Incrédula com o que vi!

Me chamo Beatriz, eu tinha acabado de fazer 18 anos e ainda morava com a minha mãe naquela casa grande no subúrbio. Ela era viúva há uns anos, uma mulher de 42 com corpo de puta de luxo – peitos grandes e firmes, bunda empinada, cintura fina e uma buceta que eu nunca tinha visto mas imaginava sempre molhada e gulosa. Eu chegava da faculdade mais cedo naquele dia porque a aula de biologia tinha sido cancelada. Abri a porta devagarinho, sem fazer barulho, pensando em surpreender ela com um lanche que eu trouxe. Mas o que eu vi no meio da sala de estar me parou o coração e ao mesmo tempo fez minha bucetinha latejar na hora.
Minha mãe estava de quatro no tapete, completamente pelada, gemendo como uma cadela no cio. Um cara alto, moreno, com pica grossa e veia pulando, estava enfiado até o talo na buceta dela por trás, metendo forte, fazendo aquele barulho molhado de carne batendo em carne. O pau dele saía brilhando de melado e entrava de novo, abrindo os lábios inchados da buceta da minha mãe. O outro cara, loiro, mais musculoso, estava ajoelhado na frente dela, segurando a cabeça dela com as duas mãos e enfiando a pica enorme na boca dela até o fundo da garganta. Ela babava, engasgava, mas não parava – chupava com fome, lambendo as bolas dele enquanto o outro arrombava o cu dela com os dedos ao mesmo tempo.
Eu fiquei ali, escondida atrás da porta entreaberta, sem conseguir mexer. Meu coração batia tão forte que eu achava que eles iam ouvir. Mas eles estavam tão entregues que nem notaram. Minha mãe gemia alto, com a boca cheia de pica:
– Ai caralho… me fode mais fundo, seu filho da puta… rasga essa buceta gulosa…
O cara de trás riu e deu um tapa forte na bunda dela, deixando a marca vermelha:
– Tá gostando, sua puta? Olha como sua buceta tá piscando pedindo mais… vou encher esse cu de porra também.
Ela soltou a pica da boca só pra responder, babando fios grossos de saliva:
– Sim, me arromba os dois buracos… quero as duas picas gozando dentro de mim ao mesmo tempo… sou uma vadia safada, me usa como quiser.
Eu senti minha calcinha encharcar na hora. Nunca tinha visto nada igual. Os dois caras eram bem dotados pra cacete – a pica do moreno devia ter uns 22 centímetros, grossa como meu pulso, e a do loiro era um pouco mais curta mas com cabeça inchada e roxa, perfeita pra garganta. Minha mãe chupava com vontade, enfiando até as bolas baterem no queixo dela, enquanto o outro metia sem parar, puxando o cabelo dela pra trás. Eu desci a mão devagarinho pela minha saia, levantei o tecido e enfiei dois dedos direto na minha bucetinha molhada. Meu grelinho tava duro como pedra, latejando. Comecei a esfregar devagar, acompanhando o ritmo das metidas.
Eles mudaram de posição. O loiro deitou no sofá e minha mãe subiu nele de frente, sentando devagar na pica dele. A buceta dela engoliu tudo de uma vez, escorrendo creme branco pelos lados.
– Porra, que buceta apertada e quente… cavalga gostoso, sua puta – ele disse, apertando os peitos dela e chupando os mamilos duros.
O moreno se posicionou atrás, cuspiu na mão e enfiou a pica direto no cu dela sem aviso. Minha mãe gritou de prazer:
– Ai meu Deus… os dois buracos cheios… me fodam juntos, me destruam… quero sentir as picas roçando lá dentro!
Eles começaram a meter em ritmo, um subindo enquanto o outro descia, fazendo minha mãe tremer inteira. Eu via tudo perfeitamente – o cu dela esticado ao máximo, brilhando de cuspe e melado da buceta, a pica do loiro entrando e saindo vermelha e inchada, os peitos dela balançando, suor escorrendo pelo corpo. Meu dedo entrava e saía da minha buceta cada vez mais rápido. Eu mordia o lábio pra não gemer. Meu grelinho tava tão sensível que cada toque me dava choque. Eu gozei pela primeira vez ali mesmo, de pé, pernas tremendo, mel escorrendo pela coxa. Mas não parei. Continuei me masturbando, agora enfiando três dedos, imaginando que era uma daquelas picas enormes.
Eles foderam assim por uns vinte minutos. Minha mãe gozou várias vezes, jorrando squirt no sofá, gritando:
– Tô gozando… porra… não para… me enche de porra, seus machos!
O loiro gozou primeiro, segurando a bunda dela e gemendo:
– Toma, sua vadia… toma toda a porra na buceta…
Eu vi o pau dele pulsar, enchendo ela até transbordar. O moreno puxou a pica do cu dela, virou minha mãe de lado e enfiou na boca dela de novo.
– Chupa, limpa meu pau que tava no seu cu… agora engole tudo.
Ela obedeceu, lambendo cada centímetro, engolindo a porra misturada com o gosto do próprio cu. O moreno gozou na cara dela, jatos grossos e brancos cobrindo os olhos, a boca, escorrendo pelos peitos. Minha mãe lambeu tudo que conseguiu, sorrindo safada:
– Delícia… porra quente de macho… sou viciada nisso.
Eu gozei de novo, mais forte, quase caindo. Minha bucetinha apertava meus dedos, mel escorrendo até o chão. Fiquei ali mais uns minutos vendo eles descansarem, minha mãe deitada entre os dois, uma mão na pica de cada um, masturbando devagar enquanto eles beijavam o pescoço dela. Quando finalmente saíram pela porta dos fundos, eu corri pro meu quarto, tranquei a porta e me deitei na cama. Tirei toda a roupa, abri as pernas e continuei me tocando pensando naquela cena. Enfiei quatro dedos na buceta, depois um na bunda, imaginando as duas picas me arrombando. Gozei mais três vezes seguidas, gritando baixinho o nome deles que eu nem sabia.
Depois daquele dia eu nunca mais fui a mesma. Aquela imagem ficou gravada na minha cabeça pra sempre. Eu virava uma tarada completa. Comecei a assistir pornô todo dia, procurando cenas iguais – mãe sendo dupla penetrada, buceta e cu cheios. Minha bucetinha ficava molhada só de lembrar. Em menos de um mês eu já tinha perdido a virgindade com um amigo da faculdade, depois com dois ao mesmo tempo numa festa. Eu adorava chupar pica enquanto era comida por trás, exatamente como minha mãe. Comecei a usar plug no cu o dia todo pra ficar preparada. Hoje, com 22 anos, eu sou uma puta assumida. Já fiz gangbang com cinco caras, já deixei um estranho me foder no banheiro do shopping, já gravei vídeo chupando duas picas ao mesmo tempo e mandei pra minha mãe sem ela saber que era eu.
Às vezes, quando tô sozinha, fecho os olhos e volto praquele dia. Vejo minha mãe gemendo, a pica grossa entrando na buceta dela, a outra na boca, o cu piscando. E minha mão desce direto pro grelinho inchado. Eu gozo pensando que um dia talvez ela descubra que eu vi tudo… e quem sabe a gente não vire dupla de putaria. Porque depois de ver aquilo, eu não quero mais nada normal. Eu quero pica, porra, buceta molhada, cu arrombado. Eu sou filha da minha mãe… e sou ainda mais tarada que ela.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Incrédula com o que vi!

Codigo do conto:
256888

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
14/03/2026

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