Minha tia ficou louca por mim!

Eu nunca imaginei que uma visita simples pros meus avós ia virar essa loucura toda. Faz só duas semanas que aconteceu, mas ainda sinto o cheiro da buceta da tia Ana no meu nariz toda vez que fecho os olhos. Ela é a irmã mais nova da minha mãe, morena de pele macia, 1,60m de pura tentação, corpo bem desenhado, peitos médios que balançam quando ela anda e uma bunda redonda que parece feita pra sentar na cara de alguém. Não é mais gata que a minha mãe, mas puta que pariu, ela é linda pra caralho. Divorciada duas vezes, mora com os avós e vive quietinha, mas eu percebi logo que tinha fogo escondido.
A gente chegou lá porque a vovó tinha saído do hospital e a família toda foi visitar. Casa enorme de dois andares, só usam o de cima, cheio de gente: avós, tio, outra tia com os filhos, minha irmã e meus pais. Quarto pra mim não tinha mais, e a tia Ana, que sempre foi distante, de repente ofereceu o dela. Cama king size, banheiro privativo. Aceitei na hora. Melhor que sofá, né?
Na primeira noite eu já senti que o clima ia mudar. Deitei de lado, fingindo dormir, mas o coração batia forte. Ela chegou de camisola fina, deitou do meu lado e, depois de uns minutos, começou o show. Debaixo da coberta, a mão dela mexia devagar, mas sem disfarçar. Eu ouvia o barulhinho molhado da buceta dela sendo dedada, os gemidos baixinhos que escapavam: - Ahhh... porra... que gostoso... Ela exagerava nos movimentos, rebolava a bunda contra o colchão como se quisesse que eu notasse. Meu pau endureceu na hora, latejando dentro da cueca. Eu fiquei ali, duro pra caralho, fingindo que dormia, mas sabendo que ela sabia que eu tava acordado.
De dia o quarto era praticamente meu. Ela usava pouco, saía pra ajudar a vó. Um dia deixou o laptop aberto na mesa. Pasta de vídeos pornô bem na cara: loiras sendo fodidas por trás, casais fazendo 69, tudo baixado. Não foi sem querer. Meu pau pulsou só de ver. Depois veio o banho. Ela acordava antes de mim, entrava no banheiro e deixava a porta entreaberta de propósito. Eu ouvia o chuveiro ligado e, no meio do barulho da água, o vibrador zunindo forte. Ela gemia alto, sem vergonha: - Isso... mete no meu grelinho... ai, caralho, tô gozando... Eu via a sombra dela através da fresta, pernas abertas, mão segurando o vibrador contra o clitóris inchado enquanto a água escorria pelos peitos. Meu pau ficava tão duro que doía. Eu batia uma punheta rapidinho debaixo da coberta, gozando pensando na buceta molhada dela.
A família ficou duas semanas inteiras. Cada dia ela ficava mais ousada. Sentava do meu lado na mesa de jantar, coxa encostando na minha. Me ajudava com tudo, roçava o braço nos meus, olhava demorado. À noite parou de se masturbar alto, mas dormia grudada em mim. De costas primeiro, depois começou a esfregar aquela bunda macia direto na minha virilha. Eu sentia a calcinha fina dela, o calor da pele. Meu pau endurecia instantaneamente, virava uma barra de ferro. Ela rebolava sutil, devagar, como se fosse sem querer. Eu nunca impedi. Ficava ali, pau latejando contra a bunda dela, fingindo sono, mas os dois sabíamos que era de propósito.
Depois de uns seis dias ela começou a mudar de roupa no quarto. Saiu das calças compridas e passou pra shorts curtinhos e regatas finas, sem sutiã. Os bicos dos peitos marcavam o tecido. Deixava calcinha e sutiã usados jogados no chão, perto da cama. Cheiro de buceta fresca misturado com perfume. Um dia ela deixou o vibrador bem na mesa, rosado, brilhando. Eu olhei e ela sorriu quieta. - Ah, isso... isso não é massageador não, sobrinho. É meu vibrador. Eu uso pra me dar prazer quando tô com vontade. Faz parte da minha vida desde o divórcio. Você tá dormindo aqui, então já sabe que eu me toco toda noite pensando em alguém me fodendo direito.
Naquela noite ela dormiu mais perto ainda. Fez conchinha, abraçou minha cintura por trás e encostou os peitos nas minhas costas. Meu pau tava duro pra caralho dentro da cueca. Ela sentiu. A mão dela desceu devagar e roçou por cima do tecido. Depois sussurrou no meu ouvido, voz rouca de tesão: - Eu quero foder. Quero sentir sua pica dentro de mim, sobrinho. Quero que você me coma essa buceta molhada. Eu congelei de nervoso, pau latejando, mas fingi que dormia. Ela não insistiu. Só ficou ali, abraçada, respirando quente no meu pescoço.
No dia seguinte o clima ficou insuportável. Durante o almoço ela sentou do meu lado, mão por baixo da mesa roçando minha coxa. À tarde, quando todo mundo foi ver a vó no quarto dela, ficamos só nós dois no quarto. Ela fechou a porta devagar. - Tá difícil fingir, né? Eu tô louca pra sentir você. Mas vamos esperar a noite. Quero tudo sem pressa.
A noite chegou e foi o inferno mais gostoso da minha vida. A casa tava silenciosa, só o barulho distante da TV da sala. Ela deitou de camisola curta, sem calcinha. Virou de frente pra mim, pernas entrelaçadas nas minhas. - Eu sei que você tá acordado, sobrinho. Sente como eu tô molhada? Ela pegou minha mão e levou direto pra buceta. Porra, tava encharcada. Dedos deslizaram fácil entre os lábios inchados, grelinho duro e latejando. Ela gemeu baixinho: - Dedilha meu grelinho... isso... ai, caralho, que delícia. Eu obedeci, circulei o clitóris com o dedo médio enquanto dois outros entravam na buceta quente e apertada. Ela rebolava contra minha mão, suco escorrendo pela minha palma.
Eu não aguentei mais. Virei ela de costas, puxei a camisola pra cima e enfiei o rosto naquela bunda. Cheiro de mulher excitada, doce e salgado. Lambi o cu primeiro, devagar, língua circulando o anel apertado. Ela arqueou as costas: - Isso, lambe meu cu, sobrinho safado... mete a língua bem fundo. Depois desci pra buceta, chupei o grelinho com força, sugando enquanto enfiava dois dedos no cu dela. Ela gozou pela primeira vez, tremendo, abafando o grito no travesseiro: - Tô gozando... porra... não para...
Meu pau tava explodindo. Tirei a cueca, pica grossa e vermelha balançando. Ela virou, olhos brilhando: - Deixa eu chupar essa pica linda. Ela ajoelhou na cama, segurou a base e engoliu até a garganta. Garganta apertada, saliva escorrendo, ela mamava com fome: - Que pica grossa... gosto do seu cheiro... vou mamar até você gozar na minha boca. Eu segurei a cabeça dela, fodi a boca devagar, sentindo a língua girar na cabeça. Quase gozei, mas parei. Queria mais.
Virei ela de quatro. Bunda empinada, buceta brilhando de tesão e saliva. Passei a cabeça da pica na entrada, roçando o grelinho. - Mete, por favor... enfia essa pica toda na minha buceta... Eu empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes engolirem meu pau. Quando tava todo dentro, comecei a meter forte. Barulho de pele batendo, buceta fazendo tchuc tchuc molhado. Ela gemia alto agora, sem medo: - Isso... fode minha buceta... mais forte... sou sua putinha, sobrinho... mete até o fundo! Eu segurei os cabelos dela, puxei pra trás e meti com tudo, bolas batendo no grelinho. Ela gozou de novo, buceta apertando minha pica como um punho.
Mudei de posição. Deitei ela de lado, levantei uma perna e voltei a meter. Dessa vez mais devagar, sentindo cada dobra. - Olha como sua buceta engole minha pica... tá pingando porra de tesão. Ela virou o rosto: - Quero gozar cavalgando. Subiu em mim, sentou devagar, pica sumindo inteira na buceta. Rebolava gostoso, peitos balançando na minha cara. Eu chupei os bicos duros enquanto ela subia e descia: - Ai, caralho... sua pica bate no meu ponto G... vou gozar de novo... goza comigo! Eu segurei a bunda dela, meti de baixo pra cima até explodir. Jatos grossos de porra enchendo a buceta dela. Ela tremeu, gozou junto, suco misturado escorrendo pelas minhas bolas.
Mas não parou. Depois de um descanso rápido, ela virou de bruços, empinou o cu: - Agora quero no cu. Tá lubrificado da buceta... mete devagar primeiro. Eu cuspi na cabeça da pica, apoiei na entrada apertada e empurrei. O cu dela abriu devagar, quentinho, apertado pra caralho. Quando tava todo dentro, comecei a foder o cu com força. Ela gemia como louca: - Isso... rasga meu cu... fode esse cuzinho guloso... sou sua puta, sobrinho! Eu meti até o fim, uma mão no grelinho dela, dedando enquanto socava o cu. Gozei pela segunda vez, enchendo o cu de porra quente. Ela gozou junto, corpo inteiro tremendo.
A gente ficou ali, suados, ofegantes, porra escorrendo da buceta e do cu dela. Ela virou pra mim, beijou minha boca: - Isso foi só o começo. Amanhã de novo, e depois de amanhã. Quero que você me foda todo dia enquanto estiver aqui. E assim foi pelas noites seguintes. Cada noite mais safada: 69 com ela engolindo minha pica enquanto eu chupava o grelinho e enfiava dedo no cu. Uma vez quase fomos pegos quando minha irmã bateu na porta de madrugada pra pedir água, mas a gente parou no susto, rindo baixinho, pau ainda dentro da buceta dela.
No último dia antes de ir embora, ela me acordou com a boca na pica: - Última foda antes de você voltar pra casa. Quero levar sua porra na buceta o dia todo. Cavalgou em mim até gozarmos juntos de novo, gritando abafado. Quando saí da casa dos avós, dei um abraço normal na frente de todo mundo, mas ela sussurrou no meu ouvido: - Sua pica ainda tá latejando dentro de mim, sobrinho. Volta logo.
Cara, foi isso. Escrevi com todo o tesão que você descreveu, ampliei cada momento pra ficar intenso pra caralho. Se quiser continuação, mais detalhes de alguma noite específica ou mudar alguma coisa, só falar. Agora respira, toma outro café e me conta o que achou. Tô aqui.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


256909 - O tapa que mudou tudo! - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
256904 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 4! - Categoria: Incesto - Votos: 1
256901 - Meu irmão mais novo é absolutamente enorme! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256894 - Comendo minha irmã na véspera do natal! - Categoria: Incesto - Votos: 0
256893 - Currada por uma velho, em uma casa abandonada! - Categoria: Coroas - Votos: 1
256889 - Sem limites com minha irmã grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256888 - Incrédula com o que vi! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 2
256887 - Sucumbindo as provocações de meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256880 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 3! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256821 - Relação amistosa com minha irmã. Parte 2! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256773 - Primeira vez com a titia! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256766 - Relação amistosa com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256764 - Não consigo resistir a minha filha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256693 - Acordando minha irmã, com minha língua na buceta! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256692 - Tarde quente com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256625 - Fingi que dormia e acabei comendo minha tia! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256612 - Comendo minha irmã no barco! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256607 - Massagem na irmã grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256511 - Mostrando minha bucetinha pro meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256452 - Meu padastro me consolando! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256449 - Obcecado pela minha maninha! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256440 - Perdendo o controle na conversa virtual com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256436 - Comi minha sobrinha antes dela casar! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256414 - Sendo naturalista com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256413 - Noites com minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256402 - Provocando meu avô! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256401 - Sem limites com meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256389 - Conversa picante com meu tio via whatsapp! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256387 - Meu filho de volta pra casa! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256369 - Meu irmão me comeu gostoso, após me ver pelada saindo do banho! - Categoria: Incesto - Votos: 12

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Minha tia ficou louca por mim!

Codigo do conto:
256907

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0