Ontem à tarde a casa estava quieta, só o cheiro de café fresco saindo da cozinha. Eu, com meus 47 anos, ainda me sentia bem na pele, mas o corpo já tinha aquelas curvas mais cheias, tetas pesadas que balançavam quando eu andava, bunda larga e macia que o meu marido adorava apertar. A secretária dele, a Larissa, tinha 25 anos recém-completos, corpo de academia, bundinha empinada, cintura fina e peitinhos firmes que marcavam a blusa branca justa. Ela chegou pra se arrumar no meu quarto porque ia sair com ele pra reunião importante. Eu tava preparando o café pra ela, daqueles bem quentinhos, pra ela não chegar atrasada. Quando entrei no quarto com a xícara na mão, ela tava de frente pro espelho, passando batom vermelho naqueles lábios carnudos. Eu tropecei no tapete, a mão tremeu e o café quente voou direto na blusa dela, encharcando o tecido fino bem em cima dos peitos. Ela deu um grito curto, o líquido quente queimou a pele nova dela. No reflexo, a mão dela voou e – PÁ! – acertou minha cara com força. O tapa ardeu pra caralho, minha bochecha esquerda ficou vermelha na hora, o som ecoou no quarto como um estalo seco. Meu rosto latejava, mas ao mesmo tempo uma coisa estranha subiu pela minha espinha, um calor que desceu direto pra minha buceta. Em dez segundos ela percebeu o que tinha feito. Os olhos dela arregalaram, aquele rostinho jovem ficou branco. – Ai meu Deus, dona Maria, me desculpa! Eu não sei o que deu em mim, foi o reflexo, o café queimou, eu... desculpa, por favor! – Ela começou a repetir aquilo sem parar, a voz tremendo. – Desculpa, desculpa, desculpa... não conta pro seu marido, pelo amor de Deus, eu perco o emprego, eu faço qualquer coisa pra compensar! Ela ficou uns cinco minutos seguidos pedindo desculpa, as mãos dela segurando as minhas, os dedinhos finos tremendo. Eu sentia o cheiro dela de perto, perfume doce misturado com o café derramado na blusa colada nos peitinhos. Minha buceta pulsou uma vez só, molhada do nada. Eu disse que tudo bem, que não ia contar nada, mas por dentro eu já tava imaginando aquela mãozinha jovem batendo de novo, só que em outro lugar. Hoje de manhã chegou a mensagem longa no WhatsApp. “Dona Maria, eu não dormi direito pensando no que fiz. Me desculpa de novo, mil vezes. Se quiser eu passo aí hoje pra conversar pessoalmente, eu levo um presente, faço o que a senhora mandar. Só não conta pro chefe, por favor.” Meu dedo tremeu quando respondi: “Vem agora. Sozinha. Meu marido tá no escritório até tarde.” Meu coração batia forte, a buceta já tava úmida só de lembrar do tapa. Quando a campainha tocou, eu abri a porta de robe de seda preto, sem nada por baixo. Larissa entrou com uma blusinha leve e saia curta, os cabelos soltos, cheirando a banho recente. Ela fechou a porta e já começou: – Dona Maria, eu trouxe um vinho, eu... – Eu não deixei ela terminar. Segurei o queixo dela com força e olhei bem nos olhos. – Para de pedir desculpa, Larissa. Aquele tapa... me deixou molhada a noite inteira. Os olhos dela mudaram na hora. De arrependida pra safada em segundos. – Sério? – ela sussurrou. – Eu achei que a senhora ia me odiar... mas se a senhora gostou... eu posso dar outro, se quiser. Eu puxei ela pro quarto, o mesmo onde tudo rolou. Empurrei ela contra a cama e abri o robe, mostrando minhas tetas grandes, os mamilos já duros, a buceta raspadinha brilhando de tesão. – Dá outro tapa agora, sua putinha jovem. Mas dessa vez eu quero sentir de verdade. Larissa sorriu devagar, os dentes brancos brilhando. – Como a senhora mandar, sua vadia velha gostosa. – A mão dela subiu e – PÁ! – acertou a outra bochecha. O ardor veio mais forte, minha pele queimou, mas minha buceta jorrou um pouco de melzinho na coxa. Eu gemi alto. – Ai, caralho... de novo! Ela deu mais três tapas seguidos, alternando os lados, cada um mais forte. Minha cara ficou vermelha, os olhos lacrimejaram, mas eu tava pingando. – Olha essa buceta velha encharcada só com uns tapas, hein? – ela disse rindo, a voz agora dominadora. – Aos 47 anos e ainda baba que nem uma cachorra no cio. Vem cá, deita de quatro pra mim. Eu obedeci rápido, joelhos na cama, bunda empinada, cu piscando exposto. Larissa tirou a saia dela num segundo, a calcinha já molhada no meio. Ela subiu na cama atrás de mim e deu um tapa forte na minha bunda, o som ecoou. – Essa bunda gorda tá pedindo porra. – Outro tapa, e outro. Minha pele ardia, vermelha, mas eu empinava mais. Ela enfiou dois dedinhos direto na minha buceta sem aviso. – Porra, tá escorregadia pra caralho! Olha o barulho dessa buceta velha sugando meus dedos. Eu gemia sem parar: – Me fode com esses dedinhos, Larissa... enfia mais fundo, sua safada! – Ela girou os dedos, achou meu grelinho inchado e apertou. Meu corpo tremeu inteiro, gozei pela primeira vez, jorrando na mão dela. O mel escorreu pelas coxas. – Caralho, você gozou só com dois dedos? Que vadia gulosa! Ela não parou. Tirou os dedos, levou na boca e chupou fazendo barulho. – Hum, gosto de buceta madura... doce e salgada ao mesmo tempo. Agora vira de barriga pra cima, quero lamber esse grelinho até você gritar. Eu deitei, pernas abertas bem largas. Larissa mergulhou a cara entre minhas coxas. A língua dela era quente, molhada, lambia meu grelinho em círculos rápidos, depois descia e enfiava fundo na buceta, fodendo com a ponta. – Ai, porra, chupa meu grelinho, sua putinha! Mais forte! – Eu segurava a cabeça dela, empurrando contra minha buceta. Ela chupava fazendo barulhos obscenos, sugando o clitóris inchado, mordiscando de leve. Meu cu piscava, pedindo atenção. Ela percebeu e enfiou o dedo mindinho no meu cu sem parar de chupar. – Olha esse cu apertadinho engolindo meu dedo... você gosta de ter os dois buracos usados, né, dona Maria? Eu gozei de novo, gritando, o corpo convulsionando, mel jorrando na boca dela. Larissa bebeu tudo, lambendo até a última gota. – Agora é minha vez, sua velha safada. – Ela tirou a blusinha, os peitinhos firmes pularam livres, mamilos rosados duros. Subiu em mim em posição de 69, a bucetinha dela lisinha e molhada bem na minha cara. – Chupa minha buceta jovem enquanto eu como a sua de novo. Eu enfiei a língua na buceta dela sem pensar. O gosto era doce, fresco, suco escorrendo na minha boca. – Hum, que buceta apertada e gostosa... – eu murmurava entre lambidas. Ela gemia alto, rebolando na minha cara enquanto chupava meu grelinho de novo. Nossos gemidos enchiam o quarto, corpos suados colados. Eu enfiei dois dedos na buceta dela e outro no cu dela. – Toma no cu também, sua putinha! – Ela gritou de prazer: – Isso, fode meu cu com o dedo enquanto chupa meu grelinho! A gente ficou assim uns minutos, trocando lambidas, dedos entrando e saindo, suco misturando. Ela gozou na minha boca, o corpo tremendo, melzinho quente escorrendo na minha língua. Eu engoli tudo, lambendo até limpar. Mas ela não tava satisfeita. Levantou, foi na bolsa e tirou um strap-on grosso, uma pica de borracha preta de uns 20 centímetros, veias marcadas. – Eu trouxe isso pensando em te compensar... mas agora vou te foder de verdade com essa pica. De quatro de novo, vadia. Eu obedeci, bunda empinada. Ela passou lubrificante na pica e na minha buceta, depois enfiou devagar. – Ai, caralho... que pica grossa abrindo minha buceta velha! – Eu gemi quando ela entrou fundo, batendo no fundo. Larissa segurou meus cabelos e começou a foder forte, os quadris batendo na minha bunda. – Toma essa pica, sua puta de 47 anos! Olha como sua buceta engole tudo! – Cada estocada fazia barulho molhado, minhas tetas balançando, o suor escorrendo. Ela dava tapas na minha bunda enquanto fodia: – PÁ! PÁ! PÁ! – Minha pele ardia, mas eu pedia mais: – Me fode mais forte, Larissa! Usa essa pica pra rasgar minha buceta! – Ela acelerou, uma mão no meu grelinho esfregando rápido. Eu gozei pela terceira vez, apertando a pica com força, mel jorrando em volta dela. Larissa tirou a pica, virou de lado e me fez deitar de frente pra ela. – Agora vamos tesourar essas bucetas molhadas. – Nossos grelinhos se encostaram, ela rebolava contra mim, buceta roçando buceta, sucos misturando. – Porra, que delícia sentir sua buceta velha esfregando na minha... goza comigo agora! – A gente gozou juntas, gemendo alto, corpos tremendo, mel escorrendo pelas coxas. Depois, deitadas suadas, ela me deu mais um tapa leve na cara e sorriu: – Agora estamos quites, dona Maria? Ou quer que eu volte amanhã pra te dar mais tapas e mais pica? – Eu ri, ainda ofegante: – Volta todos os dias, sua putinha. Essa buceta agora é tua. A gente ficou ali, abraçadas, o quarto cheirando a sexo, bucetas latejando, corpos marcados por tapas e porra. Eu nunca mais ia esquecer aquele primeiro tapa... e agora mal podia esperar pelo próximo.
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