A putinha do papai - Parte 6

Surpreendentemente, nos próximos meia hora ela realmente me mostrou a rua principalzinha da vila, me apresentou pra umas duas dúzias de gente e me levou pro melhor lugar pra ver o pôr do sol. Mesmo com o sol já tendo se posto há tempos, ela me trouxe pra um cantinho bem isolado, escondido entre umas palmeiras.

Ela sorriu, pegando minhas mãos:
“Você tem exatamente os mesmos olhos do seu pai.”

Corei, sabendo que era elogio - os olhos do pai tinham aquele jeito sincero e doce que puxava a gente pra dentro dele.
“Obrigada,” respondi, tremendo um pouco com a brisa que bateu.

“Tá com frio, minha querida,” ela disse, chegando mais perto. “Tem um jeito de te esquentar.”

Aí os lábios dela tavam nos meus, os peitos dela esmagados contra os meus, as mãos me envolvendo. Eu derreti nela enquanto a língua dela entrava na minha boca e a gente começou a se explorar devagar, sem pressa nenhuma. O beijo durou um tempão, nenhuma das duas querendo acelerar. Depois de uns minutos de quase sexo bruto e rápido com o pai, essa intimidade suave foi uma mudança surpreendentemente gostosa. Por mais que eu curtisse levar rola forte, ser xingada e dominada, eu tava completamente rendida a essa sedução macia e gentil.

Quando ela parou o beijo, olhou nos meus olhos:
“Você é uma menina perdida, né, minha querida?”

“Como assim?” perguntei, surpresa com as palavras.

“Você passa tanto tempo tentando ser a melhor na escola que nem sabe quem você é de verdade,” ela sorriu tão suave. “Por dentro… a real.”

‘A real?’ pensei. Claro que ela tava certa, e era exatamente por isso que eu tinha pulado de macho em macho nos últimos meses, tentando me encontrar e fugir da saudade óbvia que eu sentia do meu pai que tinha ido embora.

As lágrimas começaram a vir enquanto eu falava:
“Eu sinto muita falta do meu pai.”

“E deve sentir mesmo, ele é um homem incrível,” ela disse, apertando minhas mãos com carinho.

Por mais que o momento fosse doce e terno, foi a rola do meu pai que surgiu na minha cabeça.
“Ele sempre foi meu porto seguro,” respondi, o duplo sentido da rola dura que eu tinha chupado era sutil demais pra ela pegar, mas falar aquilo me deu um tesão louco.

“Ele ainda pode ser,” ela disse, beijando minha bochecha.

“Ah, tomara,” falei, agora só pensando na rola dele, desejando que estivesse ali na hora.

“Diz pra ele exatamente o que você quer, minha querida,” ela falou, beijando a outra bochecha.

“É um conselho que pretendo levar a sério,” concordei, a gente tendo duas conversas completamente diferentes.

“Quero te provar,” ela sussurrou, a boca indo pro meu ouvido.

“Quero que você me prove,” gemi de volta, o ouvido sendo um dos meus pontos fracos.

“Deita minha querida,” ela pediu com jeitinho.

“Tá bom,” assenti, a mente nublada e a buceta molhada só com o sopro quente dela e a intenção clara.

Deitei na areia e vi ela se abaixar e se juntar a mim.
“Não trago muita gente aqui em cima,” ela disse, beijando meu pescoço.

“Por que eu?” perguntei, sem entender por que ela tinha vindo tão rápido pra cima de mim.

“Eu simplesmente senti que você precisava de um carinho de mãe,” respondeu, enquanto levantava minha camiseta pela cabeça.

Quando ela beijou entre meus peitos, eu tremi toda, perguntando brincalhona:
“É assim que você dá atenção pra sua filha?”

“Claro, minha querida. As primeiras gozadas da minha princesa vieram desses dedos,” ela disse, traçando a borda do sutiã, “e desses lábios,” completou, se inclinando e me beijando de novo na boca.

“Ah, meu Deus,” arfei, o toque dela mandando ondas de prazer pelo corpo inteiro.

“Você não quer foder seu pai?” perguntou, o joelho agora pressionando minha buceta.

“Quêêê?” perguntei chocada.

“É bem óbvio, minha querida,” ela ronronou.

“C-c-como assim?” gaguejei, enquanto ela cobria meu pescoço de beijos e mexia o joelho em círculos devagar.

“O ciúme que você sentiu da novinha do bar, o jeito que seus olhos brilhavam,” sussurrou, antes de completar: “e ver você chupando a rola dele confirmou minha suspeita.”

“Quê?” meus olhos se arregalaram.

“Até seu pai não sabe que tem uma câmera naquela salinha. Coloquei há uns meses por precaução,” explicou, antes de adicionar: “Foi um investimento que valeu cada centavo.”

Ela me beijou de novo suavemente enquanto minha cabeça girava com a notícia de que ela sabia da nossa putaria incestuosa. Tentando proteger ele, implorei:
“Por favor não demite ele, a culpa foi toda minha.”

“Não foi isso que o vídeo mostrou,” ela sorriu, desabotoando meu sutiã de algum jeito mágico, antes de continuar: “além do mais, acabei de te contar que transo com minha filha. Não vou demitir ele, é meu melhor barman e o movimento subiu quase cinquenta por cento desde que ele chegou.”

Suspirei aliviada, mesmo ainda morrendo de vergonha por ela saber que eu tinha chupado a rola do pai - mas intrigada com o fato de ela transar com a filha.
“Quantos anos tem sua filha?” perguntei.

“19,” respondeu. “Vocês duas vão se dar superbem quando ela voltar daqui uns dias.”

Não deu pra saber se era como amigas ou como parceiras de sexo, mas quando ela pegou meu peito na boca eu parei de ligar pra isso.

Depois de um minuto fazendo amor com meu peito esquerdo com lábios e língua, ela foi pro direito que tava se sentindo esquecido e disse:
“No começo eu só queria provocar seu pai flertando com você, mas você é tão fofinha e adorável que eu precisei te ter.”

“Sou toda sua,” gemi quando ela mordeu de leve meu bico.

“Eu sei que é, minha querida,” ela disse, puxando o mamilo com firmeza.

Fechei os olhos e deixei ela fazer amor com meu corpo. Cada toque alimentava o fogo que já tava queimando dentro de mim e me fazia cair mais fundo no feitiço dela.

Finalmente, ela perguntou:
“Já ficou com mulher antes?”

Admiti minha única vez bem submissa:
“Só uma vez, quando um casal me pegou e eu satisfiz os dois.”

“Você é submissa, né?” sorriu.

“Não sei explicar, mas dar prazer pros outros sexualmente me deixa louca de tesão,” confessei.

“Eu entendo, é seu corpo e sua mente compensando a vida estressante que você leva,” ela disse, tirando minha saia. “Você é linda mesmo.”

Homem já tinha falado isso, mas sempre querendo me comer. Ouvindo dela, eu acreditei de verdade e senti meu valor sexual subir.
“Obrigada,” sussurrei.

“Você chupou a buceta dela?” perguntou, descendo minha calcinha devagar pelas pernas.

“Sim, e ela me fodeu com strap-on enquanto o marido metia no meu cu,” admiti, querendo impressionar ela de algum jeito.

“E ela te chupou de volta?” perguntou, o corpo já entre minhas pernas.

“Não,” confessei. Aquela noite tinha sido pro prazer do casal, não meu. “Na real, eu nem gozei aquela noite.”

“Pois eu não vou deixar isso acontecer de novo,” ela disse, se posicionando entre minhas coxas.

Meu corpo tremia de expectativa.

Ela me olhou de lá de baixo, entre minhas pernas:
“Tô prestes a explodir sua cabeça, minha querida. Não tem orgasmo melhor no universo do que o que vem de outra mulher.”

“hum,” respondi fraco, o sopro quente dela tão perto da buceta me deixando desesperada por mais.

“O que você quer que eu faça?” perguntou.

Não hesitei e implorei:
“Por favor chupa minha buceta, tô precisando tanto.”

“Foi seu pai que te deixou assim?” perguntou, a língua roçando de leve meus lábios.

“Vocês dois, caralho,” respondi, a frustração do tease me deixando louca.

“Quer foder seu pai?” perguntou, a língua traçando minha buceta molhada.

“Sim, quero ser a vadia do meu pai,” admiti, desejando que ele estivesse ali pra ouvir.

“E minha vadia também?” perguntou, chupando meu clitóris de repente entre os lábios.

“Meu Deus, siiiiiim,” gritei, agradecendo que a gente tava num lugar bem isolado, a pressão repentina no clitóris fazendo minhas pernas tremerem.

Tão rápido quanto pegou, ela soltou e disse:
“Só deita e curte, minha querida. Tô prestes a te levar pra lugares que você nem imagina.”

“aaah,” gemi, me entregando completamente ao toque dela.

Não sei quanto tempo ela ficou entre minhas pernas - pareceu uma eternidade. Ela levava meu gozo até quase explodir como vulcão e parava, deixando baixar de novo. Eu era um ioiô sexual, indo e voltando tão perto do êxtase que dava pra sentir o gosto, mas sem conseguir engolir.

Meu corpo morrendo por explodir, implorei:
“Por favor, preciso tanto gozar , caralho.”

“Me diz o que você quer que seu pai faça com você,” ela instruiu, dois dedos abrindo minha umidade e escorregando fácil pra dentro.

“Aaaaah, quero chupar a rola dele,” comecei, enquanto ela explorava dentro da minha buceta. “Quero ser fodida forte e virar o brinquedinho sexual dele,” continuei, o gozo borbulhando de novo quase explodindo. “Quero provar a porra dele, sentir ele gozando dentro da minha buceta e ser usada como o deposito de porra particular dele,” gritei quando ela achou meu ponto G, e gozei na hora, a lava quente jorrando de mim como vulcão adormecido.

Foi de longe o orgasmo mais intenso da minha vida, o prazer correndo por mim em ondas sem parar. Ninguém nunca tinha achado meu ponto G, ninguém nem tinha procurado, e eu tinha que concordar com a la: só mulher sabe exatamente como tocar outra mulher.

Tudo que é bom acaba, literal e figurativamente, e isso também acabou quando ela tirou os dedos de mim.
“Você tem um gosto tão bom quanto a aparência, minha querida.”

“Vou aceitar como elogio,” sorri.

“Ah, foi mesmo,” ela sorriu de volta, se levantando, abrindo as pernas por cima da minha cabeça e se abaixando no meu rosto. A saia dela abriu fácil e logo eu tava encarando a buceta dela sem calcinha.

Não precisei de incentivo: levantei um pouco a cabeça, estendi a língua e comecei a lamber.

“Boa menina,” Ela gemeu, depois de uns minutos de exploração faminta. “Você aprende rápido pra caralho.”

O elogio me deixou louca de tesão - saber que tava dando prazer pra ela era o ápice. Abri os lábios molhados dela com a língua, tentando fazer ela virar um pauzinho pra entrar mais fundo.

“Aaah, sua safadinha,” ela gemeu, me deixando ainda mais ansiosa pra agradar.

Uns minutos depois levantei mais a cabeça e chupei o clitóris dela entre os lábios. Queria dedar ela, achar o ponto G como ela tinha achado o meu, mas tava presa na posição.

“Isso, minha querida,” ela gemeu. “Faz a mamãe gozar.”

A referência ao incesto deixou tudo mais quente, pensando que logo eu ia foder meu pai. Surpreendi ela me movendo rápido, botando ela de costas na areia.

Ela riu:
“Olha só que agressivinha.”

Enterrei o rosto entre as pernas dela e enfiei dois dedos fácil na umidade.

“Ah sim, me deda, sua putinha,” ela gemeu, a respiração acelerando.

Meti os dedos na buceta dela enquanto chupava o clitóris, deixando ela cada vez mais louca.

“Ah sim, não paraaaa,” gemeu, o gozo na beira.

Mas eu queria achar o ponto G dela, então mesmo chupando e mordiscando o clitóris inchado, procurei o tal lugar.

Percebendo minha intenção, ela pediu:
“Pra esquerda, minha querida, pra esqquerdaaaa.”

Achei, bati de leve, e o gozo dela jorrou na minha boca. Fiquei viciada na doçura celestial dela na hora, lambendo tudo.

Como o meu, o orgasmo dela pareceu durar uma eternidade, os gemidos indo diminuindo devagar.

Finalmente, ela sentou e disse:
“Nossa, isso foi incrível.”

“Você que foi,” sorri.

“Você fica uma graça toda lambuzada do meu melzinho,” ela sorriu de volta.

“Realça meus olhos?” brinquei.

“Com certeza,” ela riu, me puxando pra perto e me beijando de novo.

Quando parou o beijo, falou:
“Caralho, eu tenho um gosto bom mesmo.”

“Sem discussão,” sorri.

Ela me puxou pros braços dela e eu fiquei ali deitada olhando as estrelas, deixando cérebro e corpo simplesmente existirem.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario santoskta

santoskta Comentou em 19/02/2026

Nossa que delicia rsrsrs, parabéns.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


255056 - A putinha do papai - Parte 7 - Categoria: Incesto - Votos: 0
254981 - A putinha do papai - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 4
254953 - A putinha do papai - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 4
254863 - A putinha do papai - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 4
254858 - A putinha do papai - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254856 - A putinha do papai Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254844 - Uma mãe viciada em porra - Parte 11 - Categoria: Incesto - Votos: 6
254836 - Uma mãe viciada em porra - Parte 10 - Categoria: Incesto - Votos: 7
254798 - Uma mãe viciada em porra - Parte 9 - Categoria: Incesto - Votos: 8
254771 - Uma mãe viciada em porra - Parte 8 - Categoria: Incesto - Votos: 4
254703 - Uma mãe viciada em porra - Parte 7 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254637 - Uma mãe viciada em porra - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254630 - Uma mãe viciada em porra - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 10
254575 - Uma mãe viciada em porra - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 12
254444 - Uma mãe viciada em porra - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 13
254432 - Uma mãe viciada em porra - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 9
254292 - Uma mãe viciada em porra - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 13
254289 - Carnaval em Família Dia 1 - Categoria: Incesto - Votos: 1
243545 - A mãe da minha amiga - Episódio 2: Tensão no ar - Categoria: Lésbicas - Votos: 4
243427 - A mãe da minha amiga - Episódio 1: O Primeiro Olhar - Categoria: Lésbicas - Votos: 5
240207 - Desejo Bandido pela Mãe do Meu Amigo - Categoria: Confissão - Votos: 11
240102 - Um Jogo Proibido Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
239656 - A Família Mendes 10: A Armadilha - Categoria: Incesto - Votos: 3
239577 - Um Jogo Proibido Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
239453 - Um Jogo Proibido Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
239359 - A Família Mendes 9: Reviravolta - Categoria: Incesto - Votos: 1
239051 - Uma mãe solitária - Categoria: Masturbação - Votos: 5
238987 - O Diário Pervertido de Liza: Encontro com Gustavo - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
238682 - Uma história de adultério Parte 1 - Categoria: Confissão - Votos: 9
238546 - O dia que virei corna - Categoria: Confissão - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
A putinha do papai - Parte 6

Codigo do conto:
255052

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0