Minha irmã Juliana!

Eu já não aguentava mais. Fazia anos que a Juliana, minha irmã mais velha, era o centro de todas as minhas punhetas. Ela tinha uns 26 anos, eu 21, e o corpo dela era uma provocação ambulante: quadris largos que balançavam quando ela andava pela casa, uma bunda grossa e empinada que esticava qualquer short, seios enormes que pareciam querer pular pra fora da regata, e um rosto lindo, com boca carnuda e olhos que me olhavam de um jeito que me deixava com a pica latejando. Dois anos atrás ela postou uma foto de biquíni na praia, aquele maiô vermelho colado na pele molhada, os mamilos marcando de leve e a buceta quase aparecendo no fundo. Eu salvei a foto no celular e batia punheta olhando pra ela todo santo dia, imaginando minha boca chupando aqueles peitos pesados enquanto ela gemia meu nome.
O verão estava pegando fogo esse ano, e com o calor a Juliana andava cada vez mais à vontade pela casa. Regata branca fininha, sem sutiã, os bicos escuros aparecendo quando ela se mexia, e shorts jeans curtinhos que mal cobriam metade da bunda. Às vezes ela aparecia no meu quarto só de camiseta velha e calcinha preta rendada, se jogava na minha cama pra conversar bobagem e eu tinha que cruzar as pernas pra esconder a ereção que subia na hora. Ela vinha mais pra cá ultimamente, ficava mais tempo, mais carinhosa – abraços demorados, mão no meu cabelo, corpo colado no meu enquanto assistíamos série. Eu sabia que ela tinha namorado, um cara chamado Lucas que mal aparecia, mas isso não diminuía a vontade. Pelo contrário. Toda noite eu ia pro banheiro bater uma pensando nela, gozando pensando na buceta dela engolindo minha pica.
Aí veio aquele dia. Estávamos na sala assistindo Netflix, o ar-condicionado quebrado, suor escorrendo na pele dela. Ela de regata cinza colada no corpo, os seios balançando livres, e shorts branco tão curto que dava pra ver a curva da bunda quando ela se ajeitava no sofá. Eu sentei do lado, coração martelando, e depois de uns minutos de coragem fingida, deslizei a mão devagar pela coxa dela. A pele era quente, macia, suada. Ela congelou por um segundo, mas não tirou minha mão. Em vez disso, virou o rosto pra mim, aqueles olhos brilhando.
- Irmão... o que você tá fazendo aí?
A voz dela saiu baixa, rouca, não brava. Eu engoli seco, mas não tirei a mão. Apertei de leve a coxa grossa, sentindo a carne ceder.
- Ju... eu não aguento mais. Você tá me matando todo dia andando assim pela casa. Essa buceta que eu imagino toda molhada... esses peitos... eu salvei aquela foto sua de biquíni e bato punheta vendo ela, pensando em você chupando minha pica.
Ela mordeu o lábio inferior, os seios subindo e descendo rápido. A regata marcava os mamilos duros como pedra. Em vez de me dar um tapa, ela abriu as pernas um pouquinho, só o suficiente pra minha mão subir mais.
- Caralho, você tá falando sério? Eu tenho namorado... mas... puta que pariu, faz tempo que eu sinto você me olhando. Esses shorts meus são de propósito, sabia? Eu gosto de ver você duro disfarçando. Sua pica marca tanto na bermuda que me deixa com a calcinha encharcada.
Meu pau deu um pulo dentro da cueca. Eu subi a mão até o meio das coxas dela, sentindo o calor da buceta através do tecido fino do short. Ela soltou um gemidinho baixo, rebolando de leve contra meus dedos.
- Toca aí, irmão. Toca essa buceta da sua irmã que tá pingando pra você.
Eu não esperei mais. Puxei ela pra mais perto, minha boca colando na dela num beijo faminto, língua invadindo enquanto minha mão entrava pelo short. A calcinha dela era uma poça. Dedos deslizaram pelo tecido molhado, sentindo os lábios grossos inchados, o grelinho duro pulsando. Ela gemeu na minha boca, mãos apertando meus ombros.
- Ai, porra... isso... esfrega meu grelinho assim, devagar... caralho, você sabe exatamente onde eu gosto.
Eu tirei o short dela num puxão, jogando no chão. A calcinha preta veio junto, revelando aquela buceta depilada, lábios carnudos brilhando de tesão, o clitóris inchadinho pedindo atenção. Eu me ajoelhei no sofá, abri as pernas dela e enfiei a cara ali. Cheiro de mulher quente, suor misturado com aquele perfume de buceta molhada. Minha língua lambeu de baixo pra cima, chupando o grelinho com força enquanto dois dedos entravam fundo na buceta apertada.
- Oh meu Deus... irmão... sua língua tá me matando... chupa mais forte esse grelinho, vai... assim... porra, eu vou gozar na sua boca!
Ela segurou minha cabeça, quadris rebolando, buceta esguichando na minha cara enquanto gozava forte, corpo tremendo, seios pulando dentro da regata. Eu não parei. Continuei chupando até ela implorar.
- Para... para um pouco... agora eu quero sua pica. Tira essa bermuda, me mostra essa rola dura que você guarda pra mim.
Eu levantei, pica saltando pra fora, grossa, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela arregalou os olhos, mão envolvendo meu pau na hora.
- Caralho, irmão... que pica enorme... maior que a do Lucas... grossa pra caralho. Vem, enfia na minha boca.
Ela se ajoelhou no sofá, bunda empinada pra mim, e engoliu minha pica até o fundo. Garganta apertada, saliva escorrendo, olhos lacrimejando enquanto chupava com fome. Eu segurava o cabelo dela, fodendo a boca devagar.
- Isso, Ju... chupa essa pica do seu irmão... engole tudo... porra, que boca gulosa.
Ela babava, mão massageando minhas bolas, língua girando na cabeça. Depois de minutos me olhando de baixo, soltou a pica com um ploc molhado.
- Agora me fode. Quero essa rola toda dentro da minha buceta. Me rasga, irmão.
Eu a virei de quatro no sofá, bunda enorme empinada, buceta aberta pingando. Segurei os quadris largos e meti tudo de uma vez. A buceta dela engoliu minha pica como se fosse feita pra isso – quente, molhada, apertada pra caralho. Comecei a socar fundo, bolas batendo na bunda, o som molhado ecoando na sala.
- Ai, puta que pariu... que pica mais gostosa é essa... me fode mais forte... quebra essa buceta da sua irmã... assim... mais fundo... caralho, tô sentindo na garganta!
Eu metia sem parar, uma mão apertando um peito por baixo da regata, mamilo duro entre os dedos, a outra dando tapas na bunda que ficava vermelha. Ela rebolava pra trás, encontrando cada estocada.
- Goza dentro, irmão... enche minha buceta de porra... eu quero sentir você jorrando.
Eu não aguentei. Explodi dentro dela, jatos grossos enchendo a buceta quente enquanto ela gozava de novo, paredes apertando minha pica, leite escorrendo pelas coxas.
Mas não acabou. Ela virou pra mim, olhos brilhando de tesão ainda.
- Agora eu quero no cu. Nunca dei pro Lucas, mas pra você... quero tudo. Lambe meu cu primeiro, prepara ele pra sua pica.
Eu abri aquela bunda enorme, língua circulando o cuzinho rosado e apertado. Cheiro forte, proibido. Chupei, enfiei a língua dentro enquanto dedava a buceta ainda pingando. Ela gemia alto.
- Isso... lambe meu cu gostoso, olha como ele pisca quando passa a língua... enfia a língua fundo... caralho, tô molhando tudo de novo.
Depois de deixar o cu babado de saliva, posicionei a cabeça da pica e empurrei devagar. O cu dela era virgem pra mim, apertadíssimo, mas cedeu centímetro por centímetro até eu estar todo enterrado. Comecei a foder devagar, depois mais forte, bunda batendo contra minha barriga.
- Porra... meu cuzinho tá todo apertando seu pau...fode forte meu rabo, vai, irmão... rasga essa bunda... mais rápido... aiiiiiiii, caralho tô gozando, tô gozando gostoso só com a sua pica no meu cu!
Ela gozou de novo, cu piscando em volta da minha pica. Eu puxei o cabelo dela, metendo fundo até gozar pela segunda vez, enchendo o cu de porra quente que escorria quando tirei.
A gente caiu no sofá, suados, ofegantes. Ela virou pra mim, mão acariciando minha pica mole ainda brilhando de porra e lubrificação.
- Isso não pode parar, irmão. Toda vez que o Lucas não estiver aqui, você vai me foder. Minha bucetinha, meu cu, minha boca... tudo que você quiser, seu safado. Eu sou sua puta agora.
Eu sorri, já sentindo a pica endurecendo de novo só de ouvir.
- Pode deixar, Ju. Essa bunda e essa buceta não vão passar mais fome, pois vou sempre dá um bom trato nelas.
A gente ficou ali, corpos colados, planejando a próxima vez – talvez no quarto dela, talvez no meu, talvez até com ela de regata e calcinha de novo, mas agora sem disfarce. O calor do verão só tinha começado, e a nossa sacanagem também.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã Juliana!

Codigo do conto:
256936

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/03/2026

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