Meu irmão mais novo é absolutamente enorme e aquela manhã mudou tudo pra sempre. Ele tinha acabado de fazer dezoito anos, ainda no último ano da escola, mas o corpo dele já parecia de homem feito, daqueles que malha escondido no quarto. Eu, com vinte e dois, era a irmã mais velha que sempre entrava sem bater pra acordar o preguiçoso pro ônibus das sete. Só que naquele dia o ônibus ia esperar pra sempre. Empurrei a porta devagar, o quarto ainda escuro, cortina fechada, só a luz azulada do monitor piscando. Ele estava sentado na cadeira gamer, fones de ouvido enormes tampando os ouvidos, uma mão subindo e descendo rápido no colo. Meu Deus, eu parei congelada no batente. A pica dele... caralho, aquilo não podia ser real. Era grossa como meu pulso, veias saltadas latejando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, comprida pra caralho, devia ter uns vinte e cinco centímetros fácil, balançando pesada toda vez que ele batia punheta. O pornô na tela mostrava uma loira de quatro sendo arrombada, gemendo alto nos fones dele, e o cheiro de macho jovem, suor misturado com porra fresca, invadiu meu nariz na hora. Meu coração disparou. Eu devia ter virado e saído, mas minhas pernas travaram. A buceta, traidora do caralho, deu uma latejada forte dentro da calcinha fina do pijama. Eu senti o grelinho inchando só de olhar aquela monstruosidade. Ele não tinha me visto ainda, olhos grudados na tela, boca entreaberta, gemendo baixinho - ahhh porra... que buceta gostosa... A mão dele mal conseguia fechar em volta do pau, era tão grosso que os dedos não se encontravam. Gotas grossas de lubrificação escorriam pela glande, pingando no chão. Eu engoli seco e dei um passo à frente. O chão rangeu. Ele tirou os fones num susto, olhos arregalados, pica ainda pulsando na mão sem parar de bater. - Mana... que porra... você... você tava aí? - A voz dele saiu rouca, mas não parou de mexer, como se o pau mandasse nele. Eu não respondi de cara. Meus olhos não desgrudavam daquela coisa enorme, vermelha, quente. - Olha o tamanho dessa pica, mano... eu... eu nunca vi nada assim na vida. Você tá... tá acordado pra caralho. Ele riu nervoso, mas o pau deu um salto na mão, mais uma gota grossa escorrendo. - Tá gostando da visão, irmãzinha? Essa porra aqui é minha, mas se você quiser olhar mais de perto... Eu senti o rosto queimar, mas a buceta já estava molhada pra valer, o tecido do pijama colando nos lábios. Dei mais dois passos, fechei a porta atrás de mim. - Fecha essa boca e continua batendo, deixa eu ver direito. Ele obedeceu na hora, mão acelerando, olhos fixos em mim agora. Eu me aproximei, ajoelhei devagar no chão entre as pernas dele, o cheiro forte de macho me deixando tonta. - Caralho, mano, essa cabeça tá brilhando... parece que vai explodir. Deixa eu tocar? Sem esperar resposta, estiquei a mão. Meus dedos mal conseguiram fechar em volta. Quente, latejando, pele macia por cima de ferro. Eu apertei devagar e ele gemeu alto - Porra, mana, sua mão é tão macia... aperta mais forte, assim... Eu comecei a subir e descer, devagar no começo, sentindo cada veia, cada pulsação. O pré-gozo escorria pelos meus dedos, quente e pegajoso. - Olha isso, tá babando todo pra mim... que pica mais gostosa, mano. Você fode alguém com isso ou só bate punheta pensando nas bucetinhas das colegas de escola? Ele jogou a cabeça pra trás, quadril subindo - Eu... eu penso em você às vezes também, mana... nessa bucetinha apertada que você deve ter. Me deixa ver? Eu levantei o pijama sem vergonha, mostrei a calcinha encharcada. O cheiro da minha excitação misturou com o dele. - Tá vendo como tá molhada só de olhar sua pica enorme? Tira essa calcinha pra mim, mana. Eu tirei rápido, fiquei só de camiseta, buceta lisinha e inchada exposta. Ele esticou a mão livre, dedos grossos roçando meu grelinho. Eu tremi inteira - Ai caralho... toca aí, mano, esfrega esse grelinho pra mim. Ele esfregou em círculos rápidos, dois dedos entrando na buceta molhada sem aviso. Eu gemi alto, apertando mais a pica dele. - Tá apertada pra porra, mana... sua buceta tá sugando meus dedos. Eu quero comer você agora. Eu não aguentei. Levantei, sentei no colo dele de frente, a pica enorme batendo contra minha barriga. - Então mete, irmão. Mete essa pica grossa na buceta da sua irmã. Ele segurou a base, eu desci devagar. A cabeça forçou os lábios, abriu caminho centímetro por centímetro. Doía gostoso, esticando tudo. - Caralhoooo... tá rasgando minha buceta, mano... mais devagar... aaaahhh. Metade entrou e eu já sentia cheia como nunca. Ele segurou minha cintura e empurrou pra baixo de uma vez. A pica inteira afundou, batendo no fundo do útero. Eu gritei de prazer - Porra, que pica enorme... tá batendo no meu cu por dentro! Começou a foder forte, cadeira rangendo, minhas tetas pulando dentro da camiseta. Eu tirei ela, ele mamou um bico duro enquanto metia sem parar. O barulho molhado ecoava: ploc ploc ploc, buceta escorrendo porra pra todo lado. - Goza pra mim, mana, molha essa pica toda. Eu gozei forte, jorrando na barriga dele, pernas tremendo. Mas ele não parou. Virou comigo na cama, me colocou de quatro. - Agora vou comer esse cu também, mana. Eu arreguei as bandas, cu piscando. Ele cuspiu na rola, na minha entrada. A cabeça forçou, entrou devagar, queimando delicioso. - Ai meu Deus... tá arrombando meu cu, irmão... mete tudo! Ele meteu até as bolas, começou a bombear rápido. Uma mão no meu grelinho, esfregando enquanto fodia o cu. Eu gozei de novo, gritando - Caralho, tô gozando no cu... não para, mano, me enche de porra! Ele gozou rugindo, jatos quentes enchendo meu cu até transbordar, escorrendo pelas coxas. Caímos suados na cama, pica ainda dentro, pulsando. - Mana... isso foi a melhor foda da minha vida. Eu ri ofegante - E olha que você ainda tem que ir pra escola, seu safado. Mas a partir daquele dia virou rotina. Toda manhã eu acordava ele “do jeito certo”. Às vezes eu chupava aquela pica enorme antes do café, engolindo até a garganta, baba escorrendo, ele segurando minha cabeça - Chupa mais fundo, mana, engole essa pica toda... Outras vezes ele me comia na cozinha, me dobrando na pia, buceta e cu usados sem dó. Uma tarde depois da escola ele chegou louco, me jogou no sofá. - Hoje vou te foder os dois buracos ao mesmo tempo, mana. Eu ri - Como, seu louco? Ele pegou o celular, mostrou um vídeo de dupla penetração. - Com os dedos primeiro. Me comeu normal, pica na buceta, dois dedos no cu esticando. Depois tirou, colocou na buceta de novo e enfiou três dedos no cu. Eu gozei tanto que molhei o sofá inteiro. - Porra, mana, você é uma puta gulosa... quero gozar na sua boca agora. Eu ajoelhei, ele meteu na garganta, gozou jatos grossos que eu engoli tudo, lambendo até limpar. No fim de semana trancamos em casa o dia inteiro. Ele me fodeu de todas as formas. De lado, eu cavalgando devagar sentindo cada centímetro raspar no ponto G. De pé contra a parede, pernas enlaçadas na cintura dele, pica batendo fundo enquanto ele mordia meu pescoço - Você é minha agora, mana, essa buceta e esse cu são meus. Eu gozava e gozava, corpo todo mole. No banho ele me ensaboou, dedo no cu, pica na buceta por trás, água quente misturando com nossa porra. - Mete mais forte, irmão... arromba sua irmãzinha... Ele gozou dentro de novo, me segurando pra não cair. Hoje a gente brinca o tempo todo. Quando ele chega da escola eu já tô de calcinha molhada esperando. - Olha quem chegou com a pica dura... vem cá, deixa a mana cuidar disso. Ele ri - Só se você deixar eu comer esse cu apertado de novo. A gente ri, se agarra, e a loucura recomeça. Aquela pica enorme virou vício. Eu nunca mais acordo ele do jeito normal. Acordo chupando, lambendo, montando. E ele nunca mais bate punheta sozinho. Agora a porra toda é pra mim, na buceta, no cu, na boca, no corpo inteiro. A gente sabe que é errado pra caralho, irmão e irmã, mas a tesão é maior que tudo. Toda vez que eu vejo ele sentado no computador, fones no ouvido, eu lembro daquele dia e já fico molhada. E ele sabe. Olha pra mim com aquele sorriso safado e diz baixinho - Quer ver de novo, mana? Eu respondo - Quero mais que ver... quero sentir essa pica enorme me rasgando até amanhã. E a gente repete. Sempre mais intenso, sempre mais chulo, sempre mais fundo.
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