A putinha do papai - Parte 7

Uns vinte minutos depois , o tempo tava meio irrelevante naquele momento , , a gente já tava voltando caminhando pro bar.
Conversamos sobre meu futuro como se nada de sexual tivesse rolado. Ela era tão carinhosa e acolhedora que parecia que eu conhecia ela há anos.

Chegando no bar, lembrei na hora da ordem do pai e inventei que tava morta de cansaço. Me despedi, combinando de conhecer a filha dela daqui uns dias, e fui direto pra casa.

Assim que entrei, uma ansiedade do caralho me pegou de surpresa. Sem o tesão mandando mais, depois de ter gozado tão gostoso com a língua da Ela , caiu a ficha do que eu tinha feito, da caixa de pandora que eu tinha aberto. Não conseguia acreditar que tinha sido tão agressiva sexualmente com meu próprio pai. Eu tinha dado em cima dele; chupei a rola dele; me curvei e deixei ele me dar tapa na bunda. Puta merda!!! Mas, enquanto as imagens da noite passada passavam na minha cabeça, minha buceta começou a formigar de novo.

O relógio parecia parado. Nas próximas duas horas minha mente virou um caos. Será que meu pai ia mesmo chegar em casa e me foder?

Finalmente ouvi a porta da frente abrindo… respirei fundo e esperei.

“Filha,” ele chamou, “você ainda tá acordada?”

“Sim, papai,” respondi, saindo do quarto pra encontrar ele.

“Então, a gente precisa conversar,” ele começou assim que entramos na sala.

“Tá bom, papai,” concordei, mantendo o tom submisso e obediente.

“O que rolou mais cedo foi um erro,” ele disse.

“O quê?” perguntei, fingindo inocência.

“Você sabe o quê,” respondeu, claramente sem graça de falar nisso.

Percebendo que ia precisar apertar mais pra conseguir o que queria, soltei:
“Você sabia que a sua chefe transa com a filha dela?”

“Quê?” ele perguntou chocado.

“A Ela me contou tudo no rolê noturno dela, depois de falar também da câmera que ela colocou naquela salinha dos fundos,” revelei.

“Meu Deus do céu,” ele murmurou, visivelmente estressado com a novidade.

“Ela me fez falar essas mesmas palavras hoje à noite,” sorri com malícia.

“Filha,” ele disse, enquanto eu continuava jogando informação demais.

“Pai,” falei, pegando nas mãos dele. “Desde que você foi embora, eu tentei desesperadamente preencher esse buraco no peito que ficou quando você saiu. Fiz um monte de escolhas ruins tentando te substituir, papai. Mas quando te vi com aquela menina ontem, e quando te vi entrando naquela salinha com ela, senti um ciúme do caralho… até perceber que você também tá perdido.”

“Ah, minha querida,” ele disse, os olhos marejando.

“Eu sei, papai, que incesto é considerado errado, Imoral e tem provavelmente mais um milhão de motivos pra isso ser uma péssima ideia. Mas nenhum desses motivos ganha do que eu tô sentindo agora. Eu te amo, papai.”

“Eu também te amo, meu anjo,” ele respondeu, os dois deixando as lágrimas rolarem livremente.

“E pra mim tá óbvio que o que eu tava procurando era você. E acho que esse cara festeiro e pegador que você virou é você basicamente procurando por mim,” falei, me inclinando e beijando ele.

Tive medo que ele não retribuísse, mas retribuiu. No começo o beijo foi tenso, meio estranho, tentando separar o pai da filha dos possíveis amantes. Mas conforme o beijo continuou, virou exploração de língua, mãos apalpando, respiração acelerada. De novo, como na salinha, o rótulo de pai e filha sumiu e virou só homem e mulher loucos de tesão.

Logo as mãos dele tavam firmes na minha bunda e minha mão direita se enfiou entre nós, agarrando forte a rola dele já duríssima.

“Filha,” ele gemeu na minha boca.

“Sim, papai?” perguntei com voz safadinha.

“Você quer mesmo isso?” perguntou sério, se afastando um pouco e olhando fundo nos meus olhos.

“Mais do que tudo,” sorri, os dedos traçando a rola pulsando.

“Tira a rola do papai, menininha, tá toda torta dentro da calça,” ele ordenou, firme mas com um sorriso no rosto.

“Não sou mais menininha faz tempo,” rebati, caindo de joelhos e pegando a rola dele ansiosa pra fora do short.

Assim que a cobra saiu da jaula, ele perguntou, enquanto eu acariciava devagar entre as mãos:
“O que minha menininha não tão menininha quer fazer com a rola do papai?”

Olhei pra cima, a buceta já molhando de novo:
“Quero sentir ela na minha boca, quero sentir a porra jorrando na minha garganta, quero sentir meu rosto coberto pela porra doce que me fez, quero sentir essa rola grossa na minha buceta e no meu cu, quero ser seu brinquedinho particular morando aqui.”

“Caralho,” ele grunhiu, chocado com a resposta detalhada e com o fato de eu já ter enfiado a rola na boca.

Eu sabia o poder de ser uma boa chupadora. Não importava que eu fosse submissa; quando a rola tava na minha boca, eu controlava a parada, o prazer, e quase sempre decidia quando o cara ia gozar, exceto nas vezes que levava face fuck e só pensava em não engasgar. Comecei devagar, usando meu estilo favorito que eu chamava de “Redemoinho do Desejo”: criava baba extra na boca pra fazer aquele efeito de vórtice enquanto girava a língua na rola. A baba extra aumentava a sensação pra ele e quase nunca duravam muito.

“Ah, meu Deus, Filha, isso tá incrível,” ele disse, a respiração já acelerando.

Gemi com a rola na boca em resposta, sabendo que isso dava umas pulsações extras na rola.

Nos próximos um ou dois minutos, continuei chupando, aumentando o ritmo devagar até engolir tudo. Finalmente ele grunhiu:
“Porra, minha vadiazinha, onde você quer a gozada do papai?”

Queria provar e sentir na cara. Confessei:
“Quero tudo, papai. Quero provar você e sentir meu rosto coberto pela sua porra.”

“Caralho,” ele grunhiu, enfiando a rola na minha boca e começando a foder. “A primeira gozada vai pro seu bucho, vadia.”

Gemi animada de novo, as bolas batendo no meu queixo a cada estocada.

“Tá vindo,” ele grunhiu, antes de eu sentir o jorro doce da porra batendo no fundo da garganta. Engoli ansiosa, a gozada parecendo não acabar nunca.

“Isso, Filha, engole tudo a porra do papai,” ele ordenou, as mãos no meu cabelo me mantendo com a boca grudada na rola explodindo , não que eu quisesse escapar.

“Isso, Filha, engole tudo a porra do papai,” repetiu, mãos no cabelo.

Obedeci, sugando cada gota que restava.

Finalmente ele tirou, me levantou sem esforço e me carregou pra cozinha. Me botou em cima da bancada e perguntou:
“Minha menininha tá com tesão?”

“Sim, papai,” respondi, a voz voltando pro jeitinho de quando eu tinha cinco anos.

“Minha menininha quer que o papai chupe essa bucetinha molhada?” perguntou, abrindo minhas pernas e encarando minha umidade.

“Ah por favor, papai, chupa minha buceta, vai,” implorei, usando voz de criança.

“Porra, isso é tão errado,” ele disse, se inclinando e começando a lamber minha buceta.

“Mas parece tão certo,” retruquei, o tesão do incesto deixando tudo mil vezes mais quente.

O pai não foi tão delicado quanto a Ela mais cedo, mas era igualmente foda porque era ele, meu pai, lambendo minha buceta.

Não demorou pra ele chupar meu clitóris enquanto meEla dois dedos com força pra dentro e pra fora. Não procurou meu ponto G, mas tava focado no meu prazer.

Minha respiração acelerou enquanto o gozo borbulhava logo ali.
“Sim, papaaaaai,” gemi, “tô quase.”

De repente gritei quando ele enfiou um dedo no meu cu, me fazendo gozar como a vadia que eu era.
“Caralhuuuu, papaaaaai!!!”

Ele continuou lambendo e dedando os dois buracos enquanto o orgasmo me atravessava. Minhas pernas tremiam, a cabeça ficava leve, o corpo todo convulsionando.

Quando tirou os dedos, um jorro de gozo escorreu de mim. Ele me puxou da bancada e me botou de novo de joelhos.

“Prepara a rola do papai pra essa bucetinha molhada, Filha,” ordenou, a rola meio mole bem na minha cara.

Não hesitei: abri a boca determinada a deixar ele duro como pedra pra logo meter na minha buceta.
“Boa, vadia,” ele elogiou enquanto eu chupava a rola que endurecia rápido.


“Sempre pra você, papai,” respondi entre uma chupada e outra.

Assim que a rola dele ficou dura de pedra, ele mandou:
“Levanta e se debruça.”

Obedeci na hora, louca de tesão pra ele terminar o que tinha começado a provocar mais cedo. Brinquei:
“Você não vai me deixar toda molhada e excitada de novo, né?”

Ele riu, mas com aquela confiança de macho que já sabe o que vai fazer:
“Confia em mim, quando eu terminar com você, você vai ficar bem satisfeita.”

Continuei na zoação:
“Espero que você não seja só papo furado.”

“Ah, eu faço acontecer mesmo,” ele rebateu com aquele sorrisinho convencido, enquanto a cabeça da rola roçava meus lábios da buceta.

“Aaaaah,” gemi alto quando ele enfiou de uma vez


“Eu amooo isso,” choraminguei, o calor da rola dentro de mim aquecendo o corpo inteiro. Eu adorava chupar rola, tinha curtido pra caralho o lance com a chefe dele, mas nada batia o movimento de pistão de uma rola entrando e saindo.

“Você virou uma vadiazinha suja mesmo desde que eu saí de casa,” ele disse, dando um tapa na minha bunda.

“Tudo pra me preparar pra ser sua vadia, papaaaaai,” respondi gemendo, o tapa ardendo mais do que eu esperava.

“Isso aqui é só o começo do seu treinamento, filhinha,” ele avisou.

“Sou toda sua pra treinar,” ofereci na hora, disposta a deixar meu pai fazer o que quisesse comigo. Eu amava ele incondicionalmente como filha, então passar a confiar nele incondicionalmente como amante foi fácil demais.

Nos minutos seguintes ficamos em silêncio, só meus gemidos e a respiração dele acelerando devagar. Até que ele falou:
“Três vezes em poucas horas é muito pro seu papai velho. Acho que tá na hora de você começar a pagar o aluguel.”

Ele saiu de dentro de mim e sentou numa cadeira da cozinha.

Não precisei de instrução: montei no colo dele e desci devagar na rola. Quando ela escorregou fácil pra dentro, uma onda de prazer me atravessou enquanto eu começava a cavalgar.

“Isso, vadia, cavalga a rola do papai,” ele grunhiu enquanto eu engolia tudo.

Depois de uns minutos quicando pra cima e pra baixo, mudei de posição: pés nas coxas dele, costas encostadas no peito.

“Flexível também,” ele aprovou, “você é mesmo a filha vadia perfeita.”

Daquele ângulo eu conseguia apertar a buceta em volta da rola, literalmente tentando ordenhar a porra dele pra dentro de mim.

Enquanto continuava quicando, o truque do aperto tava funcionando: ele grunhiu:
“Caralho, Filha, vou gozar dentro de você daqui a pouco.”

“Sim, papai, por favor enche sua filha de porraaa,” gemi, a ideia dele jorrando dentro de mim sendo o maior tesão da vida.

Ele aguentou mais umas estocadas e grunhiu, e eu senti a porra explodindo quente dentro da buceta. Meu gozo tava ali embaixo, controlado, mas quando ele começou a jorrar, perdi o controle e gozei segundos depois.

“Caralhuuuu, papaaaaai, eu te amo tanto,” gritei, outro orgasmo foda me acertando enquanto caía pra trás em cima dele, a rola infelizmente escapando.

Me surpreendendo, ele me virou de quatro no chão e, sem aviso, enterrou a rola no meu cu mesmo com meu gozo ainda rolando.

“Fode papai, isso, fode o cu da sua filha,” consegui falar com dificuldade, a respiração toda bagunçada.

“Vadias boas têm três buracos pra oferecer,” ele disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

“E eu sempre vou ser sua boaaa vadia,” respondi enquanto ele socava forte no meu cu.

“Eu sei que vai,” ele falou baixinho, a mão esfregando minhas costas enquanto continuava metendo.

Mais uns minutos depois, meu gozo finalmente acabando, ele tirou e disse:
“Da próxima vez eu pretendo dar uma surra de verdade nesse cuzinho apertado.”

“Mal posso esperar,” sorri, o corpo já passando de exausto.

“Vamos pra cama, meu anjo,” ele falou suave, me puxando pros braços musculosos e bronzeados dele.

“Eu te amo, pai,” falei enquanto a gente se fundia.

“Eu também te amo,” respondeu, beijando minha testa como fazia tantas vezes antes.

Deitada nos braços dele minutos depois, tudo parecia tão certo. Ele era meu pai, e agora era meu amante; eu não conseguia imaginar voltar atrás e não ter feito o que a gente tinha acabado de fazer.

As últimas vinte e quatro horas tinham sido as mais loucas da minha vida e agora que a gente tinha cruzado aquela linha invisível que a sociedade diz que não pode ser cruzada, o futuro era um mistério… excitante, assustador… mas totalmente desconhecido.

Fim


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Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
A putinha do papai - Parte 7

Codigo do conto:
255056

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/02/2026

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