A tarde de verão queimava tudo quando Bia saiu da academia, aos 18 anos recém-completados. O corpo inteiro pingava suor depois de duas horas de treino pesado com pesos e esteira sem parar. Ela era uma delícia de menina: magrinha, mas com curvas no lugar certo, bunda empinada, coxas grossas, peitinhos firmes e uma bucetinha lisinha que vivia sensível. O short legging preto grudava na pele como uma segunda camada, marcando o formato da fenda, e o top branco estava molhado, transparente, deixando os biquinhos dos peitos duros aparecendo. O cheiro dela era de suor fresco misturado com perfume barato, e isso já deixava qualquer um louco. Passando pela rua deserta, ela avistou a casa abandonada que todo mundo evitava: portas quebradas, janelas sem vidro e um colchão velho jogado no chão. Dentro das sombras, um senhor de uns 60 anos, careca, com barriga, mas braços fortes, estava sentado ali, pau pra fora, batendo uma punheta braba. A pica dele não passava dos 20 centímetros, mas era grossa pra caralho, cheia de veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, e ele ia e vinha com a mão frenético, os olhos grudados no celular passando algum vídeo de buceta sendo arrombada. Bia parou na hora, sentindo um choque na barriga. A buceta contraiu e molhou na hora, o short legging ficando úmido entre as pernas. Porra, que pica madura do caralho, pensou ela, mordendo o lábio sem conseguir tirar os olhos da mão dele subindo e descendo rápido no pau latejando. A bucetinha dela começou a latejar, o grelinho inchando e o mel escorrendo misturado com o suor da coxa. Ela apertou as pernas uma contra a outra, tentando disfarçar, mas o tesão subiu tão forte que ela quase gemeu ali parada. Sem querer, o tênis dela escorregou num pedregulho e fez um barulhinho seco. O velho levantou a cabeça rápido, viu a garota linda espiando e sorriu com um olhar de fome pura. - Ei, sua putinha, o que tá olhando aí parada, babando na minha pica, hein? gritou ele, se levantando devagar, a pica ainda dura balançando pesada na frente do corpo. Bia sentiu o coração disparar, uma mistura louca de medo e tesão que molhava mais ainda a buceta. Ela tentou correr, virando as costas e disparando pela rua, mas as pernas trêmulas não ajudavam muito. O velho era mais rápido do que parecia, pulou do colchão e veio correndo atrás dela. Em segundos alcançou e agarrou o braço dela com força bruta. - Me solta, seu velho pervertido! berrou ela, tentando se livrar, mas a voz saiu rouca, cheia de desejo, sem conseguir esconder. Ele a puxou com tudo pra dentro da casa abandonada, o cheiro de mofo e poeira misturando com o suor dele e dela. Bia se debateu, batendo no peito dele, mas ao mesmo tempo sentia a pica dura dele roçando na barriga dela por cima da roupa, e isso fazia a buceta dela pingar mais. - Socorro! Alguém me ajuda, por favor! gritou ela alto, mas ninguém na rua ouvia nada. O lugar era deserto. O velho a imprensou contra a parede descascada, o corpo dele colado no dela, a mão tapando a boca dela por um segundo. - Cala essa boca, menina. Eu vi como você tava olhando pra minha pica latejando. Você tá molhada pra caralho, né, sua vadiazinha? rosnou ele, a voz grossa de tesão, enquanto a outra mão descia rápido e apertava a buceta dela por cima do legging molhado. Bia gemeu alto contra a mão dele. O toque fez ela arquear as costas, o grelinho latejando forte. Não dava mais pra disfarçar. O tesão era maior que tudo. - Me fode, por favor. Me come bem gostoso essa buceta, velho. Eu tô louca de tesão desde que vi sua pica. pediu ela, a voz tremendo, quando ele tirou a mão da boca dela, os olhos brilhando de desejo puro. O velho riu, surpreso, mas com o pau pulsando mais forte. - Ah, sua putinha de 18 anos querendo pica de velho safado? Então toma tudo que eu vou te rasgar em todas as posições possíveis. disse ele, rasgando o top dela com um puxão. Os peitinhos saltaram livres, mamilos duros como pedra. Ele chupou um com fome, sugando forte, mordendo de leve, enquanto a mão invadia o short legging, abaixando tudo de uma vez. A buceta de Bia apareceu lisinha, rosada, encharcada, brilhando de mel e suor. - Porra, que bucetinha apertada e molhada. Tá pingando pra mim, hein? falou ele, enfiando dois dedos grossos fundo na fenda dela, dedando rápido, o polegar roçando o grelinho inchado. - Ai, sim! Deda minha buceta, velho safado. Meu grelinho tá latejando pra caralho. Chupa ele também. gritou Bia, segurando a cabeça dele e abrindo mais as pernas. Ele se ajoelhou, enfiou a cara na buceta dela, lambendo tudo com língua larga, chupando o grelinho, sugando os lábios e enfiando a língua fundo na entradinha apertada, bebendo o suco dela misturado com o suor do treino. Bia gozou pela primeira vez rápido, o corpo tremendo, as pernas fraquejando. - Tô gozando, porra! Que delíciaaaa! berrou ela, esguichando um pouco no rosto dele. Mas o velho não parou. Virou ela de quatro no colchão sujo, bateu forte na bunda dela, deixando marca vermelha. - Agora vou te comer de cachorrinho, sua cadelinha safada. disse ele, cuspindo na mão e esfregando na cabeça da pica antes de meter tudo de uma vez. Os 20 centímetros esticaram a buceta dela até o fundo, as bolas batendo na pele. - Ai, meu Deus! Que pica grossa. Me enche toda. Mete mais forte, velho. gritou Bia, empinando a bunda e rebolando contra ele. O som de pele batendo ecoava pela casa abandonada. Ele metia sem parar, rápido e fundo, uma mão puxando o cabelo dela, a outra apertando o peito. - Que buceta gulosa. Tá engolindo minha pica toda, sua putinha de academia. rosnou ele, acelerando o ritmo. O suor dele pingava nas costas dela, misturando com o dela. Bia gozou de novo, gritando alto, o corpo convulsionando, apertando a pica dele. - Gozei de novo, porra! Não para. Me fode mais. pediu ela, virando o rosto pra olhar pra ele. Ele mudou de posição, deitou ela de lado, entrou por trás, uma perna dela levantada, metendo fundo enquanto chupava o pescoço dela. - Agora de ladinho, sua vadia. Sente como minha pica te abre toda. disse ele. A mão descia pra esfregar o grelinho dela ao mesmo tempo. - Sim, assim, velho. Meu cu tá roçando na sua barriga. Mete no meu cu também se quiser. Eu tô toda sua. gemeu Bia, sentindo outro orgasmo subir. Ele cuspiu no dedo e enfiou devagar no cuzinho apertado dela enquanto continuava metendo na buceta. - Que cu virgem apertado, porra. Vou arrombar ele também. falou ele, trocando de buraco agora, enfiando a pica toda no cu dela devagar, depois mais rápido. - Aiiiiiii, meu cuuuuu tá doendo, mas tá gostoso pra caralho. Mete fundo, velho. Rasga meu cu. gritou Bia, gozando pela terceira vez, o corpo todo suado tremendo. Ele a colocou por cima, ela cavalgando a pica dele, as mãos dele apertando a bunda dela, guiando o movimento. - Cavalgue essa pica velha, sua putinha. Rebola gostoso. ordenou ele, e Bia obedeceu, subindo e descendo rápido, os peitinhos balançando, o suor escorrendo entre eles. - Tô amando sua pica grossa me enchendo o cu e a buceta ao mesmo tempo, seu velho. Me faz gozar de novo. disse ela, acelerando até gozar mais uma vez, esguichando na barriga dele. Depois ele a pegou em pé contra a parede, uma perna dela levantada, metendo forte de frente, os dois suados, colados. - Olha pra mim enquanto eu te fodo, sua safada. disse ele, e Bia olhava nos olhos dele, gemendo alto. - Me enche de porra, seu velho safado. Goza dentro da minha buceta toda. pediu ela, sentindo o velho acelerar até explodir, jorrando porra quente fundo na buceta dela. Eles ficaram ali ofegantes, ele ainda dentro dela, a porra escorrendo pelas coxas dela. - Porra, menina, você me esgotou, mas foi gostoso pra caralho. disse ele, puxando a pica devagar. Bia se vestiu tremendo, ainda de tesão, pegou as coisas e saiu da casa como se nada tivesse acontecido, mas com a buceta e o cu latejando e a porra dele escorrendo no short. No dia seguinte ela não resistiu, voltou pra casa abandonada de propósito, dessa vez com uma saia curta sem calcinha e o corpo já molhado de expectativa. O velho estava lá esperando, como se soubesse. - Voltou pra mais pica, né, sua vadiazinha? disse ele, sorrindo. - Sim, velho. Vim animar meu amigo novo. Me come de novo em todas as posições. Quero sentir sua pica no meu cu e na buceta até não aguentar mais. respondeu Bia, já tirando a roupa e se ajoelhando pra chupar a pica dele, lambendo as bolas, chupando a cabeça até ele ficar duro de novo. Ele a fodeu de novo no colchão, dessa vez mais devagar no começo, depois brutal, em todas as posições possíveis: de frente com as pernas dela no ombro dele, de quatro com tapas na bunda, cavalgando por cima, cavalgando de costas, de conchinha e até de pé, carregando ela no colo, metendo fundo. - Meu grelinho tá explodindo de novo. Chupa ele enquanto mete no meu cu. pedia ela, e ele obedecia, chupando e metendo, alternando buracos até ela gozar cinco vezes seguidas, gritando alto, o corpo todo molhado de suor e porra. - Goza dentro de novo, seu velho nojento. Enche minha buceta e meu cu de porra quente. gritava ela, e ele gozava, jorrando em cada buraco. Nos outros dias ela passou a dar uma passadinha sempre depois da academia, suada e louca de tesão, virando rotina diária. O velho virando o amigo secreto que a comia gostoso em todas as formas possíveis, fazendo ela gritar de prazer como nunca tinha sentido na vida. A buceta e o cu dela ficaram viciados na pica madura dele, e toda vez que saía de lá ela ia embora com as pernas bambas, mas já pensando na próxima vez que ia voltar pra ser comida sem dó. E assim a rotina pesada da Bia ganhou um tempero safado que a deixava molhada só de lembrar da casa abandonada e do velho com a pica latejando esperando por ela.
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