Eu sempre odiei aqueles fins de semana na casa do tio no lago. Duas horas de estrada, meus pais me jogando no carro com um beijo rápido e aquele sorriso de quem tá louco pra ficar sozinho em casa. - Divirta-se, filha, o tio cuida de você direitinho – eles diziam, sem imaginar porra nenhuma do que realmente rolava lá. Eu entrava no carro resmungando, mas por dentro meu corpo já formigava inteiro só de pensar no que ia acontecer assim que a porta da casa dele fechasse. Porque no verão passado tudo mudou. E agora eu conto os dias pra eles me mandarem de novo. A casa é simples, madeira escura, de frente pro lago enorme que reflete o céu como um espelho. O tio tem uns quarenta e poucos, corpo forte de quem nada todo dia, barba curta grisalha, sorriso safado que me derretia. Ele me recebia sempre com um abraço apertado demais, daqueles que eu sentia o pau dele roçando de leve na minha barriga por baixo da bermuda folgada. - Chegou, princesinha? Tô te esperando desde cedo – ele falava baixinho no meu ouvido, e eu já sentia a buceta latejar. Naquele primeiro fim de semana que mudou tudo, a gente jantou peixe frito que ele mesmo pegou no lago, tomou uma cerveja gelada na varanda e depois foi pro píer. O sol tava se pondo, laranja queimando na água, o ar quente ainda grudando na pele. Sentamos na beira, pés balançando, e o silêncio ficou pesado. Ele olhou pra mim de lado, olhos escuros brilhando. - Não consigo mais parar de pensar em você, garota. Todo dia, desde que você veio no último verão. Essa boca, esses peitos... porra, eu tô louco. Eu senti o coração bater na garganta. Engoli seco, mas a verdade saiu antes que eu pudesse segurar. - Eu também, tio. Sonho com você toda noite. Quero sentir você dentro de mim. Não deu tempo de arrependimento. Ele puxou meu rosto e me beijou com fome, língua invadindo minha boca, chupando forte. As mãos dele subiram por baixo do meu vestidinho leve de verão, apertando meus seios com força, dedos beliscando os mamilos até ficarem duros como pedra. Eu gemi na boca dele, quadris se mexendo sozinhos. Ele desceu uma mão, puxou minha calcinha pro lado e começou a esfregar meu grelinho inchado em círculos lentos, precisos. Eu já tava encharcada, o mel escorrendo pela coxa. - Caralho, você tá molhada pra mim, né? Essa bucetinha apertada tá pingando só de me ver. Ele enfiou dois dedos grossos de uma vez, enrolando lá dentro no ponto que me faz ver estrelas. Meus quadris levantaram do píer de madeira, eu me contorci, gemendo alto. Ele acelerou, o som molhado ecoando no silêncio do lago, até eu gozar forte, apertando os dedos dele, suco escorrendo pela mão. Ele tirou devagar, levou os dedos à boca e lambeu tudo, olhos nos meus. - Delícia. Agora é minha vez, vem. Eu me ajoelhei na frente dele, puxei a bermuda pra baixo e a pica pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Segurei com as duas mãos, lambi da base até a ponta, girando a língua no freninho. Depois abri a boca e engoli fundo, lábios esticados ao máximo até tocar os pelos da base. Ele segurou meu cabelo, guiando devagar. - Isso, chupa gostoso, minha putinha. Engole essa pica toda, que eu tô louco pra foder essa boca. Eu babava, engasgando um pouco, mas amando o gosto salgado dele, o jeito que a pica pulsava na minha língua. Ele gemeu baixo, quadris empurrando devagar. Depois me puxou pra cima, me deitou de costas no píer, abriu minhas pernas bem abertas e encostou a cabeça da pica na entrada da minha buceta. - Olha pra mim enquanto eu entro. Quero ver sua cara quando eu te arrombar. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro, me abrindo toda. Eu senti cada veia, cada pulsação, até ele estar enterrado até o saco. Depois começou a meter mais rápido, fundo, a madeira rangendo baixo com o ritmo. Minhas pernas enrolaram na cintura dele, unhas cravando nas costas. - Me fode, tio... mais forte... quero sentir essa pica me rasgando. Ele acelerou, batendo fundo, o barulho molhado da buceta engolindo ele ecoando. Eu gozei de novo, apertando em volta da pica dele como um punho, tremendo inteira. Ele grunhiu, empurrou mais umas vezes e gozou quente, jatos grossos enchendo minha buceta até transbordar, escorrendo pela minha bunda. Ficamos ali, ofegantes, ele ainda dentro de mim, beijando meu pescoço. - Você é minha agora, garota. Toda vez que vier aqui, essa buceta vai ser minha. A gente se limpou rápido no lago, voltou pra casa como se nada tivesse acontecido. Mas eu dormi com a buceta latejando, sentindo o gozo dele ainda escorrendo devagar. Desde então, todo fim de semana virou um ritual secreto. Meus pais me deixavam na porta sorrindo – - Aproveita, hein? – e eu entrava já com a calcinha molhada. Às vezes ele me pegava logo na sala. Outras vezes esperava a noite cair pra gente ir pro barco. Uma vez, no meio do lago à noite, ele me deitou no banco de madeira, puxou meu shortinho pra baixo e me comeu de quatro, segurando meus quadris com força. - Olha esse cu piscando pra mim. Hoje eu vou comer os dois buracos, putinha. Ele cuspiu na minha buceta, enfiou a pica toda de uma vez e meteu rápido, batendo as bolas no meu grelinho. Depois molhou o dedo e enfiou no meu cu devagar, abrindo caminho. Eu gritei de prazer, gozando tão forte que quase caí do barco. Ele trocou, tirou da buceta e enfiou no cu, centímetro por centímetro, até eu sentir o saco batendo na minha pele. - Caralho, que cu apertado... tá me espremendo a pica toda. Ele meteu fundo, uma mão tapando minha boca pra não acordar os vizinhos do outro lado do lago, a outra beliscando meu grelinho. Eu gozei de novo, apertando o cu em volta dele, e ele jorrou tudo dentro, enchendo minha bunda de porra quente. Na cama dele era ainda melhor. Ele me jogava de bruços, levantava minha bunda e me comia por trás, lento no começo pra eu sentir cada palmo da pica grossa entrando na buceta. Depois acelerava, batendo forte, a cama rangendo alto. - Geme pra mim, vai... diz que ama essa pica do tio te fodendo. - Eu amo, tio... me fode mais... enche minha buceta de porra de novo! Ele cobria minha boca com a mão, metia até o talo e gozava jato atrás de jato, me deixando pingando. Depois virava de lado, me comia mais devagar enquanto chupava meus mamilos, dedos no meu cu, até eu perder a conta de quantas vezes gozei. Uma noite ele me fez sentar na cara dele, buceta molhada esfregando na boca enquanto eu chupava a pica dele ao contrário. Ele lambia meu grelinho, enfiava a língua na buceta, chupava o cu, e eu gozava na cara dele, mel escorrendo pelo queixo. - Engole meu gozo agora, safada – ele mandava quando tava quase, e eu engolia tudo, garganta apertando em volta da cabeça da pica. Às vezes a gente transava no píer de novo, mas de dia, escondidos atrás dos arbustos. Eu de quatro, ele me fodendo por trás enquanto o sol batia nas nossas peles suadas. Ele puxava meu cabelo, batia na minha bunda até ficar vermelha. - Essa bunda é minha pra bater e pra foder. Olha como sua buceta suga minha pica. Eu gozava tremendo, apertando ele, e ele terminava sempre dentro, me enchendo até vazar. Depois a gente entrava no lago pelado pra se limpar, mas acabava transando de novo na água, ele me segurando pela cintura enquanto eu subia e descia na pica dele, ondas batendo em volta. A culpa vinha toda vez que meus pais me ligavam pra saber se tava tudo bem. Eu respondia com voz doce – - Tá ótimo, pai, o tio é o melhor – mas por dentro eu tava pensando na pica dele ainda latejando dentro de mim, no gosto da porra na minha boca, no jeito que meu cu ainda ardia de tanto levar. Eu odiava o quanto eu amava aquilo. Odiava como meu corpo vibrava só de ouvir a voz dele no telefone marcando o próximo fim de semana. Mas eu não conseguia parar. Aquela casa no lago virou meu vício secreto, meu lugar de prazer proibido onde eu virava a putinha do tio, deixando ele me foder em todo canto, de todo jeito, enchendo cada buraco com gozo quente. E toda vez que o carro dos meus pais se afastava, eu corria pra dentro, tirava a roupa e me jogava nos braços dele já sabendo o que vinha: horas e horas de pica dura, buceta molhada, cu arrombado, gemidos abafados e porra escorrendo pelas coxas. Porque no fundo eu sabia que ia continuar voltando. Sempre. Enquanto ele quisesse me comer, eu ia abrir as pernas e pedir mais.
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