliciosa, caminhou até Mário, pegou a mão dele e deu uma volta lenta, exibindo o corpo como se estivesse em um palco particular.
“Que tal, Mário? Gostou do meu corpo? Fica tranquilo… somos amigos.”
Antes que ele pudesse responder, Fábio se aproximou: “Lucas, posso passar a mão na sua esposa?”
Mário ficou paralisado. Risadas ecoaram. Sem esperar resposta formal, Fábio deslizou a mão grande pela curva da bunda de Bianca, apertou com vontade, depois baixou um lado do top e chupou o bico já duro do peito dela, que gemeu baixinho de propósito.
“Que tal, Mário?”, perguntou Bianca, voz rouca.
Mário tremia. “Pessoal… o que tá acontecendo aqui? Eu sou da igreja, tenho regras… a Maria Eduarda sabe disso…”
Fábio respondeu calmo: “Sua esposa tá lá na sala com Sheila, tomando vinho, comendo petisco, conversando sobre receita de bolo. Ela não sabe de nada. A gente só queria te conhecer melhor, Mário. Essas brincadeiras ficam aqui, entre nós. Local fechado, amigos de confiança.”
Mário respirou fundo, pediu mais vinho. Bianca, sem perder o ritmo, sugeriu: “Que tal uma partida só nós dois? Fábio e Lucas vão voltar pra sala.”
Os dois saíram, deixando-os a sós.
“Vamos apostar, Mário? O que você quer se ganhar?”, perguntou ela, já se inclinando sobre a mesa, a bunda empinada, os bicos roçando o pano verde.
“Não sei… vamos só jogar”, ele respondeu, voz fraca.
O jogo começou. A cada tacada dela, uma provocação: se inclinava mais que o necessário, balançava o quadril, deixava o shorts subir ainda mais. Os olhos de Mário não conseguiam evitar. Em poucos minutos, o volume na calça de sarja dele era evidente.
Bianca sorriu, se aproximou. “Mário… é o que eu tô pensando? Você tá de pau duro me olhando?”
Ele tentou negar, pediu desculpas, quase implorou que não contasse para Maria Eduarda.
“Eu não conto nada… só se você me deixar ver. Deixar pegar um pouco.”
Ele gaguejou, suava frio, mas não conseguiu dizer não.
Bianca ajoelhou-se devagar, colocou uma almofada no chão, abriu o cinto dele com calma. Baixou a calça, depois a cueca. O pau dele saltou, grosso, latejando, maior do que ela esperava.
“Uau… que pau lindo, Mário. Enorme. Vou te aliviar, tá? Segredo nosso.”
Ela chupou com vontade, devagar no início, depois mais fundo. Lambia as bolas, fazia carinho na cabeça sensível. Mário segurava a borda da mesa, olhos fechados, gemendo baixo.
Quando ele avisou que ia gozar, ela olhou pra cima e sussurrou: “Goza na minha boca. Depois eu vou lá beijar meu marido… e você vai ver.”
Foi o gatilho. Mário gozou forte, jatos quentes que ela engoliu sem perder uma gota, lambendo os lábios depois, limpando a cabeça do pau dele com a língua.
“Delícia… Agora enfia a mão no meu shorts, vê como eu tô molhada. Hoje vou meter com Fábio e Lucas juntos… vão me arregaçar. Na próxima, quero esse pau no meu cu, Mário. De uma vez, sem dó. Você vai ser meu… e em breve da Sheila também.”
Mário, atordoado, subiu a calça, limpou o suor do rosto e saiu da sala quase correndo. Na sala principal, todos riam de uma piada de Lucas. Maria Eduarda olhou pra ele: “Amor, tá tudo bem? Tá com cara de quem viu fantasma.”
“Subiu o vinho… preciso de água. Acho melhor a gente ir embora.”
Ela concordou sem questionar. Quando Bianca voltou, foi direto dar um beijo de língua em Lucas, bem na frente de todos.
“Que gosto bom, amor”, disse Lucas, com ironia que só os outros entendiam.
Mário gelou, pediu pra ir embora de novo. Sheila interveio: “Deita um pouco no sofá, amigo. Relaxa.”
Enquanto Mário se recuperava, Bianca puxou Sheila e Maria Eduarda para a varanda.
“Meninas… tá pronta pra saber o que rolou na sinuca?”, perguntou Bianca.
Maria Eduarda, coração acelerado: “Fala logo.”
“Eu chupei o pau do seu marido. Ele gozou tudo na minha boca. E selamos um segredo… por enquanto você não vai saber de nada.”
Maria Eduarda desabou sentada, olhos arregalados. “Você… o quê?”
Sheila perguntou baixo: “Ciúmes? A gente pode contar tudo pra ele agora… o que a gente já fez juntas. Quer?”
“Não… ainda não. Vamos amadurecer isso”, respondeu Maria Eduarda, voz tremendo, mas com um brilho estranho nos olhos.
Voltaram para a sala. Comeram petiscos, conversaram mais um pouco. Mário, já mais composto, disse: “Da próxima eu bebo menos. Desculpa a gente ir embora assim.”
Fábio sorriu: “Sem problema, novo amigo. Sexta que vem tem pizza aqui. E não aceitamos não.”
Bianca completou, olhando direto nos olhos de Mário: “Escutou bem, né, Mário? Não queremos um não como resposta.”
Ele engoliu em seco, olhou para Maria Eduarda, que sorriu docemente.
“Claro… a gente vem sim.”
E assim, sem que Mário soubesse, a teia já envolvia os dois.
O próximo encontro estava marcado.
E ninguém ali pretendia voltar atrás.
E naquela noite os quatros, Sheila, Bianca, Fábio e Lucas passaram a noite juntos. Fábio e Lucas abusaram de Bianca de todas as formas, Sheila fez fisting duplo nela depois que os maridos gozaram intensamente. Sheila não ficou atrás, os meninos arregaçaram ela também e com ajuda dos vibradores enormes que Sheila tem guardado para sua aventura com Leila, que logo logo vai conhecer o Casal de Evangélicos.
A noite foi longa, muito longa. Bianca comenta com Sheila, quero que você ajude Mário a enfiar aquele pau grosso e grande de uma só vez no meu cú, eu gosto, adoro, quero sentir essa dor maravilhosa de ser arrombada… Quero com força, você me entenderam?
Seu Marido Lucas, sem delongas… Você vai ter isso Esposa puta.
Adoro ver você arregaçada, isso me excita d+++ Fábio concorda, só de pensar em você sendo arregaçada pelo crentinho, olha como está meu pau… Latejando!
Vem aqui, vou te fuder novamente, abre a bunda com as duas mãos que vou socar no seu cú agora, Lucas sorri e comenta, abre logo Bianca, vamos meter os dois paus no seu cú sua puta, ou melhor nossa puta…
Bianca fala, Lucas, meu corno, você quer? Que pergunta Esposa vadia, vamos lá, sou seu corno com todo prazer do mundo…
A brincadeira entre eles acabou ao amanhecer do dia…
Continua…