Era véspera de Natal na casa dos nossos pais em Alagoinhas, aquele calor baiano que gruda na pele e deixa todo mundo suado antes mesmo de abrir o vinho. Eu, Emerson, 22 anos, casado há pouco mais de um ano, e minha irmã Maria Júlia, 29, casada também, voltamos pra passar uns dias juntos. Os quartos estavam lotados com primos e tios, então sobraram só um quarto pequeno pros dois. Tinha uma cama de casal encostada na parede e um colchão velho jogado no chão. Maria Júlia olhou pra mim com aquele sorriso de quem já sabe que vai aprontar e disse: - Emerson, você quer dormir na cama? Eu me sinto mal pra caralho te deixando aí no chão como um cachorro. Sou mais velha, aguento qualquer coisa. Eu ri, dei de ombros e respondi: - Tá bom então, mana. Se você insiste... Vou tomar um banho rápido pra tirar esse suor da viagem. Entrei no banheiro, abri o chuveiro e deixei a água morna cair nas costas. Meu pau já estava meio inchado só de lembrar que ia dividir o quarto com ela. Maria Júlia sempre foi gostosa pra porra, corpo de mulher feita, peitos grandes que balançam quando ela anda, bunda empinada de quem faz academia escondido do marido. Eu me ensaboei pensando nela, mas me controlei. Saí enrolado só na toalha, cabelo molhado pingando no peito, e abri a porta do quarto. A cena que me recebeu me fez parar no meio do caminho. Maria Júlia estava curvada bem na minha frente, de costas pra porta, trocando de roupa. A calcinha fina preta estava enfiada no meio da bunda redonda e branca, as coxas grossas abertas um pouco, e ela mexia numa mala no chão. A bunda empinada brilhava com o suor do calor, o tecido da calcinha marcando o contorno do cu e da buceta por baixo. Eu senti minha pica pulsar na hora, inchando rápido dentro da toalha, a cabeça latejando e empurrando o pano pra frente. Meu coração acelerou, o sangue todo descendo pro pau. Ela percebeu o movimento da porta, virou a cabeça devagar, olhou pra mim por cima do ombro e viu a barraca armada na toalha. Em vez de se cobrir, ela sorriu devagar, aqueles olhos castanhos cheios de malícia, e disse baixinho: - Olha só... meu irmãozinho ficou duro só de ver a bundinha da mana? Que safado... Eu engoli seco, a voz rouca: - Maria Júlia... caralho, você tá me matando assim curvada. Fecha isso aí antes que eu... Ela nem deixou eu terminar. Levantou devagar, a bunda balançando, virou de frente e veio andando na minha direção como uma gata no cio. Os peitos grandes balançavam livres, só de sutiã fino, os mamilos já durinhos marcando o tecido. Ela me empurrou de leve pro colchão no chão, me fez sentar e subiu em cima de mim, montando nas minhas coxas. A toalha escorregou, minha pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. - Shhh... fica quieto, Emerson. Ninguém vai ouvir com o barulho da família lá embaixo. Eu tô louca pra sentir você faz tempo. Eu casada, você casado... mas essa pica aqui, vou te dizer, sempre foi meu sonho de consumo. Ela colou a boca na minha, um beijo molhado, língua quente invadindo, chupando minha língua enquanto gemia baixinho. Suas mãos desceram, agarraram meu pau duro e começaram a bater devagar, polegar espalhando o pré-gozo pela cabeça. Eu gemi no beijo, mãos subindo pras coxas dela, apertando aquela carne macia. - Mana... porra, você é casada, eu também sou... isso é errado pra caralho... Ela riu no meu ouvido, mordendo o lóbulo: - Errado é o caralho, irmãozinho. Olha como você tá duro pra mim. Essa pica grossa quer foder a irmã. Eu sinto minha buceta molhada só de pensar. Toca aqui... Ela guiou minha mão pra dentro da calcinha. Meu dedo deslizou fácil, a buceta dela tava encharcada, quente, os lábios inchados e lisos de tesão. Enfiei um dedo, depois dois, sentindo o calor apertar em volta. O grelinho tava durinho, inchado, eu rocei o polegar nele e ela tremeu inteira, gemendo alto: - Isso... deda a buceta da mana, Emerson. Mais fundo... ai, caralho, você sabe mexer no meu grelinho... tá me deixando louca... Eu tirei a calcinha dela com pressa, rasgando um pouco a lateral. Maria Júlia tirou o sutiã, os peitos grandes caíram livres, mamilos marrons duros. Ela se inclinou, enfiou um peito na minha boca. Eu chupei forte, mordendo de leve, língua girando no mamilo enquanto meus dedos continuavam fodendo a buceta dela, fazendo barulho molhado, porra escorrendo pela minha mão. Ela rebolava no meu colo, a bunda esfregando na minha pica dura, o cu roçando na cabeça inchada. - Chupa mais forte, irmão... morde o peito da mana. Eu quero gozar na sua mão primeiro... ai, porra, assim... deda meu cu também... Eu obedeci, molhei o dedo na buceta e levei pro cuzinho apertado. Ele piscou, quente, e eu enfiei devagar a ponta. Maria Júlia gemeu alto, corpo tremendo: - Isso... invade o cu da irmã, Emerson. Você sempre quis foder esse cu, né? Eu sei... desde moleque olhando pra minha bunda. Ela desceu a boca pelo meu peito, lambeu a barriga e chegou no pau. Abriu a boca e engoliu tudo de uma vez, garganta apertando a cabeça. Chupou com fome, saliva escorrendo, mão batendo na base enquanto a outra apertava minhas bolas. Eu segurei o cabelo dela, empurrando devagar, fodendo a boca da minha irmã. - Chupa essa pica, mana... porra, sua boca tá quente pra caralho... engole tudo... Ela subiu babando, olhos lacrimejando de tesão, e disse: - Agora eu quero você no meu cu. Sem camisinha, quero sentir sua porra quente enchendo minha bundinha. Vem... Ela se virou de quatro no colchão, bunda empinada alta, mãos abrindo as nádegas. O cu piscava rosado, brilhando de saliva e porra da buceta que escorria. Eu cuspi na mão, passei na cabeça da pica e encostei no buraco. Empurrei devagar. O cu dela apertou forte no começo, resistindo, mas ela relaxou e a cabeça entrou com um plop molhado. Maria Júlia gemeu alto: - Aiiiiii, caralho... entra devagar, irmão... sua pica é grossa demais pro meu cu... mas eu quero tudo... Eu segurei os quadris dela, empurrei mais, centímetro por centímetro, sentindo o cu quente apertar em volta da pica como um punho. Quando bati fundo, bolas batendo na buceta molhada, ela tremeu inteira e gritou baixinho: - Tá todo dentro... porra, Emerson, você arrombando o meu cuzinho... mexe agora... fode a mana como uma puta... Eu comecei a meter, devagar no início, tirando quase tudo e enfiando forte. O barulho era obsceno, pele batendo em pele, o cu dela fazendo barulho molhado toda vez que eu entrava. Ela rebolava pra trás, pedindo mais: - Mais forte... mete fundo nesse cu... eu sou sua irmã safada... fode meu cu casado... ai, grelinho tá latejando... Eu estiquei a mão, rocei o grelinho enquanto metia, e ela gozou pela primeira vez, buceta esguichando na minha mão, corpo tremendo, cu apertando minha pica como se quisesse ordenhar. Eu não parei, aumentei o ritmo, metendo fundo, bolas batendo, suor escorrendo. - Toma no cu, Maria Júlia... porra, você aperta tanto... vou encher essa bundinha de porra... Ela virou o rosto, olhos vidrados: - Enche, irmão... goza dentro do cu da mana... eu quero sentir quente... me usa... Eu segurei os cabelos dela como rédea, meti mais fundo, rápido, o quarto cheio de barulho de sacanagem. Meu pau inchou mais, bolas apertaram e eu gozei forte, jatos grossos de porra enchendo o cu dela. Ela sentiu e gozou de novo, gemendo meu nome: - Isso... enche meu cu... porra quente da pica do irmão... aiiiiiii, caralho... Eu fiquei dentro até amolecer, porra escorrendo quando tirei. Ela virou, me beijou molhado, mão pegando o resto de porra e lambendo os dedos. - Isso foi só o começo, Emerson. Amanhã de novo... e depois... o Natal inteiro. Ninguém vai saber que eu sou a puta do meu irmão. A gente se deitou suados, corpos grudados, o cheiro de sexo no ar. Eu sabia que era errado pra caralho, mas o tesão era maior. E assim rolou a noite toda, mais uma vez na buceta, depois no cu de novo, ela cavalgando, gemendo baixinho pra não acordar a casa. No final, quando o dia amanheceu, a gente se olhou e riu cúmplice. O Natal em família nunca mais seria o mesmo.
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